Categoria Marketing Digital
7 dicas de otimização de conversão em landing pages
O e-commerce no Brasil tem tido um crescimento acelerado nos últimos anos. Segundo a e-bit, empresa especializada em dados do setor, estima-se que só em 2013 haverá um crescimento de até 24%, gerando uma receita de 28 bilhões e atingindo cerca de 50 milhões de consumidores online.
Diante disso, é cada vez mais importante que cada detalhe de um e-commerce ou uma landing page seja pensado para atrair mais leads, ou seja, mais conversões. Por isso, a otimização de conversão em sites tem se mostrado cada vez mais presente no setor de marketing digital e SEO e fazer uso dessas técnicas com certeza irá aumentar o número de leads e consequentemente o aumento da sua receita.
As técnicas de otimização de conversão também têm se mostrado presentes, em especial às landing pages, isto é, páginas de destino onde o usuário possa concluir uma meta ou objetivo final do site: Conversão. As landing pages são criadas exatamente para fazer com que o usuário encontre facilmente o que deseja e possa sair da página satisfeito e com seu objetivo concluído. Neste artigo, irei citar 07 dicas importantes de otimização de conversão que lhe auxiliarão a melhorar os resultados de qualquer landing page. Vamos a elas:
1 – Call to Actions claros
O Call to Action, ou chamada à ação, são botões de conversão. É clicando nos botões de Call to Action que o usuário é levado para a conversão de uma landing page. Ele é o botão mais importante da página e por isso, é fundamental que ele seja extremamente claro e objetivo em sua chamada e que preferencialmente possua uma cor que contraste com o restante das cores do site e que chame mais atenção que os outros elementos.
Neste exemplo, o Call to Action é fácil de ser visto na página. O botão se encontra no topo da página e não precisamos usar a barra de rolagem para visualizá-lo. A chamada “Crie uma conta grátis” está mais do que clara e o botão é amarelo, constrastando com o resto das cores. Tenha um botão de Call to Action onde todos possam ver sem ter que pensarem.
2 – Quanto menos escolhas melhor
Muitas landing pages são projetadas para terem bastante conteúdo para fazer com que o usuário tenha o máximo de informação relevante possível, afinal, você sabe o quanto seu produto ou serviço é maravilhoso e quanto mais informação sua página oferecer, mais você convencerá seus visitantes de que realmente é bom. A verdade é que a coisa toda não funciona assim.
Quando estamos visitando a página pela primeira vez, damos uma olhada por cima e em, questão de milésimo de segundos, tomamos decisões e clicamos onde achamos que seja o lugar certo. A questão é que quanto mais informações e distrações sua página conter, mais o usuário ficará confuso e poderá simplesmente sair da sua página. Faça com que sua landing page contenha informações precisas e que seu visitante possa ter a menor possibilidade de escolha possível.
3 – Formulários chatos
Quem aqui gosta de preencher um bom e velho formulário de contato? Imagine você entrando em uma loja de sapatos onde o vendedor fica insistivamente solicitando o seu nome, e-mail, idade, data de nascimento, número do cartão de crédito, endereço, escolaridade, RG, CPF, carteira de motorista, nome da mãe, nome do pai, nome dos irmãos, nome do papagaio e uma série de informações? Você só quer comprar um sapato e ir embora, mas se não preencher esses dados não levará. Isso é bastante parecido com o que acontece nos formulários de landing pages.
É comum vermos páginas nos oferecendo um simples e-book grátis, mas para isso precisamos preencher dezenas de campos chatos de formulário. Ninguém gosta de formulários. Nem mesmo o mais curtos. Se sua landing page realmente precisa de um formulário para fazer a captação de leads, procure deixá-lo simples e com os campos mais básicos como nome, e-mail e mensagem. Facilite a vida dos seus visitantes.
4 – Textos muito extensos
Se é uma coisa que aprendi em usabilidade, essa coisa é: Os textos servem para não serem lidos. Quantas vezes nos deparamos com páginas usando aqueles textos institucionais, chatos e enfadonhos, mas que na verdade sabemos que não quer dizer muita coisa e que não fariam falta se não estivessem ali?
Exceto em casos de blogs ou páginas que precisem de artigos, uma landing page não deve conter textos muito extensos. Isso deixará sua página chata e poderá entendiar o usuário. A verdade é que realmente não lemos os textos, mas damos uma leve “passada de olho” neles. Fazemos isso muito devido a falta de tempo, criando o hábito de mal ler os textos de uma revista ou jornal, mas sim identificar apenas o que for interessante para nós e acabamos ficando bons nisso.
Por isso, procure deixar os textos da sua landing page curtos e diretos. Uma boa dica que aprendi com Steve Krug, no livro “Não me Faça Pensar” é cortar pela metade o texto que você escreveu para sua landing page. A partir daí, você corta outra metade do texto e talvez assim você tenha um texto mais direto. Tenho certeza que muitas frases não farão a menor falta porque não eram importante. Deixe os títulos mais importantes em destaques e subtítulos em menor destaque e faça com que os textos realmente estejam lá por ser uma informação importante. Faça com que eles façam total sentido na página de forma fácil, objetiva e direta.
