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Link Building e Assessoria de Imprensa: ótimos aliados em SEO
Emplacar matérias em veículos de circulação elevada equivale a vencer o Tour de France do Link Building. Os louros para o campeão são backlinks poderosos, tráfego de qualidade e repercussão nas redes sociais. Tudo 100% de acordo com as diretrizes do Google, sem doping.
Dos cerca de 20.000 meios de comunicação no Brasil, 1.500 são considerados grandes em termos de alcance e respeitabilidade. A maioria possui versões online e todos estão sob pressão para reduzir custos e, portanto, ávidos por conteúdo pronto para preencher suas páginas. São necessárias técnicas para abordar a elite da mídia, em razão de suas estruturas complexas, linhas editoriais e frequência regular.
Neste post, desenho uma metodologia baseada na minha experiência profissional com assessoria de imprensa e link building. O passo-a-passo não é linear: muitas vezes é necessário rever o anterior para garantir o alinhamento da estratégia em todas as etapas:
1) Definição da mensagem
A pergunta-chave aqui é: alguém quer ouvir a mensagem que você deseja comunicar? As pessoas e mídia gostam do que é novidade, diferente, criativo e que contribua para uma discussão em evidência.
Cada negócio tem um potencial distinto de conversão de conteúdo em notícia. Existem algumas técnicas para ajudar a identificar temas relevantes, mas vou me concentrar na que considero a mais importante (prometo dar mais dicas, se este post bombar). Dê preferência para ganchos primário, secundário, institucional e opinativo nesta ordem:
Primário: é criado a partir de dados inéditos. Pergunte-se: quais análises podem ser feitas a partir de dados internos, pesquisas com clientes ou informações de mercado?
Secundário: é toda análise que é feita a partir de dados já publicados por entes públicos ou privados. Busca-se pegar “carona” em um fato externo, para cavar um link para o cliente. Neste caso, a análise é inédita, mas os dados não.
Institucional: é criado a partir de informações internas e qualitativas da sua empresa, como lançamento de produto/serviço ou realização de evento.
Opinativo: feito a partir de uma opinião de um especialista ou celebridade. Quanto menor a reputação do seu porta-voz, mais impactante deverá ser a opinião para ganhar cobertura.
Veja tabela abaixo alguns exemplos de ganchos:
Exemplos | Primário | Secundário | Institucional | Opinativo |
Restaurante Saudável | Receita de Prato ou tabela comparativa de calorias | Referência à pesquisas já existentes sobre obesidade para justificar aumento na procura por alimentação saudável | Anúncio de um novo cardápio, prato ou filial | Opinião do chef sobre um alimento da moda (ex. linhaça) |
Imobiliária | Pesquisa sobre valor de aluguéis ou taxa de vacância | Referência à pesquisa do Setor da Construção Civil para confirmar aquecimento do segmento de imóveis | Evento, novo escritório ou transação de um imóvel ícone | Opinião de corretores sobre a demanda por imóveis para solteiros |
Portal de Passagens Aéreas | Rotas mais demandas em determinado feriado | Impacto na demanda por passagens após alta de tarifas pelas companhias aéreas | Comunicação de uma oferta ou condição de parcelamento | Opinião sobre a cobrança de refeições em voos |
2) Prepare o Comunicado à Imprensa (Press Release)
Escreva o press release, seguindo algumas orientações:
Em blogs, predomina a linguagem informal; para a grande mídia, a culta;
Evite abuso de adjetivos e autoelogios;
Use palavras-chave, mas atenção para repetição excessiva – variações e sinônimos demonstram riqueza de vocabulário;
Insira hyperlinks sempre dentro do contexto e com moderação (considere o limite de até três por release como referência);
Anexe imagens e vídeos;
Peça para outras pessoas avaliarem se está interessante e claro;
3) Identificação de targets – mídia e jornalistas
Uma vez que o release esteja pronto, defina os veículos que podem se interessar pela história. Avalie quais editorias (Negócios, Educação, Saúde, etc.) e geografias são primordiais. Leia um exemplar e imagine se a sua história cabe em alguma seção (Se a resposta for não, reescreva seu release). Meios de alta circulação trabalham temas que despertam interesse amplo – assuntos específicos demais tendem a ser aceitos por publicações de nicho. Identifique quem são os profissionais, que podem abraçar seu conteúdo. Na página Expediente, procure pelos dados de contato dos “pauteiros”, editores e repórteres.
4) Venda sua história
Como falamos anteriormente, jornalistas gostam de novidades. Dependendo do conteúdo, ofereça a primazia da publicação do texto para o número um da lista por e-mail. Ligue para conversar com o jornalista se necessário. Venda a sua história e evite cair no tom de FUP (cobrança). Se ele não topar ou não responder até o deadline, parta para o segundo colocado e assim sucessivamente. Se esgotar a lista sem sucesso, reescreva o release, amplie sua lista de alvos ou parta para uma distribuição massiva.
5) Acompanhe os resultados
Identifique os resultados através de ferramentas de SEO para monitoramento de links ou buscas no Google. Normalmente, um release repercute por até 60 dias após a distribuição. Espere uma taxa de perda: alguns meios publicarão a matéria, mas por restrição editorial ou descuido não inserem os links. No último caso, solicite gentilmente ao jornalista pela inclusão.
