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Formação do profissional de SEO: conteúdo ensinado, o que falta e soluções

Formação do profissional de SEOA formação do profissional de SEO é um dos temas mais importantes para o amadurecimento do mercado de SEO no Brasil e há ainda muito por fazer. Abaixo há uma discussão sobre os desafios, o que é ensinado e os pontos principais que não são ensinados geralmente, propostas de soluções e um estudo de caso que não consegue ser respondido por muitas pessoas que estudaram SEO.

A formação do profissional de SEO

Para seguir a carreira de SEO um dos maiores desafios é conseguir obter a formação inicial. Uma vez que é uma área criada há pouco tempo, há divergências sobre a data de origem do termo SEO, mas acredita-se que foi utilizado pela primeira vez em 1997.

Além de ser uma carreira recente, outro fator que adiciona complexidade na formação são as constantes modificações na área, pois um profissional que aprende a fazer SEO como em 2009 está fadado ao fracasso se fizer o trabalho do mesmo modo nos dias atuais. Afinal, o algoritmo dos buscadores tiveram significativas modificações e os fatores mais importantes em 2010 já não são os fatores que mais geram resultado hoje.

Há atualmente apenas cursos livres e não um curso universitário exclusivo para o assunto. O que existe, porém, são matérias em algumas faculdades com uma disciplina sobre SEO ou parte do conteúdo de uma disciplina sobre SEO. O fato, contudo, é que isso não impede que o problema persista, já que quem faz esses cursos em poucos meses aprenderá conceitos que quando implementados podem não trazer os resultados esperados.

Então, o que um Curso de SEO pode oferecer de permanente para quem quer aprender SEO? O maior e mais importante benefício que um curso de SEO pode oferecer é ajudar o aluno no processo de aprender a pensar em SEO, a pensar globalmente.

Uma vez que a pessoa aprende a pensar, podem surgir novas atualizações do Google, novos padrões e fatores em SEO, mas a pessoa vai conseguir enxergar a lógica por trás dessas modificações, podendo pensar e agir como o Google opera hoje ou irá operar no futuro.

Foi com esse objetivo que o #OpenSEO, Curso de SEO da Conversion, foi criado e, deve ser esse o mesmo objetivo dos cursos de SEO sérios, sejam eles cursos livres ou disciplinas nas faculdades.

É evidente que as técnicas do momento continuarão sendo abordadas em aulas, mas esse não é o ponto forte, já que a técnica de hoje pode não surtir efeito amanhã. No entanto, se o profissional de SEO pensa globalmente, ele saberá como descobrir as técnicas que geram mais resultados amanhã.

A escassez de profissional que pensa globalmente

Há no mercado atualmente uma escassez de profissionais de SEO bem preparados, justo por conta dos problemas apresentados anteriormente. Porém, mais do profissionais que desconhecem os aspectos técnicos do SEO atual, o problema maior está na carência de pessoas que pensam globalmente.

Somente pensando globalmente a pessoa poderá pensar tal como o Google, pois o Google:

  • Não é apenas um algoritmo que só analisa backlinks, portanto fazer SEO não significa conseguir dezenas, centenas ou milhares de links para um site.
  • Não é  apenas um algoritmo que analisa o conteúdo do site. Na verdade, encontra-se aqui um problema sobre o próprio conceito de analisar. Uma máquina não é capaz de ter pensamento abstrato e julgar se algo é bom ou ruim; essa é uma tarefa que apenas seres humanos podem realizar . Então, o que parte do algoritmo Google faz é usar métricas como quantidade de páginas navegadas no site, quantidade de segundos em cada página, em quais palavras, botões ou imagens o usuário passou o mouse ou clicou, etc. A partir do monitoramento dos usuários que fazem buscas por uma palavra e depois medindo o comportamento dos mesmos no site, o algoritmo define se o site é “bom” ou não para os usuários que buscam por esse termo no Google.
  • Não é apenas um algoritmo que mede a quantidade de interações sociais em cada página do site.
  • Não é apenas um robô que analisa o código do seu site, o uso adequado de elementos que facilitam a interpretação do código, a existência de elementos que ficam escondidos para os usuários, etc.
  • Não é apenas um algoritmo que avalia o seu site pela reputação dos autores (AuthorRank) que escrevem no seu site.
  • E essa lista de “não é apenas” poderia se estender por centenas de fatores.

