Empresas francesas apostam em SEO para alavancar vendas de e-commerce no Brasil

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Empresários franceses estão de olho em novas tecnologias da internet para ampliar a participação de seus negócios no e-commerce. Dentre elas, o Search Engine Optimization (SEO), metodologia de posicionamento de sites nos mecanismos de busca. A francesa Decathlon, por exemplo, já investe parte de seu budget de propaganda no trabalho de SEO e conta com a parceria da Conversion, maior agência do ramo no País.

Na primeira semana de junho (06), empresários franceses recebem o CEO da Conversion, Diego Ivo, na Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB), para uma reunião que tratará das estratégias e do uso de tecnologia para potencializar vendas e marcas na internet e nos mecanismos de busca (Google). O encontro acontece na sede da CCFB em São Paulo, às 9h (Alameda Itu, 852, 19º andar).

Convite - Palestra "O uso da tecnologia para potencializar vendas e marcas na internet"

O crescimento do e-commerce no Brasil registra um dos índices mais altos do mundo. No último ano, o comércio eletrônico movimentou R$ 31 bilhões no País, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Para 2014, a previsão é de um faturamento em torno de R$ 39 bilhões, um aumento de 26% em relação a 2013.

As grandes empresas que possuem negócios na internet se deram conta da importância de um trabalho estruturado na web. Embora o universo de vendas online conte com importantes nomes corporativos, pequenas e médias lojas virtuais são responsáveis pela grande maior parte do crescimento nos negócios.

“A busca orgânica não é só o canal com maior participação no e-commerce, como a estratégia que traz o melhor ROI (desempenho) no varejo”, explica Diego Ivo, CEO da Conversion. “O trabalho de SEO que fizemos para a ViajaNet, agência virtual bastante consolidada no País e com alto rendimento, viabilizou um crescimento de 100% nas vendas nos últimos meses”, comentou um case quando a agência foi para o primeiro lugar na busca orgânica do Google com a expressão “passagens aéreas”.

Entretanto, especialistas acreditam que os resultados ainda estão aquém do potencial do mercado brasileiro. Fatores como a baixa maturidade na elaboração de estratégias comerciais em mecanismos de busca e a falta de profissionais e empresas qualificados nesse trabalho afetam o rendimento dos negócios online das empresas.

Para Ivo, as lojas virtuais precisam diversificar seu portfólio de estratégia de marketing, sem esquecer, contudo, dos mecanismos de busca. “Sem dúvida, os canais mais importantes ainda são buscadores, que ajudam a captar novos clientes, e o e-mail marketing, que gera recompras na carteira de clientes”, completa.

Ainda para o CEO da Conversion, embora as redes sociais não sejam representativas nesse estudo, elas não são tráfego de conversão, mas sim de reputação e relacionamento. “Deve-se investir em redes sociais, buscando posicionamento da marca e relacionamento com o consumidor”, conclui Diego Ivo.

Segundo pesquisa da consultoria Custora, o tráfego de busca orgânica/SEO é o principal responsável pelas vendas, com 26% da receita gerada nos e-commerces avaliados. Esse número aponta uma participação 70% maior que o segundo e o terceiro colocados, o e-mail marketing (16%), e o SEM (15%), também conhecido como links patrocinados, respectivamente. “A busca orgânica não é só o canal com maior participação no e-commerce, como a estratégia que traz o melhor ROI no varejo e, ao consolidar as estratégias, num futuro bem próximo, teremos o e-commerce mais rentável do mundo ”, explica Diego Ivo.

 

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