Categoria Google Analytics

Como customizar relatórios no Google Analytics

Como customizar relatórios no Google AnalyticsO Google Analytics fornece diversos relatórios padrões que possibilitam analisar o comportamento dos usuários no seu site, fornecendo muitas informações relevantes para tomadas de decisões. Em alguns momentos, precisamos de um relatório com maior detalhe ou com mais ou menos métricas para analisar o site, e para atender essas necessidades, a ferramenta permite que você crie ou Relatórios Personalizados no Google Analytics.

Analisar as ações de SEO (buscas orgânicas, link buiding, otimização de páginas, etc), Adwords, Redes Sociais, entre outros tipos de tráfego, são bons exemplos para que você customize os relatórios, adequando-se ao seu objetivo de análise.

Os relatórios padrões fornecem as informações básicas para cada grupo de métrica. Vejamos a figura abaixo:
Como customizar relatórios no Google Analytics

Observamos que os grupos de métricas estão no canto superior, e por ser um relatório padrão fornecido pelo Analytics, ele utiliza as métricas básicas para seu site (parte inferior da imagem). Caso o dono do site queira saber outras informações, provavelmente ele tem que sair deste relatório e procurar outros relatórios que informem os dados que deseja, e talvez você não consiga cruzar os dados, dificultando a análise.

Para facilitar a análise em apenas um relatório, nós podemos customizar este relatório, incluindo as métricas que precise.

Vamos supor que eu tenha um e-commerce, e quero analisar a eficiência do SEO que estou fazendo. Ou seja, preciso saber sobre as visitas de buscas orgânicas, as transações, receita, conclusões de meta, taxa de rejeição, entre outras métricas importantes para a análise.

Personalizando o relatório

Como disse anteriormente, estou querendo analisar se o SEO está sendo eficiente, portanto, eu entrei no relatório padrão do Tráfego de Pesquisa Orgânica, nela existe um botão para personalizar, situada na parte superior da página.

Como customizar relatórios no Google Analytics

Ao clicar no botão “Personalizar”, você será redirecionado para a página de customização, que podemos ver abaixo.

Como customizar relatórios no Google Analytics

Podemos personalizar os relatórios de inúmeras formas diferentes, no caso, farei um relatório de guia “Explorador”.

Para você ter a usabilidade da ferramenta facilitada, aconselho que o nome da guia e o tipo tenham o mesmo nome, como no exemplo, o nome “Explorador”. Este tipo de conteúdo é o relatório que mais estamos acostumados, que são as tabelas e gráficos fornecidos pelo Google Analytics.

O Grupo de Métricas, como o nome diz, agrupa todas as métricas que queremos analisar para o nosso site. Para modifica-las, basta clicar em cima de alguma métrica e selecionar a outra métrica que você deseja que tenha em seu relatório.

Você poderá adicionar outros grupos de métrica, como por exemplo, o grupo “E-Commerce”, que poderá ter as métricas de visitas, transações, receita, valor médio, taxa de conversão, visitante único, compras exclusivas, etc.

Abaixo do grupo de métricas ainda continuará a sua customização:

Como customizar relatórios no Google Analytics

“Detalhes da dimensão” mostrará no seu relatório qual será a variável que será analisada, no exemplo, a Palavra-chave será analisada, sendo que todos os dados informados pela ferramenta estarão de acordo com esta variável, podemos modificar para Página de Destino, que mostraria as landing pages do seu site e seus respectivos dados.

Como queremos observar a eficácia das buscas orgânicas do seu site, na seção de “Filtros” colocaremos como Tipo de Tráfego “organic”, assim, os dados que o Google Analytics fornecerá serão baseados somente nas buscas orgânicas que os usuários fizerem ao seu site. Caso você queira um relatório de buscas pagas, em vez de “organic” você pode colocar “paid”, e alterar as métricas, adequando-se ao relatório de adwords.

A seção “Perfis” permite que você escolha quais perfis (sites) que este relatório seja aplicado. Normalmente esta opção é usada quando o administrador seja dono de mais de um site.

Por fim, clique em “Salvar” para que as configurações personalizadas sejam guardadas para o seu novo relatório. Seu relatório ficará da seguinte forma:

Como customizar relatórios no Google Analytics

Conclusão

Mesmo o Google Analytics nos fornecendo muitos relatórios padrões, necessitamos de relatórios específicos para nossas empresas, dependendo do segmento de atuação, podemos customizar tais relatórios ou até mesmo criar um relatório.

Podemos escolher praticamente tudo que queremos ou necessitamos analisar, desde o tipo de relatório até as métricas e em quais sites que você é proprietário serão utilizados. Também podemos criar relatórios especificamente para os tipos de tráfego, caso você realize ações de SEO, Adwords, Redes Sociais, etc.

Aqui na Conversion, criamos muitos relatórios personalizados, a fim de atender as necessidades dos nossos clientes, dando informações relevantes e que mostrem a eficiência que um bom SEO pode influenciar em seus sites.

O melhor jeito de você aprender a mexer no GA é “brincando” com a ferramenta e pensando quais métricas que precisa ser analisado para ter um diagnóstico efetivo para o site.

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Buscas internas, você sabe o que as pessoas procuram no seu site?

Buscas internas, você sabe o que as pessoas procuram no seu site?Muitos sites possuem uma característica em comum, que é muito importante aos usuários, a busca interna, pois possibilita que eles encontrem páginas dentro do seu site, com as informações que estão interessados em saber.

Esta ferramenta é muito útil para descobrir as intenções de navegação dos visitantes do site, porque as buscas feitas pelos usuários demonstram palavras e áreas de interesse e podem conter informações estratégicas, principalmente para sites de lojas online.

As palavras-chave que os usuários buscam no seu site podem ser analisadas pelo Google Analytics, porém, a configuração da pesquisa interna no GA deve ser ativada. Esta ferramenta é incrivelmente importante para compreender o que os usuários querem encontrar no seu site, e sabendo disso, você pode realizar a otimização do seu site mais direcionada ao seu público-alvo, gerando mais conteúdo sobre um certo assunto, estruturando melhor o seu site, etc.

