Publicado por Bruno Arashiro, em 12/06/2013, nas categorias: Conversões, E-commerce, E-commerce SEO, SEO, SEO On Page, Vendas
A arquitetura da informação é uma das tarefas mais importantes para o SEO do seu site, baseia-se na estraturação de ambientes de informação. Serve para melhorar a experiência e usabilidade do site através do design do layout e como arquitetar as informações dentro deste layout, com o objetivo de aumentar a conversão (CRO) do site.
Nesta área de otimização, uma ótima bilbiografia é o livro de Steve Krug, com título “Don’t make me think” (Não me faça pensar), que aborda o tema sobre a interação entre pessoas e usabilidade nos sites. O livro mostra que os usuários possuem melhor experiência ao entrar em um site que possua um layout fácil, que encontre tudo rapidamente sem precisar pensar ou ficar procurando algo.
Qual é o resultado de uma boa arquitetura da informação para SEO?
O resultado é a melhor possível quando a arquitetura da informação está bem feita. Os robôs do Google vêem que o seu site tem uma boa arquitetura e podem aumentar seu relevância; o seu site fica melhor organizado; a disposição dos conteúdos e ou produtos ficam otimizados; os usuários do site ficam satisfeitos por encontrarem o que precisam e terão uma boa experiência; e aumentam as chances de realizar conversões para seu site.
Planejamento da Arquitetura da Informação
Ao realizar a tarefa de arquitetura da informação, o tomador de decisão deve saber o que será feito e como deve ser feito esta etapa de otimização do site. Deve se preocupar com as seguintes tarefas:
/Quantas e quais páginas seu site terá
/Hierarquia das páginas
/Quais palavras-chave utilizar para cada página
/Meta tags HTML de todas as páginas
/Conteúdo das páginas
/Design (layout) da página de uma forma estruturada e que ajude na usabilidade, diposiçao estratégica dos conteúdos, links e produtos para facilitar a conversão
/Testes e aplicação do layout
Aplicação da Arquitetura da Informação e SEO
Vamos mostrar alguns exemplos sobre como alguns sites organizaram sua arquitetura e a sua relação com o SEO da empresa.
Conteúdo das páginas
Os conteúdos das páginas devem estar otimizadas, tanto na escrita quanto na estrutura do posicionamento de todas as informações que estarão contidas no site (escrita, imagens, vídeos, links, menus, etc.)
O conteúdo deve ser relevante para o site, e possuir uma palavra-chave para cada página que será o “tema” principal da página e que deve estar contido nas tags da página (title, description, H1, H2, etc).
Breadcrumb
Breadcrumb mostra o caminho que você percorreu para estar na página que está, em uma forma mais conceitual, é a navegação estrutural que mostra a hierarquia das informações, podendo estar em categorias, seções, marcas, produtos, modelos, etc.
Um bom exemplo de breadcrumb seria:
Home>Eletrônico>TV>TV LED>TV LED Sony>Sony Bravia>Sony Bravia Full HD
Observando nesta arquitetura da informação, categorizamos pela seção, tipo de produto, marca e produto final, utilizando as palavras com maiores relevâncias.
Barra de menu
A aplicação de um site especializado em um assunto é mais fácil de desenvolver uma boa arquitetura, vejamos este simples exemplo do menu superior de uma e-commerce de tênis.

Por ser uma loja virtual especializada em tênis, eles projetaram a arquitetura de acordo com a categoria de usabilidade dos produtos (adventure, corrida, futebol e caminhada) onde os consumidores de cada segmento já clicará no item de seu interesse deste menu. E também eles arquitetaram de acordo com as marcas que são vendidas na loja (Adidas, Nike, Mizuno, etc), assim, os consumidores fiéis as marcas já clicarão nas marcas que se interessam.
O drop down, que é uma barra de links que aparecem ao passarmos o mouse em cima de um item do menu, também ajuda na organização, sendo os subitens da barra de menu, ele ajudará a segmentar melhor os itens da barra de menu, por exemplo:

Otimizando a conversão (CRO)
Na página que o usuário realizará a conversão, é muito importante que a organização dos conteúdos estejam dipostos de um modo que facilite a conversão.
Vejamos um simples comparação, de um e-commerce, que a conversão baseia-se na compra de um produto:

Na página do produto, é muito importante que o link de conversão esteja em destaque no site. Pois caso não esteja visível ao consumidor, ele pode desistir da compra.

