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Google Trends: A origem das mudanças em SEO

Google Trends: A origem das mudanças em SEOAs modificações na SERP (página de resultados de mecanismos de busca) são feitas pelo Google a partir das informações que o Google analisa do Google Trends, análise de comportamento dos usuários na SERP e de estudos.
Ocorrem para melhorar a experiência de navegação dos usuários, oferecendo informações relevantes e básicas aos usuários.

Observamos que ao longo do tempo houve muitas atualizações da SERP relacionadas às palavras mais pesquisadas no Google. Em posts anteriores, falamos sobre rich snippets, knowledge graph, google imagens, entre outros tipos de informações que foram modificadas pelo mecanismo de busca.
Com estes métodos, o Google facilitou a divulgação das informações, permitindo que os usuários não saíssem da própria SERP, pois algumas informações relevantes básicas já ficam à mostra na lateral ou no topo da página de busca. Como podemos nos exemplos abaixo:
Google Trends: A origem das mudanças em SEO
Google Trends: A origem das mudanças em SEO

SEO: o que muda

Quando há modificações na SERP, primeiramente, devemos entender por que o Google fez essa alteração e como ela afeta o trabalho de SEO, para depois pensar sobre as oportunidades e desafios do momento com o objetivo de ganhar posições, visitantes e consequentemente conversões ao site.

Bom, nós profissionais de SEO percebemos que tais modificações na SERP afetam nosso trabalho pois elas impactam diretamente na quantidade de visitante do seu site.

As pessoas podem ficar satisfeitas somente com as informações fornecidas na página de busca, assim, não clicam nos links para os sites. Consequentemente, diminui a quantidade de visitantes e de conversões orgânicas vindas de uma palavra com SERP modificada, porém, apesar da queda no número de visitantes, nesse tráfego há uma maior possibilidade de gerar conversões, pois eles querem informações mais aprofundadas e estão mais interessados sobre a pesquisa.

Essas palavras com SERPs modificadas que exibem a previsão do tempo, os voos, etc impactam em sites de nicho, e mesmo para essas empresas de nicho e portais de notícias há várias outras oportunidades de SEO. Para e-commerce e sites institucionais há também muitas modificações na SERP que podem ser usadas a favor e para se diferenciar da concorrências como o Rich Snippet product, review, address, author, entre outros. Isso para não mencionar as palavras-chave de long tail que são um mar de oportunidades.

Quais são as intenções do Google na modificação da SERP?

A empresa criou estes atalhos de informações para satisfazer os usuários, melhorando a interação destas pessoas com o buscador, porém, existe um grande interesse para o próprio Google, manter estes usuários por mais tempo dentro da SERP, e utilizarem mais serviços e produtos do Google (ex. Youtube, Gmail, etc) e também para obter mais cliques em anúncios, gerando mais receitas para a companhia.

Como muitos sabem, a Google é considerado a maior empresa de anúncios do mundo, uma das maiores receitas são obtidas pelas vendas de anúncios através do Adwords, a empresa gera receita através do pagamento por cliques nestes anúncios.

A Google disputa a os cliques dos usuários com sites que anunciam através de banners (por exemplo os portais ou redes sociais), e para obter uma maior participação do mercado a Google precisa manter os usuários dentro dos seus sites (buscador, YouTube, Gmail, Google Maps, etc) para que tenha maior possibilidade de interação com esses anúncios.

Google Trends é a base para criar estes serviços

Para facilitar a resposta desta pergunta, podemos utilizar um exemplo.

O Google Trends, um dos produtos da empresa, tem como funcionalidade oferecer a previsão de tendências de termos de pesquisas através de estatísticas obtidas pelo próprio mecanismo de busca. A empresa utiliza este serviço para realizar as modificações na SERP, como podemos observar no exemplo da Nascar.

Observamos através do Google Trends que a Nascar esta em segundo lugar nas principais pesquisas do momento nos Estados Unidos.

Google Trends: A origem das mudanças em SEO

Outra ferramenta utilizada é o gráfico de estimativa de tráfego que o próprio Trends oferece, neste gráfico podemos observar a variação da estimativa de tráfego que a palavra-chave recebeu ao longo do tempo, e também mostra a estimativa da tendência futura em relação ao termo pesquisado.

Google Trends: A origem das mudanças em SEO

 

Na criação de conteúdo para o “gráfico de conhecimento” eles não chutam o que colocar, eles possuem uma ferramenta de palavras-chave correlacionadas com o termo pesquisado, no caso “Nascar” possui muitas palavras correlacionadas, tais como: nome dos competidores, canais de tv que passam a corrida, nome dos torneios, tabela e cronograma, etc.

Google Trends: A origem das mudanças em SEO

Estas ferramentas auxiliam o Google na criação de conteúdo e modificação da SERP, mostrando a relevância de assuntos da população americana, e a oportunidade para criar algo (knowledge graph) com o intuito de manter os leitores no próprio site de busca através da divulgação dessas informações básicas e relevantes. E que, os leitores somente sairão da SERP caso queiram ler mais profundamente sobre o assunto pesquisado. Observamos agora o que aparece na SERP ao buscarmos a palavra-chave “Nascar” no Google americano.

Google Trends: A origem das mudanças em SEO

Ao pesquisarmos “Nascar” no Google americano, ele fornece os knowledge graph e rich snippet, como podemos observar, ele mostra os três diferentes torneios (Sprint Cup Series, Nationwide Series e Camping World Truck Series) com a tabela de ranking dos nomes do competidores, vamos dar maior relevância em Jimmie Johnson, Dale Earnhardt e Kevin Harvick que tiveram grande correlação com o termo pesquisado no Google Trends e estão bem colocados no torneio; também vemos os canais que passam a corrida (ESPN e Fox) que também são correlacionados com o termo; Possui uma definição do que é o Nascar, vídeos da corrida que ocorreu recentemente e rich snippet de notícias sobre.

