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Como fazer sorteios e concursos culturais no Facebook

Concursos Culturais e Sorteios no FacebookPromoções e sorteios são estratégias de Marketing amplamente usadas para a divulgação de marcas e conquista de novos clientes. No meio digital, se exploradas da forma certa,
essas estratégias também se mostram muito eficientes para esses fins além de serem ações
que geram um grande impacto interativo com os usuários.

Entenda as regras de uso do Facebook para promoções

Antes de pensar em como desenvolver uma estratégia de sorteio, você deve conhecer as regras de uso do Facebook, para que não infrinja os termos:

É importante ressaltar algumas dessas normas:

No caso de sorteios, é necessário a utilização de um aplicativo do Facebook desenvolvido especificamente para isso.

/Sorteios e promoções que exigem que o usuário curta uma fotografia ou imagem publicada na fan page, curtam uma outra fan page, façam check in em algum local ou compartilhem um conteúdo para participarem não são permitidas:

  • “Compartilhe esse post para participar do nosso sorteio!”
  • “Deixe seu comentário nessa imagem/post/fotografia e concorra”
  • “Marque 5 amigos nessa imagem/post/fotografia para participar da nossa promoção!”
  • “Poste uma fotografia assim, poste um vídeo assado, crie um post de tal maneira para concorrer!”
  • “Dê check in na nossa loja e automaticamente você estará concorrendo!”

/Quando o vencedor ou vendedores forem definidos, a notificação não pode ser realizada via Facebook (inbox, chat ou publicações em perfis e fan pages), todavia, você pode criar posts de parabenização na sua fan page.

/Promoções que usam como critério a quantidade de opções curtir em uma postagem para definição de um vencedor também não são permitidas:

  • “A fotografia que tiver mais opções curtir será a vencedora! Curta a sua favorita!”

/E se lembre de fazer um adendo na descrição doa promoção constando que o Facebook não patrocina nem a administra .

Defina o objetivo do sorteio ou concurso cultural

O objetivo influencia diretamente no tipo de ação que você irá realizar (sorteio ou concurso cultural), como ela será desenvolvida, no prêmio, na duração das inscrições ou cadastros e no tipo de divulgação pelo qual você irá optar.
Para começar o trabalho e para que ele traga os resultados esperados, defina com clareza o que você espera conseguir.

Para ganhar mais visibilidade da sua marca e conseguir mais likes na sua fan page

Conseguindo mais opções curtir na sua fan page você automaticamente divulga a sua marca, ganhando mais público que receberá seus conteúdos e poderão se tornar futuros clientes.
Para ações desse tipo o mais indicado é que sejam realizados sorteios:

/Há mais facilidade para participação em comparação a concursos culturais que requerem maior engajamento do usuário.

/São mais práticos e demandam menos tempo dos usuários.

/Os aplicativos próprios para sorteios no Facebook (que são a única forma legal de realizar tais ações), só realizam o sorteio entre os usuários que curtiram a sua fan page, ou seja, para concorrer o usuário terá necessariamente que curtir a sua página.

/Em alguns aplicativos de sorteio, quando o usuário solicita participação no sorteio, o aplicativo também compartilha automaticamente na timeline do usuário que ele está participando dessa promoção, o que aumenta ainda mais a visibilidade.

Para atingir público qualificado

Ações que visam a conseguir mais fãs perdem no critério de público qualificado, ao passo que podem gerar uma desqualificação dos fãs, com curtidas de pessoas que só acessaram a página em função do sorteio e não tem interesse ou identificação com o seu conteúdo e não serão possíveis clientes.
Se o seu intuito é criar uma cartela de clientes, de fãs engajados com a sua marca e conteúdo, o ideal é a realização de Concursos Culturais:

/Geram mais credibilidade para a sua marca.
/Atraem público qualificado.
/Geram mais interação.

Para captar dados dos usuários

Obter os dados pessoais de usuários define a prospecção de futuros negócios. Através de sorteios realizados por Aplicativos no Facebook, não é possível o acesso a informações dos participantes como e-mail, telefone e localidade, o que é muito interessante para investir nesse público que já tem interesse nos seus produtos e serviços, enviando e-mail marketing, por exemplo.
Para criar uma promoção que permita o acesso a esses dados, uma ótima opção são formulários de cadastro criados no seu próprio site que também gerarão acessos ao seu site.
Nesse caso, o Facebook seria apenas um instrumento de divulgação, o que está dentro das normas de uso.

Aprenda a usar e escolher os aplicativos do Facebook para sorteios

Existem muitos aplicativos no Facebook para a realização de sorteios, dentre eles, os em português Sorteie.me e Yes!Ganhei se mostram muito eficientes e fáceis de usar.
Para utiliza-los:

/Esteja logado com o perfil que é administrador da fan page na qual será realizado o sorteio.
/Acesse a fan page do aplicativo escolhido. Ele irá solicitar o acesso às suas fan pages.
/Permita o acesso.
/Será adicionado à página escolhida, uma aba de “Promoções” ou “Sorteios” que é por onde os usuários poderão ter acesso as suas promoções.

Sorteie.me

Aplicativo sorteio no Facebook Sorteie.meO Sorteie.me permite com toda a facilidade que você crie seu sorteio editando as opções de data do sorteio, título do sorteio, descrição, regulamento, envio de imagem do sorteio e também possibilitando ou não que a promoção seja exibida na Lista de Promoções do aplicativo, permitindo que qualquer um que curte página do Sorteie.me visualize a promoção e também possa participar, o que amplia a divulgação do sorteio.

Tanto para quem já curtiu a sua fan page quando para quem não curtiu, o processo de participação no sorteio realizado pelo Sorteie.me é bem simples e basta acessar o link da promoção, permitir que o aplicativo tenha acesso a sua conta e clicar em “Quero participar”.

Para quem não curtiu a página, ele solicita que o usuário curta a sua fan page.
Além disso, quando o usuário participa ele automaticamente envia uma postagem na timeline do participante informando que ele está concorrendo ao sorteio.

Yes! Ganhei
Aplicativo de sorteio Yes! Ganhei

O Yes! Ganhei funciona de forma um pouco diferente e possui mais etapas para a participação. Além de curtir a fan page e permitir que o aplicativo tenha acesso a conta, o usuário precisa informar a localidade.

