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SEO, Arquitetura da Informação e CRO: use essas técnicas para vender mais!

SEO, Arquitetura da Informação e CRO: use essas técnicas para vender mais!A arquitetura da informação é uma das tarefas mais importantes para o SEO do seu site, baseia-se na estraturação de ambientes de informação. Serve para melhorar a experiência e usabilidade do site através do design do layout e como arquitetar as informações dentro deste layout, com o objetivo de aumentar a conversão (CRO) do site.

Nesta área de otimização, uma ótima bilbiografia é o livro de Steve Krug, com título “Don’t make me think” (Não me faça pensar), que aborda o tema sobre a interação entre pessoas e usabilidade nos sites. O livro mostra que os usuários possuem melhor experiência ao entrar em um site que possua um layout fácil, que encontre tudo rapidamente sem precisar pensar ou ficar procurando algo.

Qual é o resultado de uma boa arquitetura da informação para SEO?
O resultado é a melhor possível quando a arquitetura da informação está bem feita. Os robôs do Google vêem que o seu site tem uma boa arquitetura e podem aumentar seu relevância; o seu site fica melhor organizado; a disposição dos conteúdos e ou produtos ficam otimizados; os usuários do site ficam satisfeitos por encontrarem o que precisam e terão uma boa experiência; e aumentam as chances de realizar conversões para seu site.

Planejamento da Arquitetura da Informação

Ao realizar a tarefa de arquitetura da informação, o tomador de decisão deve saber o que será feito e como deve ser feito esta etapa de otimização do site. Deve se preocupar com as seguintes tarefas:

/Quantas e quais páginas seu site terá
/Hierarquia das páginas
/Quais palavras-chave utilizar para cada página
/Meta tags HTML de todas as páginas
/Conteúdo das páginas
/Design (layout) da página de uma forma estruturada e que ajude na usabilidade, diposiçao estratégica dos conteúdos, links e produtos para facilitar a conversão
/Testes e aplicação do layout

Aplicação da Arquitetura da Informação e SEO

Vamos mostrar alguns exemplos sobre como alguns sites organizaram sua arquitetura e a sua relação com o SEO da empresa.

Conteúdo das páginas

Os conteúdos das páginas devem estar otimizadas, tanto na escrita quanto na estrutura do posicionamento de todas as informações que estarão contidas no site (escrita, imagens, vídeos, links, menus, etc.)
O conteúdo deve ser relevante para o site, e possuir uma palavra-chave para cada página que será o “tema” principal da página e que deve estar contido nas tags da página (title, description, H1, H2, etc).

Breadcrumb

Breadcrumb mostra o caminho que você percorreu para estar na página que está, em uma forma mais conceitual, é a navegação estrutural que mostra a hierarquia das informações, podendo estar em categorias, seções, marcas, produtos, modelos, etc.
Um bom exemplo de breadcrumb seria:
Home>Eletrônico>TV>TV LED>TV LED Sony>Sony Bravia>Sony Bravia Full HD
Observando nesta arquitetura da informação, categorizamos pela seção, tipo de produto, marca e produto final, utilizando as palavras com maiores relevâncias.

Barra de menu

A aplicação de um site especializado em um assunto é mais fácil de desenvolver uma boa arquitetura, vejamos este simples exemplo do menu superior de uma e-commerce de tênis.

Barra de menu
Por ser uma loja virtual especializada em tênis, eles projetaram a arquitetura de acordo com a categoria de usabilidade dos produtos (adventure, corrida, futebol e caminhada) onde os consumidores de cada segmento já clicará no item de seu interesse deste menu. E também eles arquitetaram de acordo com as marcas que são vendidas na loja (Adidas, Nike, Mizuno, etc), assim, os consumidores fiéis as marcas já clicarão nas marcas que se interessam.

O drop down, que é uma barra de links que aparecem ao passarmos o mouse em cima de um item do menu, também ajuda na organização, sendo os subitens da barra de menu, ele ajudará a segmentar melhor os itens da barra de menu, por exemplo:

 

drop down

Otimizando a conversão (CRO)

Na página que o usuário realizará a conversão, é muito importante que a organização dos conteúdos estejam dipostos de um modo que facilite a conversão.
Vejamos um simples comparação, de um e-commerce, que a conversão baseia-se na compra de um produto:

Otimizando a conversão

Na página do produto, é muito importante que o link de conversão esteja em destaque no site. Pois caso não esteja visível ao consumidor, ele pode desistir da compra.

botão de compra

E para finalizar, utilizar método que facilita a confirmação de compra dos clientes através do one page checkout, ou seja, em apenas uma página, você insere informações pessoais de cadastro, endereço, etc. e ainda finaliza o pedido de compras “em apenas um clique”. Isso evita aquele desgaste nos consumidores com o preenchimento de formulário com 4 páginas para você poder finalmente efetivar a compra do produto desejado.