SERP no Brasil

As ferramentas são acessíveis para qualquer pessoa, que podem ser utilizadas em momentos de pesquisas desde um trabalho acadêmico até para ler uma notícia, possibilitando encontrar melhores termos para pesquisa.

Porém, algumas funcionalidades não estão disponíveis no Brasil ainda, por exemplo a ferramenta de “Principais pesquisas” do momento no Google Trends não pode ser visualizada no país. E o knowledge graph não é tão desenvolvido como nos EUA.

Acredito que no futuro todas as funcionalidades atuais desta ferramenta estarão disponíveis no Brasil, e assim como as informações apresentadas dentro da própria SERP.

Conclusão

Através destas modificaçõeso (geração de conteúdo para certas palavras-chave através do rich snippet e do knowledge graph) e de alterações ocorridas anteriormente, tal como a SERP para imagens, em que as imagens abrem no próprio site de busca ao invés de redirecionar para uma página de um portal, mostra que o Google pretende melhorar a usabilidade e experiência da navegação para manter os usuários na própria SERP ou para redirecioná-los para outros produtos da empresa (ex: Youtube).

Estas modificações possuem um interesse grande para melhorar a geração de receita da empresa, pois aumentando o tempo de visita do usuário na SERP e redirecionando-os para outros produtos, elas geram mais cliques em anúncios, e também eles aumentam seu share.

Os profissionais de SEO devem estar atentos sobre as possíveis modificações, devem compreender o que afetou na otimização e também deve estar disposto a inovar o método de otimização para continuar obtendo bons resultados para o seu site.

O rich snippet, pode ser criado pelo próprio dono do site, seguindo o padrão do schema.org, assim você pode facilitar para que notícias em destaque apareçam na SERP, criando maior possibilidade de clicarem no seu site, ganhando mais visitantes e maior possibilidade de conversão, pois as pessoas já leem um resumo e se clicarem, significa que estão interessados naquilo que você escreveu.

Para SEO e marketing digital em geral, as empresas que souberem utilizar tais recursos com maior eficiência, ganharão o mercado em relação à concorrência. Pois as ferramentas já fornecem informações muito relevantes e essenciais para o desenvolvimento das estratégias da empresa para o marketing online, atendendo as necessidades do seu público-alvo. As companhias somente devem compreender o que fazer com tais dados para realizar um bom trabalho.

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Rich Snippets para vídeos

RichSnippe​ts para vídeosNo post de hoje, vou explicar para que serve os Rich Snippets para vídeos e sua influência crescente em SEO. Também vou ensinar como utilizar os Rich Snippets nos vídeos do seu site.

A finalidade dos Rich Snippets

Bem, como sabemos os Rich Snippets servem para identificar conteúdos na web para a perfeita organização do conhecimento mundial nos mecanismos de busca como o Google, Bing, entre outros. E como os vídeos tem ganhado um tremendo espaço na web, eles não poderiam ficar de fora.

Diariamente centenas de vídeos são publicados em vlogs e em redes sociais de diversos tipos e produzem uma grande variedade de informações que podem e devem ser organizadas por categorias de informação.

Atualmente os Rich Snippets de vídeos fornecem informações básicas que influenciam nas pesquisas na web que recuperam esses dados.
Essas informações são utilizadas para uma melhor categorização que identifica os vídeos por categoria, conteúdo, quantidade de views, likes, e compartilhamento.
Tudo isso graças à combinação de diversos algoritmos do Google, que retém a maioria dos site de informação e o maior site de compartilhamento de vídeos, chamado YouTube.

Qual é a estrutura de Rich Snippets para vídeos?

O site schema.org, possui a maior referencia para criação de Rich Snippets do mundo e sempre vale dar uma conferida em suas informações para saber como desenvolvê-las.

Os códigos referente à correta organização de Rich Snippets para vídeos são:

- itemprop=”video” itemscope itemtype=”http://schema.org/VideoObject” – referente ao trecho que engloba o conteúdo a ser identificado;

- itemprop=”name” – referente ao título do vídeo;

- itemprop=”duration” content=”00:00:00″ – referente ao tempo de duração do vídeo.

Vale a pena lembrar que os dados de duração do vídeo devem ser escritos segundo a norma ISO 8601, que funciona organizando os valores de data e hora dos dados mais consideráveis para os menos consideráveis. Cada dado, como por exemplo ano, mês e hora, contemplam um número fixo de dígitos que podem ser precedidos de (0) zero. Por exemplo, o valor “5:15 a.m” será escrito “05:15″;

- itemprop=”thumbnail” – referente a identificação de uma imagem relacionada com vídeo;

- itemprop=description”- referente a uma breve descrição do vídeo;

E como usar esses de Rich Snippets para vídeos

Vamos usar o exemplo dos vídeos do curso #OpenSEO da Conversion para montar o código:

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<div itemprop="video" itemscope="" itemtype="http://schema.org/VideoObject">
 
  <h1 itemprop="name">Aula 1 - Introdução e Filosofia do SEO</h1>
 
  <meta itemprop="duration" content="01:02:04" />
 
  <meta itemprop="thumbnail" content="img/aula-um.gif" />
 
  <p itemprop="description">Nesta primeira aula  do Curso vocês conhecerão Diego Ivo, professor responsável pelas aulas,  e entenderão como está dividido o programa deste Curso de SEO, o que se deve esperar aprender e o quanto vai aprender.</p>
 
  <p itemprop="description">Além disso, há uma primeira aula onde se ensina o funcionamento de um algoritmo de busca e propõe-se refletir o Google, não repetir técnicas.</p>
 
