Os 5 erros de português mais comuns em blogs

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Os 5 erros de português mais comuns em blogs

Nós já falamos aqui como o marketing de conteúdo tem sido um importante aliado para impulsionar as performances do SEO (aqui). Dessa forma, unir a marca a um material muito bom e informativo é imprescindível para intensificar a sua relevância.

E é simples: quem busca um conteúdo quer encontrar qualidade. E se você consegue atender às necessidades do seu leitor, ponto para você: você acaba de conquistar credibilidade!

Todo mundo que escreve almeja um texto bom, conquistar leitores e ter sua matéria lida por muitas pessoas. Porém, é preciso tomar cuidado com alguns pontos que são muito importantes e podem deixar a desejar. Um dos fatores mais prejudiciais são as escorregadas ortográficas e gramaticais.

Para evitar isso, acompanhe aqui cinco dicas para você ficar mais atento às famosas escorregadas na língua portuguesa.

1. Eu escrevo para quem ler os meus artigos?

Essa é a primeira pergunta que alguém deve fazer antes de escrever a primeira letra de uma matéria. Os estilos de texto são muito diversificados. Em alguns casos, como matérias para adolescentes, você poderá usar gírias para identificação do leitor com o texto. Em outros, como artigos interessantes para acadêmicos, você poderá esbanjar o vocabulário mais requintado e utilizar todo o seu conhecimento sobre concordância. E se você quiser um conteúdo viral, deverá ser muito objetivo e utilizar uma linguagem simples.

Viu só como essa perguntinha – quem lê os meus artigos? – é importante? A partir dela, você poderá avaliar qual é o estilo do público que você deseja atingir, e assim escolher o tipo de linguagem mais apropriada para o seu leitor e, consequentemente, o seu artigo será totalmente compatível com seu público alvo.

2. “Uns concorda com os outro?”

O maior dos escorregões que acontecem durante a produção de uma matéria é o de concordância. As pessoas, muitas vezes, encontram dúvidas quando surgem agrupamentos como “a maioria”, “grande parte” e outros. E também tendem a deslizar quando as orações são muito extensas, pois o sujeito fica muito distante do verbo e a concordância acaba se perdendo.

Caso haja dúvida, a melhor dica para evitar esse problema é sempre “perguntar” ao verbo “quem” faz a ação. Dessa forma você encontrará os elementos necessários para concordar com o verbo. Apesar de parecer uma dica cliché, em situações de incerteza, pode ser muito útil.

Um dos casos mais comuns de erros de concordância é o uso do “bastante”, veja:

Quando bastante for um advérbio, ele não muda. Por exemplo:

  • Ela está bastante feliz.
  • Elas estão bastante felizes.

Quando for um adjetivo, ele concordará com o substantivo. Por exemplo:

  • Bastantes pessoas compareceram.
  • Eles viram o filme bastantes vezes.

3. Pronomes

Na hora de escrever, principalmente textos mais simples, as pessoas ficam em dúvida se devem seguir à risca as regrinhas dos pronomes ou não. Isso porque em algum veículo mais popular pode soar um pouco pedante por ser, muitas vezes, diferente da língua falada no dia-a-dia.

E é fácil você encontrar alguns artifícios para fugir dos erros. Vamos ao exemplo:

Certo: Quando a encontraram
Errado: Quando encontraram ela

Em caso de dúvida, use: Quando ela foi encontrada.

4. Redundância

A redundância pode ser uma grande inimiga na hora de você produzir o seu material. A ideia, geralmente, é você conseguir passar o máximo de informação com um número restrito de palavras. E a redundância prejudica isso. Se você já passou a informação, intensificá-la pode soar estranho e repetitivo. E nenhum leitor tem o interesse de gastar o seu tempo lendo algo que não seja realmente útil. Exemplos comuns de frases redundantes:

  • Há muitos anos atrás.
  • Ganhe um brinde grátis.
  • Atuais novidades.
  • Morte fatal”.

5. Cacofonia

Para quem não sabe, a cacofonia é uma construção que pode até estar correta em termos gramaticais, mas não fica legal na sonoridade. Isso porque pode parecer que existe algum termo ou palavra intrusa entre o final de uma palavra e início de outra. Por exemplo: Alma minha (que parece que a palavra maminha está no texto). Então é preciso tomar cuidado porque muitas vezes o seu texto pode ter uma carga negativa.

Conclusão

Se você almeja impulsionar a qualidade do conteúdo que você produz, lembre sempre de adequar o seu texto ao público que você deseja atingir e de estar sempre atento para evitar os erros que poderão afetar a sua autoridade. Busque sempre qualidade.

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