Black Hat SEO: entenda o que é e por que evitar qualquer estratégia que possa gerar punições

Mariana Pessoa
Mariana Pessoa

Black Hat se refere ao conjunto de técnicas consideradas infrações pelos mecanismos de busca. São ações realizadas com o objetivo de melhorar o rankeamento de um site, mas podem gerar punições e até banimento.

Com o surgimento do Google e do PageRank, otimizações de SEO começaram a ganhar cada vez mais importância no objetivo de melhorar o posicionamento de sites nos resultados de pesquisa.

Juntamente com as técnicas de SEO, surgia o Black Hat, um conjunto de práticas realizadas a partir da exploração de brechas no algoritmo de classificação do Google, também com o intuito de promover o ranking de sites.

O que é Black Hat?

Black hat são ações que violam as diretrizes dos mecanismos de busca como o Google. Elas são aplicadas em um site com o objetivo de melhorar o seu ranqueamento através da manipulação do algortimo, e por isso podem gerar punições e banimento dos buscadores.

Apesar das técnicas de black hat ocasionarem aumento imediato de tráfego orgânico, não são eficientes a longo prazo. Isso porque são manipuladoras das regras dos buscadores, gerando problemas de indexação e queda no tráfego dos sites infratores.

Sabemos que Google prioriza cada vez mais quem oferece conteúdos de qualidade e uma boa experiência para o usuário devido suas últimas atualizações, como é o caso do Helpful Content Update e Google Page Experiece, e é justamente neste caminho que as boas práticas de SEO seguem.

Enquanto isso, o black hat tem como único objetivo alcançar o topo dos resultados de busca sem se importar com o custo disso — o que pode, inclusive, causar a morte de um negócio digital.

Qual a diferença entre white, gray e black hat?

Além do termo black hat, existem mais dois que se referente a técnicas de SEO: white e gray hat. 

Enquanto black hat trata-se de técnicas que podem causar penalizações e vistas como maldosas, afinal, o próprio termo é uma referência aos vilões de filmes de faroeste, white e gray hat possuem sentidos diferentes. Saiba mais a seguir!

White hat

White hat são as técnicas de SEO que seguem as boas práticas dos mecanismos de busca, assim como as diretrizes e regras dos buscadores — mais especificamente o Google, que é o mais utilizado no mundo inteiro.

Sendo assim, este conjunto de técnicas visam a melhor experiência do usuário em páginas da Web, proporcionando conteúdos de qualidade e seguindo as regras impostas. 

Gray hat

O gray hat, por outro lado, tratam-se de técnicas que geram dúvidas se são boas ou ruins. Costumam ser uma combinação entre as técnicas permitidas (white hat) e as que violam as diretrizes (black hat).

Um exemplo de gray hat são são estratégias de link building que geram controvérsia, como troca de links em conteúdos de qualidade. Ou então um site que, embora não pratique black hat, utilize um mix das técnicas para se dar bem.

No entanto, o gray hat também não é recomendado. Isso porque, mesmo que em menor frequência e quantidade, essa estratégia também atua em brechas dos algoritmos.

Por que não praticar Black Hat?

Apesar de problemáticas, a prática de black hat ainda é defendida por muitos profissionais, então vou listar algumas motivos pelos quais você deveria repensar a sua estratégia caso envolva alguma ação infringente.

Prejudica a experiência do usuário

A prática de black hat tem como único foco os buscadores, sem levar em conta a experiência do usuário. 

É comum encontrar em sites que utilizam essas técnicas conteúdos com repetições exageradas de palavras-chave e sem um raciocínio lógico, estruturados exclusivamente para o posicionamento na busca. 

Ou seja, mesmo que eventualmente o site tenha mais tráfego, quando alguém acessá-lo e encontrar conteúdos que se assemelham à spam, poderá simplesmente voltar e procurar um conteúdo melhor. Sendo assim, por mais que o seu site receba visitas, você pode ter dificuldades em converter o usuário.

Em termos técnicos, a taxa de rejeição do site tende a aumentar consideravelmente. E, além disso, você poderá perder clientes em potencial.

Black hat é uma prática antiética

Quando se trata de concorrência, existe a vontade de se destacar. No entanto, nada melhor do que vencer o seu concorrente oferecendo mais qualidade do que ele, né? E ainda fazendo tudo de forma justa, de acordo com as regras do Google.