Essa é a antiga questão de que “a parte não é o todo” e “o todo é mais do que a soma das partes”. Essa premissa que se aplica nos mais diversos campos da vida, também precisa ser aplicada no trabalho de SEO.
Há muita gente que pensa que fazer SEO é aplicar uma tecnicazinha no site e já levá-lo diretamente às primeiras posições. Agir desse modo, é agir como se estivéssemos em 2002.
Hoje, e cada vez mais no futuro, quem quiser ser um profissional de SEO precisa pensar globalmente, conhecendo as partes, entendendo a relação entre elas e o motivo delas.

Um case que muitas pessoas não conseguem resolver

Para ilustrar como muitas pessoas não sabem como relacionar as partes do todo, vamos pegar um caso real onde fica evidente a necessidade de se pensar globalmente para poder otimizar um site:

Um ecommerce criado em 2008, possui mais de 15.000 links apontando para o site e as páginas de produtos. Todavia, o site não aparece para palavras-chave relevantes do negócio e para os nomes dos produtos.

As páginas de produtos não são listadas na primeira página do Google, os produtos melhor posicionados estão no meio da segunda página, e a maioria dos produtos estão com posição 70 em diante.

Todas as páginas dos principais produtos tem um conteúdo original, com informações diferente das passadas pelos fornecedores. Há botões de compartilhamento social em todas as páginas do site e dos produtos. O código HTML está razoavelmente bem feito e o tempo de carregamento da página é bom. Elementos como title e H1 foram trabalhados.

Se fazer SEO fosse apenas conseguir links, por que esse site que tem 15000 links não está bem posicionado?

Se fazer SEO fosse apenas gerar conteúdo, por que as páginas de produtos não aparecem bem posicionadas?

Se SEO fosse só implementar um código no site, por que esse e-commerce, que está com um código melhor do que muitas lojas virtuais no mercado, não está nas primeiras posições?

Se SEO fosse simplesmente interação social, por que as páginas com os botões de interação social não são suficientes?

E mais importante ainda, qual é a relação entre essas informações do site? O que é possível concluir?

O profissional de SEO que sabe mais do que técnicas, consegue pensar globalmente e propor soluções para cases como esses. Não existe uma única resposta correta e diferentes soluções podem ser desenvolvidas, o importante é saber a relação entre as partes e o todo.

Fique à vontade para comentar e dar soluções. Se você for um profissional de SEO que pensa globalmente e propõe soluções inteligentes para cases como esse, envie seu CV para rh@conversion.com.br juntamente com a proposta de solução para esse case. Nossas portas estão abertas para profissionais que pensam SEO de maneira global.

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Como funciona o algoritmo do Google

Algoritmo do GoogleAgora que já compreendemos a filosofia por trás do Google, vamos entender de uma maneira geral como é feita uma pesquisa no buscador mais famoso do mundo (ou em qualquer buscador.) O primeiro ponto para que se possa fazer a busca é ter a base de dados com nada menos que boa parte do conteúdo na Internet. Usamos o verbo “indexar” para se referir ao que vai ser armazenado nessa enorme base de dados. Ou seja, é preciso haver uma indexação de todas as páginas.

Os buscadores anteriores ao Google não indexavam todos os sites da web. Eles trabalhavam como o Dmoz.org trabalha até hoje: ao se fazer uma pesquisa nele, era consultada uma base dados com informações cadastradas manualmente ou enviadas pelos proprietários de web sites.

Embora seja possível se cadastrar no Google, na maioria das vezes não é preciso realizar nenhum tipo de submissão ao buscador pois ele “descobre” sua página ao fazer a varredura da web com seu “crawler”.

Googlebot, o web cralwer

Um crawler é um software de computador que salva em sua base de dados todas as páginas que encontrar na web, exceto aquelas que bloquearem seu acesso ou que por algum comando interno seja orientado a não indexar. Os crawler podem ser usados para diversos fins, desde backup de um site, busca de informações ou para armazenamento de todos os sites para consulta posterior e publica através de mecanismos de busca como Bing ou Google.