O interessante é que o Yes! Ganhei disponibiliza opções mais avançadas para serem editadas na criação do evento, como escolher um número mínimo de compartilhamentos do sorteio para que ele seja realizado, a localidade para qual a sua promoção é válida, permite o preenchimento para disponibilização dos usuários de informações mais detalhadas sobre frete, dias para reclamar o prêmios, além de opções pagas de divulgação no próprio aplicativo. Ele também informa ao usuário pelo e-mail cadastrado no facebook que ele está participando da promoção.

Na hora de escolher entre as opções de aplicativos de sorteio no Facebook, leve em consideração as suas necessidades, como informações relevantes que você precisa e quer obter e divulgar aos usuários e também o tempo que o usuário irá gastar preenchendo dados para a participação.
Lembre-se da usabilidade do aplicativo. Muitas etapas podem fazer com que o usuário desista da participação no sorteio. Quanto mais prático e simples, melhor.

Como fazer a divulgação da promoção

Após escolher o tipo de promoção que você quer realizar e criá-la, chega a etapa de desenvolver estratégias de divulgação do seu sorteio.

Independente de com que intuito ele foi feito, a divulgação na sua fan page do Facebook é fundamental para aumentar o alcance do sorteio.

O ideal é que você gere conteúdo interessante e compartilhável, dessa forma você incentiva que os usuários interajam com a sua marca e compartilhem o sorteio com os amigos porque realmente se identificaram.
Sendo assim, mesmo para quem optou por criar o sorteio em aplicativos para o Facebook, que já disponibilizam a opção de compartilhar o sorteio na timeline do usuário, é importante criar uma outra imagem para ser lançada diretamente na sua fan page que tenha um conteúdo diferente e relevante que cause impacto e chame atenção no seu publico alvo.

Você pode com tranquilidade sugerir na chamada da postagem que a imagem seja compartilhada com os amigos, já que esse compartilhamento não define a participação no sorteio, estando, então, dentro dos termos de uso do Facebook.

Tenha atenção também a quantidade de texto na imagem. Nunca tenha mais do que 20% de texto em imagens no Facebook, porque isso impede que os posts sejam promovidos.
Promova essa imagem e durante o período de inscrições para o sorteio, compartilhe-a na sua própria fan page de acordo a necessidade de divulgação, mas não seja repetitivo para não cansar os fãs. Intercale as postagens do sorteio com postagens de conteúdo novo e se lembre que se o sorteio engatar, ele se auto divulgará.

Concluindo

Para promoções certeiras, os concursos culturais são ideais, porque atingem o público interessado na sua marca e geram interação. Todavia, muitas vezes o período que temos para pensar, desenvolver, viabilizar, captar recursos e criar uma promoção é curto demais para o estabelecimento de um Concurso Cultural, que demanda tempo tanto para o usuário criar material para enviar quanto para que esse material seja analisado e o vencedor definido.
Sendo assim, na dúvida, siga o esquema:
Concursos Culturais e Sorteios no Facebook

Boa sorte!

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Busca Social: quais são os reais objetivos do novo buscador do Facebook e quais mudanças ele irá gerar

Facebook Busca-social, Grafic SearchO Facebook anunciou na última semana a criação de um novo sistema de busca para ser usado dentro da própria plataforma. A ideia do novo sistema consiste em permitir buscas detalhadas dentro das conexões entre pessoas no Facebook. Por exemplo, pesquisas específicas a respeito de duas pessoas em particular, todas as fotos em que essas duas pessoas estão juntas ou todas as fotos dos seus amigos do trabalho, achar todos os amigos que vivem em uma cidade em particular e assim por diante. A princípio, a ferramenta de busca que só está disponível para usuários do idioma inglês e ainda se encontra na fase Beta, só permite pesquisas com base em alguns itens básicos do Facebook como fotos, lugares, pessoas e interesses.
A Busca Social apresenta alguns objetivos bem claros e outros nem tanto, mas que tendem a ser muito promissores, só depende do próprio desenvolvimento da plataforma de Mark Zuckerbeg.

Novo conceito de relacionamento online

Uma das possibilidades apresentada pela Busca Social é a criação de um novo conceito para o estabelecimento de relacionamentos online. Inicialmente, o Facebook foi criado para desenvolver uma nova forma de contato entre pessoas que já se conheciam fora da Web, todavia em advento da Busca Social o usuário conseguirá encontrar pessoas com interesses comuns, possibilitando a criação de conexões em comum entre amigos de amigos.
Busca Social por amigos de amigos

Novos e personalizados resultados para buscas na Internet

Kari Lee, Gerente de Engenharia do Facebook, diferencia a Busca Social de outros mecanismos de busca pelos tipos de resultados que eles oferecerão. Kari diz que atualmente uma pesquisa comum na Web, dependendo da palavra chave, trará alguns resultados mais específicos mas que de modo geral, serão similares entre si, porque são todos baseados em um mesmo banco de dados e filtrados de forma muito parecida.

Todavia, a realidade é outra. As últimas atualizações no algoritmo do Google vem modificando a página de resultados, diminuindo o peso dos links e aumentando a importância do conteúdo e preferências dos amigos, ou seja, gerando resultados cada vez mais personalizados.
É fácil perceber a diferença dos resultados quando se está logado na conta Google, mas mesmo quando você não está, é possível nota-la porque o Google identifica que você acessa a sua conta a partir de uma determinada máquina ou dispositivo.

Além disso, a nova política de privacidade do Google, que analisamos em um post anterior, descreve como o Google está operando a integração de todos os seus produtos a partir da análise de como as pessoas os utilizam. Por exemplo, uma pessoa com quem você frequentemente troca emails no Gmail assiste vídeos de um determinado canal no YouTube. Isso gera um impacto na página de resultado de busca de sites do Google para você, porque uma vez que vocês trocam emails com frequência, é possível identificar um relacionamento e assim algo que seu amigo busca pode ser o que você também queira encontrar.

Contudo, as pesquisas na Busca Social do Facebook, gerarão resultados personalizados completamente diferentes em função do banco de dados da Rede Social, que permiti gerar dados que se referem à interação do próprio usuário com o Facebook.

O resultado passa a ser relativo as conexões entre os usuários no Facebook e as informações que você já forneceu ao sistema, como lugares que mais frequenta, seus interesses e pessoas com quem você mais tem contato.