5 – Design sem distrações visuais
O design de uma landing page não deve existir apenas para deixar a página “bonita”. Ele existe para causar impacto e ajudar a sua marca a transmitir uma sensação positiva nos visitantes de seu site. Tendo isso em vista, o design da página deve ser conciso e objetivo. Quanto mais houver elementos que possam distrair o visitante, mais o lead irá se afastar e não concluir sua meta. Procure fazer com que o layout da sua landing page seja condizente com os elementos de imagem e vídeo. Crie uma unidade visual orientando o usuário a fazer o caminho da sua conversão e não deixe que nada atrapalhe esse caminho.
6 – Evite slides animados
Sabemos que os slides animados no topo de uma landing page podem deixar o funcionamento e transmissão do conteúdo das informações mais dinâmico. Bem, em alguns casos sim, mas na maioria dos casos, ou seja, em landing pages otimizada
s para conversão eles podem atrapalhar a navegação do usuário e distraí-los da conversão. Sua landing page não precisa ser um parque de diversões e também não precisa estar na última moda da tecnologia. Ele precisa converter e para isso deve ser o mais enxuto possível. Não se preocupe com a simplicidade da sua página, é exatamente isso o que estamos procurando fazer: páginas extremamente simples de serem navegadas para que os usuários convertam sem dificuldades. Isso é otimizar conversão. Slides podem ser bonitos de ver, mas talvez isso te atrapalhe.
7 – Títulos claros e objetivo
Os títulos da sua landing page devem ser extremamente claros e objetivos. Procure escrevê-los usando sua principal palavra-chave e indicando ao usuário claramente do que se trata. Lembre-se que geralmente os seus visitantes podem chegar na sua landing page através do Google, seja busca orgânica ou paga, e por isso buscaram por determinada palavra-chave. Se o usuário buscou por “Smart TV 42 polegadas”, é fundamental que sua landing page trate apenas disso e que possua títulos chamativos sobre este assunto.s
Conclusão
As técnicas de otimização de conversão obviamente não se resumem apenas em 7 dicas. Essas são consideradas as mais importantes e cada projeto possuem suas próprias estratégias e características. Mas a prática dessas otimizações resultam em aumento de conversão, o que em casos de e-commerce é aumento de receita. Estude e pratique otimização de conversão em suas landing pages. Como SEO, as técnicas não se restringem em receitas prontas, mas sim estratégias personalizadas para cada objetivo, seja uma venda de um produto ou geração de um lead através de um formulário.
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Categoria Marketing Digital
Como fazer sorteios e concursos culturais no Facebook
Promoções e sorteios são estratégias de Marketing amplamente usadas para a divulgação de marcas e conquista de novos clientes. No meio digital, se exploradas da forma certa,
essas estratégias também se mostram muito eficientes para esses fins além de serem ações
que geram um grande impacto interativo com os usuários.
Entenda as regras de uso do Facebook para promoções
Antes de pensar em como desenvolver uma estratégia de sorteio, você deve conhecer as regras de uso do Facebook, para que não infrinja os termos:
É importante ressaltar algumas dessas normas:
No caso de sorteios, é necessário a utilização de um aplicativo do Facebook desenvolvido especificamente para isso.
/Sorteios e promoções que exigem que o usuário curta uma fotografia ou imagem publicada na fan page, curtam uma outra fan page, façam check in em algum local ou compartilhem um conteúdo para participarem não são permitidas:
- “Compartilhe esse post para participar do nosso sorteio!”
- “Deixe seu comentário nessa imagem/post/fotografia e concorra”
- “Marque 5 amigos nessa imagem/post/fotografia para participar da nossa promoção!”
- “Poste uma fotografia assim, poste um vídeo assado, crie um post de tal maneira para concorrer!”
- “Dê check in na nossa loja e automaticamente você estará concorrendo!”
/Quando o vencedor ou vendedores forem definidos, a notificação não pode ser realizada via Facebook (inbox, chat ou publicações em perfis e fan pages), todavia, você pode criar posts de parabenização na sua fan page.
/Promoções que usam como critério a quantidade de opções curtir em uma postagem para definição de um vencedor também não são permitidas:
- “A fotografia que tiver mais opções curtir será a vencedora! Curta a sua favorita!”
/E se lembre de fazer um adendo na descrição doa promoção constando que o Facebook não patrocina nem a administra .
Defina o objetivo do sorteio ou concurso cultural
O objetivo influencia diretamente no tipo de ação que você irá realizar (sorteio ou concurso cultural), como ela será desenvolvida, no prêmio, na duração das inscrições ou cadastros e no tipo de divulgação pelo qual você irá optar.
Para começar o trabalho e para que ele traga os resultados esperados, defina com clareza o que você espera conseguir.
