Categoria Curso de SEO
Tire suas dúvidas de SEO no 1° Hangout da Conversion
Como na semana passada ocorreu o Search Masters, o maior congresso de SEO do Brasil, no qual estive presente, não foi possível preparar a quinta aula do Curso de SEO. Em compensação, quero aproveitar o ensejo para fazer o nosso primeiro Hangout para que todos os alunos possam tirar as suas dúvidas de SEO ou qualquer tópico assunto, mas principalmente os relacionados às nossas primeiras aulas.
Na verdade, é uma excelente oportunidade trocar algumas ideias antes de entrarmos pra valer em assuntos mais complexos e que, assim, não fique nenhuma dúvida em essencial dos assuntos que já abordamos nas aulas anteriores:
Aula 1 – Introdução, Psicologia e Filosofia de SEO
Aula 2 – On Page 1 – Elementos Header e Autoridade
Aula 3 – On Page 2: Elementos HTML e análise de casos
Aula 4 – Pesquisa de palavras-chave para SEO
É, ainda, uma excelente oportunidade para quem perdeu alguma aula conseguir nesta semana assistir o que está faltando e, assim, estar em dia com os assuntos e poder participar com mais afinco do fórum, que é uma parte fundamental do projeto #OpenSEO, que visa a formar profissionais de SEO e aumentar a discussão e criação de conteúdo do tema, a exemplo do Search Masters.
Envie suas dúvidas neste tópico do nosso Fórum.
Data: 13/08/2012 Horário: 19h Onde: Youtube (acesse o #OpenSEO para saber o link, na hora do evento)
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Categoria Curso de SEO
Como funciona o algoritmo do Google
Agora que já compreendemos a filosofia por trás do Google, vamos entender de uma maneira geral como é feita uma pesquisa no buscador mais famoso do mundo (ou em qualquer buscador.) O primeiro ponto para que se possa fazer a busca é ter a base de dados com nada menos que boa parte do conteúdo na Internet. Usamos o verbo “indexar” para se referir ao que vai ser armazenado nessa enorme base de dados. Ou seja, é preciso haver uma indexação de todas as páginas.
Os buscadores anteriores ao Google não indexavam todos os sites da web. Eles trabalhavam como o Dmoz.org trabalha até hoje: ao se fazer uma pesquisa nele, era consultada uma base dados com informações cadastradas manualmente ou enviadas pelos proprietários de web sites.
Embora seja possível se cadastrar no Google, na maioria das vezes não é preciso realizar nenhum tipo de submissão ao buscador pois ele “descobre” sua página ao fazer a varredura da web com seu “crawler”.
Googlebot, o web cralwer
Um crawler é um software de computador que salva em sua base de dados todas as páginas que encontrar na web, exceto aquelas que bloquearem seu acesso ou que por algum comando interno seja orientado a não indexar. Os crawler podem ser usados para diversos fins, desde backup de um site, busca de informações ou para armazenamento de todos os sites para consulta posterior e publica através de mecanismos de busca como Bing ou Google.
Googlebot é o crawler do Google, grande responsável por todas as páginas estarem indexadas, e também pela frequência de atualização das páginas no Google. O que, basicamente, um crawler faz é acessar uma lista de milhões de links já disponíveis, atualizar a informação e seguir todos os novos links disponíveis nas páginas e novas páginas, para garantir que pesquise em todas as páginas da web.
O Googlebot irá determinar a frequência com que visita uma página segundo uma série de fatores, dentre eles a importância daquela página (sites muito importantes podem ser acessados a cada minuto, já outros sites podem ficar semanas sem visita do crawler) e mesmo frequência de atualização. O objetivo do Googlebot é ter o número máximo de páginas o mais atualizadas quanto possível, mas como há um custo para cada varredura o algoritmo do Google usa uma fórmula para equacionar qualidade da informaçãoo e custos para a empresa.
Tratamento das informações
Após indexar tantas páginas, o Google precisa tratar as informações e organizá-las para que ao ser realizada uma consulta se consiga da maneira mais rápida possível (em menos de um segundo) fazer uma varredura em toda a base de dados para trazer a informação desejada.
Para isso, as informações ficam segmentadas por uma série de critérios como palavra-chave, assunto, país, data, idioma, buscando criar uma abstração das informações. Trabalha-se também com um cache poderoso para evitar a consulta à base de dados tanto quanto possível, mas isso deve ser feito de uma maneira abstrata uma vez que boa parte das consultas é única.