  <object  width="600" height="370">
 
    <param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tkEBMvdvAHE?hl=pt_BR&amp;version=3"></param>
 
    <param name="allowFullScreen" value="true"></param>
 
    <param name="allowscriptaccess" value="always"></param>
 
    <embed src="http://www.youtube.com/v/tkEBMvdvAHE?hl=pt_BR&amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="370" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed>
 
  </object>
 
</div><!--VideoObject-->

 
Note que as tags <object> e </object> e o conteúdo entre elas são gerados pelo Youtube, ao inserir vídeos em seu site ou blog use o sistema de compartilhamento clicando em compartilhar > incorporar, gerando o código.
Logo abaixo selecione “Usar código de incorporação antigo” para obter o código “</object>”.
Este método é exigido pelo RichSnippets de vídeos e se enquadra nos padrões da W3C.
 
Vale lembrar que os valores identificados com a tag “meta” não são mostrados para o público, somente para os mecanismos de busca, ou seja, se existe algum Rich Snippets que você não quer que apareça para o público, use <meta…

SEO para vídeos

SEO para vídeos é cada vez mais importante, pois cada dia o Google vem aprimorando seu mecanismo de busca para melhorar os resultados e integrar vídeos na SERP, desse modo é possível otmizar os seus vídeos tanto para SERP do Google quanto para a SERP do YouTube.

Até o próximo post.

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Google+ já é a segunda rede social mais popular do mundo

Google + versus Facebook

Google+ já é a segunda rede social mais popular do mundo

A grande notícia desta semana é que, segundo instituto de pesquisa Global Web Index, o Google+ tornou-se a segunda maior rede social do mundo, batendo o então segundo lugar, Twitter.

Apesar de ainda ter muito menos usuários que o concorrente Facebook, que continua ganhando em disparada a briga das redes sociais com cerca de 1 bilhão de usuários ativos mensais, o Google+ já passou o Twitter em número de contas existentes.

Segundo a pesquisa da Global Web Index, realizada pela Trendstream, no último mês do ano de 2012 o Google+ apresentou 343 milhões de usuários ativos, a frente não só do Twitter, mas também do Youtube.

Motivos do crescimento

Muito desse crescimento veio em função do formato e da disposição de conteúdos e recursos do Google em uma única plataforma, fazendo com que cada vez mais usuários associem a conta no Google+ com a conta pessoal do Google sem distinção.

Entretanto, essa soma de contas ativas do Google+ gera suspeitas, porque não inclui o número total de usuários e sim, apenas aqueles que fizeram login em algum momento do mês de dezembro de 2012 e que podem não ser usuários efetivamente ativos.

Sustentável?

Uma aposta dos especialistas em redes sociais, é que a ascensão das economias emergentes e do Google+ estejam atreladas entre si, visto que em países desenvolvidos, mesmo com amplo acesso da população a Internet, são poucos os usuários ativos na rede social.

Espera-se que com o aumento de usuários de Internet nos países em desenvolvimento, haja um aumento significativo no número de usuários no Google+.

Mas, convenhamos, ainda falta muito engajamento para o Google+ ser mais importante que Twitter ou Facebook.

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Google disponibiliza aulas para buscas avançadas

Google Inside SearchPesquisar usando o Google se tornou um hábito. A ferramenta está tão inserida no nosso cotidiano que ao surgir uma pequena dúvida a respeito de qualquer tema, logo pensamos “vou jogar no Google”.
E para ajudar o usuário a ter resultados mais precisos de acordo com a necessidade, o Google está oferecendo cursos para buscas avançadas http://www.powersearchingwithgoogle.com , que são guias de como usar de maneira mais eficiente todos os recursos do mecanismo de busca Google e entender melhor o seu funcionamento. A versão original em inglês do guia inclui cursos com videoaulas e certificado de conclusão.

Por dentro da pesquisa

O guia possui uma versão em português, que foi traduzida ao pé da letra e se chama “Por dentro da pesquisa”. Infelizmente, essa versão não apresenta as aulas em vídeo, mas nela são apresentadas dicas e truques para melhorar buscas genéricas e também para obter melhores resultados em buscas específicas.
Para buscas genéricas, o Google apresenta de forma bem didática, começando pelo básico a caminho do avançado, soluções para executar buscas, como usar palavras-chave simples, considerar a linguagem e ortografia usada na web, a utilização de aspas para a pesquisa de termos ou frases exatas, até chegar a tipos de buscas mais específicas, como por determinados tipos de arquivo ou em determinado site:

Pesquisa simples Google
Também é ensinado como verificar o clima, ver a programação esportiva, a cotação da bolsa e até mesmo localizar a atividade de terremotos usando somente a busca do Google:
Pesquisa sofisticada Google Inside Search
A apresentação é muito instrutiva para os leigos, possibilitando até mesmo fazer testes, e também é muito interessante para quem já está familiarizado com o mecanismo de buscas, já que o Google também disponibilizou guias para ajudar quem está se programando para alguma atividade ou vai começar uma busca mais específica, indicando passo a passo por onde o usuário deve começar a pesquisar e mostrando buscas relevantes que ele não deve esquecer:

Pesquisa Google Inside Search
Além disso, todos os novos recursos de buscas do Google, que ainda podem não estar claros para todos, também são explicados:

Google Inside Search novos recursos

Cursos do Google de Busca Avançada

Mas o grande destaque está na versão disponível só em inglês. No Inside Search, são disponibilizadas aulas em vídeo para você desenvolver habilidades mais avançadas de pesquisa nos mecanismos de busca do Google. Atualmente, há dois cursos:

Cursos Google Inside Search
- Power Searching: você acompanha as aulas no seu próprio tempo, aprendendo passo a passo com os vídeos que podem ser acessados a qualquer momento e respondendo as perguntas dos exercícios.
- Advanced Power Searching: é um curso mais completo no qual o usuário tem aulas com uma comunidade de pesquisadores avançados em um nível mais sofisticado de buscas, podendo tirar dúvidas e ainda recebe um certificado de conclusão do curso. O Advanced Power Searching tem duração de duas semanas e começa no dia 23 de janeiro. Você ainda tem tempo para se inscrever no site!