Googlebot é o crawler do Google, grande responsável por todas as páginas estarem indexadas, e também pela frequência de atualização das páginas no Google.  O que, basicamente, um crawler faz é acessar uma lista de milhões de links já disponíveis, atualizar a informação e seguir todos os novos links disponíveis nas páginas e novas páginas, para garantir que pesquise em todas as páginas da web.

O Googlebot irá determinar a frequência com que visita uma página segundo uma série de fatores, dentre eles a importância daquela página (sites muito importantes podem ser acessados a cada minuto, já outros sites podem ficar semanas sem visita do crawler) e mesmo frequência de atualização. O objetivo do Googlebot é ter o número máximo de páginas o mais atualizadas quanto possível, mas como há um custo para cada varredura o algoritmo do Google usa uma fórmula para equacionar qualidade da informaçãoo e custos para a empresa.

Tratamento das informações

Após indexar tantas páginas, o Google precisa tratar as informações e organizá-las para que ao ser realizada uma consulta se consiga da maneira mais rápida possível (em menos de um segundo) fazer uma varredura em toda a base de dados para trazer a informação desejada.

Para isso, as informações ficam segmentadas por uma série de critérios como palavra-chave, assunto, país, data, idioma, buscando criar uma abstração das informações. Trabalha-se também com um cache poderoso para evitar a consulta à base de dados tanto quanto possível, mas isso deve ser feito de uma maneira abstrata uma vez que boa parte das consultas é única.

Não vamos entrar nesse assunto, até porque não é especificamente nossa área de conhecimento, mas basta mantermos em mente que o Google lida com rotas de informação e por isso consegue realizar tantas consultas e tão rapidamente.

As rotas de pesquisa são muito importantes para economizar servidores. Imagine que se pesquise por “história do Brasil”: por um filtro pré-feito (em “cache”), provavelmente há as páginas que contêm o termo “história”, “do” e “brasil”. Dessa lista de sites, o Google realizará uma nova pesquisa, muito mais simplificada.

Porém, não menos simples. Com as rotas de pesquisa, o algoritmo do Google já saberá em quais sites não pesquisar mas é preciso uma fórmula para ordernar os resultados, ou seja, qual o critério para um site estar bem ou mal posicionado.

Antes, porém, de falarmos de ordenação de resultados vamos entender como é a página de resultados e o que você pode encontrar nela.

Conhecendo as SERP

Conhecendo as SERP

Embora o Google não declare os seus critérios de posicionar um site, nós podemos deduzi-los e para tanto começaremos da maneira mais simples para chegar ao que é mais complexo.

Na busca que utilizamos como exemplo “história do brasil” (não há diferença entre minúscula e maiúscula para o Google), vemos que a SERP (search engine result page, ou página de resultados de mecanismo de busca em tradução livre) traz 10 resultados e para cada resultado há um “snippet”, que é um resumo daquela página e conta com título, link e descrição como podemos ver abaixo.  SERP e snippet são termos que usaremos bastante ao longo de todo o nosso curso, então é fundamental estar familizarizado. Veja um dos snippets de nossa busca:

Exemplo de snippet

Em alguns casos, há itens especiais nos snippets, como o que chamamos de “site links” e consta na imagem acima. Esses sitelinks não aparecem em todos os snippets mas somente em alguns que o Google considera relevantes. Não há como solicitar ao Google que adicione sitelinks, mas há maneiras de “induzi-lo” a adicionar os site links.

Os snippets são os mais variados possíveis e o Google vem investindo bastante na diversificação de snippets, como medida para manter a atenção de seus usuários e até mesmo retê-los por mais tempo em suas páginas. Os snippets irão variar de acordo com uma série de fatores, mas o principal são as buscas verticais que vêm agregar valor à “busca horizontal”, que é a busca geral do Google, como vimos na SERP acima.

Tipos de pesquisa: horizontal e vertical

Você deve ter reparado que o Google não possui um buscador apenas. O Google é formado de diversos Googles: Google Imagens, Google Places (para endereços), Google Videos, Google Blogs, Google News, etc.