Conclusão

Depois de alguns exemplos simples de otimização de site voltada nas tarefas da arquitetura da informação, podemos concluir que devemos realizar esta tarefa pensando na melhor usabilidade aos consumidores e usuários do site, com o objetivo de facilitar e aumentar a conversão do site.
O planejamento deve ser feito cuidadosamente, analisando cada tarefa, e após a aplicação, o produto final (página do site otimizado) oferecerá a melhor experiência aos consumidores e também ajudará os robôs do Google a analisar melhor seu site e melhorando seu posicionamento na SERP.
Como vemos nos exemplos, que cada tarefa possui um objetivo próprio, como por exemplo o breadcrumb, que tem o objetivo de informar o usuário em qual página ele está e como ele fez para chegar até a página atual. Mas que juntando todas as tarefas, elas têm o objetivo geral, que é o aumento da conversão do site.

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Cinco pontos para refletir como vai o e-commerce brasileiro

Cinco pontos para refletir como vai o e-commerce brasileiroHá pelo menos cinco anos acompanho de perto o comércio eletrônico brasileiro e posso dizer que estamos entrando em uma nova fase. Trata-se de uma etapa com muito boas oportunidades mas também muitos desafios, sendo que o principal deles é ter uma operação lucrativa e escalável – temos hoje um grande gargalo na margem que precisa ser contornado. Outro ponto crucial está no ROI dos investimentos em mídia, o que aliás impacta diretamente na margem.

Last but no least, vale destacar, neste processo de amadurecimento do nosso e-commerce, a necessidade de marcas se estabelecerem mais como ponto de relacionamento com o cliente do que como ponto de venda promocional. Nós precisamos vencer a barreira em que o preço é tudo, precisamos agregar valor às nossas lojas virtuais. Podemos dizer que se trata da corrida pelas marcas mais fortes, até porque os preços tendem no médio ou longo prazo a se estabilizarem.

1. E-commerce, brincadeira de gente grande

As empresas de médio e grande porte que não adotaram o comércio eletrônico nos últimos cinco anos, por achá-lo muito arriscado ou “moda passageira”, começam a correr atrás do prejuízo; enquanto isso, pequenas empresas que sobreviveram aos seus primeiros anos começam a investir em seu crescimento, contando mais com a própria experiência do que com capital financeiro. “Poucos podem se dar ao luxo de só dar lucro daqui a cinco anos”, comenta um cliente, em referência a um grande player. Esse é um momento ímpar.

Em e-commerce, o Brasil está deixando de ser uma criança e começando a caminhar para a adolescência. Adolescência quer dizer ter a cabeça nas nuvens, ter ideias valiosas, porém muitas vezes não fazer o mais básico, não ter uma operação lucrativa e duradoura. O e-commerce está amadurecendo, mas para amadurecer de fato, precisamos vencer a barreira de achar que abrir uma loja virtual é como uma mágica que nos torna milionários. Para falar a verdade, uma operação virtual é dezenas de vezes mais complexa que uma loja física.

2. Margens apertadas

Justamente por conta desse amadurecimento, há coisas que precisam melhorar. Considero que uma grande insensatez  do e-commerce é o frete e parcelamento grátis, além de muito desconto. Isso precisará mudar para que o e-commerce avance, para que o mercado se estabilize e viva menos de investimentos visando exclusivamente ao longo prazo, e traga lucros razoáveis.

Há boas notícias. Tenho observado casos em que lojistas conseguem repassar ao cliente o valor do frete. Entretanto, nos cases em que observei, só foi possível porque a loja já possuía uma boa carteira de clientes e a marca era estabelecida em seu mercado. Como disse anteriormente, o preço é importante porém não é tudo – mais vale cobrar o frete e oferecer um excelente serviço, do que arcar com custos abusivos para sua operação.