Buscas internas

O código fonte do formulário de pesquisa pode ser:

1
2
<input class="search-input" id="s" type="text" name="s" value="Pesquisar no site" onfocus="if(this.value == 'Pesquisar no site') {this.value = '';}" onblur="if(this.value == '') {this.value = 'Pesquisar no site';}" /> 
<input class="search-send" type="submit" name="search" value="" />

Como configurar o Google Analytics

Para configurar a busca interna, você deverá identificar o parâmetro de buscas utilizado em seu site, podemos observá-lo na URL, que no caso é a letra “s”. E devemos colocar este parâmetro nas configurações do Google Analytics.

parametro de busca na url

 

Outra forma de saber qual é o parâmetro de busca do seu site, é observando o código fonte da sua página. Como vimos anteriormente no exemplo de código para a criação do formulário de pesquisa. Que no caso, utilizamos a letra “s” como parâmetro, que pode ser visto em  “name=”s” id=”s””.

Para conseguir ter acesso a estas informações, você deve configurar o Analytics. Na seção de Administrador, clique no “Configurações do perfil”, local onde você habilitará o acompanhamento da pesquisa interna.

Buscas internas

Em parâmetro de consulta, você pode colocar até 5 parâmetros, podendo ser “s” que significa search, “q” que significa query, “busca”, “search”, etc. No exemplo, como na URL e no código fonte utilizamos “name=”s” id=”s””, colocamos como parâmetro “s”, assim, o Google Analytics consegue captar as informações sobre as buscas realizadas dentro do seu site.
Após você configurar a busca interna, finalize clicando em “Aplicar”.

Analisando os termos de pesquisa

Você encontrará o relatório de termos de pesquisa (palavras-chave) realizados nas buscas internas na coluna de “Conteúdo”.

Buscas internas

Com este relatório você visualizará um gráfico e uma tabela:

O gráfico mostra a quantidade de buscas realizada no seu site.
Alguns especialistas em otimização de landing page dizem que um número alto de pesquisas internas significam que seu site é ruim neste aspecto, pois os usuários utilizam tal recurso porque não encontram um caminho fácil para chegar no conteúdo que estão pesquisando.
Buscas internas

A tabela de termos de pesquisa mostra quais são as palavras-chave mais buscadas. Na tabela abaixo, temos um exemplo que o termo de pesquisa “abc” foi mais buscado.
Através do “Tempo depois da pesquisa” observamos que as buscas e os conteúdos foram relevantes aos usuários pois eles ficaram um bom tempo navegando no site, talvez lendo o conteúdo que acharam na busca, ou interagindo com vídeos, músicas, etc.
Buscas internas

O que fazer depois de analisar

Depois de analisar os relatórios, você consegue desenvolver uma estratégia muito mais eficaz e completa para o SEO do seu site. Você compreenderá quais ações deve ser realizado, como pro exemplo quais palavras-chave otimizar, quais landing pages melhorar a estrutura, que tipo de conteúdo você pode gerar, etc.

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Malwares e o impacto em SEO

Malwares e o impacto em SEOMalwares podem ser usados com as mais variadas intenções, nenhuma boa. É comum vermos invasões de feitas com o objetivo de roubar senhas, dados e até mesmo alterar conteúdos Onpage de uma página, mas hoje vamos falar de um tipo diferente de invasão, aquela destinada a prejudicar diretamente ou indiretamente a otimização de um site.

O termo Malware não se restringe a um pequeno grupo de softwares. São considerados mal-intencionados todos os programas e códigos programados para invadir, roubar, alterar negativamente ou destruir computadores, sites, servidores ou redes de computadores. Isso incluir vírus, worms, spywares  e cavalos de Tróia.

Depois de invadido, um site fica total ou parcialmente sob controle do hacker. Desta forma, ele pode alterar o conteúdo de uma página ou de todo o site, criar páginas ocultas com conteúdo spam, e também criar códigos maliciosos como, por exemplo, scripts ou iframes com a intenção de infectar outros computadores, até mesmo redirecionando o visitante para páginas maliciosas.

Principais tipos de invasão

Entre os principais tipos de invasão por malwares, dois se destacam por serem voltados ao “SEO negativo”, Black Hat.

O primeiro é a invasão com o objetivo de criar conteúdos e links que direcionam a outros sites. Estes conteúdos podem ou não ser visíveis, mas todos são implementados em páginas ou arquivos que não chamam tanta a atenção, o que acaba prejudicando ainda mais o Webmaster.

Felizmente, o Google Webmaster Tools é capaz de rastrear esses links e enviar automaticamente uma mensagem ao seu painel do Webmaster com informações úteis sobre a possibilidade da invasão. Ainda assim, é indicado que você faça o rastreamento manual pelo menos uma vez ao mês, dê prioridade para arquivos PHP, arquivos template (fique atento ao header e footer, que afetam todas as páginas de um site) e plug-ins CMS que podem ser adicionados de forma oculta.

O segundo tipo de invasão mais comum é a que direciona o usuário a outras páginas ou sites maliciosos. Essa estratégia faz uso do potencial de visitas recebidas por um site para direcionar e infectar mais pessoas, ou simplesmente se passar por um domínio com a intenção de roubar senhas e dados de usuários.

Um meio fácil e rápido de monitorar o seu site contra esse tipo de malware é fazer o teste de redirecionamento. Tente acessar a sua homepage ou qualquer outra página do seu site diretamente pelo Browser. Agora pesquise por alguma página no Google e tente acessá-la, se existir qualquer redirecionamento inesperado, é bem provável que seu domínio tenha sido invadido.

Fique de olho também em JavaScripts desconhecidos em seu código fonte. Geralmente eles são usados para encobertar a real intenção dos malwares de redirecionamento. Procure por termos comuns nesse tipo de código malicioso como, por exemplo, “eval”, “decode” e também “escape”.

O impacto no SEO

Vendo assim, pode parecer fácil se prevenir de invasões de malwares, mas acredite, não é. As infecções acontecem de forma rápida e silenciosa, nunca deixam pistas fáceis e sempre são feitas em locais pouco prováveis. Por isso, você vai levar certo tempo desde o aviso do Google Webmaster até a real limpeza de seu site, e é nesse tempo que o prejuízo começa.

Os algoritmos do Google possuem a capacidade de identificar conteúdos e links maliciosos que possam prejudicar usuários e outros sites. Com isso, medidas internas de bloqueio e punição começam a ser tomadas. Isso faz com que seu site deixe de ser exibido nos resultados de busca, perca posições na SERP e, principalmente, a perda de relevância.