Para ganhar mais visibilidade da sua marca e conseguir mais likes na sua fan page
Conseguindo mais opções curtir na sua fan page você automaticamente divulga a sua marca, ganhando mais público que receberá seus conteúdos e poderão se tornar futuros clientes.
Para ações desse tipo o mais indicado é que sejam realizados sorteios:
/Há mais facilidade para participação em comparação a concursos culturais que requerem maior engajamento do usuário.
/São mais práticos e demandam menos tempo dos usuários.
/Os aplicativos próprios para sorteios no Facebook (que são a única forma legal de realizar tais ações), só realizam o sorteio entre os usuários que curtiram a sua fan page, ou seja, para concorrer o usuário terá necessariamente que curtir a sua página.
/Em alguns aplicativos de sorteio, quando o usuário solicita participação no sorteio, o aplicativo também compartilha automaticamente na timeline do usuário que ele está participando dessa promoção, o que aumenta ainda mais a visibilidade.
Para atingir público qualificado
Ações que visam a conseguir mais fãs perdem no critério de público qualificado, ao passo que podem gerar uma desqualificação dos fãs, com curtidas de pessoas que só acessaram a página em função do sorteio e não tem interesse ou identificação com o seu conteúdo e não serão possíveis clientes.
Se o seu intuito é criar uma cartela de clientes, de fãs engajados com a sua marca e conteúdo, o ideal é a realização de Concursos Culturais:
/Geram mais credibilidade para a sua marca.
/Atraem público qualificado.
/Geram mais interação.
Para captar dados dos usuários
Obter os dados pessoais de usuários define a prospecção de futuros negócios. Através de sorteios realizados por Aplicativos no Facebook, não é possível o acesso a informações dos participantes como e-mail, telefone e localidade, o que é muito interessante para investir nesse público que já tem interesse nos seus produtos e serviços, enviando e-mail marketing, por exemplo.
Para criar uma promoção que permita o acesso a esses dados, uma ótima opção são formulários de cadastro criados no seu próprio site que também gerarão acessos ao seu site.
Nesse caso, o Facebook seria apenas um instrumento de divulgação, o que está dentro das normas de uso.
Aprenda a usar e escolher os aplicativos do Facebook para sorteios
Existem muitos aplicativos no Facebook para a realização de sorteios, dentre eles, os em português Sorteie.me e Yes!Ganhei se mostram muito eficientes e fáceis de usar.
Para utiliza-los:
/Esteja logado com o perfil que é administrador da fan page na qual será realizado o sorteio.
/Acesse a fan page do aplicativo escolhido. Ele irá solicitar o acesso às suas fan pages.
/Permita o acesso.
/Será adicionado à página escolhida, uma aba de “Promoções” ou “Sorteios” que é por onde os usuários poderão ter acesso as suas promoções.
Sorteie.me
O Sorteie.me permite com toda a facilidade que você crie seu sorteio editando as opções de data do sorteio, título do sorteio, descrição, regulamento, envio de imagem do sorteio e também possibilitando ou não que a promoção seja exibida na Lista de Promoções do aplicativo, permitindo que qualquer um que curte página do Sorteie.me visualize a promoção e também possa participar, o que amplia a divulgação do sorteio.
Tanto para quem já curtiu a sua fan page quando para quem não curtiu, o processo de participação no sorteio realizado pelo Sorteie.me é bem simples e basta acessar o link da promoção, permitir que o aplicativo tenha acesso a sua conta e clicar em “Quero participar”.
Para quem não curtiu a página, ele solicita que o usuário curta a sua fan page.
Além disso, quando o usuário participa ele automaticamente envia uma postagem na timeline do participante informando que ele está concorrendo ao sorteio.
Yes! Ganhei

O Yes! Ganhei funciona de forma um pouco diferente e possui mais etapas para a participação. Além de curtir a fan page e permitir que o aplicativo tenha acesso a conta, o usuário precisa informar a localidade.
O interessante é que o Yes! Ganhei disponibiliza opções mais avançadas para serem editadas na criação do evento, como escolher um número mínimo de compartilhamentos do sorteio para que ele seja realizado, a localidade para qual a sua promoção é válida, permite o preenchimento para disponibilização dos usuários de informações mais detalhadas sobre frete, dias para reclamar o prêmios, além de opções pagas de divulgação no próprio aplicativo. Ele também informa ao usuário pelo e-mail cadastrado no facebook que ele está participando da promoção.
Na hora de escolher entre as opções de aplicativos de sorteio no Facebook, leve em consideração as suas necessidades, como informações relevantes que você precisa e quer obter e divulgar aos usuários e também o tempo que o usuário irá gastar preenchendo dados para a participação.
Lembre-se da usabilidade do aplicativo. Muitas etapas podem fazer com que o usuário desista da participação no sorteio. Quanto mais prático e simples, melhor.
Como fazer a divulgação da promoção
Após escolher o tipo de promoção que você quer realizar e criá-la, chega a etapa de desenvolver estratégias de divulgação do seu sorteio.