Alguns motivos para o Google oferecer cursos

O Google tem bons motivos para oferecer cursos como esses, abaixo algumas possíveis razões:

- Educar e fidelizar os usuários: ao instruir os usuários para que eles obtenham melhores resultados usando as ferramentas de busca, o Google os fideliza, incentivando-os a usarem ainda mais os produtos Google.

- Descobrir o comportamento dos usuários: através das respostas dadas nas atividades relacionadas as aulas em vídeo, o Google avalia e tem resultados a respeito de como o usuário interage com os mecanismos de pesquisa. Ao responder o questionário abaixo, os alunos estão fornecendo uma informação valiosa para o Google:

Exercícios Google Inside Search

- Obtém informações e dicas privilegiadas: Ao participar de cursos com grupos de alunos que fazem pesquisas avançadas no Google, é provável que esses alunos façam “queixas” de problemas que encontram nos mecanismos de busca e também ofereceçam ou sugiram soluções que os funcionários do Google nunca pensaram antes e dessa forma, mais uma vez a empresa pode ganhar vantagem.

O vídeo a seguir, também disponível com legendas em português, mostra as inúmeras possibilidades de pesquisa no Google, todavia o que mais me chamou a atenção foram as primeiras frases ditas: “A primeira coisa que faço quando acordo é ligar o computador e abrir o Google. É a minha página inicial, é por aqui que eu começo.”.

E o Google continua na sua corrida para tornar acessíveis todas às informações de formas cada vez mais simples e intuitivas, fixando-se de forma irreversível na vida das pessoas, ao mesmo tempo em que obtém informações que se tornam uma vantagem competitiva para a empresa.

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Veja como o Google “otimiza” automaticamente sites

Google OtimizaçãoUma leitora me perguntou por que um site é capaz de estar na primeira posição, sendo que não há nenhuma otimização On Page aparente naquela página, segundo o que mencionei no meu último artigo.

O site bem posicionado, concorrente da minha estimada leitora, está à frente, mesmo sem ter URL amigável ou title. Isso para não mencionar toda uma série de elementos que todo santo dia brigamos para que estejam otimizados para SEO.

Como diz um famoso comentarista futebolístico: pode isso, Arnaldo?

O algoritmo do Google desenvolveu uma inteligência em descobrir uma forma automática de otimizar elementos. Veja como.

A otimização automática é simples:

Infográfico SEO - Otimização Automática

O antigo SEO morreu

No passado, bastava inserir titles com palavras-chave, inserir URLs amigáveis e tudo aquilo que vimos como básico de On Page e o site ficava “magicamente” bem posicionado. Isso é o que se pode chamar de “semantização” do código.

Entretanto, o Google não quer só os sites com o melhor código-fonte, e sim os resultados mais relevantes para seu usuário – ainda que não seja o melhor código-fonte.

Por isso, nos últimos tempos o Google se tornou capaz de identificar em alguns casos o title de uma página e gerar um snippet mais relevante nas SERP.

É claro que isso não significa que devemos deixar de cuidar de cada um desses elementos, pois são poucos os sites realmente beneficiados por essa otimização automática.

Você precisa focar em estratégia

Para obter sucesso em um trabalho de SEO, não adianta investir somente em partes básicas do site. Devemos pensar estrategicamente e realizar um bom planejamento de conteúdo, relacionamento, interação e, é claro, muitas conversões.

Até porque o Google já começou a fazer o trabalho sujo por muitos dos sites…

Bons resultados em 2013!

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Google Goggles: o óculos do Google através do celular

Google GogglesCom o Google Goggles, aplicativo para Android do Google, você fotografa um produto e obtém mais informações sobre ele,  opções de comprá-lo pelo celular ou tira uma foto de um cartão de visitas e converte em um novo contato do celular.

Esse aplicativo permite encontrar qualquer informação ao escanear fotografias dos objetos, textos, obras de arte, produtos e até mesmo cartões de contato, ganhou uma nova versão.

O Google Goggles 1.9, nova versão do aplicativo, já mostrou que veio para ampliar os limites do aplicativo ao trazer uma nova interface bem mais dinâmica e fornecer um serviço muito mais rápido e inteligente.

A atualização traz novas funcionalidades como atalhos para tirar as fotografias, fazer upload delas e para busca-las no Modo Contínuo.

Aliás, o Modo Contínuo, que permite obter resultados através da análise do cenário de forma ininterrupta, sem necessariamente tirar fotografias, foi desenvolvido e está muito mais rápido. O reconhecimento e tradução de textos também se mostrou muito mais eficaz.

De modo geral, todas as funções do aplicativos estão mais ágeis e eficientes.

O que o Google Goggles disponibiliza:

 

Reconhecimento e tradução de textos através de fotografias e no Modo Contínuo.

 

Reconhecimento de textos e tradução

Disponibilização de informações e localização de lugares.

 

Reconhecimento de lugares

Fornece informações sobre livros e onde comprá-los.

 

Reconhecimento de Livros

 

Reconhece cartões de contato e adiciona automaticamente a sua lista de contatos.

 

Reconhecimento de  Contato

Fornece resultados de pesquisa de obras de arte.