Portanto, práticas de Black Hat são injustas diante dos concorrentes e sites legitímos que seguem as diretrizes dos mecanismos de busca. Afinal, os resultados desses sites poderão ser ofuscador pelos seus — o que não é nada justo!

Como o próprio buscador diz em seus Fundamentos da Pesquisa Google, um bom parâmetro é pensar se você se sentiria à vontade em justificar suas ações para um de seus concorrentes.

O seu site pode ser penalizado

A cada nova atualização, o algoritmo do Google atua de forma mais eficaz em identificar práticas de manipulação. Por isso é tão comum quedas bruscas no tráfego orgânico após um Core Update: há uma grande possibilitade do Google ter encontrado práticas que violam as diretrizes e, portanto, o domínio inteiro foi penalizado.

Dessa forma, sites que fazem uso de técnicas de black hat não só são identificados, como também são punidos pelo buscador. 

Ou seja, por mais que essas práticas possam até gerar resultados imediatos, em pouco tempo o site poderá ser penalizado, sofrendo consequências negativas em sua performance. E isso pode ser decisivo caso o site seja um e-commerce ou dependa da busca orgânica para vender ou conquistar clientes.

Por isso, ao realizar otimizações de SEO, que vão de acordo com as diretrizes do Google, o seu site ganha credibilidade e garante resultados estáveis e duradouros.

Não trará resultado de médio a longo prazo

Como dito acima, uma hora ou outra as técnicas de black hat são identificadas pelo Google, o que pode gerar uma punição feia ao site. Por esta razão, essas ações não trarão resultados de médio a longo prazo, apenas imediados (e, ainda sim, serão controversos).

Como o Google penaliza sites com práticas de Black Hat?

O Google pode penalizar um site de diferentes formas. Essas punições variam conforme a gravidade da ação praticada, ou seja, de acordo com a quantidade de irregularidades e o impacto de cada uma delas na performance do site.

Uma vez definida essa gravidade, o Google aplicará uma ação manual sobre o site. 

As penalizações podem variar entre:

  1. Redução do PageRank;
  2. Perda brusca de posicionamento e, como resultado disso, queda de tráfego orgânico;
  3. Dificuldade de indexar e posicionar novas páginas do site;
  4. Remoção completa do site do índice do Google e dos sites parceiros.

Portanto, se você está buscando construir um negócio de sucesso e que gere resultados por bastante tempo, é essencial investir em um trabalho de SEO de qualidade

Quais práticas são consideradas black hat?

Com o objetivo de auxiliar sites que desejam melhorar o posicionamento nos resultados de busca, o Google conta com o Fundamentos da Pesquisa Google, um guia com dicas de otimizações que ajudam o mecanismo de busca a encontrar, indexar e classificar páginas.

No entanto, além de instruções para uma boa estratégia de SEO, o Google também pontua diversas ações que não devem ser feitas dentro do guia, na sua Polícia de Spam.

Assim, o que chamamos de black hat o Google chama de spam. Veja a seguir as práticas mais comuns!

Excesso de palavras-chave

Quando os buscadores surgiram, uma das práticas que fazia com que sites estivessem bem posicionados era a quantidade de vezes em que a palavra-chave aparecia na página. Essa prática é conhecida como keyword stuffing.

Por isso, era comum encontrar textos com repetição excessiva de um mesmo termo, o que tornava o conteúdo de baixa qualidade e não oferecia uma boa experiência aos usuários. Com as atualizações do Google, essa prática logo foi considerada prejudicial, entrando para a lista de técnicas de black hat.

Vale ressaltar que em otimizações de SEO é interessante que o conteúdo contenha uma boa densidade de palavras-chave. No entanto, isso não significa que as palavras-chave devam aparecer descontexualizadas. É importante utilizá-las de forma natural e priorizando a qualidade do texto.

Conteúdo copiado

Quando se trata de conteúdo, uma das práticas mais comuns é copiar o texto de sites bem posicionados nos resultados de busca e publicar como se fosse seu.

Justamente por isso, o algoritmo do Google é treinado para identificar plágios ou conteúdos duplicados. Quando o buscador identifica um conteúdo duplicado, tende a priorizar o ranqueamento do original — aquele que foi publicado há mais tempo.

Caso o seu site possua muitas queixas de pedidos de remoção legal por plágio, por exemplo, é provável que também receba uma punição do Google ou até banimento da busca.

