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Por que sites orientados a AdSense estão sendo punidos

DinheiroDesde o ano passado, quando foi lançado o update Panda, e este ano, com o update do Penguin, um número nada pequeno de sites sofreu com a perda de tráfego. Em linhas gerais, o update do Panda tem o objetivo de eliminar o SEO Off Page, como compra de links e link building desqualificado, enquanto o Penguin visa a banir ou punir sites que otimizam muito o On Page, termo conhecido como ‘over optimization‘.

Várias pessoas que jamais compraram um link começaram a sofrer pesadamente com o Google Penguin – e algumas vêm me pedir alguma luz no fim do túnel. Uma parte significativa desses sites são, como costumo chamar, “orientados a AdSense“. E o meu prognóstico é que, cada vez mais, esses sites percam tráfego.

Como vocês sabem, gosto de fazer uma análise geral e entender tanto os objetivos comerciais do Google quanto o seu empenho sincero em construir um algoritmo mais eficaz, isto é, que traga os resultados que desejam seus usuários.

Primeiro, vamos entender por que o Google está punindo ou banindo esses sites orientados a AdSense e depois por que essa não é uma atitude comercialmente desfavorável à gigante de Mountain View.

Google Penguin, doorway pages e conteúdo de qualidade

99% dos sites orientados a AdSense vivem da técnica Black Hat chamada doorway pages, ainda que tenham um conteúdo de relativa qualidade. Portanto, saibam os leitores que não são inconciliáveis técnicas de Black Hat e conteúdo de qualidade.

Além do mais, embora possam ter páginas com alguma qualidade, o site como um todo não é confiável pois os artigos em sites orientados a AdSense parecem criados com basicamente 4 macetes e uma meta (ganhar visitas a todo custo):

a) Consulta de palavras-chave no Google Keyword Tool;
b) Títulos com alguma palavra-chave exata, abusando deste segredo de SEO e resultando em doorway page;
c) Artigos que analisam só o potencial de busca, geralmente identificado com atraso.
d) Blocos de anúncios atrapalhando a leitura do conteúdo (já viram o algoritmo do Page Layout?).

Em resumo, os proprietários desses sites aprenderam a escrever artigos robustos, porém não pensaram que um conteúdo de qualidade começa com uma linha editorial consciente. Sem linha editorial, não há público-alvo contemplado senão os paraquedistas. Daí, se deduz que esses sites cedo ou tarde caiam, porque os artigos podem ter qualidade mas o site não é confiável. Se o site não é confiável, como os artigos seriam?

Sites não têm linha editorial

Reitero que 99% dos sites orientados a AdSense são focados em paraquedistas, isto é, pessoas que caem no site “por acaso” pesquisando no Google.

Eu entendo que um bom site, antes de ter um texto bem escrito, começa com um público-alvo bem definido e uma linha editorial. Por exemplo, nós no Blog da Conversion escrevemos para pessoas interessadas em SEO e Marketing Digital, portanto jamais publicaríamos um texto sobre os resultados de um jogo de futebol, ainda que aumentasse o tráfego de nosso site.

Seria injusto que nosso site fosse punido por escrever sobre SEO, ainda que discordássemos do Google em algum aspecto; mas seria justo que fosse punido por escrever um texto só para aumentar as visitas.

E é isso o que acontece com praticamente todos os sites orientados a AdSense.

Por que no passado não era assim?

Sim, durante “séculos”, digamos assim, sites orientados a AdSense bombavam nas SERP.

O motivo de isso acontecer podiam ser três, que se complementam, ao gosto do freguês:

a) O Google lucrava com o AdSense bem posicionado;
b) O usuário era menos criterioso e a Internet fazia menos parte das vidas de nossa sociedade;
c) O algoritmo do Google não era tão eficaz.

Quanto à ineficácia do algoritmo do Google, a grande mudança no meu entender foi que o Google passou a entender o campo semântico de um site e aprimorou bastante o uso da autoridade de domínio e do Trust Rank (ou mozRank, para quem usa o SEOmoz). Também podemos destacar o Page Layout, que “entende” em que posição da página está o conteúdo que o usuário está procurando – e sites orientados a AdSense costumam atrapalhar a leitura, inserindo diversos blocos de anúncios antes da informação, como comentei.

Ok, podemos entender que o Google hoje é capaz de identificar sites ruins. Mas e seu lucro, como fica?

Remarketing, o novo lucro do Google

Meus caros, já ouviram falar do Remarketing?

Trata-se de uma modalidade de link patrocinado em que se anuncia, utilizando o Google AdWords, somente para quem já acessou determinadas páginas de seus site através da segmentação de listas de usuários. Como se trata de um público-alvo extremamente segmentado, os anunciantes podem pagar mais para exibir publicidade para esses usuários, o que aumenta a receita da Google.

Com o Remarketing, o Google pode valorizar muito mais os cliques de Display sem perder receita, talvez até a aumentando. Até porque cliques de paraquedistas são desqualificados, enquanto cliques de remarketing levam a uma conversão com ticket médio alto e muito poder de branding.

Aliás, ouvi relatos de publishers que tinham sites de qualidade e tiraram aqueles blocos de anúncios que antecediam o conteúdo e aumentaram suas receitas, isso porque os cliques gerados em seu site passaram a ter maior qualidade e maior CPC!