Busca Social por amigos

Resultados geram indicações de serviços de forma mais confiável

Através da Busca Social, se o usuário procura um prestador de serviços, como um médico, um mecânico, dentista ou encanador, por exemplo, o resultado poderá ser filtrado para apresentar a preferência de seus amigos, indicando o serviço que eles usam ou que eles aprovam, o que já conota mais confiança que uma busca comum na Web, por ser praticamente uma indicação de pessoas que você conhece.

Indicar comportamento para o usuário

A Busca Social também visa de certa forma, sugerir comportamentos aos usuários, a partir do momento que são possíveis buscas a respeito dos filmes que um grupo de pessoas específicas está vendo, que marca está curtindo ou que lugares que frequenta e as músicas que está ouvindo, promovendo, de certa forma, uma massificação social.
Por outro lado, a Busca Social também pode dar voz às minorias que podem procurar por usuários que dividem a mesma opinião.

Busca Social específica

A grande novidade: Busca muito mais específica e personalizada em menos tempo

O mecanismo também busca facilitar buscas que demandariam tempo e procura em diversas páginas de amigos na Rede Social. Se, por exemplo, você está planejando passar o Carnaval do Rio de Janeiro e quer saber quais dos seus amigos já visitaram a cidade ou já passaram o Carnaval lá, basta buscar “Meus amigos que já visitaram o Rio de Janeiro” ou “Meus amigos que já visitaram o Rio de Janeiro no Carnaval”.
Se você quiser acesso a fotos, pode procurar por “Fotos dos meus amigos no Rio de Janeiro” e ainda ampliar a pesquisa, buscando por “Fotos dos meus amigos e dos amigos dos meus amigos no Rio de Janeiro no Carnaval”.

Novas possibilidades de Marketing Online

Kate O’Neil, Gerente de Marketing do Facebook, disse que em relação a Publicidade no sistema, por hora ainda não será introduzida, mas com o maior desenvolvimento da Busca Social, as marcas poderão aparecer nas páginas de resultados.
Por exemplo, nos resultados de pesquisas para saber em que lojas seus amigos estão comprando ou quais são os restaurante que estão frequentando, o usuário terá como resposta quais são as marcas e empresas que os amigos estão aderindo.
Essa possibilidade de pesquisa será extremamente interessante para desenvolver estratégias de Marketing adequadas, já que será possível introduzir resultados pagos por empresas anunciantes.
Além disso, o mecanismo permite um estudo profundo para a determinação do perfil do consumidor usando as informações disponibilizadas na Busca Social pelo próprio público-alvo, que são os usuários.

Busca Social e Publicidade

Palavras-chave para buscas mais intuitivas

A Busca Social também trabalha com a interpretação de palavras-chave, explorando recursos da Web semântica que os outros buscadores também usam.
A diferença é que o buscador do Facebook visa a permitir buscas com a utilização semântica coloquial, para que o usuário possa realizar buscas de maneira mais intuitiva usando palavras de seu vocabulário cotidiano. O que representa um grande desafio, principalmente ao traduzir a plataforma para outros idiomas que possuem suas próprias gírias, vícios de linguagem e interpretações regionais.

Mais captação de dados dos usuários para resultados mais precisos

Com a fixação de uso do sistema de busca, quando os usuários entenderem como a Busca Social funciona, pode haver a tendência deles passarem a fornecer cada vez mais informações ao Facebook, para preencher os quesitos necessários para resultados de pesquisas mais completos.
Sendo assim, ao postarem uma foto na Rede Social, farão questão de marcar as pessoas com as quais estavam, adicionar a localidade, data em que a foto foi tirada e outras opções que podem ser adicionadas pelo sistema após a desenvolvimento do buscador.

Busca Social e captação de dados

Como proteger suas informações

A respeito dos dados dos usuários que são disponibilizados para buscas, os principais resultados da Busca Social trabalham com base em informações que são compartilhadas com o público em geral. Dessa forma, seus dados podem ser protegidos para buscas gerais se você alterar as configurações da sua conta para ter um perfil seguro no Facebook.
De qualquer forma, ao criar a sua conta e aceitar o contrato de criação de um perfil ou página, suas informações ficam disponíveis no banco de dados da Rede Social. O que você pode fazer é mudar nas suas configurações de privacidade o tipo de acesso aos seus dados, de acesso público para só amigos ou amigos de amigos e dessa forma, filtrar para quais resultados da Busca Social as suas informações irão aparecer.

Facebook configurações de privacidade

A busca do Facebook sempre foi deficiente, todavia, com a Busca Social o Facebook começa a se aventurar em uma segmentação que antes era dominada pelo Google.
Atualmente o Facebook tem mais de 1 bilhão de usuários e recebe quase 1 milhão de novos perfis a cada dia. A expectativa final do novo sistema é fazer com que esses usuários passem cada vez mais tempo na Rede Social e não saiam de lá para fazer as suas buscas, diminuindo assim o acesso  ao Google e outros buscadores.

A partir da implementação e desenvolvimento do sistema da Busca Social, uma nova forma de interação entre os usuários com a plataforma e uma nova forma dos usuários de Internet gastarem seu tempo online será criada e só então será possível saber e entender as novas oportunidades de investimento que surgirão na Rede Social e como isso irá afetar os outros grandes mecanismos de busca, como o Google.
Ano passado, a Conversion fez previsões sobre como seria um possível Buscador do Facebook. Agora que o sistema já existe, as reflexões no texto continuam atuais, basta saber se serão confirmadas.

Inicialmente, a Busca Social não é um concorrente direto do Google, afinal, são mecanismos de busca que geram resultados diferentes. A busca do Facebook, apesar da aparente confiança que transmite por se basear no resultado de amigos, é uma busca que se limita as conexões que o usuário tem na Rede Social, enquanto o Google e outros mecanismos de pesquisa abrangem vários níveis e camadas da Web. Entretanto, pode haver uma brigar por Publicidade online vindo por aí.

Está ansioso para testar o sistema? É possível ser notificado quando a Busca Social estiver disponível para você. Acesso o link e cadastre-se. Depois diga para a gente o que achou!

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Como seria o buscador do Facebook?

Se ter dois “os” em sua marca for pré-requisito para ser um buscador de sucesso, tal como o Google é hoje e o Yahoo! foi no passado, o Facebook pode ter um futuro brilhante pela frente no mercado de buscas. Esse ao menos é um sonho de Mark Zuckerberg, líder do Facebook, que segundo relatou ao site TechCrunch já conta com um time trabalhando em um mecanismos de busca para, claro, fazer frente ao todo-poderoso Google.

