TikTok: o que é, como funciona e tudo sobre

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O TikTok é uma rede social de vídeos curtos. Nela, os usuários criam e compartilham conteúdo rápido, com piadas, danças e desafios.

Utilizando recursos de edição e dublagem, os usuários apostam no humor rápido para elaborar vídeos de 15 a 60 segundos, que são filmados, editados e postados dentro do app.

Os fãs do app, chamados de TikTokers, fazem o conteúdo viralizar, tornando o aplicativo um fenômeno global, com cada vez mais usuários e investimento.

Feito na China, onde é conhecido como Doujin, o aplicativo vem incomodando as gigantes do meio, como Instagram e Facebook.

Aqui você vai descobrir tudo sobre o app, desde como funciona, os números que já alcançou e até de onde surgiu.

Índice de conteúdo

  1. O que é o TikTok?
  2. O surgimento do TikTok
  3. Os números do TikTok
  4. Baixe o TikTok gratuitamente

O que é o TikTok: como ele funciona e quais são os principais recursos

O TikTok conta com uma ferramenta de gravação e edição nativa repleta de funções, efeitos, filtros e adesivos, estimulando a criatividade dos usuários.

Além disso, a aplicação possui um catálogo musical enorme, com sucessos de diversos países e gêneros.

As músicas podem ser mixadas e juntadas com as gravações dos próprios TikTokers, que também podem salvar as músicas e mixes diretamente do feed.

O “Para você”, recurso ilustrado acima, é um feed gerado por algoritmo que exibe os conteúdos em alta, tanto dos famosos quanto dos usuários comuns.

Alguns outros recursos, como os duetos e as lives, aumentam a interação entre a comunidade, que é conhecida por sua empatia e diversidade.

Essa comunidade, repleta de fãs fervorosos, abriu espaço para os influenciadores, novos e migrantes de outras plataformas, como foi o caso de Whindersson Nunes.

Zhang Yiming, a Bytedance e o Musical.ly: o surgimento do TikTok

O sucesso do aplicativo se deve muito a genialidade de seu criador, Zhang Yiming, fundador da empresa que gere o aplicativo e desbancou a Uber como startup mais valiosa em 2018, quando foi avaliada em U$75 bilhões.

Zhang, como gosta de ser chamado, fundou a Bytedance em 2012, e inicialmente falhou em atrair investimento para um aplicativo de notícias movido a inteligência artificial.

Os investidores duvidavam da possibilidade de um simples engenheiro de software conseguir reformular o modo tradicional como as notícias eram consumidas pelo público.

Zhang Yiming em frente a sede da Bytedance

Zhang em frente a sede da Bytedance.

A partir de seu algoritmo, o app Toutiao gera feeds de notícia personalizados para cada usuário, com base em tecnologia de recomendação, machine learning e palavras-chave.

Apesar das dúvidas, a aplicação rapidamente alcançou sucesso de público, principalmente o jovem, e atraiu o interesse de investidores, inclusive daqueles que antes o haviam negado.

Após passar por diversas rodadas de investimento nos anos seguintes, o Jinri Toutiao, como é chamado na China, rendeu bilhões à Bytedance, possibilitando a expansão para outras áreas do entretenimento digital.

Alguns apps depois, a empresa lançou o Doujin em 2016. A plataforma não demorou muito para se tornar um sucesso entre o público asiático, dominando o nicho de aplicativos de vídeos curtos nesse mercado.

Inicialmente o TikTok tinha a maior parte de seu conteúdo nos moldes do extinto Vine, isto é, voltado ao humor e principalmente ao público mais jovem.

A reviravolta veio depois da fusão com o Musical.ly, app de vídeo focado em dublagem e danças que fazia muito sucesso entre o público norte-americano, e foi comprado pela Bytedance por U$1 bilhão em 2017.

Com isso, a base de usuários do Musical.ly foi automaticamente migrada para o TikTok, e as funções dos dois apps se juntaram: as dublagens e danças aliadas aos memes e piadas rápidas.

A partir daí, o aplicativo só cresceu, atingindo números cada vez maiores que comprovam o seu sucesso astronômico.

Os números do TikTok, e o que o mercado pode aprender com ele

Segundo relatório publicado no fim de 2019 pela Sensor Tower, plataforma de análise de apps, o aplicativo atingiu 1.5 bilhões de downloads entre a AppStore e a Google Play.

Além disso, foi o terceiro app mais baixado em 2019 dentre os não jogáveis, ficando atrás apenas de WhatsApp e Messenger, e na frente de Facebook e Instagram. O número cresceu 6% em relação ao mesmo relatório do ano anterior.

Isto é, o TikTok é o único app dos cinco mais baixados que não faz parte da Facebook Company, o que começa a indicar o incômodo que a startup chinesa exerce sobre a gigante do Vale do Silício.

A aplicação é muito popular entre a Geração Z, que abrange jovens nascidos entre meados dos anos 90 e começo dos anos 2000, faixa etária que nasceu na era digital, e que passa boa parte do seu tempo nas redes sociais.

O Instagram, que vem sendo considerado a maior das redes sociais, atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês em 2018. O TikTok alcançou a mesma marca em 2019, o que indica uma proximidade muito grande entre os dois.

O reflexo desse crescimento tão grande pode ser observado nas tentativas das outras redes de se adequar às novidades que o app trouxe, e reconquistar o público que agora passa boas horas no app de vídeos.

A inclusão das músicas e dos efeitos por parte do Instagram, e até a criação de uma rede social semelhante, o Lasso, pelo Facebook, mostram a volatilidade do mercado digital, e a intensa necessidade de adequação constante para sobreviver.

E você, já conhecia o TikTok? Entendeu como ele funciona? Também ficou surpreso com as proporções que o app vem tomando?

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