E para finalizar, utilizar método que facilita a confirmação de compra dos clientes através do one page checkout, ou seja, em apenas uma página, você insere informações pessoais de cadastro, endereço, etc. e ainda finaliza o pedido de compras “em apenas um clique”. Isso evita aquele desgaste nos consumidores com o preenchimento de formulário com 4 páginas para você poder finalmente efetivar a compra do produto desejado.
Conclusão
Depois de alguns exemplos simples de otimização de site voltada nas tarefas da arquitetura da informação, podemos concluir que devemos realizar esta tarefa pensando na melhor usabilidade aos consumidores e usuários do site, com o objetivo de facilitar e aumentar a conversão do site.
O planejamento deve ser feito cuidadosamente, analisando cada tarefa, e após a aplicação, o produto final (página do site otimizado) oferecerá a melhor experiência aos consumidores e também ajudará os robôs do Google a analisar melhor seu site e melhorando seu posicionamento na SERP.
Como vemos nos exemplos, que cada tarefa possui um objetivo próprio, como por exemplo o breadcrumb, que tem o objetivo de informar o usuário em qual página ele está e como ele fez para chegar até a página atual. Mas que juntando todas as tarefas, elas têm o objetivo geral, que é o aumento da conversão do site.
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Publicado por Diego Ivo, em 04/06/2013, nas categorias: Conversões, E-commerce, E-commerce SEO, SEO
Há pelo menos cinco anos acompanho de perto o comércio eletrônico brasileiro e posso dizer que estamos entrando em uma nova fase. Trata-se de uma etapa com muito boas oportunidades mas também muitos desafios, sendo que o principal deles é ter uma operação lucrativa e escalável – temos hoje um grande gargalo na margem que precisa ser contornado. Outro ponto crucial está no ROI dos investimentos em mídia, o que aliás impacta diretamente na margem.
Last but no least, vale destacar, neste processo de amadurecimento do nosso e-commerce, a necessidade de marcas se estabelecerem mais como ponto de relacionamento com o cliente do que como ponto de venda promocional. Nós precisamos vencer a barreira em que o preço é tudo, precisamos agregar valor às nossas lojas virtuais. Podemos dizer que se trata da corrida pelas marcas mais fortes, até porque os preços tendem no médio ou longo prazo a se estabilizarem.
1. E-commerce, brincadeira de gente grande
As empresas de médio e grande porte que não adotaram o comércio eletrônico nos últimos cinco anos, por achá-lo muito arriscado ou “moda passageira”, começam a correr atrás do prejuízo; enquanto isso, pequenas empresas que sobreviveram aos seus primeiros anos começam a investir em seu crescimento, contando mais com a própria experiência do que com capital financeiro. “Poucos podem se dar ao luxo de só dar lucro daqui a cinco anos”, comenta um cliente, em referência a um grande player. Esse é um momento ímpar.
Em e-commerce, o Brasil está deixando de ser uma criança e começando a caminhar para a adolescência. Adolescência quer dizer ter a cabeça nas nuvens, ter ideias valiosas, porém muitas vezes não fazer o mais básico, não ter uma operação lucrativa e duradoura. O e-commerce está amadurecendo, mas para amadurecer de fato, precisamos vencer a barreira de achar que abrir uma loja virtual é como uma mágica que nos torna milionários. Para falar a verdade, uma operação virtual é dezenas de vezes mais complexa que uma loja física.
2. Margens apertadas
Justamente por conta desse amadurecimento, há coisas que precisam melhorar. Considero que uma grande insensatez do e-commerce é o frete e parcelamento grátis, além de muito desconto. Isso precisará mudar para que o e-commerce avance, para que o mercado se estabilize e viva menos de investimentos visando exclusivamente ao longo prazo, e traga lucros razoáveis.
Há boas notícias. Tenho observado casos em que lojistas conseguem repassar ao cliente o valor do frete. Entretanto, nos cases em que observei, só foi possível porque a loja já possuía uma boa carteira de clientes e a marca era estabelecida em seu mercado. Como disse anteriormente, o preço é importante porém não é tudo – mais vale cobrar o frete e oferecer um excelente serviço, do que arcar com custos abusivos para sua operação.
De fato, o frete grátis e o financiamento sem juros apertam fortemente as margens do lojista e a tendência é que, para se tornar uma operação saudável, o parcelamento tenha juros repassados ao consumidor, como aliás alguns e-commerce já vêm fazendo com bastante sucesso. Eu aposto nisso como uma necessidade.
3. Investimentos sem foco em ROI
Pela falta de maturidade do mercado, costuma-se fazer investimentos que não trazem resultados. Uma parte significativa dos e-commerces não têm know-how suficiente para acompanhar o ROI (retorno sobre investimento) de suas ações e, por isso, costuma investir em mídias ou canais que não trazem retorno. Como o Google AdWords é a mídia mais óbvia para gerar resultados, concentram seu investimento ali e tornam-se reféns de um único canal, enquanto o trabalho de SEO, que dá ROI muito maior, às vezes é feito sem prioridade ou simplesmente por fazer, buscando a solução mais barata. Outra mídia que precisa ser muito melhor explorada é o e-mail marketing.
Há ainda algo muito mais complexo na análise de ROI, que é entender a participação direta e indireta de cada um dos canais no faturamento real da empresa. Por exemplo, qual o impacto real de ter uma fan page do Facebook movimentada e atualizada? Isso dá ROI, mas dificilmente o ROI é de último clique ou sequer tem clique; certamente, não raro uma rede social movimentada é o fator determinante para a compra, pela confiança que gera uma fan page movimentada.
4. Marca e carteira de clientes
Bem, eu sou um grande fã de branding. Creio firmemente que marcas fazem toda a diferença e esta deve ser construída e deve se comunicar muito com o seu cliente. Do contrário, a loja virtual permanecerá na seara de briga por preços e sem agregar valor ao consumidor, sempre trabalhando com margens extremamente apertadas. Por outro lado, de nada adianta uma marca forte que não tenha nem para quem, nem preço competitivo para vender.
E nada mais barato do que vender para quem já comprou de seu e-commerce. Por isso, é fundamental contar com uma boa carteira de clientes e desenvolver estratégias de CRM (Custumer Relationship Management) para vender mais para quem já comprou alguma vez em sua loja ou chegou perto de comprar. É preciso, portanto, saber qual o ROI de um cliente em carteira quando desenvolvida uma boa estratégia de CRM.
5. Quais as soluções?
Acredito firmemente que uma boa consultoria em SEO pode ajudar operações de e-commerce de médio e grande porte a decolar com um bom ROI de útlimo clique. Por outro lado, acho uma “fria” esse trabalho para startups, ou seja, lojistas que estão aderindo agora ao e-commerce e não tenham um planejamento de pelo menos 3 anos com razoável maturidade e poder de investimento. Isso porque não se pode investir em SEO esperando milagres, principalmente se não se conhece o motor de crescimento do e-commerce (a relação entre preço, produto, logística, estoque, demanda, relacionamento, etc.)
Mas todas respostas ainda não temos, apenas indícios e tendências que podemos captar. Precisamos trabalhar para construí-las e tornar o mercado de e-commerce mais maduro, onde empresários possam investir e, com muito trabalho, poder contar com um lucro justo.
O mercado está aberto. Quais serão as próximas operações multimilionárias?
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Publicado por Raphael Simoni, em 28/05/2013, nas categorias: Conversões, Google, Marketing de Busca, SEO, Usabilidade
Suponhamos que você tenha uma empresa que atenda somente dentro da Grande São Paulo. Suponhamos também que sua empresa seja especializada em serviços de buffet para eventos. Uma vez que sua empresa atenda somente na Grande São Paulo, não teria sentido que um cliente do Rio de Janeiro solicitasse os seus serviços na cidade dele. Portanto seu interesse é buscar clientes na região de sua abrangência, ou seja, usuários que estejam buscando por serviços de buffet dentro de São Paulo. É aí que entra o Google Places, serviço que faz parte das buscas verticais do Google.

Google Places
Como no exemplo acima, se um usuário de São Paulo buscar por “serviços de buffet”, a página do Google exibirá, além das buscas orgânicas hotizontais, uma listagem com sete resultados para serviços de buffet em São Paulo. Também chamada de seven list, esta é a listagem de empresas cadastradas no Google Places.
O cadastro é muito simples. Simples até demais, porém muitos pecam em deixar de lado algumas informações que possam ser interessantes para o usuário, como horário de funcionamento da empresa, raio de abrangência, formas de pagamento, imagens sobre a empresa ou até mesmo se o local possui estacionamento. Preencher essas informações fazem toda a diferença.

Para cadastrar sua empresa no Google Places, basta criar uma conta neste link e seguir as etapas. Ao final do cadastro, você precisa validá-lo com um número pin. Para ter acesso à este número você tem opção de receber via SMS – resposta instantânea – ou por carta destinada ao endereço que você cadastrou – que leva cerca de duas semanas ou mais para chegar. Somente após a confirmação desse código é que o cadastro será validado e dentro de mais alguns dias finalmente estará indexado para que o sei negócio apareça também nas buscas verticais. Esta é uma grande vantagem, pois a sua empresa pode ficar entre as primeiras posições, uma vez que a seven list aparece logo abaixo da primeira posição das buscas orgânicas.

Google+ Local
Este é o espaço do usuário disponível no perfil do Google+. As empresas se cadastram no Google Places e o usuário comum poderá fazer comentários sobre a sua empresa, opinar sobre a qualidade do seu serviço, classificá-la como boa ou ruim – através do sistema de pontuação expressiva em 30 pontos da Zagat (ainda não disponível no Brasil) -, fazer upload de fotos e compartilhar todas essas informações entre os demais usuários que tenham uma conta na rede social do Google.
Todas as informações que você cadastrou no Google Places estarão também disponíveis no Google+ Local, suscetíveis aos comentários e opiniões de seus clientes. E nada como o próprio cliente para indicar a sua empresa à um amigo. Essa é a melhor propaganda. Além do seu negócio conquistar mais consumidores e mais confiança, poderá também fidelizá-los.

Otras cositas más
Esta é uma ótima forma para demarcar sua área de atuação, inclusive serviços que não tenham nem mesmo um site! (e há muitos). Serviços delivery também se beneficiam bastante com o Google Places. É importante acrescentar que este é apenas um dos aspectos da otimização local. Uma boa combinação de Google Places, Google+ e Rich Snippet (texto-âncora) é no mínimo uma obrigação para quem quer ter o seu negócio no topo das buscas.
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Publicado por Bruno Arashiro, em 21/05/2013, nas categorias: Google, Palavras-chave SEO, SEO
As modificações na SERP (página de resultados de mecanismos de busca) são feitas pelo Google a partir das informações que o Google analisa do Google Trends, análise de comportamento dos usuários na SERP e de estudos.
Ocorrem para melhorar a experiência de navegação dos usuários, oferecendo informações relevantes e básicas aos usuários.
Observamos que ao longo do tempo houve muitas atualizações da SERP relacionadas às palavras mais pesquisadas no Google. Em posts anteriores, falamos sobre rich snippets, knowledge graph, google imagens, entre outros tipos de informações que foram modificadas pelo mecanismo de busca.
Com estes métodos, o Google facilitou a divulgação das informações, permitindo que os usuários não saíssem da própria SERP, pois algumas informações relevantes básicas já ficam à mostra na lateral ou no topo da página de busca. Como podemos nos exemplos abaixo:


SEO: o que muda
Quando há modificações na SERP, primeiramente, devemos entender por que o Google fez essa alteração e como ela afeta o trabalho de SEO, para depois pensar sobre as oportunidades e desafios do momento com o objetivo de ganhar posições, visitantes e consequentemente conversões ao site.
Bom, nós profissionais de SEO percebemos que tais modificações na SERP afetam nosso trabalho pois elas impactam diretamente na quantidade de visitante do seu site.
As pessoas podem ficar satisfeitas somente com as informações fornecidas na página de busca, assim, não clicam nos links para os sites. Consequentemente, diminui a quantidade de visitantes e de conversões orgânicas vindas de uma palavra com SERP modificada, porém, apesar da queda no número de visitantes, nesse tráfego há uma maior possibilidade de gerar conversões, pois eles querem informações mais aprofundadas e estão mais interessados sobre a pesquisa.
Essas palavras com SERPs modificadas que exibem a previsão do tempo, os voos, etc impactam em sites de nicho, e mesmo para essas empresas de nicho e portais de notícias há várias outras oportunidades de SEO. Para e-commerce e sites institucionais há também muitas modificações na SERP que podem ser usadas a favor e para se diferenciar da concorrências como o Rich Snippet product, review, address, author, entre outros. Isso para não mencionar as palavras-chave de long tail que são um mar de oportunidades.
Quais são as intenções do Google na modificação da SERP?
A empresa criou estes atalhos de informações para satisfazer os usuários, melhorando a interação destas pessoas com o buscador, porém, existe um grande interesse para o próprio Google, manter estes usuários por mais tempo dentro da SERP, e utilizarem mais serviços e produtos do Google (ex. Youtube, Gmail, etc) e também para obter mais cliques em anúncios, gerando mais receitas para a companhia.
Como muitos sabem, a Google é considerado a maior empresa de anúncios do mundo, uma das maiores receitas são obtidas pelas vendas de anúncios através do Adwords, a empresa gera receita através do pagamento por cliques nestes anúncios.
A Google disputa a os cliques dos usuários com sites que anunciam através de banners (por exemplo os portais ou redes sociais), e para obter uma maior participação do mercado a Google precisa manter os usuários dentro dos seus sites (buscador, YouTube, Gmail, Google Maps, etc) para que tenha maior possibilidade de interação com esses anúncios.
Google Trends é a base para criar estes serviços
Para facilitar a resposta desta pergunta, podemos utilizar um exemplo.
O Google Trends, um dos produtos da empresa, tem como funcionalidade oferecer a previsão de tendências de termos de pesquisas através de estatísticas obtidas pelo próprio mecanismo de busca. A empresa utiliza este serviço para realizar as modificações na SERP, como podemos observar no exemplo da Nascar.
Observamos através do Google Trends que a Nascar esta em segundo lugar nas principais pesquisas do momento nos Estados Unidos.

Outra ferramenta utilizada é o gráfico de estimativa de tráfego que o próprio Trends oferece, neste gráfico podemos observar a variação da estimativa de tráfego que a palavra-chave recebeu ao longo do tempo, e também mostra a estimativa da tendência futura em relação ao termo pesquisado.

Na criação de conteúdo para o “gráfico de conhecimento” eles não chutam o que colocar, eles possuem uma ferramenta de palavras-chave correlacionadas com o termo pesquisado, no caso “Nascar” possui muitas palavras correlacionadas, tais como: nome dos competidores, canais de tv que passam a corrida, nome dos torneios, tabela e cronograma, etc.

Estas ferramentas auxiliam o Google na criação de conteúdo e modificação da SERP, mostrando a relevância de assuntos da população americana, e a oportunidade para criar algo (knowledge graph) com o intuito de manter os leitores no próprio site de busca através da divulgação dessas informações básicas e relevantes. E que, os leitores somente sairão da SERP caso queiram ler mais profundamente sobre o assunto pesquisado. Observamos agora o que aparece na SERP ao buscarmos a palavra-chave “Nascar” no Google americano.

Ao pesquisarmos “Nascar” no Google americano, ele fornece os knowledge graph e rich snippet, como podemos observar, ele mostra os três diferentes torneios (Sprint Cup Series, Nationwide Series e Camping World Truck Series) com a tabela de ranking dos nomes do competidores, vamos dar maior relevância em Jimmie Johnson, Dale Earnhardt e Kevin Harvick que tiveram grande correlação com o termo pesquisado no Google Trends e estão bem colocados no torneio; também vemos os canais que passam a corrida (ESPN e Fox) que também são correlacionados com o termo; Possui uma definição do que é o Nascar, vídeos da corrida que ocorreu recentemente e rich snippet de notícias sobre.
SERP no Brasil
As ferramentas são acessíveis para qualquer pessoa, que podem ser utilizadas em momentos de pesquisas desde um trabalho acadêmico até para ler uma notícia, possibilitando encontrar melhores termos para pesquisa.
Porém, algumas funcionalidades não estão disponíveis no Brasil ainda, por exemplo a ferramenta de “Principais pesquisas” do momento no Google Trends não pode ser visualizada no país. E o knowledge graph não é tão desenvolvido como nos EUA.
Acredito que no futuro todas as funcionalidades atuais desta ferramenta estarão disponíveis no Brasil, e assim como as informações apresentadas dentro da própria SERP.
Conclusão
Através destas modificaçõeso (geração de conteúdo para certas palavras-chave através do rich snippet e do knowledge graph) e de alterações ocorridas anteriormente, tal como a SERP para imagens, em que as imagens abrem no próprio site de busca ao invés de redirecionar para uma página de um portal, mostra que o Google pretende melhorar a usabilidade e experiência da navegação para manter os usuários na própria SERP ou para redirecioná-los para outros produtos da empresa (ex: Youtube).
Estas modificações possuem um interesse grande para melhorar a geração de receita da empresa, pois aumentando o tempo de visita do usuário na SERP e redirecionando-os para outros produtos, elas geram mais cliques em anúncios, e também eles aumentam seu share.
Os profissionais de SEO devem estar atentos sobre as possíveis modificações, devem compreender o que afetou na otimização e também deve estar disposto a inovar o método de otimização para continuar obtendo bons resultados para o seu site.
O rich snippet, pode ser criado pelo próprio dono do site, seguindo o padrão do schema.org, assim você pode facilitar para que notícias em destaque apareçam na SERP, criando maior possibilidade de clicarem no seu site, ganhando mais visitantes e maior possibilidade de conversão, pois as pessoas já leem um resumo e se clicarem, significa que estão interessados naquilo que você escreveu.
Para SEO e marketing digital em geral, as empresas que souberem utilizar tais recursos com maior eficiência, ganharão o mercado em relação à concorrência. Pois as ferramentas já fornecem informações muito relevantes e essenciais para o desenvolvimento das estratégias da empresa para o marketing online, atendendo as necessidades do seu público-alvo. As companhias somente devem compreender o que fazer com tais dados para realizar um bom trabalho.
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Publicado por Rodrigo Simoni, em 13/05/2013, nas categorias: Conversões, E-commerce, Marketing Digital, SEO, Usabilidade, Vendas
O e-commerce no Brasil tem tido um crescimento acelerado nos últimos anos. Segundo a e-bit, empresa especializada em dados do setor, estima-se que só em 2013 haverá um crescimento de até 24%, gerando uma receita de 28 bilhões e atingindo cerca de 50 milhões de consumidores online.
Diante disso, é cada vez mais importante que cada detalhe de um e-commerce ou uma landing page seja pensado para atrair mais leads, ou seja, mais conversões. Por isso, a otimização de conversão em sites tem se mostrado cada vez mais presente no setor de marketing digital e SEO e fazer uso dessas técnicas com certeza irá aumentar o número de leads e consequentemente o aumento da sua receita.
As técnicas de otimização de conversão também têm se mostrado presentes, em especial às landing pages, isto é, páginas de destino onde o usuário possa concluir uma meta ou objetivo final do site: Conversão. As landing pages são criadas exatamente para fazer com que o usuário encontre facilmente o que deseja e possa sair da página satisfeito e com seu objetivo concluído. Neste artigo, irei citar 07 dicas importantes de otimização de conversão que lhe auxiliarão a melhorar os resultados de qualquer landing page. Vamos a elas:
1 – Call to Actions claros
O Call to Action, ou chamada à ação, são botões de conversão. É clicando nos botões de Call to Action que o usuário é levado para a conversão de uma landing page. Ele é o botão mais importante da página e por isso, é fundamental que ele seja extremamente claro e objetivo em sua chamada e que preferencialmente possua uma cor que contraste com o restante das cores do site e que chame mais atenção que os outros elementos.