Independente de com que intuito ele foi feito, a divulgação na sua fan page do Facebook é fundamental para aumentar o alcance do sorteio.
O ideal é que você gere conteúdo interessante e compartilhável, dessa forma você incentiva que os usuários interajam com a sua marca e compartilhem o sorteio com os amigos porque realmente se identificaram.
Sendo assim, mesmo para quem optou por criar o sorteio em aplicativos para o Facebook, que já disponibilizam a opção de compartilhar o sorteio na timeline do usuário, é importante criar uma outra imagem para ser lançada diretamente na sua fan page que tenha um conteúdo diferente e relevante que cause impacto e chame atenção no seu publico alvo.
Você pode com tranquilidade sugerir na chamada da postagem que a imagem seja compartilhada com os amigos, já que esse compartilhamento não define a participação no sorteio, estando, então, dentro dos termos de uso do Facebook.
Tenha atenção também a quantidade de texto na imagem. Nunca tenha mais do que 20% de texto em imagens no Facebook, porque isso impede que os posts sejam promovidos.
Promova essa imagem e durante o período de inscrições para o sorteio, compartilhe-a na sua própria fan page de acordo a necessidade de divulgação, mas não seja repetitivo para não cansar os fãs. Intercale as postagens do sorteio com postagens de conteúdo novo e se lembre que se o sorteio engatar, ele se auto divulgará.
Concluindo
Para promoções certeiras, os concursos culturais são ideais, porque atingem o público interessado na sua marca e geram interação. Todavia, muitas vezes o período que temos para pensar, desenvolver, viabilizar, captar recursos e criar uma promoção é curto demais para o estabelecimento de um Concurso Cultural, que demanda tempo tanto para o usuário criar material para enviar quanto para que esse material seja analisado e o vencedor definido.
Sendo assim, na dúvida, siga o esquema:

Boa sorte!
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Busca Social: quais são os reais objetivos do novo buscador do Facebook e quais mudanças ele irá gerar
O Facebook anunciou na última semana a criação de um novo sistema de busca para ser usado dentro da própria plataforma. A ideia do novo sistema consiste em permitir buscas detalhadas dentro das conexões entre pessoas no Facebook. Por exemplo, pesquisas específicas a respeito de duas pessoas em particular, todas as fotos em que essas duas pessoas estão juntas ou todas as fotos dos seus amigos do trabalho, achar todos os amigos que vivem em uma cidade em particular e assim por diante. A princípio, a ferramenta de busca que só está disponível para usuários do idioma inglês e ainda se encontra na fase Beta, só permite pesquisas com base em alguns itens básicos do Facebook como fotos, lugares, pessoas e interesses.
A Busca Social apresenta alguns objetivos bem claros e outros nem tanto, mas que tendem a ser muito promissores, só depende do próprio desenvolvimento da plataforma de Mark Zuckerbeg.
Novo conceito de relacionamento online
Uma das possibilidades apresentada pela Busca Social é a criação de um novo conceito para o estabelecimento de relacionamentos online. Inicialmente, o Facebook foi criado para desenvolver uma nova forma de contato entre pessoas que já se conheciam fora da Web, todavia em advento da Busca Social o usuário conseguirá encontrar pessoas com interesses comuns, possibilitando a criação de conexões em comum entre amigos de amigos.

Novos e personalizados resultados para buscas na Internet
Kari Lee, Gerente de Engenharia do Facebook, diferencia a Busca Social de outros mecanismos de busca pelos tipos de resultados que eles oferecerão. Kari diz que atualmente uma pesquisa comum na Web, dependendo da palavra chave, trará alguns resultados mais específicos mas que de modo geral, serão similares entre si, porque são todos baseados em um mesmo banco de dados e filtrados de forma muito parecida.
Todavia, a realidade é outra. As últimas atualizações no algoritmo do Google vem modificando a página de resultados, diminuindo o peso dos links e aumentando a importância do conteúdo e preferências dos amigos, ou seja, gerando resultados cada vez mais personalizados.
É fácil perceber a diferença dos resultados quando se está logado na conta Google, mas mesmo quando você não está, é possível nota-la porque o Google identifica que você acessa a sua conta a partir de uma determinada máquina ou dispositivo.
Além disso, a nova política de privacidade do Google, que analisamos em um post anterior, descreve como o Google está operando a integração de todos os seus produtos a partir da análise de como as pessoas os utilizam. Por exemplo, uma pessoa com quem você frequentemente troca emails no Gmail assiste vídeos de um determinado canal no YouTube. Isso gera um impacto na página de resultado de busca de sites do Google para você, porque uma vez que vocês trocam emails com frequência, é possível identificar um relacionamento e assim algo que seu amigo busca pode ser o que você também queira encontrar.
Contudo, as pesquisas na Busca Social do Facebook, gerarão resultados personalizados completamente diferentes em função do banco de dados da Rede Social, que permiti gerar dados que se referem à interação do próprio usuário com o Facebook.