Textos e links ocultos

Outra prática comum de black hat é ter um conteúdo que o usuário não consiga visualizar, como textos ou links. Essa técnica costuma ser utilizada quando um site inclui palavras de forma indiscriminada na página com o objetivo de melhorar o posicionamento da página.

E para que o usuário não perceba, essa parte do conteúdo é ocultada. No entanto, o Googlebot consegue identificar o que está oculto, gerando penalizações a página ou site. 

Exemplos de textos ou links ocultos que violam as políticas do Google:

  • Usar texto com fonte branca em fundo branco;
  • Ocultar texto atrás de uma imagem;
  • Usar CSS para posicionar texto fora da tela;
  • Definir o tamanho ou a opacidade da fonte como 0;
  • Ocultar um link vinculando apenas um pequeno caractere, por exemplo, um hífen no meio de um parágrafo.

Técnicas de cloaking

Cloaking significa ter duas versões de uma mesma página com intenção de manipular o algortimo. Uma delas para exibir aos buscadores e a outra para mostrar aos usuários. 

A versão que será apresentada aos mecanismos de busca é repleta de otimizações em excesso com o objetivo de melhorar o ranqueamento, enquanto a página exibida aos usuários é comum e possui um conteúdo amigável, mas que não necessariamente será o suficiente para posicionar.

Um ponto importante sobre cloaking é que hackers utilizam dessas técnicas para que proprietários de um site não descubram que ele foi invadido. Caso tenha acontecido com você e acarretou em uma ação manual, é possível entrar em contato com o Google para submeter uma revisão da situação.

Páginas de entrada

Páginas de entrada, ou Doorway Pages, é uma técnica de criação de páginas com o único objetivo de posicionar nos resultados de busca. Costumam levar os usuários a páginas intermediárias (as entradas) que não tão tão úteis quanto o destino final.

Essas páginas possuem um conteúdo curto, que não vai muito além das palavras-chave para as quais deseja-se ranquear.

Geralmente essa técnica é utilizada quando um site não oferece uma boa qualidade. Por isso, criam-se essas páginas com o intuito de posicionar para termos estratégicos. Quando o usuário tenta acessá-las, ele é redirecionado para o site em questão. Por esse comportamento, essas páginas também são chamadas de “portas de entrada”.

São exemplos dessa prática:

  • Ter vários sites com pequenas variações no URL e na página inicial para maximizar o alcance em qualquer consulta específica;
  • Ter várias páginas ou muitos nomes de domínio segmentados por regiões ou cidades específicas que direcionam os usuários a uma página;
  • Páginas geradas para direcionar os visitantes à parte utilizável ou relevante dos seus sites;
  • Páginas consideravelmente semelhantes e mais próximas aos resultados de pesquisa do que, por exemplo, uma hierarquia claramente definida e navegável

Compra e trocas de links

Dentro do black hat, estão algumas ações comuns (e famosas!) de link buidling: a compra de links e a troca de links. Geralmente os buscadores identificam essa prática devido a existência de picos de novos links, que acontecem quando a compra ou troca é feita.

No entanto, vale pontuar que caso os links pagos tenham o atributo rel=“nofollow” ou rel=”sponsored” eles não são considerados inadequados. 

Isso porque essa marcação no link significa que o site não deseja transferir autoridade para a página linkada. Portanto, sinaliza para o buscador que não há intenção de manipular os resultados.

Link farms

Link Farm, ou farmar links, significa criar uma série de domínios para gerar links em massa.

O objetivo de quem utiliza essa técnica também é melhorar o posicionamento para as palavras-chave que receberão os links. No entanto, vale ressaltar que quando se trata de links, existe uma diferença importante entre quantidade e qualidade.

Ou seja, de nada adianta ter inúmeros domínios apontando para o seu site se eles não são relevantes, certo? De toda forma, o Google consegue facilmente identificar e classicar essa ação como spam, punindo os sites receptores e os que enviam os links.

Spam em comentários

Os comentários em fóruns e blogs com links que enviam para páginas externas são outro tipo de prática de black hat que tem como objetivo gerar uma grande quantidade de backlinks.

Nessa técnica, que já foi e ainda é muito praticada, são utilizados scripts para fazer postagens em massa com links para um determinado site. É tão danoso que existem até formas de identificar e classificar tais comentários como spam através de plugins.