Chamamos de buscas verticais, os mecanismos de busca com propósitos específicos. O Apontador é um grande exemplo de buscador vertical, uma vez que nele encontraremos informações sobre endereços e lugares onde visitar (trata-se de uma busca “vertical”, “profunda”  por endereços). O IconFinder.com realiza uma busca vertical por ícones. O Google Images é um buscador virtual de imagens. O Youtube tem um buscador vertical de vídeos, e assim por diante. O Flickr tem um buscador vertical de fotografias. Todas os buscadores que não tenham propósito geral mas sim específico será considerado vertical e no Google costuma ter snippets específicos.

As buscas verticais, entretanto, se misturam aos resultados do Google. Ao realizar uma busca por “brasil”, aparecem buscas verticais de mapas e de imagens.

Tipos de pesquisa

Para fazer SEO, é preciso estar muito bem familizarizado com a SERP do Google e, principalmente, com o funcionamento do algoritmo para que como consultor SEO você seja capaz de desenvolver estratégias por conta própria e exclusivas. Nós não entraremos em todos os detalhes de páginas de busca, pois são realmente muitas, mas incentivamos você a pesquisar em seu tempo livre e encontrar todas as possibilidades de SERP.

Como é formado um Snippet básico

Snippet básico

O snippet é muito importante em SEO, porque é o que determinará o clique e garantirá o acesso à sua página. O snippet é determinado automaticamente pelo Google, mas segue algumas regrinhas simples de entender:

Título da página
www.enderecodosite.com.br/pagina-em-questao.html
Pequena descrição da página em questão, onde se faz negrito do termo de pesquisa, para chamar a sua atenção gerar confiança.

Agora você talvez se pergunte: de onde vêem esses elementos?

O título da página costuma vir da tag <title>, que fica no <head> (cabeçalho) do HTML. O endereço do site é um dado meio óbvio, que dispensa explicação. Já a pequena descrição pode vir de dois lugares: da meta-tag “description” ou ser um excerto do conteúdo daquela página, isto é, um resumo.

É importante saber que o Google não leva as orientações acima à risca e costuma variar sempre que considera relevante para o usuário. É comum encontrarmos breadcrumbs em vez do endereço do site. Não é raro, principalmente entre páginas antigas de quando ainda se usava “Untitled 1” no <title>, o Google escolher um título mais adequado para a página baseando-se principalmente no histórico de busca e nos links externos e internos.

Critérios de pesquisa

A SERP é um bom ponto de partida para entendermos os critérios do Google para posicionamento de um resultado; retomando a imagem acima da SERP, iremos observar que em todos os snippets podemos encontrar o termo “História do Brasil” no título da página, o que nos induz à conclusão de que o título da página é um fator importante de organização dos resultados, o que de fato é. O título da página (<title>) é muito importante porque ele resume do que aquela página está falando, mas se tivermos uma página em branco com a palavra-chave no título não ajudará muita coisa.

É importante ressaltar que qualquer critério que o Google usa nunca é visto isoladamente, mas sempre em conjunto como um todo. Além do mais, a você que talvez esteja pensando em trabalhar consultor em SEO é sempre importante  pensar os “porquês” das questões para que sempre possa resolver os problemas únicos.

Todo este curso será sobre os critérios do Google para posicionar um site. Escolhemos especificamente o <title> que é o principal, para você compreender o funcionamento. Mas agora é hora de voltar à teoria e entender mais um pouco sobre qual tipo de resultado o Google quer trazer.

O resultado mais relevante

O objetivo do Google é trazer o resultado mais relevante para cada uma das buscas. E o que é o resultado mais relevante se não a resposta para aquilo que perguntamos? O resultado mais relevante é sempre aquele que traz mais informações e de uma maneira mais concisa sobre o termo pesquisado.

Sempre que realizamos uma pesquisa, gostamos que o resultado seja uma página somente sobre aquilo que estamos procurando. Por isso, um dos meus maiores segredos de SEO é criar uma página específica para cada palavra-chave que eu desejo que esteja bem posicionada.

Agora, talvez esteja fazendo mais sentido porque todas as páginas têm “história do Brasil” no título: é porque o resultado deve corresponder à busca. Mas ainda ficamos com uma dúvida: só na primeira página do Google havia dez resultados, todos os sites com o termo “História do Brasil” no título.