6) Comemore os resultados com clientes, parceiros e amigos
Compartilhe as matérias nas suas redes sociais e ajude a disseminar o conteúdo na rede. Considere a opção de criar uma seção no site em que elas sejam postadas para angariar credibilidade e ajudar no fechamento de negócios.
7) Faça tudo de novo
Pedale sempre para a bicicleta não cair. A regularidade é importante na criação de reputação e relacionamento, desde que exista capacidade de criação de conteúdo relevante no mesmo ritmo. Repita o processo para se aprimorar.
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10 Motivos para Aceitar Guest Blogs
Quando falamos sobre guest blogging, a primeira coisa que vem à cabeça de muitas pessoas é a dificuldade encontrada em conquistar um lugarzinho dentro de um blog ou site de grande relevância. A verdade é que, se você é editor, deve mesmo ser absolutamente criterioso com seu conteúdo na hora da seleção de seus autores convidados, mas é também certo que muitos proprietários também dificultam esse processo porque não sabem exatamente que valor um guest post de qualidade pode trazer ao seu blog.
Neste post, tentarei esclarecer por que essa prática pode ser muito vantajosa para seu blog dando a você 10 motivos para aceitá-los.
1 – Divulgação espontânea, e em dobro!
Quando você publica um texto de outro autor em seu site, tenha certeza de que ele fará de tudo para divulgá-lo. Principalmente se seu blog for uma autoridade no assunto que aborda. Isso é bom tanto para a sua reputação quanto para a dele, que passará a ser bem visto por essa conquista.
2 – Atraia novos leitores
Ao divulgar o próprio artigo para seus leitores e amigos, seu autor convidado levará ao seu blog um público novo e interessado em seus assuntos, te dando, assim, a oportunidade de conquistá-los definitivamente.
3 – Conteúdo de qualidade sem nenhum custo
O que é melhor para um editor de conteúdo que um artigo de qualidade, relevante e completo sem nenhum custo financeiro? Com um guest post de um autor competente você tem tudo isso!
4 – Preocupe-se menos com geração de conteúdo e dedique-se a outros pontos
Com a preocupação relacionada à geração de conteúdo atenuada por conta da presença de autores convidados, você pode se dedicar a outros pontos importantes do seu site ou até mesmo a outros projetos. Você ganha tempo e, como foi dito anteriormente, não paga nada por isso.
5 – Oportunidade de criar novos relacionamentos
Relacionamento é a grande chave para o sucesso quando falamos de link building. Uma boa rede de conexões entre profissionais e proprietários de bons sites poderá sempre ser útil, além, é claro, da oportunidade de conhecer pessoas interessantes e trocar conhecimentos. Nunca dispense um contato, por mais que ele pareça pequeno: as chances de crescimento na internet são enormes e ele poderá, um dia, ser tão relevante quanto você.
6 – Aumento de tráfego em seu site
O esforço do seu autor convidado em divulgar seu site têm seu por que: se ele conseguir um número significativo de pageviews e comentários acima do normal em seu blog, pode ter a chance de, futuramente, publicar novamente lá.
7 – Reconhecimento
Se seu blog recebeu uma proposta de guest post, é porque ele é importante dentro de determinado nicho. Seus novos leitores o verão como um domínio de autoridade e sua boa reputação só tende a crescer, colocando à sua disposição futuras oportunidades de relacionamentos proveitosos.
8 – Valor dividido entre as duas partes
Ao linkar para um determinado site, você não apenas transmite valor a ele, como também recebe, passando por um processo de troca de valor. Ao linkar para sites relevantes, o Google entende que você tem bons “vizinhos”, avaliando ambos como bons sites.
9 – Varie os pontos de vista
Se você é o único gerador de conteúdo do seu blog, ele pode tender sempre aos mesmos pontos de vista. Ao aceitar conteúdo de um autor diferente, você tem a oportunidade de variar a sua linha de ideias. Repare que eu falo sobre diferentes linhas de pensamento, e não de uma diferente linha editorial – ter uma linha editorial bem definida é imprescindível para o bom rankeamento do seu blog.
10 – Ideias frescas e originais
Conteúdo criativo e original: é disso que o seu blog precisa para se destacar, certo? Quem melhor que uma pessoa que o vê de fora para levar a ele ideias inovadoras? Ao trazer para seu site um autor diferente, certifique-se de que ele possui qualificação para produzir um artigo autêntico e não hesite em colocá-lo a disposição dos seus leitores.
Conclusão
Dentro do âmbito do link building, o Guest Blog é, talvez, o modo mais importante e eficiente para angariar links de valor e, ainda, gerar branding para sua marca ou site. Seu destaque se dá justamente pelo fato de ser absolutamente vantajoso tanto para o linkador quanto para o linkado. Se você ainda tem receio de aceitar autores convidados em seu blog, lembre-se de que nada deve ser postado em seu blog sem antes passar pelo seu crivo, então não tenha medo de arriscar; se o artigo não for relevante, não o aceite. Se for relevante, saiba que você tem muito a ganhar com ele!