O resultado passa a ser relativo as conexões entre os usuários no Facebook e as informações que você já forneceu ao sistema, como lugares que mais frequenta, seus interesses e pessoas com quem você mais tem contato.

Resultados geram indicações de serviços de forma mais confiável
Através da Busca Social, se o usuário procura um prestador de serviços, como um médico, um mecânico, dentista ou encanador, por exemplo, o resultado poderá ser filtrado para apresentar a preferência de seus amigos, indicando o serviço que eles usam ou que eles aprovam, o que já conota mais confiança que uma busca comum na Web, por ser praticamente uma indicação de pessoas que você conhece.
Indicar comportamento para o usuário
A Busca Social também visa de certa forma, sugerir comportamentos aos usuários, a partir do momento que são possíveis buscas a respeito dos filmes que um grupo de pessoas específicas está vendo, que marca está curtindo ou que lugares que frequenta e as músicas que está ouvindo, promovendo, de certa forma, uma massificação social.
Por outro lado, a Busca Social também pode dar voz às minorias que podem procurar por usuários que dividem a mesma opinião.

A grande novidade: Busca muito mais específica e personalizada em menos tempo
O mecanismo também busca facilitar buscas que demandariam tempo e procura em diversas páginas de amigos na Rede Social. Se, por exemplo, você está planejando passar o Carnaval do Rio de Janeiro e quer saber quais dos seus amigos já visitaram a cidade ou já passaram o Carnaval lá, basta buscar “Meus amigos que já visitaram o Rio de Janeiro” ou “Meus amigos que já visitaram o Rio de Janeiro no Carnaval”.
Se você quiser acesso a fotos, pode procurar por “Fotos dos meus amigos no Rio de Janeiro” e ainda ampliar a pesquisa, buscando por “Fotos dos meus amigos e dos amigos dos meus amigos no Rio de Janeiro no Carnaval”.
Novas possibilidades de Marketing Online
Kate O’Neil, Gerente de Marketing do Facebook, disse que em relação a Publicidade no sistema, por hora ainda não será introduzida, mas com o maior desenvolvimento da Busca Social, as marcas poderão aparecer nas páginas de resultados.
Por exemplo, nos resultados de pesquisas para saber em que lojas seus amigos estão comprando ou quais são os restaurante que estão frequentando, o usuário terá como resposta quais são as marcas e empresas que os amigos estão aderindo.
Essa possibilidade de pesquisa será extremamente interessante para desenvolver estratégias de Marketing adequadas, já que será possível introduzir resultados pagos por empresas anunciantes.
Além disso, o mecanismo permite um estudo profundo para a determinação do perfil do consumidor usando as informações disponibilizadas na Busca Social pelo próprio público-alvo, que são os usuários.

Palavras-chave para buscas mais intuitivas
A Busca Social também trabalha com a interpretação de palavras-chave, explorando recursos da Web semântica que os outros buscadores também usam.
A diferença é que o buscador do Facebook visa a permitir buscas com a utilização semântica coloquial, para que o usuário possa realizar buscas de maneira mais intuitiva usando palavras de seu vocabulário cotidiano. O que representa um grande desafio, principalmente ao traduzir a plataforma para outros idiomas que possuem suas próprias gírias, vícios de linguagem e interpretações regionais.
Mais captação de dados dos usuários para resultados mais precisos
Com a fixação de uso do sistema de busca, quando os usuários entenderem como a Busca Social funciona, pode haver a tendência deles passarem a fornecer cada vez mais informações ao Facebook, para preencher os quesitos necessários para resultados de pesquisas mais completos.
Sendo assim, ao postarem uma foto na Rede Social, farão questão de marcar as pessoas com as quais estavam, adicionar a localidade, data em que a foto foi tirada e outras opções que podem ser adicionadas pelo sistema após a desenvolvimento do buscador.

Como proteger suas informações
A respeito dos dados dos usuários que são disponibilizados para buscas, os principais resultados da Busca Social trabalham com base em informações que são compartilhadas com o público em geral. Dessa forma, seus dados podem ser protegidos para buscas gerais se você alterar as configurações da sua conta para ter um perfil seguro no Facebook.
De qualquer forma, ao criar a sua conta e aceitar o contrato de criação de um perfil ou página, suas informações ficam disponíveis no banco de dados da Rede Social. O que você pode fazer é mudar nas suas configurações de privacidade o tipo de acesso aos seus dados, de acesso público para só amigos ou amigos de amigos e dessa forma, filtrar para quais resultados da Busca Social as suas informações irão aparecer.

A busca do Facebook sempre foi deficiente, todavia, com a Busca Social o Facebook começa a se aventurar em uma segmentação que antes era dominada pelo Google.
Atualmente o Facebook tem mais de 1 bilhão de usuários e recebe quase 1 milhão de novos perfis a cada dia. A expectativa final do novo sistema é fazer com que esses usuários passem cada vez mais tempo na Rede Social e não saiam de lá para fazer as suas buscas, diminuindo assim o acesso ao Google e outros buscadores.