Segundo Zuckerberg, trazer respostas é uma coisa que o Facebook já faz e, portanto, seria natural que a plataforma social trouxesse também resultados para pesquisas, não só para os interesses dos usuários. Veja entrevista do CEO do Facebook aqui.

Resolvi, então, compartilhar alguns de meus pensamentos sobre o que seria um sistema de busca do Facebook.

Um buscador à mão

Já sendo o Facebook um dos sites com maior tempo de permanência do mundo, conseguiria reter ainda mais seu público oferecendo um eficiente sistema de busca, o que seria motivo de grande preocupação para o pessoal do Google. Aliás, não se esqueçam  que o próprio Facebook já tem um campo de busca em seu resultado superior.

Buscador do Facebook

Naturalmente, a imagem acima é meramente ilustrativa, mas procura demonstrar como poderia ser revolucionário na web e mudar para sempre a história dos mecanismos de busca. Mas não pense o leitor que se por um lado o Facebook quer abocanhar usuários do Google, por outro lado o Google  há tempos já procura tornar seu buscador mais social, tendo investido fortemente no Google+ desde 2011.

A briga pelo link patrocinado

O Google não tem muitos problemas em gerar receitas para sua empresa porque os links patrocinados do Google AdWords funcionam exatamente para exibir publicidade para quem procura por um serviço ou produto. Basta ao anunciante escolher a palavra-chave e pagar o valor por clique. Esse é um dos negócios mais lucrativos da Internet.

O Facebook Ads pode ser tão poderoso quanto o Google AdWords, mas o mercado ainda não entendeu como anunciar de acordo com os interesses e não pelo interesse. O Facebook traz resultados diferente do Google, mas isso pouco importa. A maioria dos anunciantes quer anunciar e facilmente ter um ROI.

Com um buscador, o Facebook poderia, quem sabe, resolver o seu problema de receita e suas ações voltariam a subir.

O Facebook não sai tão atrás

É mais fácil o Facebook construir um buscador do que o Google construir uma rede social. Essa é uma vantagem do Facebook, no sentido de ser possível uma adoção relativamente rápida.

O Google, por outro lado, tem um algoritmo extremamente eficaz e carrega mais de uma década de experiência em buscas, sem contar que o Google Chrome é um ponto forte e tanto.

As informações são fundamentais para um buscador e, assim como o Google pode usar o Analytics, o Facebook pode colher informações das requisições à sua caixa de “curtir”. Não tenho essa informação em mãos, mas é possível que mais sites usem a caixa de “curtir” do que o próprio Analytics.

Algoritmo social

Mas a grande sacada que o Facebook, como buscador, pode ter é que trará resultados sociais em vez de resultados baseados em um ranking determinado por um software de computador.

As pessoas encontrariam de acordo com a relação com os seus amigos e o “curtir” poderia ser mais importante que links em uma estratégia de link building, como estamos acostumados em SEO.

De certo modo, o curtir em certa medida substituiria o link building.

Um dilema à vista

Mas é aí que reside o problema, uma vez que o Facebook vende “curtir” com a sua plataforma de publicidade. Isso não iria contra, justamente, um dos princípios do algoritmo de busca que é trazer resultados “naturais”?

Em SEO, sabemos que a compra de links é uma prática considerada de Black Hat, pois visa à manipulação dos resultados. E no Facebook, como ficaria a questão de comprar “curtir”?

Ou o Facebook elimina os “curtir” pagos, mas com isso tira muito de seu potencial publicitário interno; ou então, faz não haver diferença entre resultados com ou sem interferência de compra de influência.

Mas aí como fica a confiabilidade dos resultados?

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Os 10 maiores erros em uma campanha de Facebook Ads

Facebook AdsFala aí pessoal!

Após o grande sucesso do lançamento do projeto #OpenSEO, que envolveu um grande esforço de todo mundo aqui da Conversion, eu venho no post de hoje puxar uma sardinha para a minha área novamente: vamos falar de Social Media.

Em meus artigos anteriores, tenho tratado bastante sobre as possibilidades de segmentação, o alcance, altas taxas de conversão, enfim, da potência da plataforma de publicidade do Facebook, o Facebook Ads. Porém, resolvi compartilhar a análise que fiz dos insights e campanhas de grandes empresas para trazer para vocês uma lista dos erros mais comuns cometidos nessas empreitadas.

Confira:

1. Não definir claramente seu Target

Conhecer o seu público-alvo é o primeiro passo para se começar qualquer campanha. Isso significa ter na ponta da língua seus hábitos de consumo, seus gostos, sua visão política, sua localização geográfica, sua faixa etária, seu nível de escolaridade; absolutamente tudo que você conseguir arrancar tanto de seu cliente como de dados do mercado.

Nunca crie nenhuma peça ou anúncio sem ter essas informações! Essa parte de pesquisa pode ser demorada, e às vezes requer uma pesquisa manual de perfil por perfil de seus fãs no Facebook para que se consiga uma amostra considerável. Mas tenha certeza de que esse esforço será um fator determinante para o sucesso de sua campanha.

2. Não estudar a concorrência

Você, assim como eu, também é usuário da rede social. Portanto, só de levar em consideração as propagandas pelas quais somos bombardeados em nossos perfis pessoais, já podemos ter uma boa noção do que seria agradável ou não para o nosso público-alvo, principalmente se tratando dos textos e das imagens dos anúncios.

Mas é preciso ir além. Curta as páginas de seus concorrentes para ser impactado pelos anúncios deles, analise o conteúdo de cada Fan Page (pois provavelmente será semelhante ao conteúdo de publicidade) e procure retirar o máximo de aprendizado com cada um. Nesse ponto, se você ainda não souber ao certo o que fazer, saberá ao menos o que não fazer.

3. Não explorar o diferencial de seu serviço ou produto

Não basta anunciar o produto em si, é preciso transmitir no anúncio algo de novo e intrigante para chamar a atenção do usuário. Muitas campanhas pecam por abusarem dos chavões publicitários sem dar destaque algum para o produto ou serviço, o que pode simplesmente fazer com que um anúncio passe desapercebido pelos olhos de quem os vê.

Se o seu diferencial é o preço, coloque-o em destaque no título. Se é o design, capriche na imagem. Se é a parte textual, revise 10 vezes o português antes de publicar.