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Link externos: nofollow ou dofollow
Nós sabemos que, para bem e para mal, o Google analisa tanto os links que um site recebe quanto aqueles links que o site aponta, os famosos links externos. Se determinado site apontar outros sites ruins, poderá perder relevância e autoridade; bem como, ao indicar links relevantes, poderá ganhar autoridade e tornar-se mais relevantes nas buscas.
Como sabemos, os links externos são tão importantes quanto os links internos. Por isso, convém entender a melhor forma de fazer seus links externos, para obter os melhores resultados com o trabalho de SEO em seu site.
Vamos analisar neste artigo os contextos em que o link deve ser nofollow ou dofollow, mas vamos antes interpretar como o algoritmo do Google entende um link nofollow.
Como o Google entende o nofollow
Ao contrário do que muitos pensam, não é possível esculpir o PageRank de um site utilizando a tag nofollow.
Para quem não sabe, a tática de esculpir PageRank, que foi muito trabalhada há cerca de 3 anos, consistia em usar links dofollow para todas as páginas relevantes e que tinham alguma keyword otimizada, mas usar nofollow para todas as outras páginas internas e links externos.
Isso era possível porque o link nofollow era cego para o Google. Faz tempo, entretanto, que os links nofollow, embora não sejam seguidos, têm o PageRank perdido. Portanto, não faz diferença ter ou não ter nofollow em termos de favorecer ou desfavorecer suas páginas internas. Um link tem o PageRank diluído de qualquer forma, a questão é se você vai ou não passar relevância para esse link externo.
Se o link externo for bom, é claro que convém transmitir PageRank e tornar a outra página mais relevante. Com isso, aumenta-se a relevância de sua página.
Quando você deve usar nofollow
Os links nofollow seguem a estrutura abaixo e foram criados para sites que apontam links de outros sites irrelevantes, principalmente quando o usuário pode criá-los automaticamente ou sem moderação do webmaster:
<a rel=”nofollow” href=”http://www.conversion.com.br>Âncora do Link</a>
Veja algumas sugestões de links que devem ser nofollow:
- Comentários em posts ou artigos;
- Qualquer tópico de fórum aberto, principalmente links feitos por usuários que ainda não ganharam confiança;
- Assinaturas de fóruns;
- Assinaturas de sites de artigos;
- Review de produtos submetidas por usuários;
- Links que precisam estar em um artigo, mas não são confiáveis;
- Enfim, todo link que não é necessariamente endossado pelo webmaster.
Quando você deve usar dofollow
Os links dofollow são os links normais, ou seja, não é preciso acrescentar um parâmetro rel=”dofollow”.
Recomendo que você sempre utilize links dofollow quando indicar um outro site relevante. Os links externos de seu site ajudam o Google a determinar a relevância e o campo semântico dele em relação a toda a web. Se você linka um artigo relevante, seu artigo tende a ganhar relevância. Se você ajuda o usuário, sua página tende a ficar bem posicionado.
Há um segundo argumento: links são como um bumerangue, se você os fizer dofollow eles tendem a retornar para você com dofollow; e vice-versa. Desta forma, os links externos que você fizer podem ajudá-lo no seu trabalho de link building.
Conclusão
O uso de nofollow ou dofollow em links externos envolve um conceito muito simples: sempre que os links forem feitos por você devem ser dofollow, exceto quando a referência é necessária mas o site linkado não é confiável. Da mesma forma, sempre que os links sejam feitos por usuários, e não haja moderação para a publicação de links, devem ser nofollow. Não faz sentido, por exemplo, você fazer um link para um site relevante e inserir uma tag nofollow.
Seguindo essa regra, você lidará muito bem com essas duas formas de link, tornará a web mais relevante e realizará um melhor trabalho de SEO.
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Dicas infalíveis de Link Building para sites comerciais
Em um artigo da semana passada, conversávamos sobre a dificuldade de conseguir fazer link building de uma maneira ética e, ao mesmo tempo, gerando bons resultados.
Concordo plenamente que é muito mais fácil que sites não-comerciais consigam links e, ainda mais, links de qualidade. Assim como é relativamente fácil que grandes marcas, como a Apple, seja linkada na mesma medida que é amada e odiada por muitas pessoas. Mas sejamos realistas, reconheçamos que a maior parte de nós não está otimizando grandes marcas, mas “apenas” empresas que pensam grande e por isso investem em SEO.
No post de hoje quero compartilhar algumas formas simples de conseguir links que podem ser utilizadas para aumentar os backlinks de sites comerciais, ou seja, empresas que contratam o serviço de SEO. No gráfico abaixo, você pode observar como fazendo um SEO White Hat você pode aumentar consideravelmente o número de links naturais para um site comercial (mostro o milagre mas não posso mostrar o santo!).

1. Abra um Blog Corporativo ou Publique artigos
Um blog corporativo tira aquele ar chato das empresas.
As pessoas normais não se sentem à vontade de linkar algo que pareça corporativo, engomadinho e de terno e gravata. Por outro lado, gostam de linkar tudo aquilo o que é informal sem deixar de ser sério. Porque as pessoas linkam outras pessoas, não outros sites. Ainda que as pessoas estejam manifestas em forma de informação e conteúdo.