Obviamente, muitos outros fatores serão levados em conta e não há como determinar, sem antes fazer uma análise profunda, por que aqueles e não outros sites estão bem posicionados. Outros fatores muito importantes para o posicionamento são o conteúdo do site e o quão rico ele é em palavras-chave (tanto “história do Brasil” quanto palavras-chave que o Google sabe que são relacionadas), a quantidade de links recebidos, a âncora desses links e ainda a autoridade dos sites e das páginas que fizeram esses links.

Todos esses critérios serão reunidos no algoritmo do Google, que é chamado de PageRank e é o tema de nossa próxima aula que vai ao ar hoje (23/07), às 19h.

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40 fatos sobre SEO que você deveria saber

40 fatos sobre SEO que você deveria saberPor conta do lançamento do nosso Curso de SEO, parte do projeto #OpenSEO, quero compartilhar com vocês o que de mais significante aprendi em mais de 5 anos trabalhando profissionalmente com SEO e outros tantos de forma amadora.

Sem nenhuma enrolação, vamos a esses fatos:

1. Não se faz SEO, empreende-se SEO.

2. Como todo bom empreendedor, seja um funcionário ou um chefe, transforme sua profissão em uma empresa. Seu chefe ou seu diretor é seu primeiro cliente.

3. A raiz etimológica da palavra empresa é “imprehendere”, que em tradução livre é empreender e no latim tinha o sentido de lidar com problemas. SEO são problemas, sempre, inesperados e que exigem soluções originais. Algo que funcionou ontem, não funciona mais.

4. Tenha contas em redes sociais. Use cada uma delas. Ajude outras pessoas e ganhe reputação.

5. Faltam sites e blogs de SEO no Brasil. Abra o seu, compartilhe seus segredos e descobrirá que você sabia muito, muito pouco.

6. Escreva artigos: escreva, escreva e escreva. É uma boa forma de aprender e de lembrar o que você sabe.

7. SEO começa no marketing. O que você pode vender que nenhuma outra empresa poderá vender? Valorize os seus diferenciais (valores, marca, preço, produto, etc.) e use-os, porque ninguém poderá fazer igual.

8. Não seja meramente um técnico. Não repita técnicas. Seja alguém que entenda o funcionamento do algoritmo e cria estratégias únicas. Isso: seja quem cria e não quem consome técnicas de SEO.

9. SEO não é sobre o que deve ser feito para o site, mas o que deve ser feito para o business do cliente.

10. Durante muito tempo ignorei o poder humano da Internet. Ela é um modificador humano, não uma simples mídia. A Internet é feita de pessoas, SEO é feito para pessoas.

11. Eu achava SEO fácil. Continua sendo fácil. Difícil é pensar o outro e entender que SEO é secundário, mais importante é uma visão total do marketing. SEO sozinho não faz nada.

12. Boa parte da vida humana é linguagem. SEO é a linguagem de ser encontrado na busca orgânica de acordo com a intenção de uma pessoa. Palavras-chave revelam uma intenção.

13. SEO não é sobre trazer visitas, mas trazer visitantes qualificados para serem fidelizados. SEO é sobre gerar conversões.

14. Percebi muito cedo que o Google tinha todas as informações sobre eu ou você. Isso a principio me deixou paranóico. Aprendi a aceitar que em nossa era não há privacidade e isso é bom para que sejamos melhores seres humanos. O que temos a esconder?

15. Tive a sorte de, sabendo que o Google tinha essas informações, fazer SEO considerando sempre usabilidade, conversões e retenção do visitante. Use seus conhecimentos de SEO para fazer bons sites.

16. Por outro lado, eu quebrei a cara ignorando o poder dos blogs e, mais recentemente, das redes sociais. Achei que fossem perda de tempo. Não são!

17. A Internet, e portanto o SEO, deve ser feito para gerar relacionamentos. Uma visita é efêmera, um relacionamento é perene.

18. Aprendi relativamente cedo que tudo era SEO. Sobretudo as informações que jamais imaginamos que o Google tem. Mesmo assim eu só sei que nada sei sobre elas. E SEO é sobre informações as quais somente usando o raciocínio lógico você pode deduzir.

19. Para falar a verdade, parei de pensar em SEO ou PPC. Descubro cada vez mais que se deve analisar o marketing online como multicanais. Entretanto, toda estratégia deve ser feita com os recursos disponíveis no momento gerando ativos. O maior ativo de SEO é a reputação, a melhor métrica são as conversões.