Neste exemplo, o Call to Action é fácil de ser visto na página. O botão se encontra no topo da página e não precisamos usar a barra de rolagem para visualizá-lo. A chamada “Crie uma conta grátis” está mais do que clara e o botão é amarelo, constrastando com o resto das cores. Tenha um botão de Call to Action onde todos possam ver sem ter que pensarem.
2 – Quanto menos escolhas melhor

Muitas landing pages são projetadas para terem bastante conteúdo para fazer com que o usuário tenha o máximo de informação relevante possível, afinal, você sabe o quanto seu produto ou serviço é maravilhoso e quanto mais informação sua página oferecer, mais você convencerá seus visitantes de que realmente é bom. A verdade é que a coisa toda não funciona assim.
Quando estamos visitando a página pela primeira vez, damos uma olhada por cima e em, questão de milésimo de segundos, tomamos decisões e clicamos onde achamos que seja o lugar certo. A questão é que quanto mais informações e distrações sua página conter, mais o usuário ficará confuso e poderá simplesmente sair da sua página. Faça com que sua landing page contenha informações precisas e que seu visitante possa ter a menor possibilidade de escolha possível.
3 – Formulários chatos
Quem aqui gosta de preencher um bom e velho formulário de contato? Imagine você entrando em uma loja de sapatos onde o vendedor fica insistivamente solicitando o seu nome, e-mail, idade, data de nascimento, número do cartão de crédito, endereço, escolaridade, RG, CPF, carteira de motorista, nome da mãe, nome do pai, nome dos irmãos, nome do papagaio e uma série de informações? Você só quer comprar um sapato e ir embora, mas se não preencher esses dados não levará. Isso é bastante parecido com o que acontece nos formulários de landing pages.
É comum vermos páginas nos oferecendo um simples e-book grátis, mas para isso precisamos preencher dezenas de campos chatos de formulário. Ninguém gosta de formulários. Nem mesmo o mais curtos. Se sua landing page realmente precisa de um formulário para fazer a captação de leads, procure deixá-lo simples e com os campos mais básicos como nome, e-mail e mensagem. Facilite a vida dos seus visitantes.
4 – Textos muito extensos
Se é uma coisa que aprendi em usabilidade, essa coisa é: Os textos servem para não serem lidos. Quantas vezes nos deparamos com páginas usando aqueles textos institucionais, chatos e enfadonhos, mas que na verdade sabemos que não quer dizer muita coisa e que não fariam falta se não estivessem ali?
Exceto em casos de blogs ou páginas que precisem de artigos, uma landing page não deve conter textos muito extensos. Isso deixará sua página chata e poderá entendiar o usuário. A verdade é que realmente não lemos os textos, mas damos uma leve “passada de olho” neles. Fazemos isso muito devido a falta de tempo, criando o hábito de mal ler os textos de uma revista ou jornal, mas sim identificar apenas o que for interessante para nós e acabamos ficando bons nisso.
Por isso, procure deixar os textos da sua landing page curtos e diretos. Uma boa dica que aprendi com Steve Krug, no livro “Não me Faça Pensar” é cortar pela metade o texto que você escreveu para sua landing page. A partir daí, você corta outra metade do texto e talvez assim você tenha um texto mais direto. Tenho certeza que muitas frases não farão a menor falta porque não eram importante. Deixe os títulos mais importantes em destaques e subtítulos em menor destaque e faça com que os textos realmente estejam lá por ser uma informação importante. Faça com que eles façam total sentido na página de forma fácil, objetiva e direta.
5 – Design sem distrações visuais
O design de uma landing page não deve existir apenas para deixar a página “bonita”. Ele existe para causar impacto e ajudar a sua marca a transmitir uma sensação positiva nos visitantes de seu site. Tendo isso em vista, o design da página deve ser conciso e objetivo. Quanto mais houver elementos que possam distrair o visitante, mais o lead irá se afastar e não concluir sua meta. Procure fazer com que o layout da sua landing page seja condizente com os elementos de imagem e vídeo. Crie uma unidade visual orientando o usuário a fazer o caminho da sua conversão e não deixe que nada atrapalhe esse caminho.
6 – Evite slides animados
Sabemos que os slides animados no topo de uma landing page podem deixar o funcionamento e transmissão do conteúdo das informações mais dinâmico. Bem, em alguns casos sim, mas na maioria dos casos, ou seja, em landing pages otimizada
s para conversão eles podem atrapalhar a navegação do usuário e distraí-los da conversão. Sua landing page não precisa ser um parque de diversões e também não precisa estar na última moda da tecnologia. Ele precisa converter e para isso deve ser o mais enxuto possível. Não se preocupe com a simplicidade da sua página, é exatamente isso o que estamos procurando fazer: páginas extremamente simples de serem navegadas para que os usuários convertam sem dificuldades. Isso é otimizar conversão. Slides podem ser bonitos de ver, mas talvez isso te atrapalhe.
7 – Títulos claros e objetivo
Os títulos da sua landing page devem ser extremamente claros e objetivos. Procure escrevê-los usando sua principal palavra-chave e indicando ao usuário claramente do que se trata. Lembre-se que geralmente os seus visitantes podem chegar na sua landing page através do Google, seja busca orgânica ou paga, e por isso buscaram por determinada palavra-chave. Se o usuário buscou por “Smart TV 42 polegadas”, é fundamental que sua landing page trate apenas disso e que possua títulos chamativos sobre este assunto.s
Conclusão
As técnicas de otimização de conversão obviamente não se resumem apenas em 7 dicas. Essas são consideradas as mais importantes e cada projeto possuem suas próprias estratégias e características. Mas a prática dessas otimizações resultam em aumento de conversão, o que em casos de e-commerce é aumento de receita. Estude e pratique otimização de conversão em suas landing pages. Como SEO, as técnicas não se restringem em receitas prontas, mas sim estratégias personalizadas para cada objetivo, seja uma venda de um produto ou geração de um lead através de um formulário.
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Publicado por Bruno Arashiro, em 07/05/2013, nas categorias: Google Analytics, Relatórios Personalizados, SEO
O Google Analytics fornece diversos relatórios padrões que possibilitam analisar o comportamento dos usuários no seu site, fornecendo muitas informações relevantes para tomadas de decisões. Em alguns momentos, precisamos de um relatório com maior detalhe ou com mais ou menos métricas para analisar o site, e para atender essas necessidades, a ferramenta permite que você crie ou Relatórios Personalizados no Google Analytics.
Analisar as ações de SEO (buscas orgânicas, link buiding, otimização de páginas, etc), Adwords, Redes Sociais, entre outros tipos de tráfego, são bons exemplos para que você customize os relatórios, adequando-se ao seu objetivo de análise.
Os relatórios padrões fornecem as informações básicas para cada grupo de métrica. Vejamos a figura abaixo:

Observamos que os grupos de métricas estão no canto superior, e por ser um relatório padrão fornecido pelo Analytics, ele utiliza as métricas básicas para seu site (parte inferior da imagem). Caso o dono do site queira saber outras informações, provavelmente ele tem que sair deste relatório e procurar outros relatórios que informem os dados que deseja, e talvez você não consiga cruzar os dados, dificultando a análise.
Para facilitar a análise em apenas um relatório, nós podemos customizar este relatório, incluindo as métricas que precise.
Vamos supor que eu tenha um e-commerce, e quero analisar a eficiência do SEO que estou fazendo. Ou seja, preciso saber sobre as visitas de buscas orgânicas, as transações, receita, conclusões de meta, taxa de rejeição, entre outras métricas importantes para a análise.
Personalizando o relatório
Como disse anteriormente, estou querendo analisar se o SEO está sendo eficiente, portanto, eu entrei no relatório padrão do Tráfego de Pesquisa Orgânica, nela existe um botão para personalizar, situada na parte superior da página.