De fato, o frete grátis e o financiamento sem juros apertam fortemente as margens do lojista e a tendência é que, para se tornar uma operação saudável, o parcelamento tenha juros repassados ao consumidor, como aliás alguns e-commerce já vêm fazendo com bastante sucesso. Eu aposto nisso como uma necessidade.

3. Investimentos sem foco em ROI

Pela falta de maturidade do mercado, costuma-se fazer investimentos que não trazem resultados. Uma parte significativa dos e-commerces não têm know-how suficiente para acompanhar o ROI (retorno sobre investimento) de suas ações e, por isso, costuma investir em mídias ou canais que não trazem retorno. Como o Google AdWords é a mídia mais óbvia para gerar resultados, concentram seu investimento ali e tornam-se reféns de um único canal, enquanto o trabalho de SEO, que dá ROI muito maior, às vezes é feito sem prioridade ou simplesmente por fazer, buscando a solução mais barata. Outra mídia que precisa ser muito melhor explorada é o e-mail marketing.

Há ainda algo muito mais complexo na análise de ROI, que é entender a participação direta e indireta de cada um dos canais no faturamento real da empresa. Por exemplo, qual o impacto real de ter uma fan page do Facebook movimentada e atualizada? Isso dá ROI, mas dificilmente o ROI é de último clique ou sequer tem clique; certamente, não raro uma rede social movimentada é o fator determinante para a compra, pela confiança que gera uma fan page movimentada.

4. Marca e carteira de clientes

Bem, eu sou um grande fã de branding. Creio firmemente que marcas fazem toda a diferença e esta deve ser construída e deve se comunicar muito com o seu cliente. Do contrário, a loja virtual permanecerá na seara de briga por preços e sem agregar valor ao consumidor, sempre trabalhando com margens extremamente apertadas. Por outro lado, de nada adianta uma marca forte que não tenha nem para quem, nem preço competitivo para vender.

E nada mais barato do que vender para quem já comprou de seu e-commerce. Por isso, é fundamental contar com uma boa carteira de clientes e desenvolver estratégias de CRM (Custumer Relationship Management) para vender mais para quem já comprou alguma vez em sua loja ou chegou perto de comprar. É preciso, portanto, saber qual o ROI de um cliente em carteira quando desenvolvida uma boa estratégia de CRM.

5. Quais as soluções?

Acredito firmemente que uma boa consultoria em SEO pode ajudar operações de e-commerce de médio e grande porte a decolar com um bom ROI de útlimo clique. Por outro lado, acho uma “fria” esse trabalho para startups, ou seja, lojistas que estão aderindo agora ao e-commerce e não tenham um planejamento de pelo menos 3 anos com razoável maturidade e poder de investimento. Isso porque não se pode investir em SEO esperando milagres, principalmente se não se conhece o motor de crescimento do e-commerce (a relação entre preço, produto, logística, estoque, demanda, relacionamento, etc.)

Mas todas respostas ainda não temos, apenas indícios e tendências que podemos captar. Precisamos trabalhar para construí-las e tornar o mercado de e-commerce mais maduro, onde empresários possam investir e, com muito trabalho, poder contar com um lucro justo.

O mercado está aberto. Quais serão as próximas operações multimilionárias?

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7 dicas de otimização de conversão em landing pages

7 dicas de otimização de conversão em landing pagesO e-commerce no Brasil tem tido um crescimento acelerado nos últimos anos. Segundo a e-bit, empresa especializada em dados do setor, estima-se que só em 2013 haverá um crescimento de até 24%, gerando uma receita de 28 bilhões e atingindo cerca de 50 milhões de consumidores online.

Diante disso, é cada vez mais importante que cada detalhe de um e-commerce ou uma landing page seja pensado para atrair mais leads, ou seja, mais conversões. Por isso, a otimização de conversão em sites tem se mostrado cada vez mais presente no setor de marketing digital e SEO e fazer uso dessas técnicas com certeza irá aumentar o número de leads e consequentemente o aumento da sua receita.

As técnicas de otimização de conversão também têm se mostrado presentes, em especial às landing pages, isto é, páginas de destino onde o usuário possa concluir uma meta ou objetivo final do site: Conversão. As landing pages são criadas exatamente para fazer com que o usuário encontre facilmente o que deseja e possa sair da página satisfeito e com seu objetivo concluído. Neste artigo, irei citar 07 dicas importantes de otimização de conversão que lhe auxiliarão a melhorar os resultados de qualquer landing page. Vamos a elas:

1 – Call to Actions claros

O Call to Action, ou chamada à ação, são botões de conversão. É clicando nos botões de Call to Action que o usuário é levado para a conversão de uma landing page. Ele é o botão mais importante da página e por isso, é fundamental que ele seja extremamente claro e objetivo em sua chamada e que preferencialmente possua uma cor que contraste com o restante das cores do site e que chame mais atenção que os outros elementos.