Desta forma, o prejuízo em SEO pode ser observado de várias formas. Dê atenção a grandes quedas no volume de tráfego recebido pelo site e perda rápida de posições na SERP. Essas são algumas das mais comuns características de sites penalizados pelo Google.

Estou infectado, e agora?

Assim que o Google suspeitar ou verificar que o seu site está infectado ou foi invadido por malwares, você será notificado pelo GWT. Se receber esse aviso, a dica é usar um planejamento de ações dividido em 4 etapas:

1) A primeira etapa de é a de quarentena. O seu site deve ser tirado do ar imediatamente, somente assim a possibilidade de infectar outros sites ou usuários é excluída. Além disso troque todas as senhas de sua conta, tanto a do acesso FTP, quanto a senha de administrador e outros usuários. Para não ter prejuízos em SEO, adicione o código http 503.

2) O segundo passo é o de avaliação. Para saber como consertar, antes é preciso saber o que está danificado. Por isso, use o SafeBrowsing para criar um diagnóstico com a real situação do seu site. Faça a varredura completa do seu site, principalmente contra páginas que possam ter sido criadas para Phising

3) Depois de avaliar é hora de limpar o seu site. Se possível realize o backup de toda a programação do seu site, isso auxilia na limpeza rápida do html e impede que links ou páginas prejudiciais sejam esquecidas. A indicação do Google é de reinstalar e atualizar todos os softwares e plataformas usadas.

Você também pode verificar a página de malwares do Google Web Master Tools, lá você irá encontrar uma lista com todos os domínios que estão sendo direcionadors por seu site, o que facilita o serviço de Disallow Links caso seja necessário.

Tenha certeza de que realizou toda a limpeza antes de tirar o seu site da quarentena e coloca-lo no ar. Assim evitamos punições e aceleramos a recuperação de posicionamento e relevância de sua página.

4) O quarto passo é o pedido de revisão. No Google Webmaster acesse o painel de integridade e depois clique em Malware. Lá você terá a opção de solicitar uma nova revisão por parte do Google. Se o site estiver totalmente livre da invasão, o Google retirará todas as restrições e etiquetas negativas que possam ter sido atribuídas a seu domínio.

Caso o site tenha sido alvo de spans, você pode solicitar ao Google, depois de todos os links e códigos maliciosos retirados, que reconsidere punições implementadas. Basta acessar o a área de reconsideração do Webmaster, escolher para qual site o pedido será feito e reportar os acontecidos. Não existem um prazo fixo, mas em média são 2 semanas para que você receba uma resposta.

Conclusão

Mesmo com toda a atenção que damos a um site, ele nunca estará totalmente seguro. Por isso, as medidas preventivas são sempre indicadas para esse tipo de problema. Realize varreduras em sua base de dados atrás de malwares ou pontos vulneráveis a invasão deles. O monitoramento através do Google Analytics também é muito útil no caso de quedas de trafego sem explicação. Use o GWT como forma de alarme a esse tipo de invasão.

Não existe segredo. Se seu site foi invadido, o motivo está na vulnerabilidade que ele tem em algum ponto. O desafio é encontrar essa fraqueza e fortalecer todas as vias de acesso que podem ser usadas por um hacker.

E vocês, já passaram por algum tipo de invasão de malwares? Como reverteram o quadro? Não deixe de contar sua experiência aqui nos comentários ou, se preferir, deixe sua dúvida no Fórum do #OpenSEO.

Um grande abraço.

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Quais são os melhores relatórios para seu site no Google Analytics

Quais são as melhores métricas para seu site no Google AnalyticsO Google Analytics é uma ótima ferramenta para analisar o comportamento dos usuários e se o seu site atinge os objetivos que levaram você a cria-lo.

Através de diferentes métricas fornecidas pelo GA, como as pessoas popularmente chamam o Google Analytics, você consegue observar se a estratégia de marketing digital da sua empresa está sendo efetiva.

Existem diferentes métricas que podem ser usadas para cada tipo de site, sendo que podemos separá-los em: Sites Institucionais, Blogs, Sites de Portais e E-Commerce.

Tentarei mostrar como você pode utilizar este serviço para obter as informações mais relevantes sobre seu site, de acordo com os diferentes tipos de site.

Tipos de métricas do Google Analytics

Iremos abordar as métricas mais relevantes para os tipos de sites citados acima. Cada tipo de site possui seu objetivo e também cada um possui metas de conversões diferentes. Trabalhando com as métricas do Google Analytics fica mais fácil de compreender, analisar e desenvolver estratégias para o melhoramento do SEO do site.

Quantidade de visitas

A quantidade de visitas para um site é um fator muito importante, pois mostra que seu site possui conteúdos relevantes para certos assuntos, aumentando a relevância para o SEO.

Para blogs e portais, esta informação pode ser muito boa para agregar valor ao seu mídia kit, assim, seus espaços para propaganda tornam-se valorosos e disputados. Lembrando que seu site deve ter um foco em um tema e público alvo.

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é uma simples porcentagem que relaciona a página que o usuário entrou no seu site e se houve ou não alguma interação com esta página. Para explicar melhor, supondo que 100 pessoas entraram na página home do seu site e 45 pessoas saíram do site sem clicar em nada, sua taxa de rejeição será de 45%.

O que analisar com esta taxa?

Caso sua taxa for grande, pode significar que aquela página possui alguns erros, tais como: layout que dificulta a usabilidade, conteúdo que não atende às expectativas do público que foi destinado, por exemplo, os links patrocinados ou palavras-chave otimizados trazem pessoas que estão procurando por outro tipo de conteúdo. A taxa de rejeição tem uma estreita relação com a taxa de conversão, porque se a primeira página que o usuário visita no seu site não consegue fazer com que ele continue navegando, provavelmente o usuário também sai do site antes de converter (fazer aquilo que você deseja no site como realizar compras, preencher formulário, etc).

Assim, você pode melhorar seu site ou as páginas específicas com altas taxas de rejeição para que diminua a taxa de rejeição e consequentemente aumente a taxa de conversão.

Número de conversões

As conversões significam que os objetivos DO SITE estão sendo atingidos. Para cada tipo de site existem diferentes tipos de conversões que devem ser considerados.