Não vamos entrar nesse assunto, até porque não é especificamente nossa área de conhecimento, mas basta mantermos em mente que o Google lida com rotas de informação e por isso consegue realizar tantas consultas e tão rapidamente.
As rotas de pesquisa são muito importantes para economizar servidores. Imagine que se pesquise por “história do Brasil”: por um filtro pré-feito (em “cache”), provavelmente há as páginas que contêm o termo “história”, “do” e “brasil”. Dessa lista de sites, o Google realizará uma nova pesquisa, muito mais simplificada.
Porém, não menos simples. Com as rotas de pesquisa, o algoritmo do Google já saberá em quais sites não pesquisar mas é preciso uma fórmula para ordernar os resultados, ou seja, qual o critério para um site estar bem ou mal posicionado.
Antes, porém, de falarmos de ordenação de resultados vamos entender como é a página de resultados e o que você pode encontrar nela.
Conhecendo as SERP

Embora o Google não declare os seus critérios de posicionar um site, nós podemos deduzi-los e para tanto começaremos da maneira mais simples para chegar ao que é mais complexo.
Na busca que utilizamos como exemplo “história do brasil” (não há diferença entre minúscula e maiúscula para o Google), vemos que a SERP (search engine result page, ou página de resultados de mecanismo de busca em tradução livre) traz 10 resultados e para cada resultado há um “snippet”, que é um resumo daquela página e conta com título, link e descrição como podemos ver abaixo. SERP e snippet são termos que usaremos bastante ao longo de todo o nosso curso, então é fundamental estar familizarizado. Veja um dos snippets de nossa busca:

Em alguns casos, há itens especiais nos snippets, como o que chamamos de “site links” e consta na imagem acima. Esses sitelinks não aparecem em todos os snippets mas somente em alguns que o Google considera relevantes. Não há como solicitar ao Google que adicione sitelinks, mas há maneiras de “induzi-lo” a adicionar os site links.
Os snippets são os mais variados possíveis e o Google vem investindo bastante na diversificação de snippets, como medida para manter a atenção de seus usuários e até mesmo retê-los por mais tempo em suas páginas. Os snippets irão variar de acordo com uma série de fatores, mas o principal são as buscas verticais que vêm agregar valor à “busca horizontal”, que é a busca geral do Google, como vimos na SERP acima.
Tipos de pesquisa: horizontal e vertical
Você deve ter reparado que o Google não possui um buscador apenas. O Google é formado de diversos Googles: Google Imagens, Google Places (para endereços), Google Videos, Google Blogs, Google News, etc.
Chamamos de buscas verticais, os mecanismos de busca com propósitos específicos. O Apontador é um grande exemplo de buscador vertical, uma vez que nele encontraremos informações sobre endereços e lugares onde visitar (trata-se de uma busca “vertical”, “profunda” por endereços). O IconFinder.com realiza uma busca vertical por ícones. O Google Images é um buscador virtual de imagens. O Youtube tem um buscador vertical de vídeos, e assim por diante. O Flickr tem um buscador vertical de fotografias. Todas os buscadores que não tenham propósito geral mas sim específico será considerado vertical e no Google costuma ter snippets específicos.
As buscas verticais, entretanto, se misturam aos resultados do Google. Ao realizar uma busca por “brasil”, aparecem buscas verticais de mapas e de imagens.

Para fazer SEO, é preciso estar muito bem familizarizado com a SERP do Google e, principalmente, com o funcionamento do algoritmo para que como consultor SEO você seja capaz de desenvolver estratégias por conta própria e exclusivas. Nós não entraremos em todos os detalhes de páginas de busca, pois são realmente muitas, mas incentivamos você a pesquisar em seu tempo livre e encontrar todas as possibilidades de SERP.
Como é formado um Snippet básico

O snippet é muito importante em SEO, porque é o que determinará o clique e garantirá o acesso à sua página. O snippet é determinado automaticamente pelo Google, mas segue algumas regrinhas simples de entender:
Título da página
www.enderecodosite.com.br/
Pequena descrição da página em questão, onde se faz negrito do termo de pesquisa, para chamar a sua atenção gerar confiança.
Agora você talvez se pergunte: de onde vêem esses elementos?