 

Reconhecimento de obra de arte

Ao reconhecer produtos, disponibiliza local onde eles podem ser adquiridos.

 

Reconhecimento de Produtos

Reconhece logos e mostra os resultados referentes à marca.

 

Reconhecimento de marcas

Veja as principais novidades trazidas pela versão 1.9 do Google Goggles:

 

Melhor reconhecimento de produtos

Agora o aplicativo consegue encontrar mais produtos e detectar mais códigos de barras com maior facilidade e velocidade.

Pré visualização do redirecionamento de códigos de barra e códigos QR

O aplicativo também se mostra muito mais seguro, visto que nas versões anteriores, se o usuário digitalizava um código de barras ou um código QR , ele era imediatamente direcionado a uma página da web. Já a versão atualizada disponibiliza uma pré-visualização da página, permitindo que o usuário saiba para onde está sendo encaminhado e possa verificar se o site é confiável.

O Goggle Goggles mostra como o Google vem disponibilizando plataformas que permitem a interação do usuário com o mundo de forma inovadora.

É uma ferramentas que ainda tende a se expandir muito e se desenvolver no sentido de agregar cada vez mais acessibilidade à vida dos usuários.

Fora isso, o aplicativo segue uma nova tendência do mercado digital, a possibilidade de fotografar produtos e comprá-los online através de aplicativos mobile. Aplicativos semelhantes foram disponibilizados pelo eBay e Amazon.

Com esses aplicativos essas empresas conseguem saber mais ainda sobre o comportamento das pessoas e assim podem oferecer anúncios mais relevantes com maior chance de cliques e conversão.

 

 

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Google Maps Indoors: uma nova forma de se relacionar com os espaços

Google Maps IndoorsEm novembro de 2011, o Google lançou o Google Maps Indoors, aplicativo disponível apenas para Androids com a mesma funcionalidade do Google Maps tradicional, mas com uma grande inovação, a possibilidade de acesso a mapas de locais fechados.

Agora a grande novidade do Google, lançada em Novembro desse ano, é a disponibilidade desse serviço também para computadores, de forma integrada com o Google Maps.

A princípio o aplicativo para Android permitia o acesso somente a mapas de locais públicos, como museus e bibliotecas. A ideia foi implementada e agora é possível se localizar em locais como metrôs, aeroportos, shoppings, hospitais e universidades.

Isso se torna possível através do compartilhamento da planta do local no sistema de mapas do Google, o que pode ser feito por qualquer um de forma simples e rápida. O Google disponibiliza um tutorial de como executar o compartilhamento:Adicionar Plantas ao Google MapsEm plataformas móveis, o Google Maps Indoors possibilita o acesso à exata localização do usuário apresentando de forma simples tudo que há ao redor. O interior das instalações aparece segmentado por andares e setores, permitindo que o usuário tenha uma visão geral e detalhada do ambiente, se oriente e trace trajetos, exatamente como nas ruas no  Google Maps.

Em computadores, basta dar zoom no exato ponto do mapa no qual está sediado o espaço fechado e a planta completa se revela. No caso de shoppings, por exemplo, o mapa apresenta detalhes das lojas, praça de alimentação, banheiros e outros pontos de interesse do usuário.Mail of America Google Maps Indoors

 

Todavia, o serviço disponibilizado para desktops ainda não possibilita a transição entre andares muito dinâmica, como acontece nos Androids.

 

Andares no Google Maps Indoors para Android

O sistema ainda está na sua versão Beta e o Google não tem estimativa de quanto tempo irá levar até que haja a integração completa do Indoors com o Google Maps. O Google também não tem expectativa de como a versão estará no futuro.

O Google diz que muitas vezes o serviço já disponível do Google Maps era eficiente até certo ponto, mas ainda deixava a desejar por direcionar o usuário até o local desejado mas deixa-lo perdido dentro da instalação.
Segundo Steve Lee, gestor de produção do Google Maps, a versão Indoors veio para solucionar esse problema:

“Se você usar o Google Maps e pedir por orientações para o aeroporto, o sistema realiza um trabalho muito bom, mas quando você chega ao aeroporto há uma lacuna em branco. Esse lançamento se propõe a mudar isso.”

Aos que comumente se perdem em shoppings e ficam horas circulando sem achar a loja que procuram, ou aos que sempre vão parar no portão de embarque errado nos aeroportos, agora é possível ter acesso aos mapas antes de sair de casa.

Segundo o Google, o Indoor Maps já conta com mais de 10,000 locais em nove países diferentes. O serviço ainda não está disponível no Brasil, mas com a grande aceitação da novidade, a tendência é de que não demore muito até que também possamos contar com esse recurso.

Aos que estão ansiosos para o lançamento do aplicativo no Brasil, confiram a lista disponibilizada pelo Google com os locais em outros países que já possuem o sistema e procure-os no Google Maps para entender melhor a usabilidade do sistema Indoors.

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Rel = author – como inserir foto de autor nas buscas do Google

rel=authorVocê já deve ter percebido que às vezes quando procuramos por algumas informações ou palavras específicas no Google, os resultados que são oferecidos na SERP vêm acompanhados por uma foto e algumas outras informações sobre o autor daquele conteúdo. Essa uma das implementações de Rich Snippet que agrega mais informações nas páginas de resultado (SERP) do Google, essa especificamente chama-se rel=author.

O que é Rel = author e o seu impacto em SEO?

Rel=author é uma forma de indexar os autores de texto através de diferentes sites. Como o conteúdo passou a ser um elemento fundamental em qualquer site cada vez mais, os buscadores passaram a ter a necessidade identificar não só os sites como bom conteúdo, mas também os autores desse bom conteúdo, afinal de contas os bons autores costumam escrever em mais de um site. Com o rel = author o Google descobre quem são os melhores autores para cada assunto. Pode ser que você não entre na Academia Brasileira de Letras, mas você pode ser reconhecido pelo Google e as pessoas na internet como um especialista em determinados assuntos.