Meus conselhos aos AdSensers

Fazer sites para ganhar dinheiro com AdSense ou qualquer outro programa de afiliados não tem nada de errado. Assim como é certo uma pessoa trabalhar.

O problema, em ambos os casos, é trabalhar esquecendo o trabalho em si e focando exclusivamente nas receitas provenientes desse trabalho, como se este pudesse ser qualquer outro que desse dinheiro. O interessante é que, sem um compromisso maior com o trabalho, o mesmo torna-se desqualificado. Um banqueiro ou um jornaleiro devem ter compromisso em fazer o melhor trabalho, que o dinheiro correspondente ao seu trabalho virá pela natureza do capitalismo.

Portanto, os publishers de AdSense ou “AdSenzeiros”, com o perdão da palavra cafona, poderiam focar no seguinte:

1 – Supondo que tenham um site em que publiquem 30 artigos por dia, dividam esse esforço em 30 sites de diferentes nichos;
2 – Produza apenas um excelente conteúdo para cada um desses sites semanal ou diariamente (foque em qualidade, não quantidade);
3 – Não polua o site com blocos de anúncios, antes deixe o site limpo, facilite o clique no anúncio mas nunca deixe-o atrapalhar a leitura;
4 – Construa autoridade para cada um desses sites, o que certamente pode levar meses ou até anos;
5 – Tenha Fan Page, Twitter e newsletter para cada um desses sites, para fidelizar o usuário, o que é importante em SEO como você pode ler aqui;
6 – Fique rico com sites de qualidades e inabaláveis a qualquer update do Google!

Moderno SEO: você já conhece?

Por fim, o grande problema de muitas pessoas que fazem SEO é que elas não atualizam seus conhecimentos e estão fazendo um SEO da idade da pedra, brega e limitado. Portanto, chegou a hora de estar em dia com os conhecimentos de Otimização de Sites.

Produzi, há alguns meses, o seguinte webinar que pode sem dúvida dar uma luz sobre as mudanças do algoritmo:

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Google Disavow Links permite rejeitar backlinks negativos

Disavow LinksO Google é realmente uma máquina que não pára de lançar novas ferramentas ou otimizar ainda mais antigas ferramentas. Tudo com uma única intenção, tornar a internet um lugar ainda mais seguro e confiável para as pessoas que usam frequentemente a web.

Prova disso aconteceu na última terça-feira. Já eram quase 2 horas da manha e os engenheiros da área de desenvolvimento de ferramentas do Google ainda estavam de pé tramando algo grande. Foi então que, justamente às 01:43 da manhã do dia 16 de outubro, foi ao ar uma nova ferramenta Google, o Disavow Links.

A extensão promete ser uma nova arma ainda mais eficiente contra back links que podem ser prejudiciais à relevância de um site. O Disavow links oferece ao proprietário do site a opção de rejeitar ou banir backlinks não naturais para os domínios que estiverem adicionados ao Google Webmaster Tools. Assim, você pode mostrar ao buscador que tal link não é natural não foi criado pelo proprietário do site e assim evitar um possível prejuízo no “rankeamento” do site nas SERPs.

Por que usar o Google Link Disavow Tool?

Basicamente, a ferramenta é uma nova segurança à integridade de um site. Mas segundo alguns especialistas na área, o Disavow possui duas principais utilidades que devem ser consideradas por todos os usuários da internet.

A primeira está na prevenção. A ferramenta oferece a possibilidade de bloqueio para diretórios, blogs de baixa qualidade ou com conteúdo suspeito, perfis falsos e até mesmo ligações suspeitas no “footer” de outros sites. Todos esses links são as principais formas de ataque a integridade de um site, o chamado SEO Black Hat.

Já a segunda razão que levará você a usar o Disavow links está na reparação de erros. Essa oportunidade é ideal para quem sofreu com ataques repentinos que prejudicaram o SEO de uma página e, consequentemente, perdeu posição nos principais buscadores da web.

Pode ocorrer também de você ter contratado anteriormente uma consultoria de SEO que fazia black hat e você recebeu punições pelo trabalho errado que fizeram no seu site. Então o Disavow pode ser utilizado pela nova agência de SEO que deve fazer somente SEO White Hat.

Você pode escolher por 3 diferentes maneiras para filtrar seus backlinks. Através do filtro algoritmos que é feito com auxílio das novas atualizações do Google, o Panda e o Penguim. A filtragem também pode ser feita em ação manual, onde é possível escolher entre vários graus de gravidade. E por último banir um domínio de backlinks.

É importante ressaltar essa ferramenta só deve ser usada por quem fez SEO Black Hat ou fizeram seu site. Então não é todo mundo que vai usar essa ferramenta. Outro razão é que a pessoa que for utilizar essa ferramenta deve saber exatamente o que está fazendo pois usá-la de maneira inadequada pode prejudicar o seu site ao invés de beneficiá-lo.

Passo-a-passo Disavow Links

Nova ferramenta GooglePara começar a usar a ferramentas e se livrar de vez de todos os backlinks indesejados que podem prejudicar o seu site é muito simples. Comece acessando a página Google Link Disavow Tool e selecionando o site para o qual você quer bloquear links.