O título da página costuma vir da tag <title>, que fica no <head> (cabeçalho) do HTML. O endereço do site é um dado meio óbvio, que dispensa explicação. Já a pequena descrição pode vir de dois lugares: da meta-tag “description” ou ser um excerto do conteúdo daquela página, isto é, um resumo.
É importante saber que o Google não leva as orientações acima à risca e costuma variar sempre que considera relevante para o usuário. É comum encontrarmos breadcrumbs em vez do endereço do site. Não é raro, principalmente entre páginas antigas de quando ainda se usava “Untitled 1” no <title>, o Google escolher um título mais adequado para a página baseando-se principalmente no histórico de busca e nos links externos e internos.
Critérios de pesquisa
A SERP é um bom ponto de partida para entendermos os critérios do Google para posicionamento de um resultado; retomando a imagem acima da SERP, iremos observar que em todos os snippets podemos encontrar o termo “História do Brasil” no título da página, o que nos induz à conclusão de que o título da página é um fator importante de organização dos resultados, o que de fato é. O título da página (<title>) é muito importante porque ele resume do que aquela página está falando, mas se tivermos uma página em branco com a palavra-chave no título não ajudará muita coisa.
É importante ressaltar que qualquer critério que o Google usa nunca é visto isoladamente, mas sempre em conjunto como um todo. Além do mais, a você que talvez esteja pensando em trabalhar consultor em SEO é sempre importante pensar os “porquês” das questões para que sempre possa resolver os problemas únicos.
Todo este curso será sobre os critérios do Google para posicionar um site. Escolhemos especificamente o <title> que é o principal, para você compreender o funcionamento. Mas agora é hora de voltar à teoria e entender mais um pouco sobre qual tipo de resultado o Google quer trazer.
O resultado mais relevante
O objetivo do Google é trazer o resultado mais relevante para cada uma das buscas. E o que é o resultado mais relevante se não a resposta para aquilo que perguntamos? O resultado mais relevante é sempre aquele que traz mais informações e de uma maneira mais concisa sobre o termo pesquisado.
Sempre que realizamos uma pesquisa, gostamos que o resultado seja uma página somente sobre aquilo que estamos procurando. Por isso, um dos meus maiores segredos de SEO é criar uma página específica para cada palavra-chave que eu desejo que esteja bem posicionada.
Agora, talvez esteja fazendo mais sentido porque todas as páginas têm “história do Brasil” no título: é porque o resultado deve corresponder à busca. Mas ainda ficamos com uma dúvida: só na primeira página do Google havia dez resultados, todos os sites com o termo “História do Brasil” no título.
Obviamente, muitos outros fatores serão levados em conta e não há como determinar, sem antes fazer uma análise profunda, por que aqueles e não outros sites estão bem posicionados. Outros fatores muito importantes para o posicionamento são o conteúdo do site e o quão rico ele é em palavras-chave (tanto “história do Brasil” quanto palavras-chave que o Google sabe que são relacionadas), a quantidade de links recebidos, a âncora desses links e ainda a autoridade dos sites e das páginas que fizeram esses links.
Todos esses critérios serão reunidos no algoritmo do Google, que é chamado de PageRank e é o tema de nossa próxima aula que vai ao ar hoje (23/07), às 19h.
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Categoria Curso de SEO
40 fatos sobre SEO que você deveria saber
Por conta do lançamento do nosso Curso de SEO, parte do projeto #OpenSEO, quero compartilhar com vocês o que de mais significante aprendi em mais de 5 anos trabalhando profissionalmente com SEO e outros tantos de forma amadora.
Sem nenhuma enrolação, vamos a esses fatos:
1. Não se faz SEO, empreende-se SEO.
2. Como todo bom empreendedor, seja um funcionário ou um chefe, transforme sua profissão em uma empresa. Seu chefe ou seu diretor é seu primeiro cliente.
3. A raiz etimológica da palavra empresa é “imprehendere”, que em tradução livre é empreender e no latim tinha o sentido de lidar com problemas. SEO são problemas, sempre, inesperados e que exigem soluções originais. Algo que funcionou ontem, não funciona mais.
4. Tenha contas em redes sociais. Use cada uma delas. Ajude outras pessoas e ganhe reputação.
5. Faltam sites e blogs de SEO no Brasil. Abra o seu, compartilhe seus segredos e descobrirá que você sabia muito, muito pouco.