20. Eu achei que tinha segredos sobre SEO. Hoje os publico para que todos saibam. Os melhores clientes vêem, não por causa do mistério dessa arte, mas de sua autoridade e reputação no assunto.

21. O melhor marketing é gerar reputação. SEO é sobre reputação nos resultados de busca.

22. Não seja paranóico com o primeiro lugar. A primeira posição tem mais peso em uma reunião do que para o usuário, que está apenas procurando. Assim como as pessoas procuram sentido em suas vidas. Marketing tem de trabalhar com esse sentido.

23. Seja uma resposta que seu visitante queira transmitir aos seus contatos, amigos e conhecidos.

24. A pessoas falam muito sobre penalização. Geralmente querem aterrorizar uns aos outros. Há técnicas que alguns não querem que você faça e chamam isso de black hat, dando exemplos esdrúxulos para demovê-lo da idéia. Desconfie, sempre.

25. Black hat é sobre sua intenção. Se você estiver fazendo o melhor do white hat e ainda estiver pensando em seu usuário como um panaca, estará fazendo black hat.

26. Para cada técnica black hat há uma abordagem white hat. E vice-versa.

27.  SEO é um cara que ajuda o Google a melhorar o seu índex. Faça SEO pensando em como você pode ajudar a melhorar o Google. Na web, até isso é colaboração.

28. Sempre quis ser poeta. Descobri que a mesma essência da poesia, que afinal é o ser humano, também se encontrava no marketing. Até no marketing!

29. Faça SEO ou seu trabalho como uma procura da verdade, do real. Só o outro é real, mas o indivíduo é uma mera representação de si. Crie algo para o outro, assim como não reconhecemos nenhum gênio que tenha sido genial só para si. Isso vai gerar links, reputação e tráfego qualificado!

30. Podemos contabilizar visitas facilmente, difícil é mensurar o impacto que causamos. Isso só com feedback. SEO deve ser feito para sites que geram impacto profundo.

31. Estatísticas podem mentir. Gráficos iludem.

32. Alcance o intangível, descubra o valor que está nas entrelinhas. Isso é o verdadeiro SEO.

33. SEO depende de uma série de variáveis. Ele é feito pensando em médio e longo prazos, mas precisa de ações sempre num curto prazo. Agora.

34. Você sabe que uma pessoa é boa em SEO quando ela consegue identificar os sinais do Google e interpretar uma mudança de posições. Muitas vezes uma queda de posição significa que o site irá subir no ranking, outras que está em queda franca.

35. A melhor metodologia de SEO é implementar-medir-aprender. E 80% do trabalho de SEO é análise de métricas e tendências.

36. Os outros 20% são ideias inesperadas que temos: uma otimização on-page improvável, uma tática de link bait para um cliente de tubos e conexões.

37. O novo caminho do SEO é investir em Social Media. Mas a melhor maneira de conseguir seguidores qualificados nas redes sociais é fazendo SEO.

38. Acompanhe tudo sobre sua estratégia de SEO. Compre assinatura de diversas ferramentas. Tenha o máximo de informações. Leia blogs, participe de fóruns e mantenha seus conhecimentos atualizados.

39. Atualize-se sempre. Participe de eventos. Assita a webinars. Leia blogs. Compre livros.

40. Teste, sempre; compre domínios a rodo e construa sites para testar seus conhecimentos.

Hoje à noite (16/07 às 19h) começa o nosso Curso de SEO.

Não perca!

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O mundo é open, aprender SEO também

OpenSEOQuando chegou o primeiro computador em casa, eu morava no subúrbio de uma pequena cidade do interior de Minas e fiquei fascinado porque poderia construir meus próprios sites e softwares. A força juvenil da primeira adolescência via naquilo uma maneira de ganhar o mundo.

Tão logo comecei a criar páginas mais ou menos profissionais (ok, eram toscas), vendi meu serviço a uma empresa local. Foi o primeiro cheque que recebi. E talvez o leitor se pergunte “que importa!”, e eu peço calma, calma. Estamos chegando lá.

O ponto mais interessante disso tudo é que eu nunca fiz nenhum curso ou faculdade da área.