Um bom exemplo é quando procuramos pela palavra “Conversion”. Um dos resultados apresentados é o de nossa empresa. Você pode ver junto com o Title e a Meta Description exibidos na SERP, está a foto do Diego Ivo, CEO e um dos principais autores do Blog da Conversion.
rel=author SERP
Porém, para que serve isso se não mostrar minha foto nos resultados do Google? Pode ate parecer bobagem, mas o Google nunca faz nada sem ter bons motivos para ser feito. No caso do rel=author não é diferente.

Alguns estudos mostraram que a credibilidade de uma página estava veiculada diretamente com o autor. De forma mais simples, o buscador passou a associar que bons autores eram reconhecidos pelos seus textos e recebiam mais cliques e , consequentemente, eram procurados com maior frequência. Tanto que no dia 27 de setembro de 2012, o próprio buscador passou a informar que atributo possuía sim peso nos resultados exibidos.

As vantagens tanto para SEO do site, quanto para a reputação do próprio autor e seu AuthorRank são muito grandes pois ao criar conteúdo de qualidade no seu site, o seu site se torna relevante para o  Google e os autores dos textos também são indexados como autores relevantes para o assunto que eles escreveram.

Se você gostou e quer ter sua foto ao lado de seus posts, vou mostrar aqui como é simples e rápido como inserir rel=author no seu site.

Como inserir rel=author no seu site

Podemos dividir o processo de integração em duas partes. A primeira é destinada a vinculação do perfil Google Plus com o site e a segunda etapa é feita no código do site ID do seu perfil.

Antes de tudo é preciso saber que uma conta no Google é necessária. Se não possui uma, basta acessar a página do buscador e clicar em “Fazer Login”. Assim que entrar, você terá a opção de criar sua conta ao clicar no botão  “Inscreva-se já”.

Vinculando sua conta Google Plus com os textos

A primeira parte do processo é mais simples e não exige nenhum tipo de programação HTML. Nessa etapa é necessário apenas que você adicione em sua página Google+ um link reciproco do site que será atualizado com o novo código rel=author.

Acesse o perfil de sua conta e clique no botão “Editar Perfil”, ele fica na parte superior da página, bem próximo a sua foto principal do Google+.

Perfil Google Plus

Ao acessar a nova página que será aberta, você poderá editar várias partes do seu perfil, o que estamos procurando fica bem no final da página. Ao fazer a rolagem você vai encontrar uma seção com o nome “Colaborador de:”. Basta clicar que uma janela de edição se abrirá da seguinte forma:

rel=author Colaborador

Agora clique em “Adicionar link personalizado” e o box abrirá campos onde você deve adicionar a URL do site onde o código rel=author foi integrado e o nome do site que você deseja adicionar à URL.

Inserindo o autor no código do site

A segunda parte consistem em editar o código do site onde os textos são publicados. É necessário adicionar o  parâmetro   <code>?rel=author</code>. Caso contrário, o algoritmo do Google não identificará a associação entre conteúdo e autor. O código que deve ser inserido é:

<a href=”[profile_url]?rel=”author”>Google</a> 

Substitua o “profile_url” pelo link do seu perfil no Google+. Por exemplo:

<a href=”https://plus.google.com/109412257237874861202? rel=”author”>Google</a>

Essa foi o último passo dessa etapa. Se você seguiu corretamente todas as etapas, o rel=author foi adicionado e a integração do seu site à sua conta do Google foi realizada com sucesso.

Mas como nem tudo pode ser feito só na base do “teoricamente”, existe uma maneira para se verificar todas as marcações de autores que o Google pode extrair de uma página. A ferramenta de teste de dados estruturados consegue encontrar e exibir todas as informações externas integradas a uma URL. Entre essas informações também está a de autores.

rel=author Verificação

 

Para quem trabalha com Word Press, a boa notícia é que um único plugin simplifica ainda mais a tarefa de adicionar autores a posts de um site. O nome da extensão é free rel=”author” e ela funciona de uma forma bem prática. A ferramenta adiciona caixas de autoria com informações sobre o autor em todos os posts.

Gostou e quer saber mais sobre esse útil atributo? Este vídeo no Youtube mostra Matt Cutts contando um pouco mais sobre as vantagens e funções do rel=author. O vídeo está em inglês, mas o entendimento é bem tranquilo. Vale a pena ver.

 

 

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Google de cara nova: mudanças nas SERPs, Imagens e outros

Google de cara nova: mudanças nas SERPs, Imagens e outrosComeçar meu post dizendo que o Google trouxe mais trocentas atualizações e que elas ainda não foram disponibilizadas para o Brasil, pois estão em fase beta, não seria novidade nenhuma. Mas, de fato, é assim mesmo que eu pretendo começar.

Recomendo que você, pelo menos uma vezes por semana, dê uma navegada pelo Google.com (versão americana) para conferir quais são os próximos passos do gigante e refletir sobre as mudanças. Esse é um excelente exercício não apenas para identificar novas oportunidades para SEO e Links Patrocinados, mas também para facilitar a sua vida nas pesquisas do dia a dia.

Vou dividir essas novas atualizações entre Páginas de Resultados (SERP), Pesquisas por Imagens e Outras Particularidades para que nos aprofundemos um pouco mais em cada uma dessas áreas.

Vamos direto ao ponto:

O que mudou nas Páginas de Resultados (SERP)

Essas mudanças já haviam sido anunciada em seu Blog de Search Oficial, porém as implementações estão sendo feitas aos poucos. Aqui na Conversion, fizemos alguns testes e por diversas vezes as Páginas de Resultados têm apresentado diferenças de um computador para o outro.