Call to Action

Neste exemplo, o Call to Action é fácil de ser visto na página. O botão se encontra no topo da página e não precisamos usar a barra de rolagem para visualizá-lo. A chamada “Crie uma conta grátis” está mais do que clara e o botão é amarelo, constrastando com o resto das cores. Tenha um botão de Call to Action onde todos possam ver sem ter que pensarem.

2 – Quanto menos escolhas melhor

Muitas escolhas

Muitas landing pages são projetadas para terem bastante conteúdo para fazer com que o usuário tenha o máximo de informação relevante possível, afinal, você sabe o quanto seu produto ou serviço é maravilhoso e quanto mais informação sua página oferecer, mais você convencerá seus visitantes de que realmente é bom. A verdade é que a coisa toda não funciona assim.

Quando estamos visitando a página pela primeira vez, damos uma olhada por cima e em, questão de milésimo de segundos, tomamos decisões e clicamos onde achamos que seja o lugar certo. A questão é que quanto mais informações e distrações sua página conter, mais o usuário ficará confuso e poderá simplesmente sair da sua página. Faça com que sua landing page contenha informações precisas e que seu visitante possa ter a menor possibilidade de escolha possível.

3 – Formulários chatos

Quem aqui gosta de preencher um bom e velho formulário de contato? Imagine você entrando em uma loja de sapatos onde o vendedor fica insistivamente solicitando o seu nome, e-mail, idade, data de nascimento, número do cartão de crédito, endereço, escolaridade, RG, CPF, carteira de motorista, nome da mãe, nome do pai, nome dos irmãos, nome do papagaio e uma série de informações? Você só quer comprar um sapato e ir embora, mas se não preencher esses dados não levará. Isso é bastante parecido com o que acontece nos formulários de landing pages.

É comum vermos páginas nos oferecendo um simples e-book grátis, mas para isso precisamos preencher dezenas de campos chatos de formulário. Ninguém gosta de formulários. Nem mesmo o mais curtos. Se sua landing page realmente precisa de um formulário para fazer a captação de leads, procure deixá-lo simples e com os campos mais básicos como nome, e-mail e mensagem. Facilite a vida dos seus visitantes.

4 – Textos muito extensos

Se é uma coisa que aprendi em usabilidade, essa coisa é: Os textos servem para não serem lidos. Quantas vezes nos deparamos com páginas usando aqueles textos institucionais, chatos e enfadonhos, mas que na verdade sabemos que não quer dizer muita coisa e que não fariam falta se não estivessem ali?

Exceto em casos de blogs ou páginas que precisem de artigos, uma landing page não deve conter textos muito extensos. Isso deixará sua página chata e poderá entendiar o usuário. A verdade é que realmente não lemos os textos, mas damos uma leve “passada de olho” neles. Fazemos isso muito devido a falta de tempo, criando o hábito de mal ler os textos de uma revista ou jornal, mas sim identificar apenas o que for interessante para nós e acabamos ficando bons nisso.

Por isso, procure deixar os textos da sua landing page curtos e diretos. Uma boa dica que aprendi com Steve Krug, no livro “Não me Faça Pensar” é cortar pela metade o texto que você escreveu para sua landing page. A partir daí, você corta outra metade do texto e talvez assim você tenha um texto mais direto. Tenho certeza que muitas frases não farão a menor falta porque não eram importante. Deixe os títulos mais importantes em destaques e subtítulos em menor destaque e faça com que os textos realmente estejam lá por ser uma informação importante. Faça com que eles façam total sentido na página de forma fácil, objetiva e direta.

5 – Design sem distrações visuais

O design de uma landing page não deve existir apenas para deixar a página “bonita”. Ele existe para causar impacto e ajudar a sua marca a transmitir uma sensação positiva nos visitantes de seu site. Tendo isso em vista, o design da página deve ser conciso e objetivo. Quanto mais houver elementos que possam distrair o visitante, mais o lead irá se afastar e não concluir sua meta. Procure fazer com que o layout da sua landing page seja condizente com os elementos de imagem e vídeo. Crie uma unidade visual orientando o usuário a fazer o caminho da sua conversão e não deixe que nada atrapalhe esse caminho.