Vale lembrar novamente que o site deve estar adicionado antes ao Google Webmaster Tools.

Após selecionar o site, uma caixa de diálogo vai se abrir e solicitar que faça upload do arquivo contento os links que você deseja bloquear. O formato do arquivo é bem comum e deve necessariamente conter uma URL por linha.

Um arquivo base para você usar pode ser como o exemplo a baixo:

# Tentei entrar em contato com o dono do site www.sitedespam.com no dia 7/1/2012 to

# pedir a remoção dos links, mas ele não respondeu

domínio: www.sitedespam.com

# O do site  www.sitedespam2.com removeu a maioria dos links, mas faltou estes

http:// www.sitedespam2.com/pagina2309.html

http:// www.sitedespam2.com/pagina95826.html

http:// www.sitedespam2.com/pagina892034.html

Todas as linhas que possuem o jogo da velha (#) serão consideradas pelo Google como linhas de comentários. Nelas você deve explicar o motivo pelo qual você está pedindo o bloqueio dos seguintes links. Mas cuidado, não conte uma história triste porque não vai colar. O ideal é você escrever comentários rápidos como “Pedi a remoção do link, mas não obtive resposta”.

As linhas que possuem a palavra “Domínio” são aquelas onde você adicionará a URL que deseja bloquear. Felizmente também é possível excluir links de páginas específicas de um site, no caso do exemplo são os 3 últimos links adicionados.

O Google aceita arquivos de no máximo 2MB e em casos onde é necessário realizar a atualização da pasta, o proprietário terá que fazer o download do arquivo, modificá-lo e fazer o upload novamente. Se quiser, arquivos em .csv também podem ser usados para fazer upload das URLs.

Para explicar ainda melhor todas as vantagens e objetivos que o Google Link Disavow Tool possui, a empresa lançou um vídeo de aproximadamente 10 minutos. Nele é possível ver e ouvir Matt Cutts, um dos responsáveis pela ferramenta, apresentando os novos recursos que ela oferece aos usuários.

E aí? Depois de ler todas essas informações sobre a nova ferramenta Google, quais sãos seus comentários?

Até o próximo post.

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SEO após 65 atualizações do Google

SEO após 65 atualizações do GoogleE o Google mudou…novamente!

O Google, através de seu Blog de Search oficial, divulgou mais 65 atualizações no seu algoritmo de busca que foram implementadas nos meses de Agosto e Setembro. Na verdade, o anúncio dessas mudanças serve para reforçar algumas tendências que temos abordado ultimamente e também gera algumas reflexões sobre o futuro da busca na internet e do próprio SEO.

De um modo geral, o Google bateu forte nas teclas de Autoridade, Resultados Locais e Previsão do Comportamento do Usuário. Isto é, o buscador já sabe quem somos, conhece nossos hábitos de internet, possui muitas referências sobre nossos gostos pessoais, e agora está pronto para focar na personalização da experiência de navegação de seus usuários em sua página.

Vamos entender um pouco mais sobre o que mudou nesses três alicerces.

Autoridade

No que seus engenheiros chamam de projeto Page Quality, o Google afirma ter feito mudanças que nos ajudarão a encontrar em nossas buscas conteúdos de alta qualidade e de fontes confiáveis. Do meu ponto de vista, isto está totalmente relacionado à questão do AuthorRank, onde a relevância do conteúdo e a popularidade de um autor somadas a um site otimizado e com bom PageRank formam um conjunto perfeito para que esse site seja ranqueado nas primeiras posições.

Nesse modelo as fontes ganham muito mais importância, e em um futuro próximo dificilmente encontraremos aqueles sites de qualidade e procedência duvidosas posicionados em primeiro lugar porque possuem as palavras-chave na URL, um texto repleto de keyword stuffing e conteúdo de pouca qualidade.

Resultados locais

Nos EUA o algoritmo está priorizando bastante os resultados locais, no Brasil ainda não sentimos muito os efeitos das grandes mudanças anunciadas, algo que perceberemos em breve. O que podemos reparar é que as SERP mudam, inclusive no ranqueamento e posicionamento do Google Imagens, porém os resultados ainda não estão devidamente adaptados. Se você fizer uma busca por “restaurante japonês” e definir a sua cidade como Cuiabá, por exemplo, o terceiro resultado da busca orgânica tem como title “AOYAMA – O Melhor Restaurante Japonês de SP”. Um tanto contraditório, não?

De qualquer forma, com certeza essas mudanças chegarão em breve para o Google Brasil, e assim poderemos perceber as alterações nos resultados locais.

Previsão do Comportamento do Usuário

O que mais me deixou intrigado desse post do Google foi justamente uma atualização referente à previsão do comportamento do usuário. A mudança em si já parece assustadora, mas a maneira como ela está descrita fez meu coração pulsar um pouquinho mais acelerado. Em tradução livre, seria algo do tipo “…Agora o Google vai prever não apenas o complemento das palavras-chave que você está digitando (nesse ponto ele está se referindo à função de autocompletar quando começamos a digitar uma palavra no campo de busca), mas a sua verdadeira intenção (no caso, eles usam o termo real-world thing)”.