4. Errar na escolha da imagem

Lembre-se que sua imagem será exibida em um formato de 100px por 72px e que, nesse tamanho, aquela fotografia super bacana que você tirou com a melhor qualidade de sua câmera profissional pode não ficar tão interessante assim.

Use cores chamativas (com bom senso), ilustrações, algo que realmente desperte a curiosidade do usuário. Pense que muitas vezes ele não vai nem mesmo ler a mensagem que você escreveu e, portanto, a imagem tem que dizer mais que 1000 palavras (olha outro jargão aí). Considere sempre fazer testes A/B para otimizar seu CTR e consequentemente seu CPC.

5. Errar na escolha da mensagem

A mensagem não tem de simplesmente ser curta, tem de ser sucinta. Ou seja, ela precisa apresentar para o usuário, dentre muitos argumentos, aquele argumento certeiro que o fará clicar no anúncio e, se tudo der certo, gerar uma conversão.

Atente-se à linguagem: se for preciso ser técnico, segmente corretamente; se for preciso ser coloquial, certifique-se de que sua marca também possui esse valor. Aqui também vale fazer testes A/B.

E um apelo pessoal: NÃO CRIE ANÚNCIOS COM TUDO ESCRITO EM CAPS LOCK.

6. Errar na segmentação do público

Criar anúncios temáticos com segmentações específicas é uma das coisas mais interessantes do Facebook, quando bem feito. Às vezes me dá vontade de mandar um inbox para algumas empresas dizendo que eu não estudo Relações Públicas, que eu não curto a novela da Empreguetes e o mais importante: eu não sou corintiano!

É preciso muita atenção na hora de preencher o campo de interesses na plataforma do Facebook Ads, pois se você errar, poderá queimar verba e ainda conquistar haters para sua marca.

7. Errar na escolha do tipo de promoção

Estude sempre em que formato será exibido o seu anúncio para verificar se a imagem não ficará ruim, se o texto não aparecerá cortado, e coisas do tipo. Se você fez um post com muito texto e deseja promovê-lo, por exemplo, vale mais a pena promovê-lo por CPM otimizado (aquele que aparece na TimeLine das pessoas) do que criar um anúncio de publicação de página (que aparece no canto esquerdo da tela).

8. Não renovar o conteúdo dos anúncios

Qualquer anúncio, mesmo o mais genial de todos, acaba enjoando. Portanto, para campanhas mais longas, pode valer muito mais a pena colocar no ar duas variações de anúncios por vez e subistitui-los frequentemente do que subir dezenas de versões de anúncios direcionados para a mesma segmentação de uma só vez.

A não renovação dos anúncios pode fazer com que um CTR altíssimo e um CPA (custo por aquisição) satisfatórios do início de uma campanha fiquem ruins ao final da mesma. E quando você for analizar os resultados, perceberá que algo que poderia ter decolado acabou se tornando apenas mediano.

9. Não estabelecer metas de conversão e orçamento

Como saber se uma campanha está indo bem se não estabelecermos metas de conversão baseadas em um certo orçamento? Não faça as coisas na correria: organize-se, monte uma planilha, faça um planejamento, e só depois vá para a execução.

Se deixarmos para definir metas quando a campanha já está no ar, ou se simplesmente não definirmos nada, ficaremos apenas com métricas de vaidade, e torraremos dinheiro sem ao menos saber por que estamos fazendo isso.

10. Não direcionar o clique para uma Landing Page

Um clique que direciona o usuário simplesmente para a homepage de um site ou para o mural de uma Fan Page pode ser um clique perdido, comprometendo a campanha como um todo. É preciso segurar o usuário pela mão e levá-lo a compra, e isso deve ser feito através de uma Landing Page.

Uma boa dica é utilizar na Landing Page a mesma chamada e a mesma imagem que você usou no anúncio. Dessa forma, o usuário não corre o risco de se sentir perdido ao ser direcionado para a sua página.

Vocês conseguem lembrar de mais algum erro?

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Como conseguir mais Likes nos posts de sua Fan Page

Como conseguir mais Likes na sua Fan PageNo meu último post, falei sobre o EdgeRank, que determina o alcance das publicações de sua Fan Page. Ou seja, analisando fatores como Afinidade, Peso e Tempo de Decaimento de seu conteúdo, já é possível montar uma estratégia de Social Media integrada com o Facebook Ads matadora, que por si só já aumenta consideravelmente o número de interações e engajamento na sua página.

Já no post de hoje, eu vou trazer alguns dados mais concretos de uma pesquisa realizada Dan Zarella para o Hubspot, referente a tipos de conteúdo e horários para se publicar com o objetivo de gerar ainda mais interações. Foram analisados 1 milhão de posts de mais de 10 mil Fan Pages.

Como já cantei a bola no post “Conteúdo como ferramenta de Marketing”, o robô do Google está cada vez mais considerando a presença e a relevância das empresas nas mídias sociais como fator decisivo no rankeamento de sites nos resultados de busca orgânica. Portanto, vamos digerir essas preciosas informações e trabalharmos para matarmos dois algoritmos com uma cajadada só: o Edgerank e o PageRank.

Tipos de conteúdo

Tipos de conteúdo
Conforme podemos observar no gráfico acima, o formato do conteúdo influência diretamente no tipo de interação que usuário terá com a sua postagem. As Fotos estão a frente nos quesitos Like e Share, pois além de chamarem a atenção em um Time Line repleta de textos e atualizações, são em grande maioria de fácil entendimento e ligadas ao humor.

Acredito que a perda da hegemonia para Textos no quesito Comments se dá em razão dos textos muitas vezes apresentarem perguntas ou questões de opinião, chamando os usuários a comentarem e deixarem a sua contribuição para uma possível discussão.

Os Links, apesar de ficarem na lanterna no percentual de interações na página em relação aos outros formatos, são uma importante ferramenta para angariar visitas e conversões ao seu site (como Diego Ivo já pontuou nesse post). Não os desprezem!

Autoridade no assunto

Autoridade no assunto
A pesquisa também apontou que posts contendo as palavras como “I” ou “Eu”, seguidas de verbos conjugados na primeira pessoa, possuem mais Likes. Isso acaba deixando bem claro a importância de produzir um conteúdo original no qual você é autoridade no assunto, pois dessa forma a sua opinião ganha mais valor e as chances de que ela se espalhe na rede são maiores.

Tenha sempre isso em mente: o Marketing das Redes Socias é, acima de tudo, um Marketing de Conteúdo, pois nenhuma interação teria importância se o conteúdo não agregasse valor para a marca.