6 – Evite slides animados

Sabemos que os slides animados no topo de uma landing page podem deixar o funcionamento e transmissão do conteúdo das informações mais dinâmico. Bem, em alguns casos sim, mas na maioria dos casos, ou seja, em landing pages otimizada

s para conversão eles podem atrapalhar a navegação do usuário e distraí-los da conversão. Sua landing page não precisa ser um parque de diversões e também não precisa estar na última moda da tecnologia. Ele precisa converter e para isso deve ser o mais enxuto possível. Não se preocupe com a simplicidade da sua página, é exatamente isso o que estamos procurando fazer: páginas extremamente simples de serem navegadas para que os usuários convertam sem dificuldades. Isso é otimizar conversão. Slides podem ser bonitos de ver, mas talvez isso te atrapalhe.

7 – Títulos claros e objetivo

Os títulos da sua landing page devem ser extremamente claros e objetivos. Procure escrevê-los usando sua principal palavra-chave e indicando ao usuário claramente do que se trata. Lembre-se que geralmente os seus visitantes podem chegar na sua landing page através do Google, seja busca orgânica ou paga, e por isso buscaram por determinada palavra-chave. Se o usuário buscou por “Smart TV 42 polegadas”, é fundamental que sua landing page trate apenas disso e que possua títulos chamativos sobre este assunto.s

Conclusão

As técnicas de otimização de conversão obviamente não se resumem apenas em 7 dicas. Essas são consideradas as mais importantes e cada projeto possuem suas próprias estratégias e características. Mas a prática dessas otimizações resultam em aumento de conversão, o que em casos de e-commerce é aumento de receita. Estude e pratique otimização de conversão em suas landing pages. Como SEO, as técnicas não se restringem em receitas prontas, mas sim estratégias personalizadas para cada objetivo, seja uma venda de um produto ou geração de um lead através de um formulário.

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Não use métricas de vaidade, sim de conversões

Não use métricas de vaidade, sim de conversõesCostumamos ficar empolgados quando observamos que o nosso site teve um pico de acessos; nada como um aumento de 1000% em acessos ao site, não é mesmo? Coisas como essa fazem muito bem ao nosso ego, deixam as pessoas felizes e o departamento de marketing costuma orgulhar-se de seu esforço.

Entretanto, de tudo o que observamos até o momento não podemos dizer que isso gerou mais lucro. Um aumento nas visitas ao site não necessariamente se traduz em aumento de receita, e mais especificamente do lucro. Porque o objetivo de toda a estratégia de marketing deveria ser o de aumentar os lucros da empresa. Isso está no centro de todas as metodologias de marketing modernas, e mais especificamente nas focadas em pequenos negócios ou produtos de nicho ou digitais.

Evitando métricas de vaidade

Métricas como número de acessos ao site são puramente métricas de vaidade. Elas não se traduzem em mais resultados necessariamente. Menos ainda são sinônimos inevitáveis de maior lucro.

Obviamente, um aumento de visitas ao site é um bom valor em si e de uma maneira geral devemos destacar e merecer o seu esforço, principalmente se carregarem valores quantitativos e resultados em si. Entretanto, não raro essas métricas mentem sobre os resultados reais.

De nada adianta, até mesmo, aumentar a receita em 30% se os custos para se chegar a essa receita aumentaram não 20% (o que seria razoável), mas sim em 100%. Portanto, não é impossível conseguir a proeza de aumentar a receita e proporcionar prejuízos para o negócios.

Métricas de lucro

Todas as métricas a serem acompanhadas devem apontar para uma única coisa: o lucro. O importante em marketing é gerar lucros e não valorizar o ego das pessoas, porque para isso há coisas mais baratas que se podem fazer para obter melhores resultados.

Pessoas que trabalham com marketing devem acompanhar os lucros de suas ações, e não medir de maneira abstrata e subjetiva as suas ações. Isso é valido para boa parte das estratégias, menos coisas como branding e posicionamento de marcas que são, obviamente, coisas de longo prazo.

Enquanto puder, mensure o seu LUCRO. Para isso, é fundamental acompanhar métricas que ajudam a alcançar tais objetivos.