Os tipos de conversões são:

Preenchimento de formulário/ cadastro – mostra que os leitores se interessaram pelo seu site, assunto, conteúdo e querem obter notícias sobre novidades, receber e-mails, promoções, etc.
Tempo no site – o tempo no site pode mostrar que as pessoas estão lendo as informações contidas na página, assim, sendo relevante para SEO.
Número de páginas visitadas – a quantidade de páginas visitadas pode inferir que os conteúdos são bem relacionados e relevantes, assim, o Google pode analisar que seu site é “especialista” em tal assunto, e melhorar seu posicionamento nesse campo semântico.
Cliques em botões específicos – de vez em quando, o objetivo do seu site é levar os leitores para uma página bem específica, assim, criam como objetivo o clique em um link ou botão.
Cliques em banners de anúncios – normalmente usados em portais e blogs, estes cliques são suas remunerações, estes sites vendem espaços para propagandas, e estes espaços podem ser vendidos por CPC (Custo por Clique), com esta conversão, os donos dos sites sabem o quanto que os anunciantes pagam no final do mês. Outra modalidade de banner é o de pagamento de mensalidade, ao invés de custo variável com CPC
Compras de produtos – utilizados em e-commerce, a compra de produto é a conversão que mostra quais são os produtos da sua empresa mais vendidos através da internet, e também mostra a sua receita gerada pelas vendas.

Para configurar as suas conversões leia o post de como configurar metas no Analytics.

Custo por Aquisição (CPA)

O custo por aquisição é a relação entre seu investimento em marketing digital e a receita obtida. Você pode obter informações nesta página.

Métricas para Sites Institucionais

Normalmente os sites institucionais servem para pessoas jurídicas e pessoas físicas divulgarem seus serviços e/ou produtos através do compartilhamento de informações relevantes para seus públicos alvos. O objetivo geral do site da empresa é atrair novos consumidores e manter os antigos, assim, uma conversão importante é o preenchimento do formulário, que será fundamental no contato com o cliente.

As métricas do Google Analytics que podemos utilizar são:

- Quantidade de visitas recebidas
- Taxa de rejeição
- Número de conversões:
Preenchimento de formulários/ cadastros;
Tempo no site;
Número de páginas visitadas;
Clique em botões específicos.

Um exemplo de relatório padrão do Google Analytics com as métricas importantes para analisar a eficácia do seu site é o Relatório de Tráfego de Pesquisa Orgânica, para acessá-la, entre na seção “Fontes de Tráfego”, depois em Pesquisa Orgânica, na barra de menu da esquerda.

trafego de pesquisa organica - 01

 Por fim, clique em “Conjunto de metas 1”.

trafego de pesquisa organica - 01

 Você obterá o relatório de Tráfego de Pesquisa Orgânica, que poderá analisar a efetividade do seu site, de acordo com suas metas

 

trafego de pesquisa organica - 01

Para observar quais páginas são mais efetivos, ou seja, que convertem mais, selecionamos como dimensão principal “Página de destino”.

relatorio padrao - site institucional

Métricas para Portais e Blogs

Os portais e blogs são sites que divulgam notícias, dicas, fofocas, etc. Sua fonte de renda ocorre por vendas de espaços para propaganda para outras empresas que buscam ganhar visibilidade para nichos de mercado correspondente ao conteúdo dos portais. Assim, este tipo de site possui alguns objetivos importantes para conseguir agregar valor nos seus espaços para propaganda.

Os donos destes sites muitas vezes criam um mídia kit que mostra aos possíveis anunciantes informações relevantes sobre seu site, agregando valor aos seus espaços de propaganda. As informações podem ser: quantidade de visitas, gêneros, público alvo, tema, tempo médio de visita, etc.

As métricas do Google Analytics que podemos utilizar são:

- Quantidade de visitas recebida

- Taxa de rejeição

- Número de conversões:

Preenchimento de formulários/ cadastros;
Tempo no site;
Número de páginas visitadas;
Clique em botões específicos;
Quantidade de cliques em anúncios.

Com o relatório de Páginas de Destino, você pode observar quais são as landing pages que dão mais retorno e visitas, assim, observando qual(is) páginas são mais valorizadas. Para acessar este relatório, vá em “Conteúdo”, depois em “Páginas de Destino”.

Páginas de destino - 01

Depois, clique em “Conjunto de metas 1″

Páginas de destino - 02

 relatorio pagina de destino - blog

Outra forma é monitorar os cliques em botões do site, isso é feito através da configuração do monitoramento de eventos no Google Analytics e a configuração de metas de eventos. É possível atribuir na configuração de eventos um valor determinado para cada clique em um banner, por exemplo, R$1,50.

 Visão geral dos eventos

Métricas para e-commerce

As lojas virtuais são sites para vender produtos e/ ou serviços, ou seja, o principal objetivo deste site é a conversão “compras de produtos”, todo o site é desenvolvido para fazer com que os usuários do site comprem seus produtos.

As métricas do Google Analytics que podemos utilizar são:

- Quantidade de visitas recebidas
- Taxa de rejeição
- Número de conversões:

Preenchimento de formulários/ cadastros;
Tempo no site;
Número de páginas visitadas;
Clique em botões específicos;
Compras de produtos;
Custo por aquisição (CPA).

Um bom exemplo de relatório para e-commerce oferece informações sobre quais landing pages geram mais receita. Assim, você pode otimizar as melhores páginas para aumentar o seu lucro. Para acessá-lo, vá no menu da esquerda, clique em “Conteúdo” e depois em “Páginas de destino”.

Páginas de destino - 01

E depois clique em “Comércio eletrônico”.

Página de destino - ecommerce

 

E para saber a origem do tráfego que mais gera vendas.

Página de destino - ecommerce - landingpage

Informações importantes

O Google Analytics também oferece outros tipos de informações que ajudarão a desenvolver suas estratégias de marketing digital e como dispor seu investimento nesta área. Um dado muito importante é você saber quais canais estão sendo mais efetivos para conversões, ou seja, como os usuários chegam ao seu site, podendo ser por:

- Tráfego direto
- SEO (Busca orgânica)
- Adwords (Anúncio pago da Google)
- Referência
- Campanhas (e-mail marketing, divulgação em banners, etc)
- Redes sociais

 

É isso aí pessoal, agora boa análise para todos!

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Guia Youtube Analytics – como analisar seus vídeos

Guia doYoutube AnalyticsNão é apenas no seu site que você pode aplicar a inteligência na análise de estatísticas com o Google Analytics. Você também pode aplicá-la no seu canal do Youtube, com a ferramenta Analytics oferecida pela maior plataforma de vídeos do mundo.