Horário da publicações

Horário da publicações
Segundo as informações concedidas, podemos perceber picos de interações no fim da tarde e no início da noite, o que coincide com os horários de saída do trabalho e chegada em casa. Porém, não leve essas considerações ao pé da letra, pois por nossa experiência já constatamos que cada público reage de forma diferente às publicações, e não há uma regra fixa sobre os melhores horários para postar.

O público jovem, por exemplo, está conectado praticamente 24 horas por dia, seja via mobile ou em casa. Os universitários costumam acessar as redes sociais mais no período da tarde, pois é quando estão em casa ou no estágio.

Vamos testar?

Agora, com todos esses insights em mãos, faça testes!

Produza um conteúdo diferenciado, publique em diferentes horários e formatos, estude os diferentes níveis de interação e descubra a melhor estratégia de Social Media para a sua empresa.

Dúvidas ou sugestões, é só comentar aí embaixo.

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EdgeRank, o algoritmo social do Facebook

Aumente o alcance de seus posts no FacebookVocê sabia que o Facebook possui um algoritmo que mede a relevância de suas publicações para determinar quais serão exibidas no feed de notícias de seus fãs e quais não serão? Pois é, é o chamado EdgeRank, que funciona de maneira muito semelhante ao PageRank, responsável pelo rankeamento de sites no resultado de buscas orgânicas do Google.

Conhecer bem os parâmetros do EdgeRank é essencial para desenvolver estratégias de Social Media e fazer com que os seus fãs estejam constantemente interagindo com a sua marca (o famoso Engagement). Por isso, no post de hoje, falarei sobre os três principais pilares que são avaliados pela rede social no momento em que você publica seus conteúdos.

São eles: Affinity (afinidade), Weight (peso) e Time Decay (tempo de decaimento).

Afinidade

Avaliar a afinidade de suas postagens significa analisar o histórico de interações de seus fãs com sua página individualmente. Isto é, o Facebook tende a apresentar seu conteúdo nas timelines dos usuários que possuem participação mais ativa na sua Fan Page: os que curtem mais, compartilham, comentam ou são tagueados.

É na verdade uma tentativa de apresentar para os usuários apenas o tipo de conteúdo que mais o interessa e prover uma melhor experiência de navegação dentro da rede. E tendo isso em mente, através dos novos insights do Facebook você é capaz  de visualizar o alcance orgânico de suas publicações e refletir se as informações que você está divulgando são relevantes para seus fãs.

Peso

No quesito peso, o algoritmo tende a valorizar o que é mais relevante para a rede em si, o que pode viralizar e a diversidade de formatos das publicações de uma Fan Page. Imagens, por exemplo, tem 22% de interação a mais do que vídeos e 54% a mais do que textos, o que as faz serem mais consideradas e terem um alcance orgânico maior.

Ou seja, o Facebook “prevê” as publicações que gerarão maior interação e manterão os usuários da rede conectados por mais tempo e felizes, dando maior peso para elas.

Tempo de decaimento

Você já deve ter percebido que, em sua timeline, as publicações de seus amigos ou páginas que você curte não são exibidas em ordem cronológica. Isso se deve, juntamente com outros fatores de relevância, ao tempo de decaimento dos posts.

Esse tempo de decaimento é como se fosse a vida útil de um post. Quando este pára de ter interações, ou mesmo não recebe interações e é rapidamente substituído por uma postagem mais atual, ele deixa de ser exibido. Fica aqui então uma dica: não publique uma infinidade de conteúdos em sequência, dê um tempo para que cada um possa se difundir naturalmente. Entretanto, seja presente e publique com certa regularidade.

Ação integrada: bom conteúdo + Facebook Ads

Infelizmente, o Facebook não divulga numericamente o EdgeRank de nossas páginas ou postagens. Mas como falei anteriormente, através dos Insights de cada publicação nós já podemos ter uma noção do que estamos fazendo de certo e errado: basta comparar o alcance orgânico durante um período de tempo determinado.

Mas se você realmente deseja impactar o maior número de fãs possível, seja com uma promoção exclusiva, um artigo muito interessante ou até mesmo uma imagem engraçada (mas que agregue valor para sua marca, é claro), o melhor a se fazer é uma ação integrada de bom conteúdo com anúncios de histórico patrocinado através do Facebook Ads.

Procure adequar a mensagem que você quer passar ao formato que mais agrade seus fãs e que gera mais interações (texto, imagem ou vídeo), publique em um horário oportuno e crie um anúncio direcionado para as pessoas que curtem a sua página. Dessa forma, o alcance pago complementa o alcance orgânico e a sua postagem atingirá a grande maioria de seus fãs.

Qualquer dúvida, grite!

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O Facebook não deixará de existir em 10 anos

O Facebook não deixará de existir em 10 anosSegundo consta, Eric Jackson é um grande investidor que trabalha para a Ironfire Capital, uma empresa de fundos de investimento focada em empresas sub-valorizadas mas que têm grande potencial de crescimento (fonte). Recentemente, em uma entrevista à rádio CNBC, deu uma declaração polêmica que repercutiu em todo o mundo:

“Em cinco ou oito anos, o Facebook vai desaparecer da mesma forma como o Yahoo desapareceu. O Yahoo ainda continua fazendo dinheiro e emprega 13 mil pessoas, mas hoje tem valor de mercado de 10% em relação ao início dos anos 2000.”

O seu argumento básico era que o Facebook não consegue lidar com os aplicativos móveis, que tem sido o seu calcanhar de Aquiles, e por isso está recorrendo à compra de empresas como o Instagram para aumentar sua presença mobile. Para ele, essa estratégia de compra não segurará as pontas por muito tempo.

Por que eu aposto no Facebook

Muitos clientes já me perguntaram se é seguro e vale a pena investir em marketing no Facebook.

O receio que muitas tinham era em relação ao Facebook passar assim como passaram outras modas na Internet, principalmente o Orkut. Eu digo a eles que, sim, vale a pena investir no Facebook e aqui vão os motivos de minhas apostas.

1. Não se compara Facebook a Yahoo!

É uma má comparação colocar Facebook e Yahoo! na mesma balança; a primeira delas é uma empresa inovadora, enquanto a segunda é conhecida por uma série de mancadas estratégicas.