Veja alguns tipos de artigos que atraem muitos links para sites comerciais:
- Informações com embasamento científico e sobre um dado científico;
- Estatísticas de toda a ordem e que ajudem em análises;
- Ensinar a fazer gratuitamente algo que é cobrado;
- Crie ou traduza um infográfico;
- Explique algo de forma criativa e bem ilustrada um conceito;
- Conte histórias interessantes relacionadas à sua empresa;
- Demonstre usos criativos de seu produto;
Todas as técnicas acima podem ser feitas por uma empresa. Mesmo o que ela ensina gratuitamente, pode trazer benefício comercial para a empresa visto que se poderia aprender de outro modo. Ou caso seja ruim para seu modelo de negócio, ela pode ensinar assuntos relacionados e não propriamente algo que afete as suas vendas.
2. Reúna todas as informações sobre um assunto
Insisto bastante que fazer guias completos sobre um assunto, que sejam ao mesmo tempo fáceis de entender e razoavelmente profundos, são uma boa maneira de conseguir links de qualidade.
As maneiras de colocar em prática isso são simples, embora dêem bastante trabalho. Veja como:
- Crie guias sobre um assunto;
- Delimite um assunto e fale tudo o que se puder falar sobre ele;
- Faça em uma página um “diretório” de outros sites que falam sobre um assunto (as pessoas gostam de linkar referências);
- Crie um e-book e deixe-o livre para download;
- Produza tutoriais;
- Produza vídeos;
Conclusão
Em SEO de nada adianta aprendermos muita coisa teórica se não trouxermos esse conhecimento para a prática. Essa distância entre o teórico e o prático mantêm o mercado brasileiro de SEO anos luz atrasado em relação de outros países. A solução de superar isso é pensando em técnicas simples e aplicáveis de link building com as quais o profissional de link building se sinta à vontade e desenvolva habilidades nelas.
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Você não consegue fazer Link Building White Hat?
Alguns iniciantes em SEO ficam perplexos ao descobrir que faço link building, de fato, como explico nos artigos que escrevo ou conforme ensino nas vídeo-aulas do curso de SEO. Em última análise, está praticamente tudo dito, mas o que faz diferença em uma tática é a criatividade que podemos empenhar para conseguir mais e melhores links. A teoria é sempre a mesma para o site de meu cliente e para os seus concorrentes, por isso procuro pensar em uma forma criativa de conseguir links e a cada dia garanto que podemos nos surpreender.
Após aprender link building na teoria, é preciso levar o conhecimento à prática, de uma forma realmente prática e não teórica. As pessoas não conseguem, muitas vezes, fazer link building pois ficam excessivamente na teoria e esquecem que as pessoas linkam porque gostam de algo. Simples assim: as pessoas linkam porque gostam, não porque você está fazendo link building.
É uma dura verdade para muitos, eu sei, pois ao me perguntarem sobre como fazer link building esperam como resposta um segredo ainda oculto. O fato de não haver nem atalhos nem segredos e sim muito trabalho, muita atenção, deixa-os desolados…
Quer dizer, digo a eles, há um atalho, que é fazer Black Hat – mas esse também é um atalho para sites serem punidos.
As 3 únicas técnicas de link building
Como vocês sabem, todas as técnicas de Link Building em SEO se resumem basicamente a estas três:
Link Bait: trata-se da criação de um ativo linkável, ou seja, um conteúdo em suas diversas formas (texto, música, vídeo, produto, infográfico, etc.) que será linkado pelo que ele causa de interesse, pela necessidade que outro site tem de se referenciar a você espontaneamente, em forma de link.
Prospecção de Links: trata-se de você entrar em contato com proprietários de sites, blogueiros e editores de sites, oferecendo algum conteúdo de qualidade em que você pode trabalhar um link para seu site ou sugerir algum link para o seu site (por exemplo, no site de seu fornecedor ou num guia de empresas de seu segmento). A prospecção torna-se muito mais eficiente quando a pessoa que prospecta é bem relacionada.
Link Building Híbrido: por fim, trata-se de um híbrido de link bait e prospecção que ocorrem ao mesmo tempo; seu conceito é muito simples e consiste não só em ter um link bait, mas em prospectar e contatar editores de sites que poderiam se sentir mais instigados a linkar sua página, principalmente por desconhecer que poderia oferecer um link de qualidade aos seus leitores.
Em todos os casos percebe-se que é preciso ter um site de qualidade com conteúdo de qualidade. Sem conteúdo de qualidade, sem criar interesse, não há a menor chance com SEO.
Dito isso, fica a pergunta: por que SEOs se sentem tentados a comprar links? Por que SEOs iniciantes acham que há muito mais além disso? Seria preguiça, falta de imaginação ou desconhecimento da Internet?
No próximo artigo, vou compartilhar dicas realmente simples que você pode usar em suas estratégias de link building, mais especificamente para sites comerciais, que é a maior dificuldade da maioria.
Até lá!
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Google Disavow Links permite rejeitar backlinks negativos
O Google é realmente uma máquina que não pára de lançar novas ferramentas ou otimizar ainda mais antigas ferramentas. Tudo com uma única intenção, tornar a internet um lugar ainda mais seguro e confiável para as pessoas que usam frequentemente a web.