6. Escreva artigos: escreva, escreva e escreva. É uma boa forma de aprender e de lembrar o que você sabe.
7. SEO começa no marketing. O que você pode vender que nenhuma outra empresa poderá vender? Valorize os seus diferenciais (valores, marca, preço, produto, etc.) e use-os, porque ninguém poderá fazer igual.
8. Não seja meramente um técnico. Não repita técnicas. Seja alguém que entenda o funcionamento do algoritmo e cria estratégias únicas. Isso: seja quem cria e não quem consome técnicas de SEO.
9. SEO não é sobre o que deve ser feito para o site, mas o que deve ser feito para o business do cliente.
10. Durante muito tempo ignorei o poder humano da Internet. Ela é um modificador humano, não uma simples mídia. A Internet é feita de pessoas, SEO é feito para pessoas.
11. Eu achava SEO fácil. Continua sendo fácil. Difícil é pensar o outro e entender que SEO é secundário, mais importante é uma visão total do marketing. SEO sozinho não faz nada.
12. Boa parte da vida humana é linguagem. SEO é a linguagem de ser encontrado na busca orgânica de acordo com a intenção de uma pessoa. Palavras-chave revelam uma intenção.
13. SEO não é sobre trazer visitas, mas trazer visitantes qualificados para serem fidelizados. SEO é sobre gerar conversões.
14. Percebi muito cedo que o Google tinha todas as informações sobre eu ou você. Isso a principio me deixou paranóico. Aprendi a aceitar que em nossa era não há privacidade e isso é bom para que sejamos melhores seres humanos. O que temos a esconder?
15. Tive a sorte de, sabendo que o Google tinha essas informações, fazer SEO considerando sempre usabilidade, conversões e retenção do visitante. Use seus conhecimentos de SEO para fazer bons sites.
16. Por outro lado, eu quebrei a cara ignorando o poder dos blogs e, mais recentemente, das redes sociais. Achei que fossem perda de tempo. Não são!
17. A Internet, e portanto o SEO, deve ser feito para gerar relacionamentos. Uma visita é efêmera, um relacionamento é perene.
18. Aprendi relativamente cedo que tudo era SEO. Sobretudo as informações que jamais imaginamos que o Google tem. Mesmo assim eu só sei que nada sei sobre elas. E SEO é sobre informações as quais somente usando o raciocínio lógico você pode deduzir.
19. Para falar a verdade, parei de pensar em SEO ou PPC. Descubro cada vez mais que se deve analisar o marketing online como multicanais. Entretanto, toda estratégia deve ser feita com os recursos disponíveis no momento gerando ativos. O maior ativo de SEO é a reputação, a melhor métrica são as conversões.
20. Eu achei que tinha segredos sobre SEO. Hoje os publico para que todos saibam. Os melhores clientes vêem, não por causa do mistério dessa arte, mas de sua autoridade e reputação no assunto.
21. O melhor marketing é gerar reputação. SEO é sobre reputação nos resultados de busca.
22. Não seja paranóico com o primeiro lugar. A primeira posição tem mais peso em uma reunião do que para o usuário, que está apenas procurando. Assim como as pessoas procuram sentido em suas vidas. Marketing tem de trabalhar com esse sentido.
23. Seja uma resposta que seu visitante queira transmitir aos seus contatos, amigos e conhecidos.
24. A pessoas falam muito sobre penalização. Geralmente querem aterrorizar uns aos outros. Há técnicas que alguns não querem que você faça e chamam isso de black hat, dando exemplos esdrúxulos para demovê-lo da idéia. Desconfie, sempre.
25. Black hat é sobre sua intenção. Se você estiver fazendo o melhor do white hat e ainda estiver pensando em seu usuário como um panaca, estará fazendo black hat.
26. Para cada técnica black hat há uma abordagem white hat. E vice-versa.
27. SEO é um cara que ajuda o Google a melhorar o seu índex. Faça SEO pensando em como você pode ajudar a melhorar o Google. Na web, até isso é colaboração.
28. Sempre quis ser poeta. Descobri que a mesma essência da poesia, que afinal é o ser humano, também se encontrava no marketing. Até no marketing!
29. Faça SEO ou seu trabalho como uma procura da verdade, do real. Só o outro é real, mas o indivíduo é uma mera representação de si. Crie algo para o outro, assim como não reconhecemos nenhum gênio que tenha sido genial só para si. Isso vai gerar links, reputação e tráfego qualificado!
30. Podemos contabilizar visitas facilmente, difícil é mensurar o impacto que causamos. Isso só com feedback. SEO deve ser feito para sites que geram impacto profundo.