Aliás, até hoje em minha vida jamais fiz um curso de absolutamente nada relacionado ao meu trabalho de SEO. Isso, entretanto, não quer dizer que não obtive formação; pelo contrário: obtive a melhor de todas. Algumas pessoas dizem que todo aluno é necessariamente um auto-didata, o que talvez seja verdade.

De todo modo, é imprescindível empenho e a educação não pode jamais ser passiva, onde o aluno simplesmente ouça e não participe, não se desenvolva; há em todo mundo, em maior ou menor grau, uma criatividade latente e é preciso fazê-la aflorar.

Educação pela Internet

A educação verdadeira – barata, cara ou gratuita -, portanto, é aquela que ajuda uma pessoa a caminhar com as próprias pernas, não a educação que pede alguma recompensa na forma de dependência. Não é educação aquilo que não emancipe o ser humano.

Muito embora eu nunca tenha tido um professor para SEO, que é hoje a minha profissão, meus professores foram muitos, a maioria deles anônima, pessoas que eram mais ou menos como eu e que compartilhavam seu conhecimento em sites, fóruns e blogs. Eu aprendi, de uma maneira meio caótica é verdade, tudo o que sei ou testando ou lendo e participando de sites. Ah, sim, os livros foram chave fundamental de minha formação inicial.

Agora, mais de dez anos se passaram desde aquele meu primeiro trabalho e eu estou iniciando um outro, que não tem viés financeiro, mas sim de formar pessoas que possam receber seus cheques pelo trabalho de SEO. Para que o SEO possa ser a sua profissão e, com isso, possamos elevar o nível do mercado brasileiro.

Fundamentos da educação

Parece-me que a educação tradicional não é tão diferente da educação que se possa desenvolver pela Internet. O que tem acontecido na última década é que, uma vez que a Internet é uma coisa muito nova, etapas têm sido atropeladas e não temos, com isso, a visão do todo.

Falta até hoje uma metodologia para se aprender e ensinar pela Internet ou ela ainda está se desenvolvendo porque é difícil trazer professores, que geralmente estão acomodados em sua sala de aula, porque o novo sempre nos espanta. Por outro lado, já assisti a aulas maravilhosas no Youtube de grandes professores das melhores universidades dos EUA. Foi incrível!

1. Elementos positivos da educação

Para que exista uma educação com excelência, creio que seja preciso empregar basicamente 3 coisas, o que é válido em um contexto formado por pessoas maduras:

- Um aluno com vontade de aprender e descobrir por conta própria, além de CRIAR;
- Uma comunidade que queira colaborar para o crescimento mútuo de seus membros;
- Alguma referência em termos de conhecimento, que lidere as pessoas ao aprendizado;

Em qualquer escola de sucesso, iremos observar os 3 elementos acima.

Entretanto, na educação que conhecemos na vida escolar há ainda outros 3 elementos, que geralmente são necessários porque aquele método educacional é ineficaz (e nosso método educacional é), mas na verdade mais deterioram do que fomentam propriamente a educação.

2. Elementos negativos da educação

Vejamos os problemas da educação:

- Figura repressora, simobilizada infelizmente pelo professor, que muitas vezes tem o papel de obrigar alunos a aprender (quando sua função deveria ser despertar o interesse, que é inato no ser humano);
- Currículo focado em coisas distantes do mundo real, portanto abstratos (a abstração é a maior inimiga da educação);
- Sistemas de avaliação que naturalmente são falhos porque avaliam quem sabe lidar com eles, não o que de fato as pessoas aprenderam e como elas levam a vida (e do que vale a educação se não para a vida?);

Como podemos ver, esses 3 problemas são a base de nossa educação atual. Como aprender em um contexto que é contrário ao aprendizado?

Educar no Brasil, só pela Internet

Eu, pelo caminho contrário das vias venenosas da educação vigente, creio que se tivermos aqueles 3 primeiros elementos (aluno com vontade e criatividade, comunidade e pessoa de referência) somos capazes de fomentar uma educação fantástica. Convém, todavia, destacar que esse sistema somente seria possível se as 3 condições trabalharem em harmonia. Se um deles faltar, a experiência educacional provavelmente será bem menos proveitosa.