A partir da implementação e desenvolvimento do sistema da Busca Social, uma nova forma de interação entre os usuários com a plataforma e uma nova forma dos usuários de Internet gastarem seu tempo online será criada e só então será possível saber e entender as novas oportunidades de investimento que surgirão na Rede Social e como isso irá afetar os outros grandes mecanismos de busca, como o Google.
Ano passado, a Conversion fez previsões sobre como seria um possível Buscador do Facebook. Agora que o sistema já existe, as reflexões no texto continuam atuais, basta saber se serão confirmadas.
Inicialmente, a Busca Social não é um concorrente direto do Google, afinal, são mecanismos de busca que geram resultados diferentes. A busca do Facebook, apesar da aparente confiança que transmite por se basear no resultado de amigos, é uma busca que se limita as conexões que o usuário tem na Rede Social, enquanto o Google e outros mecanismos de pesquisa abrangem vários níveis e camadas da Web. Entretanto, pode haver uma brigar por Publicidade online vindo por aí.
Está ansioso para testar o sistema? É possível ser notificado quando a Busca Social estiver disponível para você. Acesso o link e cadastre-se. Depois diga para a gente o que achou!
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Cauda Longa para Otimização de Sites (SEO)
Para fazer SEO, precisamos compreender um pouquinho da economia do mercado na Internet. Não sou nenhum especialista em economia, e aqui vamos discutir apenas um fato que é totalmente novo com a Internet e sobre o qual Chris Anderson escreveu um livro muito interessante chamado A Cauda longa, um best seller. Outro título muito importante dele chama-se Free: o futuro dos preços, cuja leitura recomendo fortemente (aliás, sua base teórica está por trás do nosso Curso de SEO). Esses dois livros parecem trazer o que a Internet mais mudou de maneira prática em nossas economias.
Você já deve ter ouvido dizer que a Internet é feita de nichos e isso tem a ver tanto com a cauda longa, quanto com SEO. Nichos são assuntos específicos que na economia off-line são muito dispersos, mas que na Internet ganham propulsão e poder pois todos os fãs e/ou adeptos podem se reunir em um fórum ou comunidade. Durante muito tempo colecionar selos era um hobby comum, mas com a mudança dos meios de comunicação perdeu adeptos: eles hojes são poucos que, na Internet, formam uma massa gigante; e, mais importante, uma economia que não se pode desprezar.
A Internet de uma maneira geral é feita de milhões de nichos. Do ponto de vista do SEO, se seu site for autoridade em um determinado nicho você terá muito mais chances de estar bem posicionado e receber muito tráfego do que um site sobre assuntos gerais. Isso porque, tanto o algoritmo do Google quanto o mercado, valorizam sites especialistas sobre algum tema.
Isso é válido, da mesma maneira, para blogs ou e-commerce específicos.
Mudança na cultura, mudança na economia
No início do Século XX, o segredo de manter um ponto comercial era possuir em estoque 20% dos produtos que representassem 80% das vendas; e isso foi válido durante um longo tempo, até pouco tempo aliás. Ainda durante o século passado, vivemos a cultura dos best sellers: os discos mais vendidos, os livros mais vendidos, de tal modo que toda a economia se sustinha nos pilares do que a grande mídia ditava. Não é que os best seller tenham deixado de existir, mas é impossível não notar que eles perderam muito a sua força. Um dos motivos disso é a cauda longa.
A população e a economia no mundo não pararam de crescer, e todavia não se conseguiu gerar sucesso mais estrondosos em número bruto, quem dirá em proporcional. A Internet tem mudado de forma profunda a cultura, ainda mais quando pensamos que a Internet como a conhecemos talvez não tenha nem cinco anos. Acredito que muito dessa cultura está naquela filosofia meio hippie e punk do DIYS (do it your self), mas sem a sujeira característica desses movimentos; além disso, nos nichos específicos. Os gostos, com o fim da era dos best seller, começaram se especializar. A Internet foi uma das propulsoras disso, ao permitir um fã de rock encontrar bandas da Finlândia ou um apreciador de samba encontrar a um clique aquela gravação raríssima de um sambista que nós jamais ouvimos falar.
Toda essa mudança cultural ditou um novo mercado (ou foi o mercado que ditou a nova cultura?). Assim como os interesses culturais se tornaram infinitos, as prateleiras das lojas também se tornaram infinitas. Ao contrário de uma loja física, numa loja virtual praticamente não há limitação de produtos em uma prateleira porque o custo de armazenagem de bits é muito baixo. Para que fique bem claro: hoje, é muito baixo o custo de ter milhares de produtos em uma loja virtual se comparando a uma loja física, que custa espaço enquanto a loja física custa bytes, que não custam nada.