A primeira grande mudança pode ser observada na figura abaixo. Ao pesquisar pelo termo “madonna”, por exemplo, o Google apresenta em um box lateral uma mini biografia da cantora, suas principais músicas, as datas de seus próximos shows e até mesmo os filmes que ela escreveu ou participou – tudo isso com links para a Wikipedia, Youtube ou para uma nova pesquisa no buscador.

Nova SERP Madonna

Além da riqueza de informações que você pode obter sem sequer acessar nenhum site em específico (mantendo o usuário navegando mais pelo próprio Google), é interessante pensar que esse box ocupa o espaço dos Links Patrocinados que apareceriam na lateral direita.

Tudo bem que, no caso, ninguém anuncia para a palavra “madonna”. Mas ao pesquisar por “notebook”, palavra-chave que possui uma gama de anunciantes de peso no AdWords, veja só o que vamos encontrar:

Nova SERP Notebook

É isso mesmo. Coincidentemente, existe um filme chamado “Notebook” ocupando os espaços desses anunciantes. E ainda por cima se clicarmos na seta de expansão do box informativo, aí os anúncios são jogados para o final da tela de vez.

Nova SERP Notebook 2

Outra grande mudança se deu em relação da apresentação das imagens nas SERPs. No caso abaixo, ao buscar por “the starry night”, aquele fomoso quadro “Noite Estrelada” de Van Gogh, veja só como os resultados exibidos:

Nova SERP Van Gogh
Além do box lateral com uma breve história sobre essa pintura, o Google inseriu na parte superior da SERP o que eles chamam de “Carrossel”: uma barra com imagens do quadro que eu pesquisei (e também outros quadros do mesmo artista). Ou seja, eu poderia navegar pelas imagens sem sair da aba “Web”.

O que mudou nas Pesquisas por Imagens

Utilizando o mesmo conjunto de palavras-chave “the starry night”, acessei o Google Images para ver o que aconteceria com as imagens do Carrossel, para ver se elas estariam lá ou não. E novamente fui supreendido: “onde foi parar o menu lateral?”

De fato, as imagens do Carrossel não estavam lá, o menu lateral havia sumido e o menu superior parecia estar duplicado abaixo do campo de pesquisa. Foi aí que notei uma opção a mais, a “Search tools”, e lá estavam todos os campos que existiam no finado menu lateral. Será essa uma nova tendência no design do Google? Isso ainda não sei responder.

Novo Google Images

Outras Particularidades

Ainda navegando pelo Google Images, notei outra coisa que me deixou um pouco confuso. Os dois menus da tela – o  superior e o duplicado, como citei acima – apresentam a opção “More”, porém cada um deles conta com diferentes campos.
Veja na figura abaixo:

Menus diferentes

A ferramenta “Flights”, por exemplo, onde você pode consultar horários de voos que partem dos Estados Unidos e Canadá para diversos aeroportos do mundo, só pode ser encontrada no menu duplicado, e não no superior (mesmo que você clique na opção “Even more”). Estranho.

Eu poderia escrever mais páginas e páginas sobre novidades do Google.com, mas sugiro que você mesmo acesse e faça suas pesquisas.

Mas espere, vamos falar de SEO

Após esse bombardeio de informações, vou encerrar apenas deixando uma reflexão para os profissionais e apaixonados por SEO.

Como essas mudanças não interferem diretamente no algoritmo do Google, pode parecer que de nada importam para o nosso trabalho. Mas pelo contrário: SEO se ganha nos detalhes, e é preciso tirar leite de pedra para se diferenciar no mercado.

Perceba que tudo que eu mostrei nesse post se refere à organização de informações para facilitar a navegação e melhorar a experiência do usuário no Google. Isso nos dá uma deixa para tentarmos entender um pouco melhor como o buscador faz associações de campo semântico para palavras-chave com grande número de buscas.

No caso da Madonna, por exemplo, um bom conteúdo sobre a cantora deveria conter informações sobre sua vida, os nomes de seus filhos, os nomes de seus álbuns, músicas, filmes e etc. Se o Google nos mostra isso em seu resultado de pesquisa com destaque, é porque acredita que é esse tipo de informação que estamos buscando.

Portanto, fique esperto. Ao produzir um conteúdo visando Link Building, faça antes uma pesquisa no Google pelo termo que você está tentando otimizar e procure compreender qual é o campo semântico mais indicado para tomar como base.

Por hoje é só, até a próxima!

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Categoria Google

Tipos de busca na internet: entendendo as modificações do Google

Busca GoogleAlguns artigos recentes no blog da Conversion já falaram sobre as mudanças na SERP do Google (a página de resultados de busca), como 7 resultados na SERP e outras alterações. As SERPs diferenciadas estão relacionadas com as diferentes intenções de pesquisa que o Google buscar identificar nos usuários e em resposta fornecer uma SERP com resultados mais relevantes para eles. Vale a pena refletir sobre os tipos de busca para entender as modificações na SERP do Google.

Os tipos de consulta nos mecanismos de busca

No começo dos mecanismos de busca, o cientista Andrei Broder, que trabalhava então no AltaVista e atualmente é cientista do Google, escreveu artigo A Taxonomy of web search (Uma taxonomia da busca na web) que se tornou referência para as pessoas que trabalham com buscas. Broder fez uma divisão em três tipos de consulta: Buscas informacionais – consultas feitas para termos amplos como “China”, “Sistema digestivo”. O objetivo é obter informações sobre um determinado assunto Buscas navegacionais – consultas para descobrir um site ou página específica, por exemplo, o site “YouTube” ou jornal “Estado de São Paulo”. Buscas transacionais– consultas para realizar uma ação específica na internet, por exemplo, uma compra de um notebook, ouvir uma música ou fazer o download de um arquivo PDF. 10 anos se passaram da publicação desse artigo e muito trabalho foi realizado para identificar fatores externos à internet que permitiriam exibir resultados mais relevantes para cada usuário ao invés de um resultado padrão para todas as consultas por uma palavra-chave.