Palavras-chave não relacionadas

Nessa prática de Black Hat, um site utiliza em seu conteúdo diversas palavras-chave que não estão relacionadas com o seu campo semântico.

O intuito é posicionar a página para termos relevantes, mesmo que eles não tenham relação nenhuma com o conteúdo oferecido pelo site.

Abuso da marcação de dados estruturados

O uso de dados estruturados é uma excelente estratégia e bastante utilizada em SEO para otimizar uma página para os resultados de pesquisa.

Uma das formas mais comuns de aplicar os dados estruturados é a avaliação dos usuários — as estrelinhas que aparecem nas buscas do Google.

Infelizmente, algumas pessoas manipulam esses dados, fazendo a marcação de avaliações falsas ou conteúdo não relacionado com o foco de uma página. Para garantir uma boa experiência para o usuário, o Google possui uma lista com diretrizes de dados estruturados.

SEO negativo

O SEO negativo acontece quando o black hat é colocado em prática com a intenção de prejudicar outros sites para se beneficiar da perda de performance deles.

Dessa forma, mesmo que um site atue apenas com otimizações de qualidade, ele pode sofrer com punições a partir de ações maliciosas.

Por isso, é importante estar atento aos links que apontam para o seu site. Caso suspeite de algum, é possível fazer a rejeição de backlinks

Vale pontuar que o próprio mecanismo de busca deixa claro que podem existir outras técnicas enganosas além destas listadas que também estão passíveis a punição. Sendo assim, é fundamental seguir os princípios básicos das diretrizes do Google para evitar penalizações.

Conteúdo programático

O conteúdo gerado de maneira programática que não é original e muito traz valor ao usuário é outra ação considerada black hat e possível de punição. Isso porque ele é gerado com o único objetivo de manipular os buscadores, e não ajudar os usuários.

Confira os exemplos dados pelo Google de conteúdo programático:

  • Texto que não faz sentido para o leitor, mas contém palavras-chave de pesquisa;
  • Texto traduzido por uma ferramenta automática sem revisão humana antes da publicação;
  • Texto gerado com processos automatizados sem considerar a qualidade ou a experiência do usuário;
  • Texto criado com geração automática de sinônimos, paráfrases ou técnicas de ofuscação;
  • Texto gerado com base em cópias de feeds ou resultados da pesquisa;
  • Agrupamentos ou combinações de conteúdo de diversas páginas da Web sem adição significativa de valor.

Como saber se o meu site foi punido?

Caso seu site tenha tido uma queda brusca de tráfego e você suspeite que tenha sido devido a uma punição, atente-se as dicas a seguir:

  1. Atente-se aos sinais de punição

Se alguma técnica reprovada pelo Google foi aplicada no seu site e ele for punido, será fácil identificar os sinais. 

Isso porque as práticas de black hat podem até gerar um sucesso imediato com aumento de tráfego, mas quando o site é punido a perda de acessos é evidente.

Portanto, a queda expressiva no tráfego orgânico e a perda significativa de posicionamento para diversas palavra-chave são indicadores de uma possível punição.

2. Verifique se as páginas do seu site estão indexando

Você também pode conferir se as páginas do seu site ainda estão sendo indexadas no Google fazendo a seguinte pesquisa:

site:seudominio.com.br

Se nenhum resultado for encontrado, provavelmente o buscador aplicou a punição e não está mais considerando as páginas do site. Ou seja, foi banido dos resultados.

3. Confira se o site foi notificado pelo Google Search Console

Outra maneira de saber se houve a penalização é acessando o Google Search Console para checar se há algum aviso informando a penalidade.

Esses avisos podem ser encontrados em “Ações Manuais” dentro da ferramenta.

Meu site foi punido pelo Google, e agora?

Caso o seu site tenha sofrido uma punição, o primeiro passo a ser seguido é fazer uma análise para identificar quais foram as ações que levaram a essa penalização. 

Feito isso, o segundo passo é corrigir de forma definitiva os problemas em todas as páginas que ele estiver ocorrendo. Dessa forma, eliminam-se as chances de uma nova sanção.

Uma vez que estiver tudo certo, você poderá fazer um pedido de reconsideração ao Google, descrevendo as correções. Assim, o buscador vai reavaliar o site em um período que pode chegar até duas semanas. 

Como fazer um site crescer em tráfego sem black hat

Até agora você viu tudo sobre black hat e o que não fazer no seu site, mas mas não acaba aí!