Ao clicar no botão “Personalizar”, você será redirecionado para a página de customização, que podemos ver abaixo.

Podemos personalizar os relatórios de inúmeras formas diferentes, no caso, farei um relatório de guia “Explorador”.
Para você ter a usabilidade da ferramenta facilitada, aconselho que o nome da guia e o tipo tenham o mesmo nome, como no exemplo, o nome “Explorador”. Este tipo de conteúdo é o relatório que mais estamos acostumados, que são as tabelas e gráficos fornecidos pelo Google Analytics.
O Grupo de Métricas, como o nome diz, agrupa todas as métricas que queremos analisar para o nosso site. Para modifica-las, basta clicar em cima de alguma métrica e selecionar a outra métrica que você deseja que tenha em seu relatório.
Você poderá adicionar outros grupos de métrica, como por exemplo, o grupo “E-Commerce”, que poderá ter as métricas de visitas, transações, receita, valor médio, taxa de conversão, visitante único, compras exclusivas, etc.
Abaixo do grupo de métricas ainda continuará a sua customização:

“Detalhes da dimensão” mostrará no seu relatório qual será a variável que será analisada, no exemplo, a Palavra-chave será analisada, sendo que todos os dados informados pela ferramenta estarão de acordo com esta variável, podemos modificar para Página de Destino, que mostraria as landing pages do seu site e seus respectivos dados.
Como queremos observar a eficácia das buscas orgânicas do seu site, na seção de “Filtros” colocaremos como Tipo de Tráfego “organic”, assim, os dados que o Google Analytics fornecerá serão baseados somente nas buscas orgânicas que os usuários fizerem ao seu site. Caso você queira um relatório de buscas pagas, em vez de “organic” você pode colocar “paid”, e alterar as métricas, adequando-se ao relatório de adwords.
A seção “Perfis” permite que você escolha quais perfis (sites) que este relatório seja aplicado. Normalmente esta opção é usada quando o administrador seja dono de mais de um site.
Por fim, clique em “Salvar” para que as configurações personalizadas sejam guardadas para o seu novo relatório. Seu relatório ficará da seguinte forma:

Conclusão
Mesmo o Google Analytics nos fornecendo muitos relatórios padrões, necessitamos de relatórios específicos para nossas empresas, dependendo do segmento de atuação, podemos customizar tais relatórios ou até mesmo criar um relatório.
Podemos escolher praticamente tudo que queremos ou necessitamos analisar, desde o tipo de relatório até as métricas e em quais sites que você é proprietário serão utilizados. Também podemos criar relatórios especificamente para os tipos de tráfego, caso você realize ações de SEO, Adwords, Redes Sociais, etc.
Aqui na Conversion, criamos muitos relatórios personalizados, a fim de atender as necessidades dos nossos clientes, dando informações relevantes e que mostrem a eficiência que um bom SEO pode influenciar em seus sites.
O melhor jeito de você aprender a mexer no GA é “brincando” com a ferramenta e pensando quais métricas que precisa ser analisado para ter um diagnóstico efetivo para o site.
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Publicado por Bruno Arashiro, em 30/04/2013, nas categorias: Conteúdo, Google Analytics, SEO
Muitos sites possuem uma característica em comum, que é muito importante aos usuários, a busca interna, pois possibilita que eles encontrem páginas dentro do seu site, com as informações que estão interessados em saber.
Esta ferramenta é muito útil para descobrir as intenções de navegação dos visitantes do site, porque as buscas feitas pelos usuários demonstram palavras e áreas de interesse e podem conter informações estratégicas, principalmente para sites de lojas online.
As palavras-chave que os usuários buscam no seu site podem ser analisadas pelo Google Analytics, porém, a configuração da pesquisa interna no GA deve ser ativada. Esta ferramenta é incrivelmente importante para compreender o que os usuários querem encontrar no seu site, e sabendo disso, você pode realizar a otimização do seu site mais direcionada ao seu público-alvo, gerando mais conteúdo sobre um certo assunto, estruturando melhor o seu site, etc.

O código fonte do formulário de pesquisa pode ser:
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| <input class="search-input" id="s" type="text" name="s" value="Pesquisar no site" onfocus="if(this.value == 'Pesquisar no site') {this.value = '';}" onblur="if(this.value == '') {this.value = 'Pesquisar no site';}" />
<input class="search-send" type="submit" name="search" value="" /> |
Como configurar o Google Analytics
Para configurar a busca interna, você deverá identificar o parâmetro de buscas utilizado em seu site, podemos observá-lo na URL, que no caso é a letra “s”. E devemos colocar este parâmetro nas configurações do Google Analytics.

Outra forma de saber qual é o parâmetro de busca do seu site, é observando o código fonte da sua página. Como vimos anteriormente no exemplo de código para a criação do formulário de pesquisa. Que no caso, utilizamos a letra “s” como parâmetro, que pode ser visto em “name=”s” id=”s””.
Para conseguir ter acesso a estas informações, você deve configurar o Analytics. Na seção de Administrador, clique no “Configurações do perfil”, local onde você habilitará o acompanhamento da pesquisa interna.

Em parâmetro de consulta, você pode colocar até 5 parâmetros, podendo ser “s” que significa search, “q” que significa query, “busca”, “search”, etc. No exemplo, como na URL e no código fonte utilizamos “name=”s” id=”s””, colocamos como parâmetro “s”, assim, o Google Analytics consegue captar as informações sobre as buscas realizadas dentro do seu site.
Após você configurar a busca interna, finalize clicando em “Aplicar”.
Analisando os termos de pesquisa
Você encontrará o relatório de termos de pesquisa (palavras-chave) realizados nas buscas internas na coluna de “Conteúdo”.

Com este relatório você visualizará um gráfico e uma tabela:
O gráfico mostra a quantidade de buscas realizada no seu site.
Alguns especialistas em otimização de landing page dizem que um número alto de pesquisas internas significam que seu site é ruim neste aspecto, pois os usuários utilizam tal recurso porque não encontram um caminho fácil para chegar no conteúdo que estão pesquisando.

A tabela de termos de pesquisa mostra quais são as palavras-chave mais buscadas. Na tabela abaixo, temos um exemplo que o termo de pesquisa “abc” foi mais buscado.
Através do “Tempo depois da pesquisa” observamos que as buscas e os conteúdos foram relevantes aos usuários pois eles ficaram um bom tempo navegando no site, talvez lendo o conteúdo que acharam na busca, ou interagindo com vídeos, músicas, etc.