Para todos que possuem um canal na plataforma, está disponível a ferramenta Youtube Analytics que pode ser facilmente acessada pela URL https://www.youtube.com/analytics.

Utilizarei neste artigo os dados oficiais de nosso canal, fortemente utilizado para divulgação dos vídeos do nosso Curso de SEO. Trata-se, portanto, da análise de um caso real e espero que possa contribuir em um tema muitíssimo pouco comentado na comunidade brasileira.

O período de análise selecionado é de exatos 3 meses meses, indo do dia 16 de julho (dia do lançamento da primeira aula) ao dia 16 de setembro 2012 (um mês após publicação da última aula). Você poderá entender os picos de acesso ao nosso canal e relacioná-lo com o período de lançamento dos vídeos do Curso de SEO, além de entender a maneira como as pessoas continuam a assistir às aulas.

Para ser o mais didático possível, irei pelas telas da própria ferramenta, destacando o que for de principal interesse.

Visão Geral

Começamos, como no Google Analytics, com uma visão geral da conta que traz as informações mais relevantes de todo o canal. Observem que no Youtube, algumas métricas são muito importantes:

Visualizações brutas;
Minutos assistidos: diz respeito à capacidade de retenção de seus vídeos, que por sua vez é a minha métrica predileta;
Engajamento: inscrição, pessoas que gostaram, favoritaram, etc.

Visão Geral do Youtube Analytics

Há ainda um resumo de seus vídeos mais assistidos:

Dez vídeos mais acessados

Como recurso não menos importante, podemos também saber a localidade em que foram assistidos e onde as pessoas descobriram os vídeos, se foi no próprio Youtube, com código incorporado ou por um dispositivo móvel como smartphone ou tablet:

Informacoes demograficas

 

 

Aprofundando-se em cada uma das métricas

A visão geral é bem esclarecedora e trará as informações que seriam interessantes para um diretor
de empresa, por exemplo, para entender os resultados das ações de um ponto de vista mais genérico, de uma overview.

Agora, será possível se aprofundar em cada uma das métricas disponíveis no Analytics do Youtube.

1. Visualizações

Destaco aqui, a opção de acompanhar as visualizações individuais de cada um dos vídeos. Através desse recurso você poderá acompanhar os picos de acesso e relacioná-los a ações de divulgação ou fatores de viralização de seu vídeo.

Temos aqui os dados do primeiro dos vídeos:

Visualizações

1.1 Visualizações por país e por data

Esse é um relatório geral, mas abaixo desse você poderá analisar em detalhes por país e por data:

Visualizaçãoo por país-local

E por data (repare que ordenei as datas com mais visualizações):

Visualizaçãoo por data

2. Informações demográficas

Você está chegando ao público-alvo certo com o seu canal do Youtube?

Através do relatório de informações demográficas é possível saber o país, a idade e o sexo de quem visualizou seu vídeo ou canal. Pena que não dê para saber a cidade… De todo modo é interessante para saber qual tipo de público mais se engaja em seus vídeos e assim direcionar os esforços a esse público-alvo específico.

 

Definindo público-alvo

3. Locais de Reprodução

Os vídeos de seu canal podem ser assistidos no próprio Youtube, incorporados em outros sites ou em dispositivos móveis, como mencionei acima.

Acho interessante observar essas variações ao longo do tempo. No nosso caso, por exemplo, as pessoas assistiam numa proporção muito próxima tanto em nosso site quanto no Youtube (provavelmente por causa dos desparos de e-mail), enquanto ao longo do tempo preferiam assistir pelo próprio Youtube:

Locais de reprodução

Mas o que eu acho mais interessante nas informações de locais de reprodução, é a possibilidade de saber a participação de todos os sites em que o vídeo foi incorporado. Para isso, clique em Player incorporado a outros sites.

Player incorporado em outros sites

4. Origens de tráfego

Como o próprio nome dá a entender, aqui temos as formas de tráfego responsáveis pelas visualizações dos vídeos:

Origens de tráfego

5. Retenção do público

Como falei, a retenção do público é a minha métrica predileta, pois ela permite entender a aceitação do conteúdo do seu vídeo, pois de nada adianta ter um vídeo muito bem acessado se as pessoas não se engajam assistindo-o.

Esse recurso vai permitir visualizar cada vídeo individualmente ou no canal como um todo, em determinado período. Os nossos vídeos, quase todos com mais de uma hora de duração, tiveram uma retenção média de 20,9%, o que considero de grande sucesso:

Retenção de público

5.1 Retenção relativa do público

Além disso, você pode analisar vídeos individualmente e compara-lós com a média de vídeos de mesma duração em todo o Youtube:

Retenção relativa de público

6. Relatórios de envolvimento e engajamento

Estão disponíveis, por fim, os relatórios relativos a envolvimento em seu canal e engajamento, que traz gráficos interessantes com as seguintes possibilidades de segmentação:

Período (ao longo de tempo);
Origens de tráfego (vídeos);
Localização (por país).
Você poderá analisar o envolvimento individualmente para cada uma dessas métricas. É especialmente interessante para descobrir quando as pessoas mais se inscreveram (podendo relacionar a campanhas) ou os vídeos que mais geraram inscritos e assim você poderá entender o que um vídeo, especificamente, tinha que outros não tinham, reforçando nos próximos vídeos as ações que mais geram engajamento.

6.1 Relatórios de Inscrição

Relatório de inscrição

6.2 Gostam e não gostam

Relatório de gostam e não gostam

6.3 Favoritos

Relatório de favoritos

6.4 Comentários

Relatório de Comentarios

6.5 Compartilhamentos

Relatório de compartilhamentos

Conclusão

A ferramenta de Analytics do Youtube é uma excelente forma de você entender o comportamento do usuário em seus vídeos. Ela vai além da análise de simples visualizações, mesmo ainda estando em sua fase embrionária. Mas por ainda estar em desenvolvimento, faltam alguns recursos mais profundos (como saber dados da cidade do usuário), que são indispensáveis para quem gerencia um canal no Youtube, seja individual ou para uma empresa.

Ao meu ver, a métrica mais importante é poder comparar o seu vídeo com outros de mesma duração, para você entender a taxa de sucesso de seu vídeo.  Ao longo do curso de SEO, esse recurso foi relevante para eu compreender em que momentos se perdia audiência e pude, portanto, melhorar os vídeos lançados após essa análise.
Ainda assim, essas métricas equivalem a todo o Youtube e também poderiam estar disponíveis para canais e vídeos semelhantes aos seus, bem como regiões equivalentes.