Prova disso aconteceu na última terça-feira. Já eram quase 2 horas da manha e os engenheiros da área de desenvolvimento de ferramentas do Google ainda estavam de pé tramando algo grande. Foi então que, justamente às 01:43 da manhã do dia 16 de outubro, foi ao ar uma nova ferramenta Google, o Disavow Links.
A extensão promete ser uma nova arma ainda mais eficiente contra back links que podem ser prejudiciais à relevância de um site. O Disavow links oferece ao proprietário do site a opção de rejeitar ou banir backlinks não naturais para os domínios que estiverem adicionados ao Google Webmaster Tools. Assim, você pode mostrar ao buscador que tal link não é natural não foi criado pelo proprietário do site e assim evitar um possível prejuízo no “rankeamento” do site nas SERPs.
Por que usar o Google Link Disavow Tool?
Basicamente, a ferramenta é uma nova segurança à integridade de um site. Mas segundo alguns especialistas na área, o Disavow possui duas principais utilidades que devem ser consideradas por todos os usuários da internet.
A primeira está na prevenção. A ferramenta oferece a possibilidade de bloqueio para diretórios, blogs de baixa qualidade ou com conteúdo suspeito, perfis falsos e até mesmo ligações suspeitas no “footer” de outros sites. Todos esses links são as principais formas de ataque a integridade de um site, o chamado SEO Black Hat.
Já a segunda razão que levará você a usar o Disavow links está na reparação de erros. Essa oportunidade é ideal para quem sofreu com ataques repentinos que prejudicaram o SEO de uma página e, consequentemente, perdeu posição nos principais buscadores da web.
Pode ocorrer também de você ter contratado anteriormente uma consultoria de SEO que fazia black hat e você recebeu punições pelo trabalho errado que fizeram no seu site. Então o Disavow pode ser utilizado pela nova agência de SEO que deve fazer somente SEO White Hat.
Você pode escolher por 3 diferentes maneiras para filtrar seus backlinks. Através do filtro algoritmos que é feito com auxílio das novas atualizações do Google, o Panda e o Penguim. A filtragem também pode ser feita em ação manual, onde é possível escolher entre vários graus de gravidade. E por último banir um domínio de backlinks.
É importante ressaltar essa ferramenta só deve ser usada por quem fez SEO Black Hat ou fizeram seu site. Então não é todo mundo que vai usar essa ferramenta. Outro razão é que a pessoa que for utilizar essa ferramenta deve saber exatamente o que está fazendo pois usá-la de maneira inadequada pode prejudicar o seu site ao invés de beneficiá-lo.
Passo-a-passo Disavow Links
Para começar a usar a ferramentas e se livrar de vez de todos os backlinks indesejados que podem prejudicar o seu site é muito simples. Comece acessando a página Google Link Disavow Tool e selecionando o site para o qual você quer bloquear links.
Vale lembrar novamente que o site deve estar adicionado antes ao Google Webmaster Tools.
Após selecionar o site, uma caixa de diálogo vai se abrir e solicitar que faça upload do arquivo contento os links que você deseja bloquear. O formato do arquivo é bem comum e deve necessariamente conter uma URL por linha.
Um arquivo base para você usar pode ser como o exemplo a baixo:
# Tentei entrar em contato com o dono do site www.sitedespam.com no dia 7/1/2012 to
# pedir a remoção dos links, mas ele não respondeu
domínio: www.sitedespam.com
# O do site www.sitedespam2.com removeu a maioria dos links, mas faltou estes
http:// www.sitedespam2.com/pagina2309.html
http:// www.sitedespam2.com/pagina95826.html
http:// www.sitedespam2.com/pagina892034.html
Todas as linhas que possuem o jogo da velha (#) serão consideradas pelo Google como linhas de comentários. Nelas você deve explicar o motivo pelo qual você está pedindo o bloqueio dos seguintes links. Mas cuidado, não conte uma história triste porque não vai colar. O ideal é você escrever comentários rápidos como “Pedi a remoção do link, mas não obtive resposta”.
As linhas que possuem a palavra “Domínio” são aquelas onde você adicionará a URL que deseja bloquear. Felizmente também é possível excluir links de páginas específicas de um site, no caso do exemplo são os 3 últimos links adicionados.
O Google aceita arquivos de no máximo 2MB e em casos onde é necessário realizar a atualização da pasta, o proprietário terá que fazer o download do arquivo, modificá-lo e fazer o upload novamente. Se quiser, arquivos em .csv também podem ser usados para fazer upload das URLs.
Para explicar ainda melhor todas as vantagens e objetivos que o Google Link Disavow Tool possui, a empresa lançou um vídeo de aproximadamente 10 minutos. Nele é possível ver e ouvir Matt Cutts, um dos responsáveis pela ferramenta, apresentando os novos recursos que ela oferece aos usuários.
E aí? Depois de ler todas essas informações sobre a nova ferramenta Google, quais sãos seus comentários?
Até o próximo post.