A economia da cauda longa

No quadro acima, a parte roxa (conhecida como “head tail”) representa a economia antiga, fundada nos best seller, ou seja, nos 20% dos produtos que representavam 80% do comércio tradicional. Já a linha amarela representa os 80% dos produtos que as lojas de varejo não podiam comercializar por incapacidade de manter tantos produtos em estoque, produtos aliás que não vendiam nem mesmo para pagar o custo de exposição.
Manter uma infinidade de produtos era comercialmente inviável porque suas vendas, algo como 5 ou 6 por ano, não representavam lucro concreto e na verdade amargavam um prejuízo por conta dos altos valores, por exemplo, de um endereço comercial em uma área nobre e de funcionários. Na Internet, o que antes era comercialmente sem interesse passa, ao contrário, a ser a menina dos olhos dos proprietários de e-commerce.
Como na Internet o catálogo é virtual, é possível por exemplo que um comerciante não tenha o produto em estoque mas tenha as fotos e as descrições do produto e só irá solicitar junto ao fornecedor após concretizada a venda. Para se ter ideia, em 2006, ano de publicação do livro Cauda longa, mais de 50% do faturamento da Amazon.com já provinha do que Anderson veio a chamar de cauda longa. Se quisermos, podemos usar um exemplo mais radical ainda, como a iTunes, que só comercializa arquivos digitais e num meio digital.
A iTunes poderia ser capaz de manter em estoque absolutamente todas as faixas comerciais e a um preço muito baixo, enquanto, por outro lado, alcançando vendas estratosféricas de arquivos que individualmente vendem pouco. O ponto principal é quando produtos conhecidos por poucas pessoas são capazes de representar mais de 80% da economia em potencial. Se não for mais.
A manifestação da cauda longa no SEO
Com SEO, não é diferente. Você certamente se lembra da importância de ao fazer SEO pensar sempre em palavras-chave, usando o segredo de SEO, não é mesmo? Pois bem, vamos então analisar o mercado de SEO segundo a teoria da cauda longa de Chris Anderson.
Consideremos os best seller as palavras-chave que todos nós conhecemos. Consideremos, como um exemplo, o termo “hotel” – mas chamamos de head tail keywords. Esse termo, no aspecto de pessoas que procuram por hotéis, irá representar uma fração muito pequena, porque as pessoas sabem que se digitarem apenas hotel não vão encontrar o que realmente procuram, ainda mais em uma pesquisa de transação.
Sim, você está chegando ao ponto. As pessoas usam critérios diferentes, usam palavras-chave diferentes, e é nas palavras-chave de cauda longa (ou keyword long tail) que deve estar o foco de um trabalho de SEO, pois são essas palavras-chave que irão trazer os 80% do faturamento de todo o tráfego de SEO.
Dominando o SEO cauda longa
Algo muito curioso sobre o algoritmo do Google é que ele irá privilegiar para o termo “hotel” sites que sejam bons para todas as long tails que o buscador sabe que estão relacionadas a termos principais como “hotel”, “hotel sao Paulo”, “hotel rio de janeiro”, etc. Isso, obviamente, aplica-se a qualquer mercado.
O segredo será você ter páginas específicas para cada uma dessas palavras-chave, de uma maneira que o conteúdo seja relevante para quem pesquisa e de acordo com a sua intenção de pesquisa. Quanto mais específico e profundo for o seu conteúdo, com melhores olhos o algoritmo do Google irá ver o seu site do ponto de vista “on-page”.
Entretanto, nem sempre é fácil você ter páginas institucionais tão profundas sem atrapalhar o usuário mais leigo. Por isso, uma dica legal é pensar em usar o blog para produzir o conteúdo mais profundo sobre o mercado em que sua empresa atua. Além de ser bom para SEO, irá mostrar para seus clientes que você realmente domina o assunto e isso trará reputação para sua empresa, que segundo Anderson, diga-se de passagem, é um dos pilares dessa nova economia digital.
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Não use métricas de vaidade, sim de conversões
Costumamos ficar empolgados quando observamos que o nosso site teve um pico de acessos; nada como um aumento de 1000% em acessos ao site, não é mesmo? Coisas como essa fazem muito bem ao nosso ego, deixam as pessoas felizes e o departamento de marketing costuma orgulhar-se de seu esforço.
Entretanto, de tudo o que observamos até o momento não podemos dizer que isso gerou mais lucro. Um aumento nas visitas ao site não necessariamente se traduz em aumento de receita, e mais especificamente do lucro. Porque o objetivo de toda a estratégia de marketing deveria ser o de aumentar os lucros da empresa. Isso está no centro de todas as metodologias de marketing modernas, e mais especificamente nas focadas em pequenos negócios ou produtos de nicho ou digitais.
Evitando métricas de vaidade
Métricas como número de acessos ao site são puramente métricas de vaidade. Elas não se traduzem em mais resultados necessariamente. Menos ainda são sinônimos inevitáveis de maior lucro.
Obviamente, um aumento de visitas ao site é um bom valor em si e de uma maneira geral devemos destacar e merecer o seu esforço, principalmente se carregarem valores quantitativos e resultados em si. Entretanto, não raro essas métricas mentem sobre os resultados reais.