Como  se trata de uma ferramenta nova, esperamos que muito esteja por vir e quem sabe um dia não teremos um Youtube Analytics tão poderoso como o famigerado Google Analytics.

Um abraço!

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Categoria Google Analytics

SEO de imagens para E-commerce

SEO de imagens para E-commerceSEO de imagens para e-commerce é uma estratégia muitas vezes negligenciadas por empresas de e-commerce no Brasil, basta fazer uma busca por notebook no Google Imagens que você verifica que os primeiros 26 resultados (enquanto este artigo é escrito) não exibe imagem de nenhum grande nome do e-commerce brasileiro.

Vendas com origem na busca de imagem

Analisando a performance de vendas por busca orgânica, em alguns segmentos a taxa de conversão de visitantes que chegaram através das imagens é maior do que a taxa de conversão de visitas vindas através da busca orgânica do Google.

É claro que a quantidade de visitantes vindos da busca orgânica tradicional é maior do que a busca orgânica de imagens. A questão aqui é que muitas lojas não estão aproveitando a oportunidade de vender mais.

Compartilho aqui os relatórios Google Analytics que você pode usar para descobrir a sua taxa de conversão excluindo as imagens e as vindas somente de imagens.

Clique no link para importar o relatório na sua conta Google Analytics, você precisará escolher um perfil para aplicar esses relatórios:

Relatório Vendas na Busca de Imagens – números das vendas somente de visitas que acessaram o site pelo Google Imagens

Relatório Venda Busca Orgânica sem imagens – números das vendas excluindo as visitas que acessaram o site pelo Google Imagens

Crie imagens originais

Uma das coisas que o Google mais valoriza é conteúdo autêntico e novo. Se você utiliza a imagem do fornecedor é muito provável que essa imagem não fique bem posicionada porque ela já foi indexada pelo Google diversas vezes antes.

Muitas lojas de e-commerce no Brasil já investem no próprio estúdio para criar imagens exclusivas de excelente qualidade. Isso é excelente tanto para o usuário quanto para o Google.

Vale a pena investir em imagens com boa resolução e o mais leves possíveis, o ideal é até 50Kb, mas se para ter mais nitidez você precisar de 80kb, ainda tem chance de você aparecer nos primeiros resultados. Ter fotos de altíssima resolução, que ficam pesada, não compensa muito porque, pelo fato de ser pesada, vai demorar para carregar e o Google prefere páginas e imagens que o carreguem para o usuário rapidamente, melhorando a experiência de navegação.

Mesmo que você não consiga criar um estúdio, pelo menos edite a imagem, recorte, faça algo. Já observei sites receberem muitas visitas com imagens editadas que ficaram bem posicionadas.

Como otimizar imagens para e-commerce

O algoritmo do Google leva em consideração diversos fatores para que o resultado seja exibido nas primeiras posições do Google Imagens, como as imagens originais citadas acima, entre outros. Vamos listar agora os principais elementos do código:

Tag Alt – coloque o nome do produto ou uma descrição que pode ter muita busca na tag alt

Tag Title – coloque o nome do produto ou uma descrição que pode ter muita busca na tag title

Nome do arquivo – no começo do nome do arquivo coloque o nome do produto ou uma combinação que provavelmente vai ter muita busca

Código de exemplo:

 

<img src=”http://www.meuecommerce.com.br/notebook-hp-rosa-pink.jpg” alt=”Notebook HP Rosa Pink” title=”Notebook HP Rosa Pink” width=”286″ height=”320″>

 

No exemplo acima, para fazer SEO de imagem pode aparecer para:

Notebook HP

Notebook HP Rosa

Notebook HP Pink

Notebook HP Rosa Pink

Notebook Rosa

Notebook Pink

Notebook Rosa Pink

 

Além dos pontos já abordados, outro ponto importante é ter um texto com títulos e subtítulos relacionados com a imagem, isso porque o Google leva em consideração o contexto semântico onde a imagem está inserida.

Redes Sociais e SEO

É importante configurar o Instagram e o Pinterest para cada página, não só para o domínio, a fim de reforçar o SEO. Imagens de sites compartilhadas nas redes sociais aumentam as chances de ficarem bem posicionadas na busca por imagens. Aqui praticamente se misturam a venda originada com social media e a originada de SEO.

Se você tem um e-commerce e ainda não está trabalhando com os pontos desse post, vale a pena parar e repensar seu SEO para aumentar as oportunidades de vendas.

Até a próxima!

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Categoria Google Analytics

Como Configurar metas no Google Analytics

Configurar metas no AnalyticsAs metas do Google Analytics são úteis formas de avaliação de desempenho que podem ser usadas, quando configuradas adequadamente, para medir o alcance de suas campanhas e entender mais o comportamento dos seus clientes. Quando criamos um site ele tem um objetivo, queremos que as pessoas ao acessá-lo façam uma convesão, isto é, façam uma ação determinada (preencher formulário, comprar um produto, ler um texto). As metas medem quantas conversões são realizadas no site. Com isso você pode medir quantos novos clientes vêm da busca orgânica, links patrocinados, redes sociais, email marketing ou qualquer outra mídia que você trabalha. Além disso é possível monitorar o caminho percorrido pelo visitante até a conversão, o famoso funil de metas. Existem 4 tipos de metas no Google Analytics:

Destino de URL

- Monitora o número de vezes que um leitor chegou a determinada página. Funciona melhor quando usada associada a um funil de monitoramento.

Duração da visita

- Monitora a duração de cada visita em seu site. Através dele é possível determinar um padrão de comportamento em relação a cada visita a sua página.

Quantidade de páginas visitadas

- Usada para estabelecer uma métrica de páginas visitadas no seu site. É possível também atribuir valores de conversões para essa meta.

Evento

- Especifique diferentes ações realizadas a partir do seu site como um evento e monitore o número obtido. Esse assunto necessita de uma melhor explicação, portanto será tema de outro post. Assim, quando um visitante realiza uma ação no seu site que você objetiva, ele gera uma conversão. Esta vai direto para seus relatórios de conversões e fica disponível para visualização e análise.

Mas como configurar as metas?