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Link Farm – Black Hat SEO
Você deve ter notado que o assunto dessa semana para nós aqui da Conversion é o Black Hat e a sua influência negativa no SEO. Ontem foi ao ar a 8ª aula do #OpenSEO que trata sobre o assunto, também postamos uma matéria muito interessante sobre uma técnica antiética de SEO chamada Doorway Pages.
O assunto de hoje é sobre algo que muitas pessoas já fizeram e nem sabem que é Black Hat, o Link Farming.
Link Farming na tradução livre para o português significa “Fazenda de links”. Então, como é possível de se imaginar, essa técnica consiste em criar sites, na verdade uma rede de sites, que vão trabalhar em uma troca direta de links com o objetivo de aumentar a relevância deles mesmos para os algoritmos do Google.
Estes sites não são desenvolvidos para criar uma boa interação com os internautas e visitantes. Eles existem exclusivamente para gerar um apontamento direto entre os outros sites da rede.

Por exemplo, existem os sites A, B, C e D.
O site A aponta para o B, C e D.
O site B aponta para o A, C e D.
O site C aponta para o A, B e D.
O site D aponta para o A, B e C.
As pessoas que fazem isso acreditam que vão aumentar a relevância do site para a internet, quando na verdade só mostra que o site é referenciado dentro de uma rede de sites, muitas vezes hospedado no mesmo servidor e que através do Whois identifica-se que pertencem ao mesmo proprietário. Todos esses dados o Google consegue identificar e registrar. É comum após atualizações como o Panda e o Penguin que as páginas de sites com Link Farm despenquem nos resultados do Google.
Felizmente, o Google não está medindo esforços para criar métodos de identificação ainda mais eficazes. Segundo o buscador, todos os sites que utilizem métodos programados exclusivamente na tentativa de manipular seus algoritmos estão passivos de punição.
Trocar links é Black Hat?
Vale lembrar que a troca natural de links não é considerada como uma forma de Black Hat. Claro que para se manter nos padrões de credibilidade e qualidade do Google é preciso certa moderação com essa troca. A dica é sempre ter links para sites relevantes para os seus visitantes, porque o Google avalia a qualidade para os seus links e o comportamento dos usuários após clicar nos links.
Comprar links é antiético. É famoso o caso que aconteceu em maio de 2012 quando foi denunciada a empresa iAcquire por compra de links e quando as pessoas digitavam no Google pelo nome da empresa o site simplesmente não aparecia, porque o Google baniu temporariamente o site, agora quando você digita “iAcquire” volta a aparecer o site da empresa e em baixo posts comentando a compra de links.
Usar ou não Link Farming?
Com certeza absoluta a resposta para essa pergunta é não. Não vale a pena correr o risco de ter sua página punida (perder posições) ou até mesmo banida (desaparecer completamente) das páginas de resultado do Google por estar envolvida em esquema de link Farming. Essa técnica de baixo SEO não influência positivamente na relevância do seu site para os inteligentes algoritmos do buscador.
Um bom site é construído através de dedicação e muito esforço, além de todas as horas de trabalho e do estudo constante de formas éticas e eficazes de otimizações. Lembre-se que links são importantes, mas é preciso concentrar-se em ter links de sites relevantes e do mesmo campo semântico apontando para você ao invés de link farm e links de sites que não tem nenhuma relação com o seu campo semântico.
Isto é, prefira sites que possuam conteúdo diretamente ligado com o seu e que aprimorem ainda mais a experiência do visitante com sua página. Estes são os melhores e verdadeiros links que um site pode ter em toda a internet.
Você conhece algum caso de Link Farming? Tem alguma dúvida sobre esse assunto de Black Hat? Deixe seu comentário e para saber mais sobre esse assunto, assista a aula de Black Hat vs. White Hat.
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Backlinks: aumentar o PageRank com bons links
Você já deve ter notado que essa semana todos os nossos post para o blog da Conversion e até mesmo a aula do #OpenSEO estão tratando sobre um assunto considerado guia para o SEO, os backlinks. Para você que ainda não tem certeza se sabe completamente o que são esses links, aqui vai uma explicação sobre o que são e qual a importância deles para seu site.
Os backlinks, em resumo, são links que apontam diretamente para qualquer página do seu site a partir de outro domínio. Eles são o que os SEOs chamam de básico e primordial para qualquer estratégia de otimização que tenha como objetivos os primeiros lugares da SERPs.
Mas por que os backlinks são tão importantes?
Essa dúvida é algo que pode incomodar muitas pessoas que estão em busca de uma otimização para a própria página, mas a resposta é simples. Backlinks sãos considerados importantes para o SEO porque são vistos pelos algoritmos de rastreamento web como um valioso crédito dado ao conteúdo que tal página disponibiliza para os leitores.
Sendo assim, imagine os backlinks como uma porta de entrada para a relevância do seu conteúdo perante os buscadores, e portanto aumento do PageRank. O Google entende que sites ou blogs que possuam uma grande quantidade de backlinks de qualidade são qualificados e apresentam um bom conteúdo para as pessoas que pesquisam sobre determinado assunto.