Uma nova classificação da busca na web

Nos últimos anos o Google passou a exibir outras informações na SERP, provavelmente baseado em um novo tipo de classificação mais refinado. Agrupar no mesmo tipo de consulta ações tão diferentes como fazer a compra de um notebook ou ouvir uma música pode dificultar o fornecimento dos melhores resultados para um usuário em poucos segundos. Segue uma hipótese sobre esses novos tipos: Buscas institucionais – seriam as buscas por empresas ou eventos, por exemplo Rock in Rio. Essa SERP exibe sete resultados de sites, mais informações como página no Google Plus, notícias (no meio ou final da SERP), imagens, vídeos. Até o momento que escrevo este post nunca percebi anúncios Adwords nessas páginas, provavelmente porque o Google interpreta como uma busca somente informacional. É possível que isso mude, pelo menos para eventos, porque poderia ser aproveitado para exibir anúncio para ingressos para Rock in Rio, passagem de avião, hotel. Vamos aguardar para ver.

Buscas por Notícias – uma grande quantidade das últimas atualizações do Google, está relacionada com a identificação de um assunto que se tornou notícia e o Google passa a exibir no topo opções de sites de notícias.

Serp Noticias

Buscas por Imagens – a partir do comportamento das pessoas que buscam por uma palavra e depois buscam por imagens para o mesmo termo, o Google tenta evitar um clique desnecessário e passa a exibir imagens na SERP para aquela palavra-chave.

Busca Imagens

Buscas locais – para buscas por empresas locais ou serviços oferecidos localmente como padaria o Google exibe informações geográficas, antecipando a necessidade do usuário que gostaria de ver em um mapa e descobrir a distância de onde ele está.

Buscas Locais

 Buscas por informações específicas– outras SERPs específicas foram lançadas como a de horário de vôos, temperatura em cidades etc.

Busca Temperatura de São Paulo

Serp Voos 65

No Brasil a SERP de resultados de jogos ainda não está ativa, mas nos Estados Unidos é possível saber o placar dos últimos jogos da NBA.

Serp Resultados de Jogos

Buscas por informações com muitas consultas – o Knowledge Graph, ainda aparece pouco no Brasil, mas nos EUA já aparece para consultas por celebridades, locais, pinturas e outros resultados. O objetivo é fornecer as informações básicas que o usuário iria ler na Wikipedia ou em outro site sobre aquilo que desejam conhecer um pouco. Mais uma vez a pessoa tem sua necessidade satisfeita diretamente na SERP e o Google mantém o usuário em seu site. O Knowledge Graph geralmente aparece para palavras-chave que não tem anunciantes. O exemplo abaixo da Madonna é impressionante, além de informações pessoais como nascimento, nome completo, fortuna, filhos, também estão presentes principais músicas, datas e locais dos próximos shows.

Knowledge Graph

 Busca por músicas e vídeos– como já disseram o YouTube se tornou o maior “canal de televisão” do mundo. Isso é uma consequência da crescente busca por vídeos e imagens na internet. Para esse tipo de busca o Google já exibe os próprios vídeos em miniatura no topo, além de links para os sites.

Serp Vídeo Musica

Busca por produtos–  as buscas com intenção de compra de produtos tem integração com o Google Shopping e exibem imagens de produtos com valores, lojas e condições de pagamento. Isso facilita o processo de compra.

Serp Produtos

Buscas por conectividade – quando você digita links:www.meusite.com.br e aparece alguns sites que possuem link para o seu site. Não aparecem todos os links, apenas alguns.

Há ainda outros tipos de busca na web realizadas fora dos mecanismos de busca:

Buscas empresariais -  busca feitas na web como Amazon CloudSearch e Google Apps para achar informações de documentos, planilhas, apresentações que estão nas nuvens. Buscas acadêmicas – consultas por artigos científicos e trabalhos acadêmicos Buscas sociais – buscas em redes sociais para encontrar pessoas, empresas, jogos, conteúdo, o que está sendo falado em tempo real.

Qual a relação dos tipos de busca com o SEO do meu site?

Se a maioria do tráfego orgânico que o seu site recebe é de busca pelo nome da sua empresa, isso não é um bom sinal. Isso quer dizer que você só é encontrado por pessoas que conhecem o seu site e quando buscam por você. Ou seja, se a pessoa busca um produto ou serviço você não aparece. Então você pode ser perguntar, mas como vou concorrer com o Submarino, MagazineLuiza, etc? É exatamente aí que os diferentes tipos de busca e consequentemente, os diferentes tipo de SERP podem ser o caminho para aumentar o seu tráfego. Para os produtos e serviços que você comercializa, qual o tipo de SERP que aparece? Concentre as estratégias de SEO de acordo com o que o Google exibe: Otimização de imagens – pode colocar as imagens do seu site na frente das grandes empresas do mercado. Otimizar as posições no Google Shopping – para aparecer resultados da sua loja na SERP. Otimizar vídeos – crie um canal no YouTube, compartilhe vídeos SERP domination – essa estratégia consiste em posicionar páginas “positivas” quando alguém digita o nome da sua empresa, não aparecendo sites como ReclameAqui. Preste atenção nas mudanças na SERP das suas palavras-chave e pense em formas de aproveitar essas oportunidades. Boa diversão e aumento de tráfego para você.

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