10 fatores de rankeamento que a maioria dos sites ignora

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Sabemos que o Google, no momento em que se realiza apenas uma pesquisa, leva em conta centenas de critérios para classificar os resultados. Resolvi selecionar 10 fatores de rankeamento, tanto os que ajudam quanto os que prejudicam, que uma parcela significativa dos sites simplesmente ignora e, com isso, acaba perdendo posições.

Talvez você aplique uma parte desses, mas raramente encontramos sites que consigam seguir com disciplina e foco todos esses pontos abaixo. Vamos lá!

10 – Whois privado pode ser prejudicial

Domínios internacionais permitem que seu proprietário esteja oculto de consultas de Whois – ferramenta que informa o responsável por aquele site. Como é minimamente suspeito esconder-se, usar o Whois privado pode despertar um alerta negativo nos mecanismos de busca. Para domínios .com.br isso não se aplica.

9 – Conteúdo multimídia é uma vantagem

Conteúdo rico e multimídia contempla todos os usuários: quem gosta de ler, ver as imagens e assistir a vídeos – sem contar os que gostam de ouvir gravações. Por isso, em suas páginas mais importantes pode valer a pena investir recursos para ter um conteúdo em diversos formatos, indo muito além do texto apenas.

8 – Tempo de carregamento das páginas importa

Eu sei que se fala muitíssimo em tempo de carregamento. Mas a verdade é que, quando vamos para a prática, encontramos muitos sites lentos para carregar. O que poucas pessoas sabem é que o próprio Google Analytics fornece um relatório de carregamento das páginas para os seus usuários. Muito útil. Use-o e procure sempre melhorar seu tempo de carregamento!

7 – Sites de nicho têm preferência em relação aos genéricos

O Google tende a priorizar sites de nicho em detrimento dos genéricos. No momento de indexação do site e de suas respectivas páginas, o algoritmo irá classificar o nicho e o tópico que aquele site mais e melhor cobre. Caso a página tenha conteúdo genérico, é fundamental uma boa arquitetura da informação para que algoritmo consiga ler e melhor classificar seu campo semântico. Procure ter menos seções, mas seções sempre atualizadas com bom conteúdo.

6 – Fazer bons links externos

Uma métrica sempre difícil de avaliar é a confiança que o Google tem em um domínio. No Brasil, há uma cultura muito disseminada que diz “meu site só recebe links, mas não faz para não perder a visita”. Porém, os links externos feitos por um site ajudam a avaliar a confiança dele. Portanto, faça links externos: mas sempre bons links.

5 – Conteúdo com listas podem ajudar

Já reparou na audiência que sites como o BuzzFeed possuem? Ainda que boa parte de sua audiência venha dos canais sociais, há especulações de que fazer conteúdo com listas – além de ser ótimo para os usuários – também pode gerar impacto positivo nos resultados da pesquisa orgânica.

4 – Cuidado com o contexto em que o link aparece

O simples fato de conseguir um bom link não é o suficiente. É preciso que esse link esteja em torno de palavras no texto e um campo semântico que faça sentido com a página linkada. Isso pode ser um grande diferencial no impacto e performance que o mesmo irá gerar. Ah, outro fator que ajuda é ter links de sites que aparecem para uma palavra-chave semelhante!

3 – Links de todo o site contam como apenas um link

Conseguir mil links é bom? Depende, né, porque conseguir mil links de um mesmo domínio no rodapé, embora vá influenciar, terá o mesmo ou menor impacto que apenas um link bom e contextual dentro daquele domínio. Dito de maneira superficial, tente ignorar em suas análises a quantidade bruta de links e tenda a analisar o número de domínios que linka e, quando poucos, quais links são esses.

2 – Links para uma página específica não precisam de keyword exata

Muitos sites tenderão a receber apenas links para sua página inicial – principalmente aqueles links que fazem referência ao nome da empresa. Naturalmente, esses links são muito bons e tendem a passar um índice de confiança ao domínio que os recebem. Porém, muitas vezes serão os links para uma página específica que ajudarão a gerar performance – e sem que haja a keyword exata, que cada vez menos ajuda.

1 – Palavra-chave deve estar à esquerda no título

Algo tão simples e… quase sempre esquecido!

Durante a otimização dos elementos de cabeçalho – como título e descrição – procure manter sempre à esquerda a palavra-chave principal, e à direita as palavras-chave secundárias. É claro que não se trata apenas de inserir palavras-chave de maneira mecânica. É preciso que elas façam sentido a quem lê. E uma boa maneira de avaliar isso é vendo aquele conteúdo sendo compartilhado – com esse título – nas redes sociais.

Espero que tenham gostado… e aí, você tem mais alguma sugestão para essa lista?

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