Para saber: o Yahoo! podia ter comprado o Google, podia ter feito uma fusão estratégica com a Microsoft, e seus produtos carecem de inovação. No Brasil, só é forte com o Yahoo! Respostas que, venhamos e convenhamos é muito muito fraco.

Sem contar que o Yahoo!, em vez de comprar o Google, comprou no Brasil o Cadê?, que já estava fadado ao fracasso com a chegada do Google.

2. Facebook  é uma plataforma social

O Facebook está aumentando sua presença em toda a Internet, e está se tornando não uma rede social mas sim uma plataforma social, da qual cada vez mais empresas poderão se beneficiar criando aplicativos e integrando seus sites e produtos com os dados da empresa de Zuckerberg.

Para quem acompanhou, essa era a antiga estratégia do Google com o open social (uma integradora de redes sociais), que não deu certo entre outros motivos porque o Facebook soube manter-se distante dessa armadilha comercial que o Google criara.

3. A publicidade será social

Outros analistas vêm criticando o fato de o Facebook, mesmo sendo a segunda maior empresa de mídia online, não corresponder nem a 20% das vendas de e-commerce nos EUA.

Sim, é verdade. Entretanto, temos de estar atentos não aos números existentes hoje mas ao potencial do Facebook. O Google, como empresa de publicidade, sem dúvida representou uma grande revolução – mas seu formato de anúncio era um pouco mais tradicional, e está com os preços às alturas.

Já o Facebook, mesmo já sendo a segunda maior empresa de publicidade, não tem quase nada de seu potencial publicitário explorado pelas empresas. As redes sociais representam uma grande revolução na Internet; e é tão grande essa revolução que ninguém sabe direito como tirar proveito dela.

Isso tanto é verdade que este é o maior calcanhar de Aquiles do Google.

4. No que o Facebook investe

É preciso lembrar que o Facebook ainda não tem escritórios locais em grande parte dos países e só recentemente chegou ao Brasil.

O Facebook está querendo comprar o Opera, e pelo seu poder de influência poderá torná-lo um browser tão utilizado quanto o Google Chrome.

O Facebook investe em projetos open source, o que certamente irá influenciar desenvolvedores, que por sua vez cada vez mais integrarão seus aplicativos à plataforma social.

Lembrem-se, ainda, que o Facebook provavelmente tem mais informações sobre seus usuários que qualquer outra empresa. O valor disso é inestimável e decerto é subestimado.

5. O Facebook tem muito o que crescer

O Facebook ainda é uma empresa nova, assim como o apelo social da Internet.

Com o tempo, a publicidade social e os aplicativos sociais se consolidarão. Quando isso acontecer, o Facebook já terá se alastrado pelos 4 cantos da Terra, acredito que terá combatido os concorrentes, ou comprado,  e poderá se tornar uma das empresas mais valiosas do mundo. A não ser, claro, que outros players, como o próprio Google, consigam dar o pulo do gato e vencer o Facebook.

Mas essas coisas são, de fato, imprevisíveis. Dentre o certo e o incerto, o mais provável é que o Facebook venha a se valorizar cada vez mais. Se não o fizer, será por erro de Zuckerberg e sua trupe, não por culpa do mercado.

Qual é a sua opinião?

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Abra a cabeça com os novos Insights do Facebook

Facebook InsightsOs administradores de Fan Pages que utilizam normalmente seus perfis na versão americana do Facebook já devem ter notado algumas mudanças nesses últimos dias, que ainda não estão disponíveis em português mas já já estão. As novas atualizações da plataforma prometem por em risco a utilidade de muitas ferramentas de agendamento e monitoramento de redes sociais, por oferecerem recursos semelhantes gratuitamente.

Tudo bem, convenhamos que a nova Time Line não agradou todo muito e a plataforma de publicidade do Facebook, o Facebook Ads, ainda deixa um pouco a desejar em questão de recursos (apesar de que com a ferramenta Power Editor as coisas ficam muito mais fáceis, em breve publicarei um post sobre isso), mas temos que admitir que o senhor Zuckerberg está trabalhando arduamente para agradar usuários e administradores.

Falarei aqui sobre uma melhoria que podem ser muito interessantes para os apaixonados por Social Media que adoram mastigar números e recursos para otimizarem o seu tempo e criar campanhas mais efetivas: a visualização de dados de alçance.

Visualização de dados de alcance

Os dados de alcance de nossas publicações já podiam anteriormente ser visualizados nos insights que aparecem na parte superior das Fan Pages que administramos, mas não com tanta precisão e facilidade como agora. Apenas passando o mouse por cima dos números, conseguimos ver o alcance de um post diferenciado em Organic (na Time Line de seus fãs), Viral (na Time Line dos amigos de seus fãs) e Paid (através de publicidade e histórias patrocinadas).

Insights Facebook

E mais!

Insights Facebook

Não estou dizendo que esses dados substituem todos os insights fornecidos por softwares de monitoramento, mas que seus desenvolvedores precisam ficar espertos! Principalmente porque ninguém sabe melhor dos dados do Facebook do que eles mesmos, e se por acaso eles quiserem gradativamente liberar mais e mais informações, nós teremos a faca e o queijo na mão sem pagar nada por isso.

Se você tiver alguma dificuldade para visualizar algum desses recursos, deixe nos comentários ou me mande um e-mail: gustavo@conversion.com.br

Até a próxima!

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SEO vs. Facebook, um estudo sobre Conversões e Tráfego

Escudo, espada, empresaQuando investimos em mídia queremos obter resultados. Para isso, focamos em gerar as mais diversas conversões: envio de formulário (lead), transação em e-commerce, cadastro em newsletter. Foi considerando esses fatores que fizemos um vasto levantamento de taxa de conversão nas principais mídias: Otimização de Sites (SEO) e Facebook, mas o leitor poderá observar dados de PPC, Email marketing e referência nos relatórios abaixo, os quais entretanto não entrarão em conta neste breve e sucinto estudo.

As mídias sociais mudam paradigmas

As mídias sociais estão cada vez ganhando mais importância e, se combinadas com estratégias de SEO, são matadoras.

Estou verificando verdadeiro crescente de tráfego vindo do Facebook, e aí me surgiu a questão: qual tráfego vale mais, o de busca orgânica do Google, que consiste numa intenção, ou o do Facebook, que geralmente vem de recomendações de amigos e interesses?

A resposta mais óbvia é que são tráfegos distintos, muito embora da mesma forma importantes. E são. Mas vamos analisar algumas informações para saber o valor real de cada uma das origens.