Ou seja, baseado nas informações que o Google já tem sobre nossos hábitos, ele promete apresentar resultados que nos entreguem com maior precisão o que estamos procurando de verdade. Por exemplo, uma pessoa que costuma comprar muito na internet, pesquisaria por “Fernando Pessoa” e encontraria uma SERP com vários e-commerces onde ela poderia encontrar livros desse autor, enquanto uma pessoa que costuma ler bastante na internet e que pesquisa pelo mesmo termo receberia uma SERP com sites que contém sua história de vida.

Apesar de eu pessoalmente não ter percebido nenhuma mudança significativa quanto a essa questão (se alguém tiver, manifeste-se!), isso reforça a tendência de que em breve teremos SERPs totalmente personalizadas.

Resultados personalizados, SEO personalizado

E como não pode faltar, vem agora aquela velha pergunta: e o SEO com isso?

Pois bem, ao se falar em autoridade, não tem muito segredo: vamos colocar a mão na massa. Temos que fazer bem o nosso marketing digital pessoal e nos esforçar ao máximo para sermos ativos nas redes sociais, escrevermos com certa frequência um conteúdo original para ser publicado Blogs relevantes, dar mais atenção ao Google Plus e vinculá-lo a toda e qualquer produção nossa de qualidade na internet.

Já quando falamos em resultados locais e previsão do comportamento do usuário, aí a coisa começa a esquentar. A grande sacada é que quanto mais personalizados forem os resultados do Google, mais personalizado deverá ser o SEO. Isto é, deveremos focar cada vez mais em nichos de mercado e talvez formular estratégias diferentes para cada grupo de palavras-chave (assim como os grupos de anúncios do Google AdWords).

É uma questão de fazer testes. O bom é que quem começar a testar agora, já estará preparado para quando a mudança chegar e poderá sair na frente.

Há um mundo novo se abrindo para o SEO.

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AuthorRank: mais relevância para autores em SEO

Author RankComo vocês já sabem, o Google constantemente está atualizando o seu algoritmo para apresentar resultados nas SERP cada vez mais relevantes e, digo mais, personalizados para seus milhões usuários. E a novidade da vez, que não é tão nova assim, e que vem gerando murmúrios aqui e ali no mercado internacional de SEO, é a implementação do AuthorRank – que muitos acreditam que chegará em breve.

O AuthorRank seria uma mudança no robô do Google que passaria a dar mais relevância para o agente produtor de conteúdo na web. Ou seja, uma nova maneira de ranquear os resultados seria baseada na importância do próprio Redator de um site ou blog, o que envolve diversos fatores que explicarei mais adiante.

Obviamente, o PageRank não seria deixado de lado. Acredita-se que esses dois parâmetros possam trabalhar em conjunto para relacionar aspectos sociais do autor com as qualidades do site ou dos sites para quais ele escreve, resultando em uma SERP com conteúdo original, de autoridade e veiculado nos portais de maior circulação na internet. Interessante, não?

Será que o Google dará tanta importância assim ao autor dos textos?

Essa é uma boa pergunta, e que deixa os spammers e os aventureiros do SEO de cabelos em pé. Eu acredito que sim, e como disse AJ Kohn em seu blog Blind Five Year Old, já não é uma questão de “se”, mas uma questão de “quando”.

Como eu disse no começo, a novidade não é tão nova assim, pois já estavam rolando vários indícios de que essa questão social logo menos invadiria as SERPs. Segundo Mark Arnesen, em um post no SEOMoz, o Google vem trabalhando desde 2005 no primeiro protótipo do que hoje é o Google + já com a intenção de captar informações mais aprofundadas sobre os seus usuários e também sobre as suas relações de interatividade com conteúdos.

Hoje, isso já é uma realidade, e ainda por cima com a chegada à liderança de seu navegador, o Chrome, o Google já tem em mãos uma quantidade enorme de dados que são suficientes para adotar uma postura como o AuthorRank. Como um indicativo, vocês já devem ter percebido que, para muitos resultados, as SERPs já apresentam o perfil do Google+ dos autores dos artigos.

Imagem na SERP

É verdade que, no Brasil, muitos profissionais, não apenas do SEO mas de todos os mercados, ainda consideram que o Google + ainda está engatinhando. Mas não podemos enxergar isso como um empecilho para o Google, e sim como uma oportunidade de fortalecermos a nossa imagem e a de nossos clientes para ficarmos preparados para quando o AuthorRank pintar.

Como nos prepararmos para a chegada do AuthorRank

Primeiramente, é necessário focar no SEO moderno que estamos sempre falando em nossos posts, produzindo conteúdo original e de qualidade, conseguindo bons links (nada de link building black hat), interagindo e marcando presenças nas redes sociais relevantes e, acima de tudo, pensando na experiência que o usuário terá no seu site.