Os algoritmos estão em uma constante procura por bom conteúdo, e uma interessante e eficaz forma de se medir a qualidade de um texto é por quantas pessoas estão se referindo a ele em outros lugares. Funciona como uma espécie de “Crowd Sourcing”, quanto maior for a repercussão de um link, maior a relevância que ele possui para as pessoas e consequentemente para o Google.
Então quanto mais, melhor?
Sim, podemos dizer que quanto mais backlinks você tem, melhor para o seu site, mas vamos com calma. Expor seu site em vários outros domínios, onde milhares de pessoas podem encontrar facilmente seu link e serem direcionados para sua página é sempre muito bom para aumentar sua relevância e também o trafego da página. No entanto, a qualidade desses links é respeitada pelos algoritmos, o que transforma esse fato no seu foco de estratégia.
Bons links são aqueles que estão em sites que possuam certa semelhança com os assuntos que você trata em sua página. Isso demonstra que suas matérias fazem parte de um nicho e mostra ao Google que você sabe do que está falando e com quem compartilha seus links.
De preferência aos links de alta qualidade, com eles e uma boa e estruturada estratégia de SEO mostra bons resultados rapidamente, além de ajuda o posicionamento de seu site em todos os principais buscadores da web.
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Majestic SEO e o Link Building
O Majestic SEO é uma ferramenta web capaz de elaborar relatórios sobre backlinks, Keywords e também coletar outras importantes informações sobre a situação de seu site a partir de uma única URL. A ferramenta que usa sofisticados algoritmos de pesquisa tem ganhado espaço entre profissionais de SEO e das agências de otimização por oferecer informações muito úteis e sempre atualizadas a um preço justo.
Para a utilização do Majestic, existem diversos tipos de pacotes que vão do gratuito até a chamada “Conta Premium”. Das opções pagas, o plano mais barato custa cerca de 80 reais por mês e plano mais caro chega a 680 reais. Vale lembrar que quanto mais “Premium” for o seu pacote, maior será a quantidade de informações e a frequência de relatórios disponíveis no site.
Link Building Majestic SEO
São diversas as ferramentas do Majestic SEO disponíveis para seus inúmeros usuários, mas vou aproveitar que o assunto do #OpenSEO dessa semana é link building e destacar algumas das ferramentas necessárias para criar um relatório do tipo “Link Reports”.
Como é possível de se imaginar essa ferramenta disponibiliza um completo relatório sobre a quantidade e a qualidade de seus backlinks em diversos endereços da web. O sistema funciona como uma grande teia que captura e disponibiliza essas informações de maneira resumida e bem simples.
Tais informações podem e devem ser usadas para a criação de boas estratégias de otimização de curto ou longo prazo. Lembre-se que o Majestic SEO oferece a possibilidade de conhecer onde estão seus backlinks e os de seus concorrentes. Com essa informação você pode criar maneiras de fazer um acompanhamento mais de perto visando à conservação desses links e também a multiplicação deles.
Ainda é possível conhecer quais são as páginas de menor importância do seu site, e com isso trabalhar e otimizar seu conteúdo de maneira a ganhar relevância, assim como obter formas de aumentar o número de backlinks hospedados em outros sites e blogs.
Keyword Checker
O Keyword Checker trabalha em conjunto com essas análises de backlinks e funciona da mesma forma que algumas Keyword Tools do Google. A ferramenta tem a função de descobrir e medir a situação de qualquer palavra-chave que considere importante para a divulgação de uma página. Também é possível verificar a quantidade de vezes que ela é buscada no Google e até a maneira como é buscada.
Backlinks History
O Backlinks History é uma grande ferramenta disponível também para quem se registra no Majestic SEO. Através dela é possível acompanhar e comparar de maneira resumida até 5 sites concorrentes, como o seu próprio domínio.
O relatório funciona de forma mensal e disponibiliza informações sobre a quantidade de backlinks criados por cada um dos sites, além de mostrar onde e quando eles foram criados. Tais informações são extremamente importantes para o SEO, pois oferecem novas visões de possibilidades para a criação de link building personalizados para diferentes e relevantes endereços.
Majestic SEO Site Explorer
Essa é uma ferramenta que resume todas as informações mais importantes em uma única e simplificada janela. A informação sobre a quantidade de backlinks vem acompanhada de níveis mais detalhados de dados como, por exemplo, o tipo de conexão que ele realiza com sua página. Se estes links são nofollow, se estão em imagens ou textos e até mesmo aqueles que não estão funcionando.
Para que usar o Majestic?

Em resumo, o Majestic SEO é uma grande e útil ferramenta de acompanhamento e criação de link building. Essas informações podem ser usadas para diversas coisas, mas 4 delas se destacam por serem muito importantes para a otimização de sites:
- A facilidade para orientar e criar diretrizes para suas campanhas de link building em diferentes endereços.
- O rápido e simplificado acompanhamento que é possível através do uso de ferramentas de monitoramento Majestic.
- A ajuda que as análises oferecem para quem quer encontrar boas fontes onde você pode implementar seus links da melhor maneira possível.
- Acompanhar de maneira oculta e muito completa, tudo o que seus principais concorrentes estão fazendo sobre backlinks.