Se você está se perguntando como otimizar um site para construir um legado de sucesso, confira essas 4 boas práticas de SEO para você começar a utilizar hoje. 

E se quiser conhecer mais estratégias, confira os guias completos da Conversion com tudo sobre SEO para e-commerce e SEO On Page

Pesquisa de palavras-chave

A escolha das palavras-chave que vão ser trabalhadas em uma página é uma etapa muito importante, já que atua diretamente no posicionamento do conteúdo nos resultados de busca.

Por isso, é essencial fazer uma análise do campo semântico do site para identificar quais são os termos mais importantes e seus respectivos volumes de busca.

No entanto, além da palavra-chave principal, é preciso escolher também termos secundários para incluir no conteúdo. 

As palavras secundárias fazem parte do campo semântico da palavra principal e costumam ser mais longas e com um volume de busca menor. São chamadas de palavras-chave de cauda longa.

Por exemplo, se a palavra-chave principal for “Jornada do Cliente”, alguns exemplos de secundárias são “etapas da jornada do cliente” e “mapa da jornada do cliente”.

Ao trabalhar esses termos dentro da sua página, você estará otimizando-a também para esses resultados de pesquisa, atingindo um número maior de usuários.

Heading tags otimizadas

Otimizar a Title é uma das estratégias de SEO mais importantes, e que demandam menos esforço. Isso porque, além de ser o primeiro contato que o usuário tem com a página ainda na SERP, as Titles são consideradas um fator de ranqueamento pelo Google.

Por isso, confira as dicas para você fazer as otimizações nos títulos das páginas de um site:

  • Inclua a palavra-chave principal da página na Title. O interessante é que ela esteja o mais à esquerda possível, assim o usuário conseguirá identificar o assunto da página logo no início do título.
  • Estruture Titles cativantes, que sejam capazes de atrair o usuário a clicar na sua página. Aqui, vale mencionar os principais tópicos do conteúdo.
  • Tenha atenção com o tamanho da Title. O ideal é que ela tenha em torno de 60 caracteres para que não fique cortada nos resultados de pesquisa.

Meta description otimizada

A meta description fica localizada logo abaixo da Title nos resultados de pesquisa e é o resumo do texto encontrado na página.

Apesar de não ser considerada um fator de ranqueamento, a otimização das meta descrições é uma estratégia que pode ajudar nos resultados. Afinal, elas são uma oportunidade de mostrar aos usuários que o seu conteúdo é relevante e, assim, convencê-los a acessarem a página.

Em termos de resultados, com uma boa otimização de meta description o seu site será capaz de aumentar as taxas de clique.

URL Amigável

Você provavelmente já deve ter acessado algum site em que a URL da página era mais ou menos assim:

Essa é uma URL poluída e nada atrativa, já que olhando para ela você não consegue nem imaginar qual o conteúdo da página.

Ao contrário disso, uma URL amigável é aquela que possui um texto curto e simples, geralmente apenas com a palavra-chave principal da página, como por exemplo:

Dessa forma, fica fácil perceber que a URL amigável deixa claro o conteúdo da página e permite que os usuários a memorizem, facilitando o retorno deles à página.

Conclusão

Ao chegar no final do artigo, fica claro que o black hat é uma prática antiética e que visa manipular o sistema dos mecanismos de busca, não trazendo nada além de prejuízos ao usuário que busca informações relevantes na busca.

Além disso, praticar black hat pode pode causar prejuízos devastadores na performance do site também. Lembre-se que sites que dependem do tráfego orgânico podem simplesmente ir de 8 a 80 no faturamento por causa de quedas expressivas.

Sendo assim, todo o ganho rápido será perdido e o site terá caminhado para trás.

Por isso, se você deseja que o seu negócio cresça e tenha um sucesso duradouro, invista em otimizações de SEO de qualidade. Fica a indicação: leia o guia completo da Conversion sobre SEO e as principais estratégias para arrasar!

Escrito por Mariana Pessoa

Escrito por Mariana Pessoa

Mariana é estrategista de SEO e apaixonada por Marketing Digital. É também produtora de conteúdo no LinkedIn e escritora de ficção nas horas vagas.

Escrito por Mariana Pessoa

Escrito por Mariana Pessoa

Mariana é estrategista de SEO e apaixonada por Marketing Digital. É também produtora de conteúdo no LinkedIn e escritora de ficção nas horas vagas.

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