A Psicologia do SEO: pesquisa de atalho, informação ou transação

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Na primeira aula do Curso de SEO, vimos a maneira como funciona o algoritmo do PageRank e agora iremos entender como funciona a pessoa que faz a pesquisa no mecanismo do Google. Vamos seguir uma regra que dita o seguinte: psicologia é tudo.

Para fazer bem SEO, é preciso usar a psicologia para entrar na cabeça dos criadores do Google, como fazemos ao estudar a Filosofia do SEO, e agora usaremos a psicologia para entrar na cabeça do consumidor. Como também dissemos, é preciso sempre, sempre, levar em conta o Google e o seu cliente. Um traz a visita, o outro o dinheiro!

Ao realizar uma pesquisa, o usuário tem um desejo o qual precisa ser suprido. Esse desejo pode se manifestar de diversas maneiras, como uma dúvida, um produto, um local, uma pessoa, uma música, etc. Enfim, a pessoa tem um desejo interior, algo subjetivo, uma intenção, e precisa encontrar na objetividade (isto é, na realidade) a manifestação desse desejo, ou algo que o aplaque. Este na verdade é um mal-traçado esquema de funcionamento da psique humana, resumido em um parco parágrafo.

De todo modo, algo nos valerá mais do que toda a psicologia freudiana e jungiana juntas, ao menos para fazer SEO. Podemos até não entender como funciona de fato a psicologia humana, mas devemos compreender e sem dúvida nenhuma a intenção de pesquisa da pessoa.

Intenção de pesquisa

Como vimos acima, os resultados no Google devem ser o mais relevantes quanto possível. Para que os resultados sejam relevantes, vamos considerar a intenção de pesquisa das pessoas e assim sermos capazes de atrair o público-alvo correto, alcançando uma boa taxa de conversão em nossas estratégias de SEO.

Você deve ter percebido que o algoritmo do Google funciona basicamente por palavras-chave. Usamos palavras-chave no conteúdo, nos títulos e até nos links (como veremos com mais detalhes adiante). SEO, em grande parte, é sobre considerar tudo do ponto de vista da palavra-chave. E não é de outra maneira que poderemos identificar a intenção da pesquisa.

Para fins didáticos, seguiremos o formato de separação encontrada no livro Arte de SEO (Novatec, 2009), embora façamos algumas distinções de nomeclatura: Pesquisa atalho, Pesquisa de informação e Pesquisa de transação.

Pesquisa atalho é quando o destino já é conhecido. Ou seja, se a pessoa busca por “g1”, “cuso de seo da conversion” ou “endereço do masp”, certamente a intenção de pesquisa está clara e é improvável que a pessoa mude o seu destino final. Portanto, é uma busca com pouquíssimo valor comercial, exceto para a empresa que é a página de destino. Caso ela não apareça para essas buscas, pode perder uma grande quantia em vendas. Já se outra empresa aparecer, até mesmo mais bem posicionada, talvez não obtenha nenhuma vantagem comercial nessa posição.

Pesquisa de informação é o tipo de pesquisa em que a pessoa procura alguma informação, alguma notícia ou alguma opinião sobre produto, acontecimento, música, filme, livro, política, etc. A pessoa certamente não sabe aonde vai chegar, mas ao mesmo tempo não traz nenhuma intenção clara de busca. De todo modo, é importantíssimo para uma empresa estar bem posicionada para as pesquisas, principalmente com o seu blog, afim de que o seu cliente forme a sua opinião através de seu próprio conteúdo e aumente as chances de adquirir produtos ao fazer uma pesquisa com valor comercial claro.

Pesquisa de transação são as palavras-chave mais desejadas pelos proprietários de sites comerciais, porque elas se traduzem em vendas.  Este tipo de pesquisa revela a intenção de adquirir um produto ou serviço e deve ser tratado da maneira mais prioritária. São, afinal, as pesquisas de transação que irão garantir os resultados para a empresa.

Apareça sempre

No caso de uma campanha de links patrocinados, iríamos preferir aparecer apenas para pesquisas de transação e garantir que ninguém mais está anunciando em nossa marca em pesquisas de atalho, para jamais perder uma venda. Já em Otimização de Sites, não há o menor problema em receber quantas visitas puderem vir de uma pesquisa de informação, afinal de contas não há custos em receber mais visitas.

Recomendamos que você sempre analise as palavras-chave de acordo com as intenções dela e assim saiba medir os resultados concretos que sua empresa poderão ter com a visibilidade nos mecanismos de busca.

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