Acompanhando as conversões

O acompanhamento de conversões, bem como a otimização de conversões, é o caminho em termos de marketing online para se chegar ao lucro. Conversões são, como sabemos, ações que encaminham uma visita para gerar receita para empresas: por exemplo, um lead, no caso de sites institucionais e empresas que lidam com vendas diretas; ou um pedido gerado num site de e-commerce.

Todavia, podemos ainda trabalhar com funis de conversões para descobrir em que etapa do processo de conversão estamos perdendo mais receita. Bem, mas esse assunto ficará para um outro momento.

Conclusão

Vimos que as métricas de vaidade são muito convincentes à primeira vista, porque elas massageiam o ego. Mas devemos, ao contrário, nos esforçar em trabalhar com métricas objetivas, que sempre devem traduzir o objetivo da estratégia de marketing em questão – gerar maior lucro. Para isso, proponho que sejam analisadas as conversões de seu site, não o número de visitas bruto, porque este não raro traz consigo uma mentira difícil de perceber e encoberta de tal maneira que faz nossos olhos brilharem.

*imagem baseada na montagem de John Shakespeare

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O preço interfere no SEO para e-commerce?

O preço dos produtos interfere em SEO para Ecommerce?Este post é uma provocação ou, melhor, uma investigação.

Há algum tempo, otimizávamos um e-commerce de nicho cujos produtos tinham um preço médio de mercado muito baixo, mas o site em questão chegava a cobrar 500% mais caro, dadas as características do produto focado em mercado de luxo. Assim,  para as mesmas palavras-chave concorridas, custava muito mais caro.

Antes uma pequena explicação. Uma das maneiras que o Google usa para determinar a qualidade de um site é comparar as suas catacterísticas ao dos sites que ele considera concorrentes. O Google considera sites concorrentes por palavras-chave e semântica. Comparando esses parâmetros, o algoritmo considera alguns pré-requisitos e o que estou querendo dizer é que, para além do site em questão, ele poderia considerar o preço dos produtos como critério.

Google Shopping

Muita coisa mudou desde que implementamos o Google Shopping.

Muitas palavras-chave que ficavam em posições mais baixas, desde a implantação do Google Shopping, tiveram subidas consideráveis no ranking. Segundo esta minha teoria, o Google Shopping, que é parte integrante do algoritmo do Google, passou a controlar com muito mais precisão os valores médios do mercado e, como esse site foi um dos poucos a utilizar o Shopping, digamos assim que “inflou” os preços de mercado segundo o Google.

Na sua opinião o preço dos produtos interfere diretamente no SEO?

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Como melhorar a sua taxa de conversão

Como melhorar a sua taxa de conversãoJá pontuamos nos posts anteriores a importância de desenvolver projetos que trabalhem com a otimização de sites (SEO) para os mecanismos de busca em conjunto com os anúncios nas páginas de pesquisa do Google e sites associados (Links Patrocinados), relacionando a sua marca ou produto a uma lista de palavras-chave. Falaremos agora sobre técnicas práticas que podem ajudar a cumprir seus objetivos de Marketing Digital com mais facilidade. Elas focarão na otimização do que chamamos de taxa de conversão.

As conversões são na verdade metas importantes que você define para o seu site em relação ao produto ou serviço que oferece. Isto é, se você possui uma plataforma de e-commerce, provavelmente sua taxa de conversão será medida pelo volume de vendas, enquanto quem possui um hotsite promocional pode ter sua taxa de conversões medida pelo número de cadastros. Temos sempre que ter essas metas bem claras, para que a montagem das campanhas e do próprio website seja eficiente e melhor direcionada para nossas finalidades.

Como melhorar o seu E-commerce

Para começar, devemos refletir se o seu site está preparado para receber novos consumidores em potencial através do SEO e de Links Patrocinados. Isso porque, muitas vezes, a geração de um grande tráfego no site não é sinônimo de melhores resultados nas vendas. A primeira dica é analisar o seu site, identificar os problemas e as oportunidade de funcionalidade nos processos de compra, cadastro, consulta, ou seja qual for. Para uma loja online varejista, por exemplo, a homepage pode não ser tão relevante quanto as páginas dos produtos, porque os anúncios de Links Patrocinados podem levar para as páginas dos produtos. Tendo isso em mente, passamos a nos atentar para páginas em específico, e trabalhar para otimizá-las.