O que fazer depois de analisar
Depois de analisar os relatórios, você consegue desenvolver uma estratégia muito mais eficaz e completa para o SEO do seu site. Você compreenderá quais ações deve ser realizado, como pro exemplo quais palavras-chave otimizar, quais landing pages melhorar a estrutura, que tipo de conteúdo você pode gerar, etc.
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Publicado por Michel Bekhor, em 25/04/2013, nas categorias: Conteúdo, Link Building
Emplacar matérias em veículos de circulação elevada equivale a vencer o Tour de France do Link Building. Os louros para o campeão são backlinks poderosos, tráfego de qualidade e repercussão nas redes sociais. Tudo 100% de acordo com as diretrizes do Google, sem doping.
Dos cerca de 20.000 meios de comunicação no Brasil, 1.500 são considerados grandes em termos de alcance e respeitabilidade. A maioria possui versões online e todos estão sob pressão para reduzir custos e, portanto, ávidos por conteúdo pronto para preencher suas páginas. São necessárias técnicas para abordar a elite da mídia, em razão de suas estruturas complexas, linhas editoriais e frequência regular.
Neste post, desenho uma metodologia baseada na minha experiência profissional com assessoria de imprensa e link building. O passo-a-passo não é linear: muitas vezes é necessário rever o anterior para garantir o alinhamento da estratégia em todas as etapas:
1) Definição da mensagem
A pergunta-chave aqui é: alguém quer ouvir a mensagem que você deseja comunicar? As pessoas e mídia gostam do que é novidade, diferente, criativo e que contribua para uma discussão em evidência.
Cada negócio tem um potencial distinto de conversão de conteúdo em notícia. Existem algumas técnicas para ajudar a identificar temas relevantes, mas vou me concentrar na que considero a mais importante (prometo dar mais dicas, se este post bombar). Dê preferência para ganchos primário, secundário, institucional e opinativo nesta ordem:
Primário: é criado a partir de dados inéditos. Pergunte-se: quais análises podem ser feitas a partir de dados internos, pesquisas com clientes ou informações de mercado?
Secundário: é toda análise que é feita a partir de dados já publicados por entes públicos ou privados. Busca-se pegar “carona” em um fato externo, para cavar um link para o cliente. Neste caso, a análise é inédita, mas os dados não.
Institucional: é criado a partir de informações internas e qualitativas da sua empresa, como lançamento de produto/serviço ou realização de evento.
Opinativo: feito a partir de uma opinião de um especialista ou celebridade. Quanto menor a reputação do seu porta-voz, mais impactante deverá ser a opinião para ganhar cobertura.
Veja tabela abaixo alguns exemplos de ganchos:
Exemplos | Primário | Secundário | Institucional | Opinativo |
Restaurante Saudável | Receita de Prato ou tabela comparativa de calorias | Referência à pesquisas já existentes sobre obesidade para justificar aumento na procura por alimentação saudável | Anúncio de um novo cardápio, prato ou filial | Opinião do chef sobre um alimento da moda (ex. linhaça) |
Imobiliária | Pesquisa sobre valor de aluguéis ou taxa de vacância | Referência à pesquisa do Setor da Construção Civil para confirmar aquecimento do segmento de imóveis | Evento, novo escritório ou transação de um imóvel ícone | Opinião de corretores sobre a demanda por imóveis para solteiros |
Portal de Passagens Aéreas | Rotas mais demandas em determinado feriado | Impacto na demanda por passagens após alta de tarifas pelas companhias aéreas | Comunicação de uma oferta ou condição de parcelamento | Opinião sobre a cobrança de refeições em voos |

2) Prepare o Comunicado à Imprensa (Press Release)
Escreva o press release, seguindo algumas orientações:
Em blogs, predomina a linguagem informal; para a grande mídia, a culta;
Evite abuso de adjetivos e autoelogios;
Use palavras-chave, mas atenção para repetição excessiva – variações e sinônimos demonstram riqueza de vocabulário;
Insira hyperlinks sempre dentro do contexto e com moderação (considere o limite de até três por release como referência);
Anexe imagens e vídeos;
Peça para outras pessoas avaliarem se está interessante e claro;
Outras dicas para escrever um press release neste link.
3) Identificação de targets – mídia e jornalistas
Uma vez que o release esteja pronto, defina os veículos que podem se interessar pela história. Avalie quais editorias (Negócios, Educação, Saúde, etc.) e geografias são primordiais. Leia um exemplar e imagine se a sua história cabe em alguma seção (Se a resposta for não, reescreva seu release). Meios de alta circulação trabalham temas que despertam interesse amplo – assuntos específicos demais tendem a ser aceitos por publicações de nicho. Identifique quem são os profissionais, que podem abraçar seu conteúdo. Na página Expediente, procure pelos dados de contato dos “pauteiros”, editores e repórteres.
4) Venda sua história
Como falamos anteriormente, jornalistas gostam de novidades. Dependendo do conteúdo, ofereça a primazia da publicação do texto para o número um da lista por e-mail. Ligue para conversar com o jornalista se necessário. Venda a sua história e evite cair no tom de FUP (cobrança). Se ele não topar ou não responder até o deadline, parta para o segundo colocado e assim sucessivamente. Se esgotar a lista sem sucesso, reescreva o release, amplie sua lista de alvos ou parta para uma distribuição massiva.
5) Acompanhe os resultados
Identifique os resultados através de ferramentas de SEO para monitoramento de links ou buscas no Google. Normalmente, um release repercute por até 60 dias após a distribuição. Espere uma taxa de perda: alguns meios publicarão a matéria, mas por restrição editorial ou descuido não inserem os links. No último caso, solicite gentilmente ao jornalista pela inclusão.
6) Comemore os resultados com clientes, parceiros e amigos
Compartilhe as matérias nas suas redes sociais e ajude a disseminar o conteúdo na rede. Considere a opção de criar uma seção no site em que elas sejam postadas para angariar credibilidade e ajudar no fechamento de negócios.
7) Faça tudo de novo
Pedale sempre para a bicicleta não cair. A regularidade é importante na criação de reputação e relacionamento, desde que exista capacidade de criação de conteúdo relevante no mesmo ritmo. Repita o processo para se aprimorar.
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Publicado por Hugo Samuel, em 23/04/2013, nas categorias: Black Hat SEO, SEO
Olá amigos da Conversion, hoje vou compartilhar com vocês meus conhecimentos sobre invasão de web sites, como prevenir, corrigir e o impacto em SEO e possíveis consequências.
Desde a guerra fria, período em que as grandes potencias se estranhavam e competiam em uma corrida tecnológica e armamentista, surgem aqueles interessados em invadir, roubar determinada informação e usá-las para o mal, ou seja, para destruir o inimigo.
Felizmente a guerra fria teve sua conclusão sem que o planeta acabasse, porém ficaram na terra o que chamamos de “Crackers”, que são exatamente pessoas inteligentes, com as habilidades e finalidades citadas acima.
Diferença entre Hackers e Crackers
É comum a confusão entre estas duas figura e vamos entende-las agora:
Hacker – A origem da palavra “hack” teve seu início no período dos anos 50 e que determinam alterações competentes, a fim de melhorar ou corrigir falhas em equipamentos eletrônicos, e com sua implementação, nutrir o equipamento com melhorias e o manter no mercado, no mínimo até o lançamento de uma versão melhorada e mais avançada;
Cracker – tem sua origem da palavra ”cracking” que se significa “quebrando”, ou seja, um cracker tem por objetivo quebrar a segurança do site, assumir total ou parcial o controle sobre o mesmo, desta forma roubar suas informações e usá-las para fins maliciosos, ou até mesmo usar seu site como uma ferramenta de envio de spam, ou até mesmo criar links a fim de melhorar o posicionamento na SERP de outros sites.
Como se prevenir de ataques
A princípio devemos lembrar que ninguém, absolutamente ninguém está a salvo de sofrer um ciberataque, inclusive, o site do Pentágono já foi invadido sofrendo milhões em prejuízos e milhares de informações foram roubadas.
Antes de mais nada, vamos aprender uma técnica imprescindível para a prevenção de um possível ataque, chamada backup.
Backups para maior segurança
O Backup consiste em salvar todos os seus arquivos em uma máquina segura ou um HD, e desta forma você possui salvo-guardados todos os seus dados garantindo a integridade dos mesmos enquanto ainda há tempo.
Salve todos os arquivos pertinentes a estrutura do site, bem como o banco de dados, onde estão as informações importantes, como senhas, dados de clientes, e-mails, etc.
Desta forma, você possui um ponto de partida para recuperação destes dados e caso sofra um ataque basta substituir os arquivos atuais pelo backup e seu site voltara ao perfeito funcionamento novamente.
Outra forma de prevenção é manter seus arquivos sempre atualizados em casos de CMS como o WordPress e o Joomla, que permitem a atualização do sistema que auxiliam na prevenção de ataques, e o mesmo podemos dizer dos plug-ins usados, pois estes também podem conter falhas de segurança a medida que os Crackers vão se aprimorando em suas técnicas de invasão.
Verifique também as permissões do FTP de seu site, ao abrir o FTP pelo software FileZilla, você pode clicar o botão direito do mouse sobre o arquivo que está online e escolher o item “File Permissions”, onde é gerenciado as permissões pessoais, permissões de grupos e permissões públicas de acesso para “Leitura dos arquivos e scripts”, “Escrever arquivo e scripts s” ou “Executar arquivos ou scripts”. Lembre-se de nunca permitir que as permissões públicas estejam disponíveis para escrita e execução, pois desta forma qualquer pessoas com poucos conhecimentos de cracking poderá alterar seus arquivos livremente.
Configurações do PHP
Existem algumas técnicas de codificação que auxiliam na prevenção de ataques, aliados a uma política de segurança dos servidores para prevenir que seu site seja crackeado:
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| allow_url_fopen = Off
safe_mode = On
Magic_quotes_gpc = On
Display_errors = Off |
Esta instruções devem ser inseridas no php.uni no servidor e impossibilitam que urls externas possam ser interpretadas pelo php, obrigam que os scripts rodem com UID/GID, protegem contra caracteres especiais utilizados em comandos SQL Injection, como por exemplo aspas “ “ e ponto e vírgula ; , e a o último comando impossibilita o Cracker de visualizar os erros do código dificultando ainda mais uma injeção de scripts maliciosos.
CloudFlare – Segurança adicional
Vale a pena lembrar que existe plug-ins que auxiliam na segurança como o CloudFlare , que gerencia os acessos e permissões de acesso ao site e controla alterações de DNS, acesso a e-mails e entre outros.
Meu site foi invadido, e agora?
A primeira providência a ser tomada é a alteração de todas as senhas de acesso ao servidor e do banco de dados. Troque suas senhas de ftp e do phpmyadmin e no caso de servidores da Microsoft altere as senhas do banco de dados em asp.
Lembre-se que no caso de CMS, temos também as senhas de acesso ao admin do site que também permitem alterações de código e facilmente pode ser inserido scripts maliciosos.
Use senhas grandes, alternando entre letras maiúscula e minúscula, use também caracteres especiais como por exemplo *&^%$, tornando ainda mais difíceis o acesso as senhas através de uma prática chamada “força bruta” que consiste em criar uma rotina onde serão testados todas as combinações possíveis de senhas automaticamente e a partir deste princípio, é possível descobrir qualquer senha, seja do seu computador, ou a do Pentágono.
Vejamos um exemplo:

Recentemente a empresa WordPress.org sofreu um ataque massivo de Crackers e teve centenas de senhas furtadas de seus clientes.
O ataque foi efetuado através de força bruta, onde o nome de usuário usado foi admin, (nome padrão criado para os usuários do WordPress), e a senha foram testados milhões de combinações a partir da seguinte forma, 1, 2, 3…9, depois 10, 11, 12… 99, e assim por diante, ou seja, se temos uma senha com apenas números com 6 dígitos, temos a conta de 6 elevado a 9, resultando em apenas 10077696 possibilidades para conseguir a senha, considerando que uma máquina processa em velocidades altíssimas, este número não é tão grande assim, já uma senha alfabética, para a mesma quantidades de dígitos, temos 6 elevado a 26, retornando um número extremamente alto e começamos dificultar este ataque.
Recomendo que as senhas de banco de dados e de acesso aos arquivos contenham pelo menos 8 dígitos, que contenham números, letras e caracteres especiais, desta forma a conta efetuada por um algoritmo de força bruta será de 8 elevado a 64, correspondendo ao número de caracteres de seu teclado (claro que podem existir variações) e resultando em um número muito alto a ponto de desencorajar qualquer ataque de força bruta.
O segundo passo a ser tomado depende do fato de existir ou não um backup de seus arquivos, caso você os possuir, substitua todos os arquivos pelos backups e pronto, caso não tenha backup, deve-se analisar todos os arquivos e verificar a existência de scripts anormais em suas páginas.
Na página web, clicando com o botão direito do mouse, sobre a página, surgirá a opção “view page source”, você irá visualizar todo o código html bem como javascript, e a partir deste código verifique a existência de urls incomuns ao site. Geralmente os scripts maliciosos estão inseridos na header ou na footer, pois são partes do código comuns em todas as páginas e desta forma o cracker consegue prejudicar todas as páginas do site.
Você deve procurar qualquer linha de código que pareça estranho em suas páginas, principalmente códigos em javascript.
Verifique se não existem linhas de códigos repetidos, ou códigos estranhos em suas páginas, caso haja, remova-os imediatamente.
Em caso de CMS, reinstale todos os plug-ins, desta forma podemos ir cercando, todos os possíveis meios de existência de algum script malicioso.
Verifique também as sidebar, que também são a principais portas de acesso ao seu site, pois além de ser um arquivo comum a muitas páginas, são meios de inserir conteúdo dinâmico onde o cracker insere um widget junto com o script malicioso e condena o seu site com Malware.
Este trabalho de análise de todo o web site é mais demorado e complicado, pois o responsável pelo site deve conhecer muito bem cada particularidade do site para identificar os scripts maliciosos, mas não se desespere caso este problema foi confiado a você, que não foi responsável pela programação do mesmo, pois poderá fazer o processo de eliminação do scripts do site por comentários de código e verificar o resultado um por um.
Um boa dica é usar termos de pesquisa nos seus códigos como “script”, identificando todos os javascripts possíveis no código, outro parâmetro é “decode” e o “encode”, função do PHP usada para criptografar caracteres e deixar ainda mais difíceis de serem identificados.
A parte mais difícil do processo de recuperação de arquivos é identificar o primeiro script malicioso, porém, ao encontrar, utilize o sistema de pesquisa de seus editor de códigos e faça uma pesquisa no arquivo onde se encontram as páginas do site, podendo assim, encontrar todos os scripts com o mesmo código.
Faça esta mesma pesquisa em seu banco de dados, pois o Cracker pode ter inserido algo em seu banco e possivelmente será o código que você encontrou em seus arquivos.
Após identificar e corrigir todos os arquivos, urls, malwares e scripts maliciosos em seu site, devemos informar ao Google que seu site não está mais infectado, através da ferramenta Google Webmaster Tools.
Você pode identificar mais informações sobre GWP no post do Túllio Malwares e o impacto em SEO.
Nuca deixe de verificar o arquivo HTACCESS, pois este arquivo é responsável por grande parte das funcionalidades de seu site, como por exemplo redirects 301, e o MOD_REWRITE.
Este itens são responsáveis por tecnologias referentes urls e caso seu site tenha siso invadido o cracker adoraria alterar seu arquivo HTACCESS, inserindo no mesmo urls maliciosas.
Vale a pena lembrar que este arquivo é precedido de “.” (ponto), que o caracteriza como arquivo do sistema e estará oculto. Para visualizar o arquivo HTACCESS você deve acessar o seu FileZilla, no menu superior, clique em Server > Force showing hidden files, permitindo assim visualizar arquivos ocultos.
Caso haja urls estranhas em seu HTACCESS, remova e corrija seus arquivos.
Impacto em SEO e possíveis consequências
Conforme citado no post do Túllio, o impacto pode ser desastroso para seu site, pois entre as técnicas de SQL Injection consiste em inserir links em seu web site e redirecioná-lo para um outro site com sistema de download de vírus, links para outros sites visando melhorar o posicionamento deste site específico e conseqüentemente prejudicando o seu, ou simplesmente prejudicar o SEO de seu site inserindo práticas de BlackHat e Phising o derrubando nos resultados de busca.
Em todos os casos, o Google identifica que seu site foi invadido e insere no resultado de busca (SERP), bem como na páginas de entrada do site avisos gritantes de site infectado
Ao identificar que seu site foi invadido, o primeiro passo a colocá-lo em quarentena, ou seja, deve ser removido o site do ar e usar o protocolo de erro 503, identificando o site com temporariamente fora do ar.
Para colocar seu site em quarentena, insira no arquivo HTACCESS os seguintes códigos:
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| Options +FollowSymlinks
RewriteEngine on
RewriteCond %{REQUEST_URI} !/manutencao.php$
RewriteCond %{REMOTE_ADDR} !^189.123.45.67$
RewriteRule $ /manutencao.php [R=302,L] |
Depois suba no arquivo raiz de seu site uma página com nome de manutencao.php com o conteúdo que deseja mostrar aos visitantes, como por exemplo “Desculpe-nos o transtorno, site em manutenção, em breve você poderá navegar em nosso site”.
Desta forma você informa ao Google e ao público que o site está em manutenção e que não é necessário que o Google puna ainda mais meu site, pois já estamos solucionando os problemas.
E assim conseguimos remover da SERP e da página inicial, os avisos alarmantes do Google.
A partir daqui você poderá corrigir seu site mais tranquilamente e sem pressa.
Caso seu site fique muito tempo identificado com Malware ou vulnerabilidade de dados, seu site pode ser removido do Google e muito dificilmente sua url voltará a aparecer nos mecanismos de busca.
Até o próximo post!
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Publicado por Túllio Bassi, em 17/04/2013, nas categorias: Google Analytics, SEO