Além desses, há alguns outros fatores que agregarão valor aos autores em si, são eles:

- O número de círculos de amizade no G+
- O próprio AuthorRank desses círculos (é importante se conectar com pessoas importantes)
- O número de interações de seus posts (Likes, Tweets, G+, comentários)
- A sua presença e relevância em outras mídias sociais
- A autoridade dos sites onde você publica os seus artigos (assim como seus PageRanks)
- A frequência com que você faz publicações

Portanto, está na hora de trabalhar melhor o marketing pessoal, pois combinando o bom SEO com produtores de conteúdo relevantes, o seu site será melhor ranqueado. Vão aqui algumas dicas práticas de como você pode fazer isso:

- Se você ainda não tem, crie um perfil do Google +
- Feito isso, vincule todo conteúdo relevante que você produz ao seu perfil – dessa forma inclusive a sua imagem vai aparecer nas SERPs
- E não se esqueça de utilizar o Google + constantemente
- Escreva artigos matadores e completos sobre assuntos relacionados ao seu segmento
- Procure Guest Blogs relevantes e se ofereça para postar com alguma frequência
- Interaja com posts de outras pessoas relevantes através de comentários construtivos

E é isso aí. Pode vir, AuthorRank!

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Conteúdo pirata será critério de punição no Google

Conteúdo pirateado será critério direto de punição de sites segundo o GoogleNo começo da semana, por meio de seu Blog Oficial, o Google anunciou que com o intuito de facilitar que os usuários encontrem fontes de conteúdo legítimas e de qualidade, colocará em prática na próxima semana mais um critério de peso no ranqueamento dos sites nas SERP: o número de denúncias relacionadas a direitos autorais.

Ou seja: conteúdos duplicados e qualquer outro tipo de apropriação sem a devida referência ou créditos farão com que o robô do Google considere o site de má qualidade e o apresente em posições bem desfavoráveis nos resultados de pesquisa.

Nada mais justo, sendo que a produção de um bom conteúdo focado na melhor experiência para os usuários é uma das partes mais importantes tanto do SEO On Page, através dos textos otimizados em cada página de um site, tanto do SEO Off Page, escrevendo conteúdos originais e de autoridade para Blogs e Redes Sociais com o intuito de conseguir mais links.

A subvalorização da propriedade intelectual

Principalmente na internet, a noção que muitos têm em relação a propriedade intelectual é muito vaga e imprecisa. Até que ponto dois textos podem ser considerados semelhantes? A partir de qual percentual  de similaridade entre os tópicos e palavras-chaves irá desviar a atenção dos mecanismos de busca (ou até mesmo dos autores originais)?

A verdade nua e crua é a seguinte: se não quer ter preocupações dessa natureza, simplesmente transforme o seu conhecimento prático em palavras e escreva um texto a partir de suas próprias concepções. Com certeza há uma possibilidade de abordagem de diferente ou novos insights mesmo sobre os assuntos que já parecem estarem esgotados de discussões.

Não tenha vergonha de dar créditos

Não é vergonha nenhuma dar créditos para um autor que teve uma sacada muito boa (que nós mesmos queríamos ter pensado) mesmo sendo seu concorrente no mundo dos negócios. Os usuários que passarem pelo seu site e verem o link de referência com certeza darão maior credibilidade ao conteúdo e consequentemente à sua empresa, por estar sendo transparente e compartilhando conhecimento. Eles gostam do conteúdo indicado e voltam. Seu objetivo deve ser fidelizar usuários.

Inclusive, estamos estudando internamente uma dinâmica de Guest Posts para quem tiver interesse em escrever para o Blog da Conversion. Em breve divulgaremos mais informações sobre o assunto, aguardem!

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Links com palavra-chave exata na âncora não são naturais?

Links com palavra-chave exata na âncora não são naturais?Hey!

Desde o lançamento do Google Penguin, em maio/junho deste ano, muito se tem falado a respeito da maneira como o update do Google tem saído à caça da ‘over optimization’, que basicamente consiste em você otimizar demais o seu site, aproveitando “falhas” do algoritmo.

Essas “falhas” não são necessariamente falhas em si, uma vez que o Google de uma maneira geral presume que o proprietário de um website está bem intencionado ao fazer isto ou aquilo. Por isso, otimizações em um site muito semelhantes, em determinado contexto podem ser Black Hat, em outros não. O que torna algo black hat é a intenção de manipular o algoritmo do Google, o que é bem diferente de querer ficar no primeiro lugar, diga-se de passagem.

É seguindo esta linha que pretendo analisar o link building com palavras-chave exatas na âncora, e outras técnicas de SEO que funcionam.

Não pensemos em que ‘O que pode e o que não pode’

Não me parece que devemos fazer SEO porque isso pode, aquilo não pode. O pensamento que deve estar subjacente ao trabalho de SEO é “Isto ajuda ou não ajuda o usuário e a web?” É claro que, coisas que não podem vão surgir muitas vezes de algo que não contribui para o usuário nem para uma web melhor.

Ao meu ver, a verdadeira cruzada do Google Penguin é contra as door way pages, que que consistem basicamente em você usar o grande segredo de SEO para o lado negro da força. Idem para links com keyword exata. De todo modo, há muitos comentários em sites e blogs, inclusive neste interessantíssimo post O novo link building é novo mesmo?, de Aline Aguayo, em que se discute o link building pós-Google Penguin. E é sobre isso que vamos debater agora.