31. Estatísticas podem mentir. Gráficos iludem.
32. Alcance o intangível, descubra o valor que está nas entrelinhas. Isso é o verdadeiro SEO.
33. SEO depende de uma série de variáveis. Ele é feito pensando em médio e longo prazos, mas precisa de ações sempre num curto prazo. Agora.
34. Você sabe que uma pessoa é boa em SEO quando ela consegue identificar os sinais do Google e interpretar uma mudança de posições. Muitas vezes uma queda de posição significa que o site irá subir no ranking, outras que está em queda franca.
35. A melhor metodologia de SEO é implementar-medir-aprender. E 80% do trabalho de SEO é análise de métricas e tendências.
36. Os outros 20% são ideias inesperadas que temos: uma otimização on-page improvável, uma tática de link bait para um cliente de tubos e conexões.
37. O novo caminho do SEO é investir em Social Media. Mas a melhor maneira de conseguir seguidores qualificados nas redes sociais é fazendo SEO.
38. Acompanhe tudo sobre sua estratégia de SEO. Compre assinatura de diversas ferramentas. Tenha o máximo de informações. Leia blogs, participe de fóruns e mantenha seus conhecimentos atualizados.
39. Atualize-se sempre. Participe de eventos. Assita a webinars. Leia blogs. Compre livros.
40. Teste, sempre; compre domínios a rodo e construa sites para testar seus conhecimentos.
Hoje à noite (16/07 às 19h) começa o nosso Curso de SEO.
Não perca!
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Categoria Curso de SEO
#OpenSEO: aprenda, participe – muito mais que um Curso de SEO
E aí, pessoal!
Hoje é um dia muito importante para nós da Conversion pois estamos lançando oficialmente o #OpenSEO. Em março tínhamos anunciado pela primeira vez o Curso de SEO e desde lá já registramos mais de 700 pessoas pré-inscritas, conversamos com muitas pessoas e aprendemos bastante.
O objetivo que era de oferecer um Curso de SEO em texto cresceu para um Curso de SEO em vídeo; o Curso de SEO em vídeo, por sua vez, cresceu para um projeto mais amplo de formação e engajamento na comunidade de SEO no Brasil, ao qual damos o nome de #OpenSEO, que é bem mais do que um Curso de SEO.
Por que #OpenSEO?
Entendemos que a internet é um ambiente de troca de informações, de compartilhamento do conhecimento, e que acima de tudo, é formada por seres humanos (assim como nós). Por isso, criamos um novo formato para integrar nossa comunicação e focar nossos esforços em prol dessa comunidade de empreendedores, profissionais de marketing e apaixonados pela Web: #OpenSEO, que é composto de um Fórum de debate e Curso de SEO, totalmente integrados. Mais do que isso, o #OpenSEO é uma comunidade para aprender e ensinar SEO.
Divulgaremos a data e o horário de nossa primeira aula hoje mesmo, às 19h. Anotem no Calendar e acompanhem na fan page!
A participação de todos é fundamental para mudarmos o SEO no Brasil.
Dúvidas? Anseios? Sugestões? Mais informações? Acessem o nosso Fórum de SEO e participem.
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Categoria Curso de SEO
Webinar – SEO Clássico vs. Moderno SEO
Caso tenha problemas em visualizar, assista no Youtube.
Neste webinar SEO Clássico vs. SEO Moderno, abordaremos as principais mudanças no algoritmo do Google nos últimos 2 anos, a saber: Google Panda, implementado em 2011, e o Google Penguin, que começou a ser implementado entre maio e junho de 2012 no Brasil.
Estes são os principais tópicos deste webinar:
- Conceitos básicos de SEO
- Fundamentos do SEO
- Problemas do SEO On Page Clássico
- Problemas do SEO Off Page Clássico
- Content farm, link farm e outras “fazendas”
- Importância do Web Analytics
- Menos fronteiras entre On e Off Page
- Autoridade de Domínio
- Reputação de autor
- Mais dados de redes sociais
- Campo semântico
- Análise de SEO On Page
- Moderno SEO Off Page
- Mudanças na SERP
- (not provided)
Como falamos no vídeo, este webinar antecipa um pouco o conteúdo do Curso de SEO e testa o modelo que procuraremos abordar no curso. Sugestões e dúvidas podem ser deixadas nos comentários abaixo.
Até o curso!
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