As metas devem ser sempre configuradas antes mesmo da campanha ir ao ar. Para começar a configurá-las é preciso inicialmente ser o administrador da conta do Google Analytics, só assim você terá acesso às metas do perfil e será capaz de estabelecer metas para cada processo no seu site. Lembre-se que cada perfil suporta somente até 20 metas, você pode configurar 4 conjuntos com até cinco metas cada. Se você precisar de mais de 20 metas, basta criar uma cópia do perfil e configurar as outras metas neste perfil. Assim, acompanhar e administrar seus objetivos se torna mais simples. Acompanhe o passo-a-passo de como configurar suas metas facilmente.

1-    Faça login em sua conta do Google Analytics. Você pode usar sua conta do Google Apps ou Gmail com a qual cadastrou o site no Google Analytics.

Login Analytics

2-    O segundo passo é entrar na conta na qual você deseja adicionar uma meta. Às vezes podemos ter várias contas e fica complicado procurar uma-a-uma. Para facilitar, você pode usar a caixa de pesquisa que está disponível no topo da página, mais especificamente no canto direito.

3-    Após entrar na conta respectiva, você deve acessar o menu Administrador e selecionar a opção Metas

Administrador metas no Analytics

4- Nesta opção você tem a seu dispor a oportunidade de criar novas metas de monitoramento para sua página.

Como configurar metas de páginas de conversão?

Caso queira criar uma meta para monitorar um destino de URL, você terá que completar a página com informações como o destino URL desejado para monitoração e alguns outros detalhes. Você também pode estabelecer funis para aumentar a eficácia da meta no seu Google Analytics.

Meta de conversão Analytics

Como configurar meta de páginas visitas?

Já se você quer adicionar uma meta para monitorar o número de páginas visitadas em seu site, as informações necessárias são o nome da meta, as condições para avaliação e o valor a ser atingido a cada visita.

Número de páginas visitadas

Como configurar meta de duração de visita?

Para configurar uma meta de duração de cada visita, você deve fornecer os valores como o nome da meta, a condição e o tempo de visita que deve ser estabelecido como padrão para sua página.

Duração de cada visita no Analytics   Independente do seu tipo de meta, lembre-se sempre de clicar em salvar para armazenar sua meta corretamente nos servidores Google. O Google Analytics pode levar até 72 horas para fornecer os dados, mas geralmente em 24hs você já pode analisar alguns dados e comprovar se sua nova meta está funcionando de acordo com o esperado. Para isso, basta acessar um relatório de meta que fica no menu “Conversões”.

Viu? Configurar suas metas no Google Analytics é simples. Escolha o melhor tipo de meta para seus objetivos e tenha cuidado com a administração de suas contas. Essa semana falaremos muito mais sobre as várias ferramentas de SEO que você pode encontrar na internet, assunto que é tratado na aula do #OpenSEO dessa semana.

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Categoria Google Analytics

Google Analytics para Mobile: comportamento de usuários do celular

Mobile AnalyticsO Google informou que 3% a 10% das buscas feitas no Brasil vêm de celular e tem uma estimativa de que, até 2013, 10% a 25% do tráfego dos sites venha de dispositivos móveis. E você, analisa o comportamento dos usuários mobile em seu site?

O segmento Mobile

Google também revelou que 200 milhões de vídeos no YouTube são assistidos diariamente por celular. Inclusive, o Brasil é o quinto país com mais usuários de internet pelo celular, 76 milhões de usuários, segundo informações da International Telecommunications Union, Informa WCIS. Então temos um mercado com um potencial incrível para explorar!

Só em 2011 as buscas feitas por celular cresceram 600% no buscador Google e para os profissionais de SEO e PPC, um estudo da iCrossing de 2010 é muito importante: as posições 1 e 2 na SERP (página de resultados de busca) recebem 90% dos cliques.

Ok, todos esses números são impressionantes, mas como analisar o comportamento das pessoas depois que elas acessam o seu site? É sobre isso que vamos tratar agora.

Mobile Analytics

Mobile Analytics é o termo utilizado para descrever o trabalho de análise dos dados de navegação das pessoas em um site feito através de um dispositivo portátil, como o celular, smartphone, tablet e outros dispositivos portáteis que você acessa internet como o iPod.

A Google disponibilizou esse ano diversos recursos para quem quer fazer Mobile Analytics no Mobile App Analytics, um Google Analytics para quem possui aplicativos para celular. Porém, para a maioria das pessoas que tem um site e não comercializa aplicativos mobile, as informações que o Google Analytics fornece já permitirão  descobrir muito sobre o comportamento das pessoas no site.

Clique aqui para adicionar o Relatório do Mobile Analytics na sua conta do Google Analytics – você não vai compartilhar dados da sua conta, apenas vai adicionar um formato de relatório customizado, criado por mim e compartilhado para os leitores da Conversion.

Relatório do Mobile Analytics

Na primeira página você visualiza os números do tráfego vindo de dispositivos móveis, com informações sobre a marca, o aparelho, visitas, média das páginas acessadas por visita, média da duração da visita, percentual de novas visitas, taxa de rejeição (pessoas que saíram do site sem ter clicado em nenhum lugar) e quantidade de metas concluídas. Esses dados ajudam a identificar a facilidade ou dificuldade que as pessoas encontram no site, bem como o perfil de cliente que converte mais.

Quando você clica no Grupo de Métrica M-commerce (mobile commerce) você visualiza as vendas e a receita gerada por usuários com cada tipo de aparelho. Essas informações são muito boas pois se você vende mais para pessoas com iPad e iPhone, você pode criar anúncios que serão exibidos somente para eles, diminuindo assim o gasto das campanhas e aumentando a taxa de conversão.

Métrica M-commerce

Na aba Palavra-chave você descobre quais são as palavras que geraram conversão e receita através de celulares e outros dispositivos móveis. Ao clicar na palavra-chave você sabe quais são as Landing pages que tiveram mais resultados. Ainda é possível clicar na Landing Page e ver quais aparelhos as pessoas usavam.

Palavra-chave

Na aba Landing Page você tem as mesmas informações que a anterior, com a diferença que você visualiza as páginas que geram mais conversões e receitas. Uma estratégia de Mobile SEO é se concentrar nessas páginas que geram mais vendas, ao invés que querer fazer que todas as páginas do site sejam perfeitas para mobile, esse trabalho segmentado economiza esforços e garante bons resultados.

Mobile SEO

Ao clicar na Landing Page você descobre as palavras-chave que levaram para ela e depois clicando na palavra você descobre os dispositivos.