E você? Conhece alguma outra boa utilidade para as várias ferramentas do Majestic SEO? Não deixe de comentar aqui em baixo e compartilhar sua dúvida com todos no nosso Fórum de SEO. A aula sobre link building estará no ar às 19 horas e trará informações complementares sobre esse assunto tão importante para o SEO.
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Categoria Link Building
E se o link building deixasse de existir?
Digamos que link building se tornasse 100% ineficaz. Que o Google usasse seu Big Data para determinar as autoridades real e relativa de cada página e cada domínio.
Afinal de contas, o Google detém informações de 60% de todo o tráfego da web e não é nada improvável que ele mensure qualitativamente a navegação em um site de acordo com o usuário.
E, deste modo, a única maneira de manipular o algoritmo seria manipular um grupo imenso de pessoas. O que a História prova que não é impossível, mas não vem ao caso. Digamos que esse dia em que o link building deixaria de existir esteja chegando.
É naturalmente uma suposição, mas ela tem um fundo de verdade: como sabemos, desde o Google Panda e Google Penguin, o peso aos links de uma forma geral tem diminuído, mas por outro lado tem aumentado – e muito! – a força dos links de qualidade. Mas prossigamos com esta suposição: e se os backlinks perdessem todo o seu efeito?
Cai o PageRank, entra o “VisitorRank”
Nesta situação hipotética, teríamos de considerar obviamente que o Google manteria os dados anteriores e provavelmente o histórico das SERP seria determinante. O maior problema está no cálculo das autoridades de domínio e de página, uma vez que esses 2 fatores cruciais organizam toda a web.
Como sugeri acima, ao invés de trabalhar com o PageRank o algoritmo poderia usar algo como um VisitorRank, ou seja, criar um ranking dos usuários e não mais dos sites ou páginas. Ranking de páginas é coisa do passado, dos velhos tempos acadêmicos. A Internet é feita de pessoas e não de teses, monografias ou outras quincalharias.
Bem, sabemos que todos os sites têm leitores que não se manifestam, não linkam e não compartilham conteúdo, e esses são não raro leitores ilustres. Imagine um grande economista que passa o dia estudando economia, lê as maiores publicações do mundo e, além disso, lê 3 blogs de alguns estudantes universitários que têm ideias originais ou são muito talentosos. Imagine que outros tantos economistas lessem esses blogs desconhecidos mas, por vergonha e orgulho, não contassem para ninguém.
Temos aí, como se pode ver, um grave problema de privacidade. Hipotético ou não, as coisas tendem a isso. E, se o próprio Google diz que o foco deve estar no usuário, já passou da hora de o seu algoritmo dar o foco ao usuário pra valer.
Alguma ênfase no AuthorRank
Ainda falei muito pouco sobre o AuthorRank, mas este é um dos meus updates preferidos no Google. Imagine se cada autor na Internet deixasse de ser anônimo, inclusive nas grandes mídias, e tivesse de ser responsável por aquilo que diz? Que toda a sua reputação fosse sendo construída ao longo da vida?
Deste modo, a autoridade do site não estaria mais ligada à quantidade de links, mas sim à reputação de quem publica naquele site. Uma vez que um autor de reputação não aceitaria seu nome vinculado a qualquer site fuleiro, isso seria um critério determinante para o sucesso de uma estratégia de SEO. Por outro lado, poderia criar uma casta que criaria um ‘status quo’ talvez global.
Mais ênfase no Conteúdo
Mas a grande brincadeira estaria no On Page, sem dúvida nenhuma.
Teríamos uma corrida pelo melhor conteúdo, de modo que se brigasse para que cada vírgula fosse melhor do que a do concorrente. Este seria um cenário em que o Google teria perdido a sua força como buscador, como aliás tem ocorrido há alguns anos desde que o Facebook teve seu boom. O Google perderia sua força, mas de modo nenhum a sua reputação. Porque a sua visita continua sendo a melhor.
Aposto que as pessoas já aceitaram enviar seus dados via Analytics e Chrome, nada impede que se faça um estudo de navegação pelo conteúdo e forma que se lê o conteúdo. Artigos mais lidos (de fato), artigos mais bem posicionados.
Navegação e fidelização
Mas apenas ler o conteúdo não é o bastante. É preciso que o usuário goste do seu site e o siga descobrindo; porque quem tem um bom conteúdo realmente, decerto terá outros conteúdos para entregar. Aqui está o “x” da questão.
Pois bem, como o Gustavo Mariano falou em um post recente, a fidelização de visitantes é algo fundamental. Para muitos profissionais e agências, essa já é uma realidade. Portanto, teríamos de começar a trabalhar com uma meta inclusive para quem vem descobrir um conteúdo, de modo a ter uma retenção máxima dos visitantes:

Conclusão
Este post obviamente é uma especulação, uma maneira de refletir sobre o que poderia acontecer com o algoritmo do Google caso uma única variável mudasse – e diga-se, que variável é essa! Quero que este post, em vez de desincentivar o link building, dê uma perspectiva futura do SEO, inclusive para que façamos melhor link building hoje. A minha opinião é de que o Link building jamais vai deixar de existir, porque isso está na base do Google, mas tende gradativamente a ir se igualando a outras métricas em importância – sem nunca deixar de ser um xodó para o Google.
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