Um dos pontos levantados por ela é que links devem ser feitos de maneira natural, e que linkar com a palavra-chave exata não seria natural, e que o Google Penguin está dando prioridade aos links naturais… Vejamos nas palavras da própria Aline:

“Isso porque, se fossemos pensar como usuários comuns, que sequer sabem da existência desse universo paralelo chamado SEO, linkaríamos utilizando keyword exata? No mááááximo, faríamos de uma frase o anchor, ou, iríamos recorrer aos junk anchors: clique aqui, veja mais, informações, visite o site… E por aí vai, caso contrário, seria exatamente o que ele disse.”

Não acho que a Aline esteja de todo errada, mas neste artigo quero explicar porque não vejo problemas em linkar com a âncora exata e que isto não é necessariamente Black Hat. Afinal de contas, como toda técnica de Black Hat, vai depender da intenção de manipular ou não o algoritmo do Google.

É possível obter 10.000 links com âncoras exatas sem ser Black Hat, muito embora seja improvável.

A usabilidade dos links

Links não precisam ser naturais e espontâneos. Eles precisam ter usabilidade.

Quando pensamos em linkar de uma maneira que usuários leigos de Internet linkam, já deixamos de fazer algo que para nós seria ‘natural’. Assim sendo, parece-me que não devemos pensar em coisas serem natuais ou não, mas sim em serem boas ou más.

Pois bem, a verdadeira função dos links é mostrar para o seu leitor a relação entre uma página e outra. Assim como não é “natural” gastarmos horas validando um código-fonte, pesquisando palavra-chave ou desenvolvendo estratégias de SEO, parece-me que sob o argumento de “naturalidade” teríamos de esquecer que SEO existe.

Como se houvesse um problema em fazer SEO, como se estivéssemos fugindo da polícia.

Peraí!

Nós, que fazemos SEO, somos um dos mais importantes colaboradores para que o algoritmo do Google seja tão eficaz em trazer resultados para seus usuários. Se não fosse o trabalho de SEO, certamente o Google deixaria muito a desejar, principalmente em termos de palavras-chave long tail. Se não fosse o trabalho de SEO, utilizando palavras-chave exatas na âncora, seria difícil para o Google organizar todo o catatau de informações de que dispõe em sua base de dados.

Deste modo, tire as palavras-chave exata de uma âncora e o Google perde 80% de sua precisão. Ao contrário de nós, SEOs, pararmos de fazer links com âncoras, deveríamos ensinar todo o mundo a só usar âncoras com palavra-chave exata na âncora. Isso é uma questão de usabilidade e não julgo que o Google veja isso de outra maneira.

Obviamente, o que não pode é usar esse conhecimento em si bom para manipular os resultados. Nem usar uma keyword exata em um contexto que não ajudaria o usuário.

É natural usar palavras num link

Para mim, não é espontâneo eu linkar qualquer página sem uma palavra-chave na âncora.

Faço isso porque, assim como aprendi, sei lá, alguma coisa sobre biologia no colégio, também aprendi que as palavras-chave exatas na âncora tornam a web mais semântica e usável. Como se “natural” ou “espontâneo” servisse só para pessoas que não pensam em SEO. Há coisas que são naturais para SEO e isso é bom para a web.

Canso de linkar sites com os quais eu não tenho nenhuma relação direta ou indireta com palavras-chave na âncora porque acho que têm um bom produto! E que assim eu tornarei a web mais semântica. Será que… o Google me acusaria de Black Hat com um site com o qual não tenho relação? Creio que não.

Pois bem, e assim como é natural usar palavras-chave em um link também acho natural repetir palavras-chave em um texto, porque isso retém a atenção do leitor e não dispersa seu foco. É claro que o Google valoriza cada vez mais o uso de sinônimos e trabalho de campo semântico, mas ainda que o algoritmo do Google passasse a priorizar exclusivamente o uso de sinônimos eu acredito que uma razoável densidade de keyword é fundamental para compreeensão do texto e não seria eu a parar de usá-la. Precisamos entender o que funciona para o Google, mas focar no usuário; a minha pergunta é, sempre, “estamos sendo bons ou maus?”

Em qualquer que seja o caso, o que não pode é fazer uma coisa para manipular o algoritmo do Google. E com “manipular” eu não quero dizer ficar bem posicionado, porque o objetivo de todo mundo em uma estratégia de SEO, ou toda estratégia de marketing, ou com um simples site, é sem dúvida nenhuma querer o primeiro lugar. Quem não quer os primeiros lugares? E quem há de dizer que isso não é natural? Que a competitividade não é natural no ser humano?

Vale tudo, menos manipular

Por outro lado, uma vez que sabemos que o algoritmo do Google tem as suas “falhas” não podemos fazer nenhuma estratégia de SEO pensando em ganhar do concorrente em cima dessas falhas. Temos de retribuir a confiança que o Google tem em bons sites.

Vamos supor que se descubra que repetir exatas 17 vezes uma palavra-chave numa página garantiria a posição em sites com exatas 17 páginas. Quem fizesse SEO pensando nisso, isto é, pelo simples fato de ficar bem posicionado, estaria fazendo Black Hat. Agora, quem construísse um bom site utilizando de maneira indireta a hipótetica informação das17 páginas, e o fizesse porque seria BOM para o usuário encontrar aquela informação, eu não vejo por que teria de haver alguma punição.