Entenda o tráfego do Google

Uma busca no Google denota uma intenção de resultado. O comportamento psicológico denota uma confiança na autoridade e relevância do buscador.

As buscas no Google podem ser de 3 tipos: de atalho, quando fazemos uma busca para economizar digitar um endereço, saibamos ou não; de informação, quando desejamos obter uma informação, o resultado de um jogo, o diretor de um filme, etc; ou de transação, quando denota uma intenção de adquirir um produto comercial.

Obviamente, as buscas de transação são as mais valiosas e as que mais devemos investir nossos esforços de SEO, embora representem cerca de apenas 10% de todas asbuscas. Entretanto, as buscas de informação podem eventualmente gerar conversões. Já as buscas de atalho, servem basicamente para o proprietário do site ou local.

Entenda o tráfego do Facebook

Ao contrário do Google, o Facebook gera um tráfego viral e vindo de círculos sociais. Não denotam intenção nem mantêm a relação hierárquica do Google; ao contrário, o Facebook não tem autoridade em si e é apenas uma plataforma. Em compensação, os usuários cada vez mais confiam em pessoas iguais a ele.

Deste modo, é mais improvável o compartilhamento de links e informações focadas em vendas diretas; ou seja, o Facebook é no fundo uma mídia de informação e não de transação. Aliás, mais do que de informação é uma mídia de comunicação, paixão e entusiasmo: está ali a vida pessoal de cada uma das pessoas, ao alcance de qualquer pessoa ou marca.

O Facebook é subjetivo, o Google é objetivo.

Qual gera mais conversões?

Vamos à campo entender pelos resultados e compreender a validade dos mesmos.

Caso 1) Site da Conversion

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

SEO vs Facebook: Caso 1

Caso 2) Instituição de Educação

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

SEO vs Facebook: caso 2

Primeiro, trata-se de um site da á

Caso 3) E-commerce de nicho

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, E-commerce, Outros

SEO vs. Facebook - Caso 3

Caso 4) Agência de viagens

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

SEO vs. Facebook: caso 4

Caso 5) Escola de artes

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

SEO vs Facebook: caso 5

Observações interessantes

Surpreendente, o Facebook tem uma melhor taxa de conversão.

Convém observar que na média o Google leva um pouco de mais tráfego que o Facebook, principalmente em empresas que não investem em mídias sociais através de estratégias como a de Social SEO.

Em 3 dos 5 casos entretanto o Facebook converte, na média e considerando todas as conversões acompanhadas, mais que a busca orgânica. Esse dado, para muitos, pode parecer surpreendente.

Observo que as mídias sociais em 3 dos 5 casos competem em importância com busca orgânica, mas esta em quase todos os casos é a fonte mais importante de tráfego, quando a mais importante de todas elas não é o Google AdWords.

Podemos perceber que todas essas estratégias, SEO, PPC e redes sociais, são importantes para as empresas.

Conclusão

Esta é uma conclusão pessoal que, em certa medida, contraria o estudo. Pois nem tudo são números, é preciso usar a nossa percepção e análises secundárias, que não trouxemos neste estudo, como a taxa de fechamento final de cada uma das origens.

Meu tráfego preferido continua sendo o de Otimização de Sites (SEO), depois o de Links Patrocinados (PPC) e por último o tráfego de mídias sociais, que deve ser avaliado sobretudo como um ativo intangível. Em última análise, vejo o tráfego do tipo busca de transação (SEO ou PPC) o mais valioso a curto prazo, enquanto o de ativo intangível (redes sociais) é o mais valioso a longuíssimo prazo. Sem contar que nem toda interação no Facebook gera tráfego para o site.

Na dúvida entre SEO e Facebook? Faça os dois!

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Sua empresa faz “o Social” ou Social Media?

Social MediaA batalha por fãs e interações em Fan Pages coorporativas está tão acirrada que ando me deparando com algumas “bizarrices” por aí. Humor inteligente, memes e piadinhas relacionadas ao ramo de atuação das empresas são compreensíveis, pois afinal, o Facebook foi criado com o propósito de ser um canal de relacionamento. Porém linguagem chula, palavrões e conteúdo de má qualidade que não agrega valor nenhum a marca, eu simplesmente não compreendo e portanto, não recomendo.

Foi pensando nisso que eu e o Diego Ivo chegamos a seguinte questão: qual é a função de uma empresa nas redes sociais: fazer Social Media (focado no engajamento dos fãs com a marca) ou simplesmente fazer um social (aquela conversa com um colega na lanchonete)? Nós acreditamos no Facebook, no Blog e no Twitter como importantes canais para a contrução da imagem de uma marca, e por isso estou aqui para pontuar duas importantes questões estratégicas na hora de produzir e compartilhar conteúdo.

Seu conteúdo transmite sua personalidade

Lembre-se que você tem uma imagem pública a contruir, ou manter, e portanto, todo o cuidado é pouco quando se fala em produção de conteúdo. Muitas marcas têm compartilhado memes de humor da internet encontrados em sites do segmento, como o 9gag.com, e com isso angariado centenas de interações em suas postagens. Mas será que vale mesmo a pena associar a sua marca a uma grande piada?

Seu conteúdo tem que dizer quem você é. Imagine só como seria sensacional se as pessoas, ao olharem rapidamente as postagens de seus amigos em suas timelines, reconhecessem  a sua empresa através de um conteúdo de qualidade. Ouso até a dizer que não há propaganda institucional que reforce tão bem o valor da marca!

Não apele por interações, conquiste-as

Sendo original e produzindo um bom conteúdo, as interações virão naturalmente e muito mais qualificadas. Isto é, as pessoas que curtirem as suas postagens estarão realmentes envolvidas com sua marca: se não forem seus clientes, irão se tornar leads, e se já forem, estarão se fidelizando.

Pense sobre o seu próprio comportamento no Facebook: quantas vezes você não deixa de curtir ou compartilhar uma postagem super interessante por estar sem tempo ou por estar no trabalho? Isso não impede que você comente com amigos e se lembre daquela empresa que você achou criativa por ter publicado tal coisa.

Portanto, fica a dica: grande quantidade de interações para um conteúdo de baixo nível não é sinônimo de sucesso, e pode ser um tiro no próprio pé.  Significará apenas que sua marca angaria fãs entre os “sobrinhos” e não os formadores de opinião.

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