Vivemos um momento muito significativo na história do Brasil: a educação, pública ou particular, é um lixo – creia-me o leitor, pois eu estive 3 anos na Faculdade de Letras da USP, de onde surgem os novos professores de português.

Por outro lado, a Internet começa a dar sinais de primeira maturidade e ela pode ser um verdadeiro braço na formação intelectual e profissional do mercado brasileiro. Precisamos de uma revolução e sinto que somos capazes de fazê-la.

Como exemplo maior disso, posso citar o professor de filosofia Olavo de Carvalho, que tem levado nas costas a formação de jovens aprendizes de filosofia e literatura, que antes se encontravam desamparados frente a dominação dos meios de educação pelo pensamento marxista, pensamento este que chegou a todas as faculdades e escolas brasileiras e nos faz crer, dentre outras coisas, que o socialismo/comunismo é uma coisa boa.

Que fique claro: a educação no Brasil é para nos fazer crer que o monopólio estatal é tanto necessário quanto em si bom. O MEC não concede licença a escolas que não ensinem segundo a linha teórica deles…

Ensine e aprenda no #OpenSEO

Não preciso nem repetir que a Internet pode ser um excelente meio para educação e que, dadas as condições acima, poderemos ser capazes de desenvolver um programa educacional de qualidade. Não será facil. Por isso, quero convocá-los para o #OpenSEO, um projeto que foi desenvolvido para contar com os 3 elementos acima e  tem o objetivo de ensinar pessoas a fazer Otimização de Sites (SEO), que é uma de minhas paixões e profissão.

O #OpenSEO é, antes de tudo, uma comunidade onde eu, você e qualquer pessoa com vontade de aprender SEO podemos participar. Não importa se esteja no nível básico ou avançado, mas há espaço para todos participarem, colocar dúvidas e ensinar uns aos outros.

Contaremos com um fórum de discussão (onde se pode falar de qualquer assunto relacionado) e aulas em vídeo semanais sobre SEO, indo do básico (para o entendimento da lógica do SEO) até módulos mais avançados, como a construção de uma estratégia de SEO vencedora.

Pretendemos que após este curso, que terá duração de aproximadamente 3 meses, possam surgir uma nova safra de profissionais preparados para um mercado sedento de gente qualificada e, desta forma, possamos contribuir, com o pouco que seja, para a formação de um Brasil mais competitivo e mais aberto. Está em nossas mãos.

A primeira aula começa na segunda-feira às 19h, com transmissão direta pelo site do #OpenSEO. Inscreva-se no fórum e participe. É grátis!

Um abraço e aguardo você lá

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#OpenSEO: aprenda, participe – muito mais que um Curso de SEO

OpenSEOE aí, pessoal!

Hoje é um dia muito importante para nós da Conversion pois estamos lançando oficialmente o #OpenSEO. Em março tínhamos anunciado pela primeira vez o Curso de SEO e desde lá já registramos mais de 700 pessoas pré-inscritas, conversamos com muitas pessoas e aprendemos bastante.

O objetivo que era de oferecer um Curso de SEO em texto cresceu para um Curso de SEO em vídeo; o Curso de SEO em vídeo, por sua vez, cresceu para um projeto mais amplo de formação e engajamento na comunidade de SEO no Brasil, ao qual damos o nome de #OpenSEO, que é bem mais do que um Curso de SEO.

Por que #OpenSEO?

Entendemos que a internet é um ambiente de troca de informações, de compartilhamento do conhecimento, e que acima de tudo, é formada por seres humanos (assim como nós). Por isso, criamos um novo formato para integrar nossa comunicação e focar nossos esforços em prol dessa comunidade de empreendedores, profissionais de marketing e apaixonados pela Web: #OpenSEO, que é composto de um Fórum de debate e Curso de SEO, totalmente integrados. Mais do que isso, o #OpenSEO é uma comunidade para aprender e ensinar SEO.

Divulgaremos a data e o horário de nossa primeira aula hoje mesmo, às 19h. Anotem no Calendar e acompanhem na fan page!

A participação de todos é fundamental para mudarmos o SEO no Brasil.

Dúvidas? Anseios? Sugestões? Mais informações? Acessem o nosso Fórum de SEO e participem.

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