Porém, se o site indiscutivelmente pedisse 19 páginas e o cara não criasse as outras duas, estaria fazendo black hat. Black hat, portanto, é uma questão de persepctiva.

Bom para SEO, bom para o usuário

O consumidor é o último a saber que alguma coisa é boa para ele, essa é uma das regras do marketing.

É clássica, aliás, a frase de Ford, que dizia que se fosse perguntar a opinião de seus consumidores ele teria construído cavalos mais rápidos em vez de carros. Com SEO, é a mesma coisa: se fôssemos perguntar para um usuário como fazer links, eles falariam “coloque a URL”, “coloca um ‘clica aqui’”, mas os leigos – justo porque são leigos – não entendem patavinha de como linkar.

Quem estuda SEO e Web a fundo é que sabe a melhor maneira de linkar. Não somos nós que devemos fazer links como os leigos, mas são os leigos que deveriam deixar de ser leigos e fazer links como nós.

A Globo.com faz Black Hat? No creo…

Agora, peguemos um exemplo o rodapé da Globo.com, que é um site que eu não leio mas que acho que tem os melhores desenvolvedores do Brasil – de designers ao responsável pelo SEO. Seguindo o argumento de ‘naturalidade’, a Globo.com está fazendo Black Hat. Já eu, acho que esse site é um exemplo de White Hat SEO de primeira, altíssimo nível mesmo. Pegaram algo que era utilizado por SEO Black Hat e transformaram em algo bom para o usuário.

Analisem bem: tudo com palavras-chave na exata, sem nenhum clique aqui, sem nenhuma frase no link e ainda por cima apontando para OUTROS SITES (subdomínios ou outros domínios). Enfim, tudo o que se poderia dizer que é um Black Hat. Mas não é. Eles estão tornando a web mais semântica. E é nisso que um SEO deveria: usar seus conhecimentos de SEO para tornar a web mais semântica e com mais usabilidade!

Rodapé Globo.com feita para SEO

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Novo algoritmo do Google Imagens traz oportunidades para SEO

Atualizações no Google Imagens e uma nova oportunidade para SEOO Google anunciou esta semana, através de um de seus Blogs Oficiais, três grandes otimizações no algoritmo para a busca por imagens para torná-lo mais eficientes e apresentar os resultados desejados pelos usuários. A preocupação com o mecanismo se deu em consequência da grande receptividade dos internautas desde o surgimento da funcionalidade de buscas por imagens, no ano passado, que muitas vezes acessam diretamente o images.google.com para pesquisar.

Em tradução livre, as mudanças foram batizadas de Buscas Melhores e Mais Inteligentes (Smarter Best Guesses), Gráficos de Conhecimento (Knowledge Graphs) e Resultados Mais Específicos e Atualizados (Fresher e Deeper Results).

Smart Best Guesses

Para tornar os resultados de busca melhores e mais inteligentes, o Google não tentará mais “adivinhar” o que você está buscando pela palavra-chave que você digitou em si, e sim pelo que ela representa (analisando o campo semântico).

O exemplo que eles dão foi o seguinte: antigamente você arrastava para o buscador uma imagem chamada “bird of paradise hawaii”, uma flor popular no Havaí, e ele apresentaria resultados referentes à palavra “flower”, de maneira genérica; agora, ao buscar pelo mesmo conjunto de palavras ”bird of paradise hawaii”, ele já consegue exibir com maior precisão resultados relevantes.

Smart Best Guesses

Knowledge Graphs

Ainda em aprimoramento, o Google também passará a exibir informações complementares sobre as palavras-chave de sua busca, como uma minibiografia de um artista, localização e história de monumentos e etc. No exemplo abaixo, também fornecido pelo Blog, uma busca pelo Castelo de Neuschwanstein, na Alemanha, apresenta um quadro na lateral direita com um texto de apoio falando sobre o local.

Knowledge Graphs

Fresher and Deeper Results

A terceira e última atualização pode ser também a mais interessante para o trabalho de SEO. O Google afirma ter aumentado a sua indexação de páginas para imagens semelhantes com conteúdos mais profundos e mais atualizados sobre a imagem em questão. Isto é, ao arrastar uma imagem diretamente para o buscador, ele apresentará uma lista de sites com a mesma imagem buscada originalmente, rankeando os sites de acordo com os seus conteúdos.

Portanto, é mais uma oportunidade para os e-commerces gerarem tráfego para o seu site: através das imagens dos produtos.

Agora se torna indispensável conferir o post de Diego Ivo sobre Otimização de Imagens.

Quem faz SEO inovador deve estar sempre a frente, até mesmo nas imagens.

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Categoria Google Updates

Como o Google Penguin está punindo a ‘over optimization’

Google PenguinComo observamos em post recente, o Google Penguin representa um importante avanço do algoritmo do Google e está penalizando sites que, embora muitas vezes não pareçam black hat, aproveitavam-se de falhas do algoritmo do Google. É o que chamamos de ‘jeitinho hat’, muito comum alias em terras tupiniquins.