Com esse Relatório você consegue dar os primeiros passos de Mobile Analytics e pode visualizar as informações por diferentes ângulos. Para quem quer começar a medir o trabalho de Mobile SEO pode utilizar outro relatório clicando aqui para ver o comportamento dos usuários que vieram somente de tráfego orgânico.

Boa diversão para todos!

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Categoria Google Analytics

Como identificar o tráfego de Twitter “escondido” no Google Analytics

Twitter Analytics

Você provavelmente não está acompanhando pra valer todo o tráfego que vem do Twitter. Segundo apuramos, pelo menos 75% do tráfego do Twitter pode estar aparecendo como “direto” nos relatórios do Google Analytics.

O Google Analytics é, como sabemos, uma ferramenta muito completa mas em alguns casos não é completamente eficaz. Verificamos uma grande dificuldade em acompanhar o tráfego vindo do Twitter, porque uma parte significativa dos usuários do Twitter não utiliza o domínio twitter.com nem o redirecionador do t.co, mas sim mobile ou outros aplicativos.

Sabemos que o Google Analytics só é capaz de saber o tráfego quando há uma página de referência. Ou seja, basicamente o Analytics só é capaz de identificar tráfego que provém de um clique no browser ou de outras fontes, desde que esteja usando o sistema de tagueamento de URL, o que funciona muito bem principalmente em campanhas de e-mail marketing ou quando o tweet é de sua própria conta.

Mas não há vivalma que tagueie com o Analytics antes de compartilhar o seu link. Entretanto, podemos analisar esse tráfego e chegar à conclusão de que boa parte dele é do Twitter.

Como saber se o tráfego vem do Twitter?

Por “probabilidade”.

a) O tráfego direto institucional geralmente aponta para a home do site, inclusive a maior parte do tráfego de “favoritos” e “bookmark”. Por isso, é presumível que o tráfego direto para páginas internas venha do Twitter.

Para saber a página de destino do tráfego direto, basta clicar em Fontes de Tráfego > Todo o Trafégo >  (direct / none)  no Google Analytics. Depois, em dimensão secundária, depois escolha a opção “Página de destino”. Faça como na imagem abaixo:

Analytics: descobrir página de destino

b) Você pode analisar os links compartilhados através de uma ferramenta como HootSuite, criando um “Stream” para o seu domínio.com.br. Você também poderá descobrir manualmente pela busca do Twitter, mas não é muito eficaz.

c) Compare os dados de compartilhamento. Obtivemos as seguintes informações analisando ambos os relatórios um único dia  (coluna da esquerda é o HootSuite, da direita o Google Analytics), que decerto foram muito úteis, e ainda que o HootSuite infelizemente não seja 100% confiável deu para ter uma boa ideia.

Tráfego escondido no Analytics

 

Incrível, não é?!

Use a criatividade e você descobrirá muito mais informações relevantes com o Analytics em modo avançado.

Até o próximo post.

 

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Categoria Google Analytics

Acompanhando no Google Analytics a otimização de imagens

Relatório de Otimização de ImagensRecentemente publicamos um post sobre Otimização de imagens para SEO que despertou o interesse de muita gente. E um dos comentários do post foi: “Como identifico no (Google) Analytics o tráfego vindo do Google Images?”.

Este post foi feito para responder a essa pergunta e permitir que você monitore o resultado das ações para otimizar imagens, com relatórios personalizados do Google Analytics.

Conteúdo original para otimizar imagens

Se você quer otimizar imagens para uma determinada palavra e quando você procura por essa palavra no images.google.com não aparecem imagens do seu site, é necessário rever suas estratégias. Veja nosso post sobre SEO imagens para ver as ações básicas para realizar.

Outro ponto que pode atrapalhar o desempenho é utilizar imagens prontas da internet e já indexadas pelo Google.  Quando você faz isso o Google geralmente não vai posicionar você na frente de outro site que publicou a mesma imagem antes. Vale a pena gastar uns minutos criando uma imagem original que o Google vai identificar como única.

Você percebe assim que o Google valoriza conteúdo autêntico, inédito. Isso serve tanto para texto, quanto para imagens, vídeos, etc.

Visitas do Google Imagens no Relatório Google Analytics

Infelizmente, o Google deixou de fornecer os dados de palavras-chave na busca por imagens. Entretanto, é possível trabalhar com relatórios avançados para saber quais são as páginas que recebem as visitas. Uma vez que o parâmetro “alt” das imagens é o principal critério do Google, você poderá usá-lo para ter ideia da palavra-chave buscada.

Clicando aqui você pode adicionar este relatório personalizado criado pela Conversion em qualquer conta Google Analytics e ver o seu desempenho de imagens otimizadas (somente será importado o formato do relatório, os dados das contas Analytics não são compartilhados). Com ele, você poderá analisar o tráfego para cada uma de suas páginas vindo do Google Imagens.

Relatório de busca de imagens para otimizar imagens

 

No relatório Relatório Busca de imagens Conversion você pode ver quais páginas receberam visitas através do Google Images, quantas visitas teve cada página e a porcentagem de novas visitas. Com esses dados é possível analisar o público e os interesses que você está atraindo através da otimização de imagens.

Com o Relatório Busca de Imagens Conversion também consegue-se analisar o comportamento das pessoas que visitam o site após clicar na imagem: a quantidade de páginas o visitante acessou, a duração média da visita e taxa de rejeição, isto é, a porcentagem de pessoas que saíram do site sem ter clicado em nenhum lugar do site.

Esses dados são muito úteis, mas quando aplicado em vendas de e-commerce ficam mais divertidos ainda.

Otimizar imagens para vendas de e-commerce

 

Este e-commerce recebeu 1.233 visitas em um mês vindas da busca por imagens e com essas visitas gerou R$941,15 em vendas, ou seja, o retorno foi de quase R$1,00 por visita.

É claro que esse não é um padrão para todos os segmentos de e-commerce, mas essas informações mostram o potencial de receita gerada a partir de imagens otimizadas. Mesmo que o tráfego seja menor do que 2% do total do site, você não vai querer desperdiçar possíveis vendas geradas a partir da otimização de imagens, ou vai?

Como diz Shewart, Deming e a Norma ISO 9000 repete, o importante no trabalho é planejar, executar, verificar e agir para melhorar sempre a performance. Boa diversão com o trabalho de otimização de imagens!

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