O seu cliente pode ter diversas dúvidas durante uma compra online, portanto é essencial que a página do produto ou serviço mostre de maneira simplificada as opções, como formas de pagamento, de entrega, custos extras, garantia e possivelmente até um atendimento online para esclarecimento de outras dúvidas. Ele precisa ser orientado para tomar a sua decisão e, sendo assim, uma loja que apresenta um serviço mais automatizado, com informações precisas, opções de combinações mais baratas ou promocionais acaba se destacando em seu segmento.

O que o consumidor realmente procura

Quanto menor os formulários e menos cliques, menor também será a dispersão. Uma tendência que vem funcionando bem é a do preenchimento verticalizado, onde ao invés de abrir sempre uma nova página para conseguir concluir a compra, o visitante consegue fazer tudo apenas descendo a barra de rolagem. Outra técnica que também está sendo aplicada por muitos e-commerces brasileiros é a de “compre com 1 click”, onde o cliente já cadastrado consegue acessar diretamente a validação da compra fazendo apenas o login.

Para sites institucionais, de conteúdo, ou de vendas de produtos e serviços diferenciados, onde a conversão é medida pelo número de cadastros ou orçamentos, o grande investimento deve ser feito na homepage, diferente do exemplo anterior. Uma rede de hotéis não pode deixar de colocar em destaque o seu telefone e sua seção de “Fale Conosco”, pois são as formas mais rápidas de interagir com seus clientes, assim como um site de uma agência de seguros tem que direcionar o olhar dos visitantes para o seu formulário de orçamento.

Como montar o seu site

Independente de seu negócio, algumas dicas gerais são importantes para conceber a disposição de elementos em suas páginas. Um design clean e minimalista ajuda a destacar as informações mais importantes, que sempre que possível devem vir em negrito ou em uma caixa de texto diferenciada. Menus bem definidos e colocados no topo ou na lateral esquerda, somados ao uso de títulos e subtítulos também auxiliam a leitura e facilitam a escolha do conteúdo ou do próprio produto.

Preste atenção também na imagem que você quer passar de sua marca para o público. Dados informativos, pesquisas e depoimentos são muito levados em consideração pelos consumidores. Em caso de problemas de logística de sua empresa física como cancelamentos, esgotamento de estoque e etc., procure comunicar também em seu site, sempre apresentando uma solução ou ao menos o que você está fazendo para remediar. Isso passa credibilidade e conquista uma parcela maior do share of mind para seu nome.

Conquistada a conversão, como prosseguir?

Manter um relacionamento pós-compra é considerado uma técnica para melhorar as taxas de conversão, pois estar próximo do cliente e fortalecer seu relacionamento com ele acaba incentivando não só a volta do cliente à sua loja virtual, mas também que ele recomende a sua loja para amigos. Isso pode ser feito, por exemplo, através de e-mail marketing e publicações de dicas e novidades no Facebook, que ainda por cima te possibilitam um monitoramento das respostas dos usuários. Essas respostas, por sua vez, devem ser armazenadas em seu banco de dados e analisadas para projetos futuros.

Planeje o seu site para atender novos e antigos consumidores. O segredo do sucesso é encontrar o equilíbrio entre esses fatores citados aplicados ao seu ramo e à sua filosofia, o que varia muito de uma empresa para empresa. O interessante é saber que há diferentes ferramentas para melhorar a sua taxa de conversão, e a Conversion está preparada para te prestar o auxílio necessário.

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Facilite as compras com um Checkout Expresso

Obter o número máximo de conversões, seja numa campanha de leads ou numa loja virtual, é das tarefas mais complexas. Entretanto, veremos como é possível aumentar facilmente em até 60% as conversões no carrinho de compras com uma implementação relativamente simples.

Quanto mais etapas, menos vendas

Na Internet as pessoas não estão interessadas unicamente em seus produtos. Há uma gama infinita de ofertas e o potencial cliente está bombardeado por anúncios e produtos que ele quer e poderia comprar. Por isso, você não pode complicar e exigir que seu cliente se esforce muito para comprar seu produto. Afinal, quem vai pagar?

Um dos principais erros em um website é que, para atingir a meta, são necessárias não sei quantas etapas. Às vezes, para enviar um simples formulário de contato empresas exigem que a pessoa navegue por 4 páginas.

Com um carrinho de compras não é diferente. Mesmo que uma pessoa queira comprar, o telefone pode tocar, alguém pode chamar no messenger ou ela receber uma mensagem no Facebook. O problema é que a pessoa irá esquecer da compra que estava fazendo. Deste modo, deixar espaços para distração é o mesmo que perder vendas.