A maioria dos sites não tem por que se preocupar, desde que esteja criando conteúdo relevante e focando no usuário. Entretanto, convém entender um pouco mais a fundo técnicas que vêm sendo fortemente combatidas pelo Penguin e saber como fazer Otimização de Sites agora e se o seu site foi ou não contemplado com uma punição pelo Google Penguin.

Over optimization

De uma maneira geral, o Google Penguin vem combatendo a “over optimization”. Mas o que vem a ser a over optimization?

Fazer a otimização de site é uma coisa importante, para seu site ser encontrado pelos buscadores; mas essa otimização não pode ser exagerada, isto é, feita mais para os buscadores do que para os usuários.

Over optimization, como o próprio nome sugere, é otimizar demasiadamente o seu site; construir todo um site focado no robô de busca, utilizando exaustivamente as técnicas de SEO, comprando domínios domínios com palavras-chave, criando páginas inúteis, ao mesmo tempo em que cria uma experiência pobre de navegação para o usuário.

Confira as técnicas de black hat que mais têm sofrido com o Google Penguin:

Doorway pages

São páginas criadas exclusivamente para os robôs de busca.

Como falamos no post de um dos segredos do SEO, é importante ter a página mais relevante para uma única palavra-chave. Entretanto, você não pode ficar criando muitas páginas quase que idênticas simplesmente para angariar tráfego de palavras-chave semelhantes.

Ao meu ver, esta foi a tática que o Google Penguin, sabiamente, mais combateu. Com a punição desses sites, será melhor a recompensa para quem vem sempre fazendo um bom trabalho de SEO.

É preciso uma análise para, de fato, criar páginas únicas, específicas e relevantes para o usuário. Se não souber o impacto do que está fazendo, simplesmente não faça.

Links externos

Cuidado com os sites que você linka. Cada link na Internet funciona como um “voto”. Quando você linka para um site, você atesta a qualidade daquele site.

Até aí tudo bem.

Entretanto, se você linkar sites ruins, o algoritmo do Google irá identificar que você tem uma má vizinhança. Bem, talvez você se lembre daquela máxima que os antigos diziam: “diga-me com quem andas, e direi quem és”… O Google leva essa regra à risca!

Portanto, avalie bem a qualidade do site que você irá linkar. É preciso saber identificar se o site ou a página que você linka são confiáveis ou não. Jamais linke sites de pirataria, pornografia, vírus ou qualquer site duvidoso; muito cuidado com sites que existem só para angariar tráfego de busca orgânica. Muito cuidado!

Entretanto, não cometa o erro contrário, que é ficar sem linkar sites. Os links são importantes e você precisa criar um elo entre os sites da web, do contrário o algoritmo do Google entenderá que seu site é uma ilha. E a Internet não é feita de ilhas, mas sim de sites que linkam outros sites qualificados.

O Google procura sites que linkam outros, para entender o tópico e a relevância de cada um dos sites. Portanto, linke; mas linke sites que sejam relevantes para o seu usuário.

Backlinks

Ao meu ver, os backlinks (links que seu site recebe) também começaram a ser mais vistos com mais rigor pelo update Google Penguin; entretanto, a grande mudança desses links começaram no ano passado, com o Google Panda. Agora, há uma intensificação do que já existia.

Convém evitar todos os backlinks fáceis, isto é, links que todos podem conseguir ou links que existam só para manipular o algoritmo do Google e conseguir melhores posições. Evite links de:

  • Diretórios de sites
  • Diretórios de artigos
  • Troca de links
  • Rede de links
  • Links comprados
  • Qualquer esquema para conseguir links

Os backlinks não são vistos isoladamente, até porque seu concorrente poderia trabalhar para gerar “spam links” para o seu site e assim acarretar em uma desmerecida punição; todavia, na medida em que seu site mostrar-se suspeito por outras técnicas, o fato de voce ter esses links de baixa qualidade poderá vir à tona e seu site ser punido.

Mau conteúdo

O mau conteúdo muitas vezes está intimamente ligado ao doorway pages. Ao contrário do bom conteúdo para SEO, o mau conteúdo não está procurando entregar algo de qualidade para o usuário mas sim para os robôs.

Os maus conteúdos geralmente têm os seguintes defeitos:

  • Conteúdo velho: evite conteúdo antigo, mantenha-se atualizado;
  • Alta taxa de rejeição: mantenha esse índice sempre abaixo de 70%;
  • Páginas criadas exclusivamente com nomes de palavras-chave e focadas em buscadores;
  • Repetição de palavras-chave: keyword stuffing é escrever conteúdo repetindo palavras-chave com o objetivo de manipular o algoritmo do Google;
  • Conteúdo duplicado, seja de outra página de seu site ou de uma fonte externa;

Seu site foi punido?

Caso seu site tenha perdido um número considerável de visitas nos últimos 30 dias, sim: provavelmente ele foi punido pelo algoritmo do Google Penguin.

Em raros casos, essa punição pode se dar por uma falha do algoritmo, uma vez que o Google não analisa manualmente cada um dos resultados impactados. Mas geralmente, há alguma culpa no cartório.

Neste caso, revise os pontos acima e verifique se seu site não está com problemas. No caso de estar, trate de arrumar o quanto antes e use o Google Webmaster Tools para se comunicar com o Google e verificar se há problemas em seu site.

Até o próximo post!

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