Malwares podem ser usados com as mais variadas intenções, nenhuma boa. É comum vermos invasões de feitas com o objetivo de roubar senhas, dados e até mesmo alterar conteúdos Onpage de uma página, mas hoje vamos falar de um tipo diferente de invasão, aquela destinada a prejudicar diretamente ou indiretamente a otimização de um site.
O termo Malware não se restringe a um pequeno grupo de softwares. São considerados mal-intencionados todos os programas e códigos programados para invadir, roubar, alterar negativamente ou destruir computadores, sites, servidores ou redes de computadores. Isso incluir vírus, worms, spywares e cavalos de Tróia.
Depois de invadido, um site fica total ou parcialmente sob controle do hacker. Desta forma, ele pode alterar o conteúdo de uma página ou de todo o site, criar páginas ocultas com conteúdo spam, e também criar códigos maliciosos como, por exemplo, scripts ou iframes com a intenção de infectar outros computadores, até mesmo redirecionando o visitante para páginas maliciosas.
Principais tipos de invasão
Entre os principais tipos de invasão por malwares, dois se destacam por serem voltados ao “SEO negativo”, Black Hat.
O primeiro é a invasão com o objetivo de criar conteúdos e links que direcionam a outros sites. Estes conteúdos podem ou não ser visíveis, mas todos são implementados em páginas ou arquivos que não chamam tanta a atenção, o que acaba prejudicando ainda mais o Webmaster.
Felizmente, o Google Webmaster Tools é capaz de rastrear esses links e enviar automaticamente uma mensagem ao seu painel do Webmaster com informações úteis sobre a possibilidade da invasão. Ainda assim, é indicado que você faça o rastreamento manual pelo menos uma vez ao mês, dê prioridade para arquivos PHP, arquivos template (fique atento ao header e footer, que afetam todas as páginas de um site) e plug-ins CMS que podem ser adicionados de forma oculta.
O segundo tipo de invasão mais comum é a que direciona o usuário a outras páginas ou sites maliciosos. Essa estratégia faz uso do potencial de visitas recebidas por um site para direcionar e infectar mais pessoas, ou simplesmente se passar por um domínio com a intenção de roubar senhas e dados de usuários.
Um meio fácil e rápido de monitorar o seu site contra esse tipo de malware é fazer o teste de redirecionamento. Tente acessar a sua homepage ou qualquer outra página do seu site diretamente pelo Browser. Agora pesquise por alguma página no Google e tente acessá-la, se existir qualquer redirecionamento inesperado, é bem provável que seu domínio tenha sido invadido.
Fique de olho também em JavaScripts desconhecidos em seu código fonte. Geralmente eles são usados para encobertar a real intenção dos malwares de redirecionamento. Procure por termos comuns nesse tipo de código malicioso como, por exemplo, “eval”, “decode” e também “escape”.
O impacto no SEO
Vendo assim, pode parecer fácil se prevenir de invasões de malwares, mas acredite, não é. As infecções acontecem de forma rápida e silenciosa, nunca deixam pistas fáceis e sempre são feitas em locais pouco prováveis. Por isso, você vai levar certo tempo desde o aviso do Google Webmaster até a real limpeza de seu site, e é nesse tempo que o prejuízo começa.
Os algoritmos do Google possuem a capacidade de identificar conteúdos e links maliciosos que possam prejudicar usuários e outros sites. Com isso, medidas internas de bloqueio e punição começam a ser tomadas. Isso faz com que seu site deixe de ser exibido nos resultados de busca, perca posições na SERP e, principalmente, a perda de relevância.
Desta forma, o prejuízo em SEO pode ser observado de várias formas. Dê atenção a grandes quedas no volume de tráfego recebido pelo site e perda rápida de posições na SERP. Essas são algumas das mais comuns características de sites penalizados pelo Google.
Estou infectado, e agora?
Assim que o Google suspeitar ou verificar que o seu site está infectado ou foi invadido por malwares, você será notificado pelo GWT. Se receber esse aviso, a dica é usar um planejamento de ações dividido em 4 etapas:
1) A primeira etapa de é a de quarentena. O seu site deve ser tirado do ar imediatamente, somente assim a possibilidade de infectar outros sites ou usuários é excluída. Além disso troque todas as senhas de sua conta, tanto a do acesso FTP, quanto a senha de administrador e outros usuários. Para não ter prejuízos em SEO, adicione o código http 503.
2) O segundo passo é o de avaliação. Para saber como consertar, antes é preciso saber o que está danificado. Por isso, use o SafeBrowsing para criar um diagnóstico com a real situação do seu site. Faça a varredura completa do seu site, principalmente contra páginas que possam ter sido criadas para Phising
3) Depois de avaliar é hora de limpar o seu site. Se possível realize o backup de toda a programação do seu site, isso auxilia na limpeza rápida do html e impede que links ou páginas prejudiciais sejam esquecidas. A indicação do Google é de reinstalar e atualizar todos os softwares e plataformas usadas.
Você também pode verificar a página de malwares do Google Web Master Tools, lá você irá encontrar uma lista com todos os domínios que estão sendo direcionadors por seu site, o que facilita o serviço de Disallow Links caso seja necessário.
Tenha certeza de que realizou toda a limpeza antes de tirar o seu site da quarentena e coloca-lo no ar. Assim evitamos punições e aceleramos a recuperação de posicionamento e relevância de sua página.
4) O quarto passo é o pedido de revisão. No Google Webmaster acesse o painel de integridade e depois clique em Malware. Lá você terá a opção de solicitar uma nova revisão por parte do Google. Se o site estiver totalmente livre da invasão, o Google retirará todas as restrições e etiquetas negativas que possam ter sido atribuídas a seu domínio.
Caso o site tenha sido alvo de spans, você pode solicitar ao Google, depois de todos os links e códigos maliciosos retirados, que reconsidere punições implementadas. Basta acessar o a área de reconsideração do Webmaster, escolher para qual site o pedido será feito e reportar os acontecidos. Não existem um prazo fixo, mas em média são 2 semanas para que você receba uma resposta.
Conclusão
Mesmo com toda a atenção que damos a um site, ele nunca estará totalmente seguro. Por isso, as medidas preventivas são sempre indicadas para esse tipo de problema. Realize varreduras em sua base de dados atrás de malwares ou pontos vulneráveis a invasão deles. O monitoramento através do Google Analytics também é muito útil no caso de quedas de trafego sem explicação. Use o GWT como forma de alarme a esse tipo de invasão.
Não existe segredo. Se seu site foi invadido, o motivo está na vulnerabilidade que ele tem em algum ponto. O desafio é encontrar essa fraqueza e fortalecer todas as vias de acesso que podem ser usadas por um hacker.
E vocês, já passaram por algum tipo de invasão de malwares? Como reverteram o quadro? Não deixe de contar sua experiência aqui nos comentários ou, se preferir, deixe sua dúvida no Fórum do #OpenSEO.
Um grande abraço.
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