One page checkout

No vídeo abaixo, produzido pela gateway de pagamento iPagare, é demonstrado um módulo de checkout expresso para a plataforma de e-commerce Magento. A grande diferença dele é que toda a compra é realizada em uma única página, ao contrário do padrão que eram 6 páginas.

Esse é um dos segredos para se obter mais conversões em seu e-commerce. Você já parou para pensar o quanto é complicado comprar em sua loja?

 

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Como Frete Grátis beneficia um E-Commerce

Vivemos um momento de expansão no comércio eletrônico, e com a concorrência cada vez mais acirrada, o frete grátis pode ser um caminho importante para sua loja virtual se diferenciar e aumentar as vendas on-line.

Um fator que pode pesar quando o cliente chega ao término da compra é o valor do frete, processos complexos e taxas variáveis podem fazê-lo desistir.

Facilitar esse processo é criar um atrativo para o cliente se decidir positivamente pela compra.

Como viabilizar o frete grátis

Abaixo algumas sugestões para viabilizar o frete grátis no seu e-commerce:

- Estude os custos dos correios e de transportadoras expressas, firmar contrato de exclusividade é um caminho para reduzir os custos.

- Veja a possibilidade de parceria com algum fornecedor para subsidio de parte do frete.

- Analise a possibilidade de a empresa assumir esses custos, o aumento das vendas pode compensar no final.
- Quando a entrega for na mesma cidade do estoque, faça parceria com empresas de motoboy

- Outro caminho é determinar uma taxa fixa para o frete, isso já prepara o cliente no momento de decisão de compra.

Atinja seu público-alvo

Como você pode ver, há diversas maneiras de fidelizar seu cliente e aumentar as vendas levando em conta apenas o valor do frete. Procure, sempre, entender qual é realmente seu público-alvo e desenvolva ações focadas nele, o que lhe garantirá melhores resultados.

O frete grátis é um dos fatores de decisão da compra por parte do cliente. Portanto, se a promoção do frete for bem destacada em todo o site, inclusive no carrinho de compras, poderá aumentar a taxa de conversão das vendas.

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Cauda longa, a revolução da web

Long tails

O conceito de cauda longa é uma das grandes revoluções da internet. Ele muda uma velha ideia que deveríamos concentrar nossos somente em produtos/serviços mais populares para trabalhar também com os nichos.

Consumidores com necessidades específicas

 

O gráfico acima dá forma ao conceito de cauda longa. Destacados em roxo são os poucos produtos que tem muita escala de vendas. Destacado em amarelo estão diversos produtos que vendem menos, e por isso, muitas vezes são questionados se valem a pena continuar a serem vendidos. Mas no somatório, podem representar uma boa fatia do faturamento.

Em uma loja real, o espaço físico é uma das principais limitações. Você não consegue expor todos os produtos que quer. Então, como forma de selecionar os produtos que vão para as prateleiras, provavelmente se selecionaria os produtos mais populares, que a interessam um maior número de pessoas.

Na internet, porém, sua prateleira é praticamente infinita. Dessa forma, além dos produtos/serviços mais populares, você consegue oferecer soluções diferenciadas para nichos com necessidades específicas. Além de abundância de soluções, a internet também facilita encontrar algo específico que se queira. Os buscadores hoje são muito poderosos e sites bem feitos conseguem ter o seu portfólio acompanhado rapidamente.

Cauda longa e os negócios

A utilizar os princípios da cauda longa tem grandes impactos nos negócios. Estudos feitos em empresas grandes (como a livraria Amazon.com) comprovam que até 50% do faturamento pode vir de produtos feitos para nichos – no caso da maior livraria do mundo, metade de seu faturamento em 2006 vinha de livros que vendiam menos de 10 exemplares por ano.

Além disso, com um portfólio muito variado e que atenda a necessidades de determinados grupos que poucos dão devida atenção, você também consegue diferenciar de seus concorrentes (enquanto se vender somente o popular, vai enfrentar grande concorrência).

Mercados a se explorar

O mercado de nichos ainda é pouco explorado no Brasil (até por ser um conceito relativamente novo). E em cada área de negócios, existem milhares de possibilidades para melhorar diferenciar as soluções.  Ou seja, há muitas oportunidades para sua empresa liderar e ser pioneira.

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