De nada adianta, até mesmo, aumentar a receita em 30% se os custos para se chegar a essa receita aumentaram não 20% (o que seria razoável), mas sim em 100%. Portanto, não é impossível conseguir a proeza de aumentar a receita e proporcionar prejuízos para o negócios.
Métricas de lucro
Todas as métricas a serem acompanhadas devem apontar para uma única coisa: o lucro. O importante em marketing é gerar lucros e não valorizar o ego das pessoas, porque para isso há coisas mais baratas que se podem fazer para obter melhores resultados.
Pessoas que trabalham com marketing devem acompanhar os lucros de suas ações, e não medir de maneira abstrata e subjetiva as suas ações. Isso é valido para boa parte das estratégias, menos coisas como branding e posicionamento de marcas que são, obviamente, coisas de longo prazo.
Enquanto puder, mensure o seu LUCRO. Para isso, é fundamental acompanhar métricas que ajudam a alcançar tais objetivos.
Acompanhando as conversões
O acompanhamento de conversões, bem como a otimização de conversões, é o caminho em termos de marketing online para se chegar ao lucro. Conversões são, como sabemos, ações que encaminham uma visita para gerar receita para empresas: por exemplo, um lead, no caso de sites institucionais e empresas que lidam com vendas diretas; ou um pedido gerado num site de e-commerce.
Todavia, podemos ainda trabalhar com funis de conversões para descobrir em que etapa do processo de conversão estamos perdendo mais receita. Bem, mas esse assunto ficará para um outro momento.
Conclusão
Vimos que as métricas de vaidade são muito convincentes à primeira vista, porque elas massageiam o ego. Mas devemos, ao contrário, nos esforçar em trabalhar com métricas objetivas, que sempre devem traduzir o objetivo da estratégia de marketing em questão – gerar maior lucro. Para isso, proponho que sejam analisadas as conversões de seu site, não o número de visitas bruto, porque este não raro traz consigo uma mentira difícil de perceber e encoberta de tal maneira que faz nossos olhos brilharem.
*imagem baseada na montagem de John Shakespeare
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Categoria Marketing Digital
Faça marketing como uma startup enxuta
Li recentemente o Startup Enxuta, que é um grande livro na medida em que o seu autor, Eric Ries, consegue abordar de uma maneira científica os processos de uma startup. O termo “startup” neste contexto refere-se a todo e qualquer negócio cujo produto ou futuro seja muito incerto, mesmo que seja desenvolvido por uma empresa já consolidada no mercado ou presente no ranking da Fortune 500.
Startups são, na verdade, uma oposição a modelos de negócios tradicionais os quais, para obterem sucesso, bastam a experiência em saber fazer as coisas como sempre foram feitas; isto é, negócios tradicionais via de regra são inimigos da inovação. A startup, por outro lado, lida com o incerto e com o que precisa ser criado.
Startup como uma cultura
Com essa definição de startup, podemos entender que todos os negócios, em maior ou menor grau, podem aproveitar-se do modelo de uma startup. A cultura subjacente a startups é que elas agem no curto prazo, ao invés de passarem meses ou até anos criando um produto; o planejamento das startups precisa ser revisado a cada momento. Do mesmo modo, o SEO pode ser inovador.
Um caso interessante que o livro traz é da empresa de softwares financeiros, a Intuit, e como ela lida com inovação internamente: pequenos times são responsáveis pela criação de novos produtos que, antes de serem levados a cabo no desenvolvimento, são testados com pequenos grupos. Não lançam o software completo, mas uma MVP (mínimo produto viável).
Chama mais a atenção que, dentro do site da Intuit, eles se obrigam a testar dezenas de melhorias através de testes A/B semanalmente. Como o volume dos testes é muito grande, as escolhas das mudanças que vão ser testadas não dependem do nível hierárquico de quem traz a sugestão, porque simplesmente quase todas as sugestões são testadas.
Metodologia aplicada ao marketing
Deste modo, Ries criou uma metodologia de curto prazo que consiste nos seguintes passos cíclicos:
Implementar > Medir > Aprender
Essas implementações devem ser feitas à procura de motores que propulsionariam um negócio. Ou seja, de que maneira o produto ou o site poderia ser apresentado para gerar mais assinantes; todos esses testes devem ser quantitativos, de modo que se possa medir o que alavanca, ou até piora, as conversões. Além disso, é preciso anotar tudo o que se aprendeu realizando este processo para que se acumule conhecimento e, cada vez mais, se possa conhecer do produto.
Penso que a metodologia acima, que ao mesmo tempo é científica e inovadora, poderia ser aplicada satisfatoriamente a táticas de Otimização de Sites, Links Patrocinados ou qualquer outra estratégia de marketing digital. Na verdade, os testes A/B talvez não sejam novidades para muita gente mas decerto faltava uma metodologia para torná-los mais científicos, constantes e inteligentes. Creio que a metodologia do Ries possa ser uma resposta.
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